Notas iniciais
Hey galera mais foda que eu conheço...
a cada vez que passa eu me surpreendo mais com vcs... eu amei os Reviws, obrigada a todas que deixaram...
Entao como prometido tem mais um cap aki...
e gente eu nao to tendo tempo de escrever... quero só ver quando terminar os que eu ja tenho... eu acho que vou surtar... mas enfim... deixa pra surtar mais tarde neh..
Boa leitura
Enjoy^^

[Pov’s Zacky]

Eu já estava assustado quando a Jessica falou a onde elas estavam. Aquele lugar era perigoso até mesmo de dia. Meu pavor multiplicou quando ela parou de falar subitamente no meio da frase e logo em seguida como se o celular tivesse caído no chão e escutei a voz da Fernanda gritando “JESSICA” e barulhos de passos abafados. Não quis mais ouvir, olhei para o Arin e o Johnny fazendo gesto para andarem rápido.

- Pro carro agora! – sai correndo na frente.

- O que aconteceu? – Johnny perguntou me seguindo com dificuldade.

- Eu estava falando com a Jessica e parece que elas foram atacadas do nada! – respondi entrando no carro.

- Ela falou a onde estavam? – o Arin perguntou branco no banco de trás um pouco apavorado.

- Na rua dos Mercenários – respondi dirigindo pra lá o mais rápido.

- Meu Deus! O que elas foram fazer lá? – Johnny perguntou.

- Elas se perderam! – respondi.

Assim que viramos a esquina foi umas das piores visões que eu já tinha visto na minha vida. A Fernanda estava estirada no chão e tinha uma cara em cima da Jessica pelo jeito ele tinha acabado de dar um soco nela. Ferveu o meu sangue com aquilo, a vontade que eu tinha era de passar por cima, se as duas não estivessem no caminho.

Johnny pulou do carro antes mesmo de eu parar. Sempre dizem que baixinhos são invocados, mas hoje eu tive a certeza. Ele foi para cima do cara com um soco certeiro no nariz, o homem caiu de joelhos e o Johnny meteu o chute na cara dele. O cara caiu para trás desmaiado. O Arin passou correndo por mim na direção das meninas sem ligar pros caras

- Meu Deus! – ele murmurou com os lábios tremendo.

A Fernanda estava desmaiada, saia um pouco de sangue da cabeça dela, parecia que tinha sido pega de surpresa. Eu arfei quando olhei para a Jessica seu rosto estava todo inchado, na sua boca tinha sangue e ao seu lado tinha mais uma poça.

- Vamos gente, precisamos levar elas para o hospital – falei indo até elas, chutei alguma coisa, era o celular da Jessica, peguei e coloquei no bolso e depois a peguei no colo, enquanto o Johnny pegava a Fernanda. Colocamos elas no carro e dirigir o mais rápido possível para o hospital.

- Tenta acordar elas! – o Johnny falou para o Arin.

- Eu to tentando! – disse dando tapas nas caras delas – elas não respondem.

Chegamos no hospital e corremos com elas para dentro. Um médico quando viu a gente entrando veio correndo na nossa direção.

- ERMEGENCIA! PRECISO DE DUAS MACAS! – gritou para os outros que estavam por perto – o que aconteceu com elas?

- Elas foram assaltadas, agredidas sei lá! – Arin respondeu impaciente.

- Tudo bem! Coloquem elas aqui, por favor! – ele indicou as macas que estavam chegando – vocês são amigos delas? – concordamos – um de vocês pode preencher a ficha?

- Vamos lá Arin! – Johnny falou dando tapinhas no ombro dele.

Meu celular começou a tocar olhei era a Gena.

- Oi amor tá chegando? – Gena perguntou.

- Não! Eu vou demora um pouco!

- A onde você está?

- To no hospital com a Fernanda e a Jessica!

- Mas por quê?

- Elas apanharam de uns homens.... Encontramos elas por pura sorte!

- Mas elas estão bem?

- Não, as duas estão desmaiadas – respondi.

- Meu Deus! – exclamou – quer que eu vá aí?

- Não precisa, eu vejo com o Arin e o Johnny o que nós vamos fazer, só avisa a Lacey!

- Aviso, qualquer coisa me liga tá?

- Tudo bem, tchau. – desliguei.

Aproveitei que estava com o celular na mão e tentei ligar para o Matt e o Gates, mas eles não atenderam. Sentei nas cadeiras que tinham ali perto com as mãos na cabeça. Que homem pode ser tão covarde a ponto de bater em mulher? O celular da Jeh começou a tocar no meu bolso e eu atendi.

- Alô!

- Quem tá falando?

- É o Zacky.

- Ah oi Zacky! A Jeh tá por perto?

- Não cara, eu estou no hospital com elas, ela e a Fernanda foram agredidas é...

- O QUÊ? POR QUEM?

- Cara eu não sei te dizer!

- To indo pra aí!

- Não precisa eu o Arin e o Johnny já estamos aqui e depois elas estão desmaiadas, acho que não vão acordar tão cedo!

— Tá bom então, você pode me avisar de qualquer coisa?

- Aviso sim!

- Obrigado, vou ligar para o Damon – desligou.

Ficamos até uma hora da manhã e nada de alguém vir dar noticia. Até que um médico apareceu.

- Quem está acompanhando a Jessica e a Fernanda? – perguntou.

- Nós! – respondemos.

- Podem vir comigo? – pediu.

Levantamos e fomos atrás dele até a sala.

- Bom o caso das meninas não é grave, a... – ele olhou na ficha – Fernanda levou uma pancada na cabeça, fizemos uma tomografia, mas não apareceu nada. – suspirei aliviado — Ela vai precisar usar protetor na cabeça para não mexer tanto o pescoço. Já a outra menina, bom, ela tá um pouco mais machucada! Vai precisar tomar alguns remédios para a dor, ela abriu o pulso então colocamos uma tala! Ela tá com uma marca roxa na barriga na altura do estomago, tudo indica que ela levou um soco ou um chute, o ideal é que ela só se alimente com coisas leves, sopas e coisas do gênero! Mas tirando isso elas estão bem, tiveram sorte, é só esperar a Fernanda acordar e serão liberadas.

- Então podemos ver a Jessica? – Arin perguntou.

- Claro! Vou levá-los até ela. – disse saindo da sala. – tem visitas pra você – disse para dentro de uma porta.

- Meninos! – ela nos deu um sorriso cansado. Seu rosto estava menos inchado, mas tinha começado a ficar roxo – como vocês nos acharam?

- Você esqueceu que estava falando comigo no telefone? – perguntei.

- Ah é – disse pensativa.

— Você tá se sentido bem? – Johnny perguntou.

- To me sentido meio incomodada com o meu rosto, mas não quero nem ver!

- Que idéia imbecil foi essa? — Arin explodiu.

- Ei não brigue comigo” Foi a Fer que quis cortar caminho e acabou se perdendo! – se defendeu – falando nisso, cadê ela? – perguntou olhando para os lados.

- Não sei, deve estar numa sala ao lado, só temos que esperar ela acordar para ir embora! – Johnny respondeu.

- Ela tá bem? – perguntou.

- Tá sim, só vai precisar umas um negócio no pescoço por alguns dias – Arin disse.

Ela fez uma careta,

- Calma Jeh, vai ficar tudo bem! — tranqüilizei dando um beijo na testa dela.

O médico depois de meia hora apareceu com a Fernanda na sala. Se a situação não fosse tão foda,eu teria rido dela, ficou muito engraçada com aquele negócio no pescoço.

A Jessica olhou para ela com uma cara de alivio, mas logo se tornou numa expressão acusadora, como se diz “olha no que você nos meteu?”

Antes de sair a Jessica pediu um remédio para dormir para o médico, ela devia estar com dor e não queria falar. O médico trouxe e ela bebeu ali mesmo. Mal sentamos no carro e ela capotou no colo do Arin.

[Pov’s Jessica]

Acordei na minha cama com os meus músculos protestando só de eu pensar em me mexer. Parecia que eu fui jogada na passeata de sete de setembro de novo. Senti uma coisa meio pesada na minha cara, levei a mão no rosto e era um pedaço de carne.

- Ai que nojo! – falei jogando longe.

- Eu falei que ela não ia gostar! – ouvi a voz da Fernanda no meu lado. Ela estava muito engraçada com aquele negócio no pescoço. Lancei um olhar acusador para ela “olha a minha situação?”

- Jeh isso resolve! – o Arin pegou a carne de novo.

- Isso em filme né? Nem pensar, pode tirar esse negocio daqui!

- Você poderia cooperar um pouquinho? – ele perguntou.

- Claro, é só não colocar essa carne na minha cara! – retruquei.

Lacey entrou no quarto junto com o Johnny e a Gena.

- Ah acordou! – Gena disse.

- Caralho menina! Agora que eu reparei melhor, você tá mais fodida que capim de vaca! – Lacey disse.

- Valeu Lacey! – sorri.

Coloquei a mão no rosto, tava dolorido e um pouco inchado. Eu não queria nem ver.

- Nós estamos fazendo comida pra vocês – Gena quebrou o silencio – Zac falou que você só vai poder se alimentar com líquido por algum tempo!

Fiz uma careta olhando para o meu braço.- Meu Deus! Isso é uma tala? – perguntei.

- Você abriu o pulso – Johnny confirmou.

- Droga! Como é que eu vou dançar agora?

- Eu acho que você não vai dançar nas próximas semanas – a Fer disse. Soltei um gemido.

- Consegui falar com o Matt! – Zac entrou no quarto – Ei acordou? E aí tudo bem? — Juro que tentei não fazer uma cara irônica. — Tudo bem eu entendi – ele levantou as mãos.

Meu celular começou a tocar do lado da cama e eu pegue-o.

- Oi Victor.

- Oi amor! Você acordou?

- É acordei.

- Como você tá?

- Acho que eu sobrevivo essa!

- Ok. Eu já to indo aí, a May e a Sophia pediram para eu passar e pegar elas.

- Tudo bem então! – concordei- Beijos. — desliguei – parece que eu vou ter bastante visita!

- Não vai ligar para o seu pai? – o Arin perguntou.

- Tá louco! Ela vai matar a Fernanda, se bem que não é má idéia – falei.

- Matar a Fernanda? – Johnny perguntou confuso.

- É foi ela que nos levou par aquele... – fui interrompida pelo o Damon que entrou pela a porta correndo.

- Ai rapaz que susto! – Gena reclamou com a mão no peito.

Mas ele nem deu atenção para ela, só olhava pra Fernanda.

- Fer você tá bem? – perguntou se ajoelhando no lado dela.

Bufei. Por que só eu tinha me ferrado? Foi então que ele percebeu que tinha mais gente ali e quando olhou para mim arregalou os olhos.

- Nossa Jeh você tá...

- Mas fodida que carne moída de terceira, pois é eu to sabendo! – revirei os olhos e ele de um sorriso torto.

- Você não muda né? Toda quebrada e tá aí fazendo brincadeiras!

- É um jeito de disfarçar a dor – respondi com uma careta.

- A onde tá doendo? – o Arin perguntou preocupado.

- Meu rosto, minhas pernas, meu pulso, resumindo o corpo inteiro!

- Vou pegar um remédio pra você! – Gena disse. – na verdade você já devia ter tomado, mas estava dormindo...

- E eu vou ver a sua sopa! – Lacey falou seguindo a Gena.

- Cadê elas? – ouvir o Syn perguntar lá em baixo.

- Ah não! – gemi. Eu não queria que eles me vissem assim.

Lá no quarto da Jessica! – Gena respondeu.

Peguei o travesseiro atrás da minha cabeça e coloquei na cara, ignorando a dor no meu abdome, enquanto ouvia passos entrando no quarto.

- Oi gente? – Matt disse – por que a Jessica está com o travesseiro na cara?

- Eu tenho a leve impressão que ela não quer que vocês vejam o rosto dela! – Johnny respondeu divertido.

- Ah não Jeh, pode parar de criancice! Deixa eu ver! – Syn disse sentado no meu lado.

- Não! Vão embora!

- Jessica nós saímos de casa só pra ver você e você nos manda embora? – Matt perguntou.

- Mentira! Vocês vieram ver a Fernanda também! – retruquei.

- Mas já vimos a Fernand!a – Syn disse – e você... – ele levantou a minha camiseta — Caralho! Como é que a sua barriga foi ficar desse jeito? – ele colocou a mão, mas algo me dizia que ela não estava só dolorida.

- Desse jeito como? – sem perceber tirei o travesseiro do meu rosto. Minha barriga estava roxa literalmente.

- Minha mãe! – exclamei — eu vou matar você Fernanda! Olha o que... – Matt e Syn me olhavam com os olhos arregalados – mas que droga! – coloquei o travesseiro na cara de novo.

- Meu Deus Gates! Como você é mole! – Matt disse arrancando o travesseiro da minha cara.

- Matt! – reclamei tampando o meu rosto com a mão, mas o Syn segurou.

- Você tá... – Syn começou.

- Fodida – terminei.

- Eu não ia dizer isso? – se defendeu.

- O que ia dizer então?- perguntei.

Ele abriu a boca pensando varias vezes.

- Fodida – deu um disse com meio sorriso.

- Ah parem de me olhar! Eu estou me sentido bem pior – reclamei.

- Não é por nada, mas você tá chamando bem atenção – Matt disse.

- Ah vá? – perguntei irônica.

- Mas eu insisti para vocês voltarem comigo! – Matt disse.

- Então quer dizer que a culpa é sua? – Damon explodiu olhando com raiva para ele.

- Como é que é garoto? – Matt perguntou cruzando os braços.

- Você largou elas lá! – acusou – a culpa delas estar nesse estado é sua!

- Não, não é! A culpa é toda da sua namorada – falei.

- Jessica ele deixou vocês lá – ele protestou.

- Ele deixou a gente lá, mas não foi ele que ficou entrando em qualquer rua que viu pela a frente tentando pegar um atalho – falei com raiva.

- É Damon a culpa é minha – a Fer concordou de cabeça baixa.

-Viu? Agora esquece esse assunto! – Ele ainda ficou resmungando baixinho.

- Olha o seu remédio Jeh! – a Gena voltou.

- Valeu Gena! – agradeci.

Ficamos conversando um pouco. Matt estava com muita raiva do Damon, dava pra ver nos olhos dele. Também qual é a do Damon?

A Lacey veio com duas tigelas de sopa e entregou uma pra mim e a outra pra Fer.

- O resto se quiser vão buscar! – falou.

- Opa! – o Zac, o Arin e o Johnny saíram correndo pela a porta.

A primeira colher que levei á boca, não consegui alcançar por causa da tala. Eu tinha que abrir justo o pulso direito? Eu não era muito coordenada com a esquerda, quase não chegava nada na minha boca. Na quinta tentativa eu me injuriei.

- Não quero mais! – falei.

- Mas você nem comeu – Syn protestou.

- Talvez seja por isso mesmo! – resmunguei baixinho.

- Sai daí Gates! – Matt puxou o braço dele obrigando a levantar. Ele sentou no lugar do Syn, e catou a tigela do meu colo.

- Abre a boc!a – mandou estendendo a colher.

- Tá de brincadeira comigo né? – protestei.

- Jessica eu entendi muito bem porque você não quer comer! – disse.

- Matt eu to sem fome! – falei.

- Não, não tá! Agora abre a boca se não eu enfio isso goela a baixo! – ameaçou.

Olhei para ele incrédula. Ele estava com uma expressão muito séria, eu nunca tinha visto antes. Estava com raiva do Damon e agora estava descontando em mim.

- Matt... – comecei.

- Jessica você vai pagar pra ver? Você não tem idéia do que eu posso fazer com você! – ameaçou de novo.

Confesso que senti medo. Abri a boca e ele levou a colhe nela, depois deu um sorriso.

- Você achou mesmo que eu ia fazer essa sopa descer goela abaixo? — perguntou rindo

Confirmei com a cabeça.

- Mas também, até eu fiquei com medo! — o Syn disse.

- Eu não sou de dar medo sou? – ele perguntou.

Concordei sorrindo, mas abri a boca para a próxima colherada.

- Eu sabia que você estava com fome, eu estou começando a conhecer vocês melhor, já sei quando mentem! – ele disse.

Pelo o canto dos olhos eu vi que a Fer me encarava. Devia estar soltando alguns palavrões.

Os meninos voltaram com as tigelas deles trasbordando. Estava na metade da minha quando ouvi um grito.

- AAAAAH! SYNYSTER GATES! – a Mayara entrou correndo no quarto e abraçou-o.

Matt que estava com a colher no ar, derrubou na minha perna com o susto.

- Desculpe Jeh! – ele levantou e pegou a toalha que tinha perto, mas alguém abraçou ele também.

-MATT! – Sophia gritou.

Peguei a toalha da mão dele, porque a sopa tava me queimando. O Victor entrou no quarto e veio até mim com um sorriso no canto dos lábios.

- Você me deixou preocupado! – disse me dando um beijo.

- AAAAH! ZACKY! – a May saiu correndo na direção dele.

- O ARIN E O JOHNNY TAMBÉM ESTAO AQUI – a Sophia gritou indo até eles.

A Fernanda estava fazendo uma careta pior que a outra no meu lado. Gena e Lacey as olhavam com cara se repulsa.

- Como você tá se sentindo? – o Victor perguntou. Não se importando com os orgasmos que as duas estavam tendo.

- To me sentindo bem, tomei um remédio agora pouco e...

- AAAH o que vocês estão fazendo aqui? – a Sophia perguntou indo abraçar o Syn e a Mayara correu para o Matt.

- AAAH eu não acredito! – A Mayara gritou de novo. Trinquei os dentes, aqueles gritos estavam acabando com os meus tímpanos. Damon até tampou os ouvidos quando elas ameaçaram a dar o próximo grito.

- DA PRA CALAR A PORRA DA BOCA? – a Fernanda explodiu. Olhei com uma cara de agradecimento para ela. – ELES NÃO VAO FUGIR!

Syn nos olhou com uma cara “sério que eu não posso fugir?”

- Oi meninas! Que bom que vieram me ver, eu to bem e vocês? – perguntei irônica.

- Ah a gente vê você todos os dias e eles não – Sophia apertou o Syn com mais força, o guitarrista chegou a fazer uma careta.

- Menina da pra afrouxar um pouco esse abraço, se não desse jeito eu vou ficar acinturado – Matt pediu.

- Desculpe, mas é que... – ela disse apertando um pouco mais.

Olhei para a Gena e ela fez uma cara “deixa comigo”.

- Então meninos, nós temos que ir, a gente tem que passar para pegar a Val e a Michelle ainda – ela disse.

“Aff Gena também não apela”

-É mesmo! – Matt disse aliviado.

- Como assim? – o Arin perguntou, mas a Lacey deu um cutucão nele – Ah é mesmo e estamos atrasados por sinal.

Eles se despediram das meninas, o Arin saiu com uma cara de quem não devia deixare nós sozinhas, mas falei que estava tudo bem, eu não estava assim tão grave.

As duas próximas horas passamos com elas gritando nos nossos ouvidos. A Fernanda de vez em quando dava os berros dela, mas não passava cinco minutos e elas já se empolgavam de novo. Já estava escuro quando o Damon e o Victor resolveram ir embora. Eu até achei estranho o Damon não ficar, mas ele disse que os pais dele já estavam implicando por ele estar dormindo tanto tempo fora de casa. Para a nossa desgraça a Sophia e a Mayara resolveram ficar.

- Será que eles vão voltar? – a Sophia perguntou.

- Gente eles não vão voltar, vocês podem ir embora –Eu não agüentava mais elas.

- Que isso a gente vai ficar aqui! – a Mayara discordou.

- Mas nem fodendo, eu dou o tempo de vocês chamarem o taxi e mais nada! – a Fer explodiu – eu preciso descansar e a Jeh também, eu acho melhor vocês irem embora!

“Fernanda como eu te adoro”.

- Mas se vocês precisarem... – a May começou.

- Não vamos precisar de nada, sabemos nos virar e não estamos travadas em cima de uma cama! – cortou. Elas olharam para mim e eu fiz uma cara de que concordava com a Fernanda. Elas não tiveram outra opção a não ser irem embora. Assim que elas foram a Fernanda explodiu xingando elas. Eu levantei devagar indo para o banheiro eu precisava de um banho urgente

- Jessica anda direito, porque parece que você foi estuprada e não que levou uma surra – ela rio

Minha vontade foi de bater nela só não fiz isso porque mal consegui parar em pé.

- Jessica você viu as minhas pulseiras de pino? – perguntou e eu neguei com a cabeça- Porque agora que eu me toquei, elas não estão em lugar nenhum, acho que eles tiram lá no hospital. Droga eram as minhas preferidas – gemeu.

Ainda bem que ela tinha perdido assim eu tinha alguma coisa para dar a ela de aniversario, mas foi quando sai do banheiro que eu me toquei.

- Fernanda que dia é hoje? – perguntei.

- Dezenove por quê?

- Por quê? Amanhã é dia vinte! – falei assustada.

- Ah sério? – ela perguntou irônica.

— Fernanda dia vinte de outubro sonsa! – repeti impaciente.

- Meu aniversario! – bateu com a mão testa.

- Ah vá? – imitei a cara dela.

Não dava tempo de fazer uma festa, por mais pequena que fosse, não tínhamos nem condição de andar direito. Mas tivemos a idéia de fazer uma festa na próxima semana, era Hallowen e dava para fazer uma festa fatansia, que seria muito mais interressante. Ficamos fazendo uns preparativos imaginários. Depois ela foi tomar banho e eu liguei para o Arin.

- Oi Jeh! Tá tudo bem? – atendeu.

- Aham! Eu queria pedir um favor, vai estar muito ocupado amanhã? – perguntei.

- Não por quê?

- Eu precisava que você comprasse uma coisa pra mim. Sabe aquelas pulseiras de pino que a Fer usa? – ele murmurou concordando — Então, ela perdeu as dela, acho que no hospital e como é aniversario dela amanhã eu queria dar de presente.

- Pera ai! É aniversario dela amanhã? – e eu confirmei- Por que vocês não me falaram?

- Pra falar a verdade acabamos de lembrar.

- Então vão fazer festa amanhã? – perguntou empolgado.

- De que jeito? — Perguntei irônica.

- Ah é! Esqueci.

- Mas estamos pensando em fazer uma festa à fantasia na próxima semana – contei.

- Hum parece bom.

- Então você pode comprar as pulseiras pra mim? Eu não estou em condição de sair depois eu te pago – falei.

- Claro, claro, nem precisa me pagar eu to te devendo da festa lembra? Amanhã eu apareço com elas aí

- Brigadão Arin, te amo – falei.

- Também te amo. E tá tudo bem aí? Não estão precisando de nada?

- Na verdade to

- Do quê?

- Meu pai e minha mãe.

- Aaah que bonitinho – brincou.

- To brincando, não estou precisando de nada.

- Então qualquer coisa liga.

- Ligo beijos – delisguei.

A Fernanda saiu do banho e conversamos mais um pouco até o sono bater.No outro dia foi um telefonema atrás do outro do pessoal desejando feliz aniversario para ela.

A Solange apareceu por lá também e depois de analisar a minha situação, ela fez um remédio com uma ervas dizendo que em dois dias eu ia estar quase sem os roxos. É lógico que eu aceitei eu precisava me livrar daqueles hematomas até a festa.

Passei quase o dia inteiro no quarto enfiada no Notebook conversando com os meus amigos. O Victor apareceu por lá, mas logo foi embora, a Mayara e a Sophia ligaram para ver como é que eu estava depois de perguntarem do Avengers, é claro. O Arin também ligou claro também.Eu estava quase dormindo quando a Fernanda entrou no quarto aborrecida.

- O que aconteceu? – perguntei fechando o Notebook

- To com o ouvido doendo de tanto ficar no telefone! –Ela deitou no meu lado ainda com a cara emburrada.

- E o que mais? – perguntei eu conhecia a praga

- O Damon não lembrou! – resmungou chateada.

- E ele sabe o dia? – perguntei. Porque era bem a carinha dela ficar brava e os outros nem sabia do que se tratava. Ela negou com a cabeça.

- Então como é que você quer que ele lembre? – perguntei.

- Ele devia ter perguntado pra você! – acusou revoltada.

- Talvez ele ainda vá fazer isso – dei de ombro

- Daí não adianta mais! – ela retrucou.

- Claro que adianta sua festa só vai ser semana que vem eu dou um jeito dele saber.

- Com aquele seu jeitinho bem delicado? – perguntou com um sorriso.

- Esse mesmo! – confirmei. – bem na hora que a porta bateu lá em baixo – ah deve ser ele — não tinha aparecido hoje!

- To aqui no quarto da Jeh – ela gritou.

Para nossa surpresa não foi o Damon que passou pela a porta, mas o Zacky entrou trazendo um bolo e o resto das meninas e os meninos cantando parabéns.

-Como é que...? – ela olhou para mim.

- Eu tenho um pouquinho de culpa, mas não tenho nada a ver com o bolo e eu só contei para o Arin – me defendi. Ela resmungou alguma coisza, mas um sorriso apareceu em seus lábios.

- Então vocês não iam nos falar? – Zac perguntou depois que a Fer soprou as porradas de velas que tinham em cima do bolo. Sério parecia que ela estava fazendo trinta anos e não dezenove.

- A gente só lembrou ontem, que dizer a Jeh lembrou, eu esqueci completamente. – ela se defendeu. E a Gena chamou ela de tapada.

- Então vocês vão fazer uma festa mais pra frente? – a Val perguntou sentando na beirada da cama com um pedaço de bolo.

- Pois é estamos pensando em fazer uma festa à fantasia! – contei empolgada. E eles se animaram também.

- Eu acho melhor vocês já irem pensando numa fantasia! – a Fer avisou.

- Não se preocupe, nós temos um estoque de fantasia! – a Lacey contou.

- Mas eu não tenho, vou ter que arranjar uma! – o Arin reclamou.

- Vai de libélula saltitante – a Michelle disse debochada.

- E você nem precisa de fantasia é só pegar uma vassoura! – ele rebateu segurando o riso.

Eu sei que a situação era meio tensa, mas eu olhei para a Fernanda é nós caímos na risada e os outros nos acompanharam.

- Eu não achei graça! – a Michelle levantou as sobrancelhas numa cara nada amigável.

- Pode ter certeza que teve! – a Fer disse ainda rindo.

Eles continuaram com as piadinhas sobre fantasia, até que o meu celular tocou, olhei era o meu irmão.

- O aniversario é da Fernanda e não o meu – atendi.

- Oi mana eu to bem e você? – perguntou irônico – você acha que eu não sei quando é o seu aniversario?

- Bom eu acho.

- Eu não sou tão sonso assim sabia?

- Ah Filipi eu tenho as minha duvidas.

- Vai se foder! Por que a Fernanda não atendo o celular?

- Porque voce não atente o celular? – perguntei para a Fer.

- Acabou a bateria.

- Acabou a bateria – repeti para o meu irmão.

- Deixa eu falar com ela?

- Ele quer falar com você! — disse entregando o meu celular para ela – Lea serve mais um pedaço de bolo pra mim? – pedi enquanto a Fe falava com o meu irmão e mais uns amigos deles.

Conversamos mais um pouco e depois eles foram embora, tinham show na semana e precisavam arrumar as coisas, mas prometeram voltar sexta para a festa. Assim que eles saíram entreguei o meu presente para a Fer que o Arin tinha trouxera, ela ficou tão radiante que quase me matou sufocada.

Segunda começamos arrumar a casa, a Solange e o marido dela também nos ajudaram. Guardamos tudo que podia ser um incômodo na hora da festa. Porque a Fernanda queria que a festa fosse à casa toda e não só na pista no terceiro andar. Estávamos nesse vai e vem quando a campainha tocou, abri e dei de cara com o Damon.

- Por que vocês traçaram a porta? – perguntou.

-Porque estamos organizando a casa para a Festa e não queremos que ninguém veja – respondi.

- Festa? Que festa? – perguntou com as sobrancelhas franzidas

- A do aniversário da Fer! – respondi com indiferença

- Quando que é o aniversario dela? – ele perguntou com um sussurro.

- Foi ontem e esse é um dos motivos que a porta tá trancada, você não lembrou no aniversário dela, ela tá muito chateada, falou que não quer mais te ver e que tá tudo terminado – sussurrei também. Ele arregalou os olhos.

- JÉSSICA! – ela gritou lá de cima.

- Bom também não foi bem essas as palavras delas, mas se eu entendi direito é pra você se matar – continuei.

- MENTIRA! – gritou de novo.Ele me olhou com um sorriso torto.

- É mentira, é pra você mesmo fazer o serviço. Corta os pulsos e se joga numa ponte. – esperei ela gritar de novo, mas ela não fez – isso mesmo, corta os pulsos e se joga de uma ponte uma bem alta de preferência, para não ter que fazer o trabalho duas vezes – continuei.

- Tudo isso só por que eu não me lembrei do aniversário dela? Um aniversário que eu nem sabia a data? – ele perguntou estreitando os olhos.

- Aham! Você não sabe o quanto raivosa uma mulher fica quando não lembra o aniversário dela – falei estreitando os olhos também – a propósito se você não quiser morrer o meu é dia doze de novembro e avisa o Victor se não eu corto os pulsos dos dois e jogo de uma ponte – ameacei.

- Sim senhora! – ele fez uma posição de sentido – agora posso entra?

- Não – respondi. Ele fez uma cara confusa depois mudou para uma que tinha certeza que eu estava brincando, mas eu não estava. – Sério, eu e a Fer combinamos de não deixar ninguém entrar até sexta, queremos fazer surpresa e você se inclui nos “ninguém” – expliquei.

- Mas isso é um absurdo, como é que eu vou ver a minha namorada? – perguntou indignado.

- Aqui fora! – respondi.

- Aqui fora não da pra... – ele parou de subido.

- Ah daí para isso você leva ela num motel, ou na sua casa ou qualquer coisa parecida! – eu dei de ombro.

- Eu não ia dizer isso – ele se defendeu.

- O que ia dizer então? – perguntei.

- Jessica deixa o Damon entrar! – a Fer falou não minhas costas.

- Não a gente combinou – protestei.

- Você também vai querer que o Victor entre! – ela disse.

- Não vou não! — retruquei.

- Tá, mas o Damon tem umas idéias criativas e nós precisamos dele – ela disse.

- Não precisamos não, eu também tenho as minhas idéias criativas, se bem que, pelos os lugares tenebrosos que ele freqüenta combina bem com os dias das bruxas – falei pensativa – entra aí Damon.

- Aff que enrolação – ele reclamou.

- Rateeie muito e eu já faço você voltar para trás – ameacei.

- Aham – ele concordou – feliz aniversário amor – disse beijando ela.

Revirei os olhos, peguei uma caixa e levei para cima. Quando voltei, eles estavam conversando sobre a festa. — Que tal a gente escurecer e colocar umas luzes vermelhas? – ele perguntou.

- Damon querido, a gente quer transformar isso numa festa de Halloween e não num puteiro – avisei sacastica.

- É verdade Damon – a Fer concordou.

- Suas tansas, não vamos encher de luzes vermelhas, só algumas nos contos para dar um ar mais iluminado – explicou revirando os olhos

- Hum assim, tudo bem! – a Fer concordou.

- Precisamos comprar uma porrada de Blackout e lâmpadas. Será que tem vermelha ou a gente vai precisar pintar? – perguntei.

- Tem que eu já vi! – o Damon confirmou – deixa que eu compro isso então.

- Eu não, vou de X6 – disse sorrindo. Pegando as chaves, eu a olhei com advertência, ai dele se estragasse o meu carro. Ele voltou depois e um bom tempo, eu e a Fer já tinham esvaziado a sala, depois fomos descarregar. O interior do carro era só abóbora, a sala ficou até bonita com aquela imensidade de bolas laranjas no chão. Depois que descarregamos tudo fomos olhar as sacolas. Ele comprou uma imensidade de velas vermelhas, pretas e brancas.

- Nossa com esse tanto de velas, a gente pode abrir um centro de macumba! – a Fer sorriu revirando as sacolas

- É Halloween gente, como é que vocês comemoram? – o Damon perguntou enquanto abria outra.

— Na verdade nos não comemoramos, tem festas, mas é mais um feriado do que outra coisa – falei.

- Oh povinho sem cultura vocês! – Damon retrucou indignado

- Ah gente tem muito mais culturas que vocês — falei abrindo uma sacola, mas assim que abri dei um pulo pra trás com um berro, as minhas mãos já começaram a tremer.

Damon me olhou com uma cara confusa depois para dentro da sacola.- São aranhas de mentira Jessica – ele disse como se fosse obvio.

- Mas são aranhas! — choraminguei – e depois nós não vamos saber o que é aranha de verdade e o que é de mentira se for usar esses troços! – apontei.

- Ah com certeza uma aranha de verdade vai ficar brincando de decoração! – a Fer disse irônica – Jessica a nossa casa não tem aranhas, é por isso que a Solange esta aqui!

- Ah tudo bem, mas coloque esses troços para lá – falei sentando de novo. E o Damon colocou a sacola para o outro lado revirando os olhos.- O que mais você trouxe? – perguntei.

- Spray que soltam teias de aranha – estremeci de novo – bonecos que gritam alguns Chuck...

- E o que são aqueles negócios enormes ?– a Fer apontou.

- Aquilo é assim, vai dar impressão de relâmpago na casa e fazem barulhos de trovão também – ele explicou. Olhei para a Fernanda depois para ele – que foi?Não gostaram?

- Eu adorei! – falei empolgada – vai ser o primeiro que agente vai instalar.Ele sorriu.

- Acho melhor a gente começar pelas as abóboras – sugeriu gesticulando elas.

- Isso aí, nós temos muitos Jacks para fazer! – a Fer concordou animada.

Passamos a resto da tarde cortando as abóboras. O Damon errou umas no começo ficaram tão ridículas que a gente riu um bom tempo, mas como os bichos são feios mesmos, deu para usar, na verdade ele devia ter errado mais. Já era quase uma da manhã quando terminamos.

No outro dia começamos a colocar as coisas nos lugares. Os blackouts nas janelas os Jacks, as velas nos lugares a Fer fez um caminho nas bordas das escadas, só não coloquei as aranhas, enquanto eles colocavam aqueles bichos das profundezas do inferno eu fui colocar os Chuck e os bonecos que gritavam. O Victor apareceu por lá a tarde e a Fernanda não teve escolha se não deixar ele entrar, porque precisávamos de gente para pendurar os refletor e as caixas de som além do Damon.

Quarta — feira os meus roxos já tinham praticamente sumido, eu não sentia mais dor no meu pulso então tirei a tala, a Fer também tirou aquele negocio no pescoço. À tarde fomos nós quatro fomos ver umas fantasias, passamos a tarde inteira praticamente procurando até eu achar uma que me agradava.

Era de mulher gato igualzinha do filme, a Fer gostou de um vestido de diabinho vermelho com alguns detalhes preto e fomos experimentar.

Comprei mais coisas também, eu não queria ficar de mascara à festa inteira, então comprei umas lentes em forma de olhos de gato cinza que brilhavam no escuro, umas luvas pretas que vinham até o cotovelo com garras pratas.

Depois de compramos tudo voltamos para casa. A Fernanda se arrumou para ir para a faculdade com o Damon para convidar o pessoal de lá e o Victor o pessoal da dança e mais uns amigos dele. Enquanto isso eu fiquei em casa pregando as barbas de bruxas que o marido da Solange tinha descarregado um caminhão lá em casa. Aquilo foi o que deu mais trabalho, coloquei em cada centímetro do teto, nas escadas e espalhei pelo o chão. Quando a Fernanda e o Damon voltaram, eu estava estirada no chão com os braços latejando.

- Nossa ficou ótimo Jeh! – Damon elogiou.

- Se você reclamasse, eu ia te enforcar em uma! – falei levantando.

- Não sério, ficou bom, eu não sabia que você tinha tanta disposição pra fazer isso na casa inteira – ele continuou.

- Você vai ficar surpreso com as coisas que eu tenho disposição para fazer – falei.

- Jessica! – a Fernanda me fuzilou.

- Ai meu Deus! Eu não disse nesse sentido – me defendi.

- Aham eu sei, sei muito bem o sentido que você disse. – cruzou os braços me encarando

- Tudo bem Jessica eu entendi, sei que você não quis dizer isso – Damon disse rindo.

- Boa noite pra você — eu disse subindo as escadas, mas esqueci que o boneco da escada estava ligado, parei lá em baixo quando ele gritou. Os dois se mijaram de rir. Subi as escadas de novo e dei um soco no boneco – seu viado vai assustar a sua mãe! – falei revoltada, eles riram mais ainda – e vocês vão se ferrar, eu aposto que vai ter gente que vai cai dessa escada, principalmente os bêbados – e fui para o meu quarto resmungando, íamos acordar cedo no outro dia para vermos as bebidas.

Sexta feira chegou e ainda corríamos com alguns retoques. A festa estava marcada para começar as dez, então as oito começamos acender as velas e os Jacks e o Damon e o Victor verificaram o som. Terminamos e corremos os quatro para os banheiros se arrumar. Vesti a minha fantasia e comecei a fazer a maquiagem, estava quase terminando quando o Victor entrou.

- E aí minha gata tá pronta? – perguntou.

- Quase, for reforçar o lápis – respondi.

- Nossa você ficou com cara de perigosa com essas lentes! – ele disse me beijando.

- Eu sou perigosa! – passei a minhas garras neles.

- Jéssica eu não estou encontrando os meus sapatos vermelhos! – a Fernanda entrou desespera no meu quarto.

- Tá no meu guarda-roupa – respondi apontando

- Aqui não é o lugar dele – rateeou indo até lá.

- Foi você que deixou aqui! – rebati.

- O Damon só estar esperando os primeiro convidados para ligar o som! – ela disse enquanto vestia os sapatos. E eu concordei, campainha tocou lá em baixo e um frio não deixou de passar pela a minha barriga.

- Vai atender Victor – ela disse espetando o tridente dela na bunda dele.

- Desse jeito eu vou mesmo! – ele sorriu saindo.

O Damon apagou as luzes e um relâmpago iluminou a casa seguido de um trovão. Olhei para o espelho os meus olhos brilhavam.

- Vamos lá então! – a Fer disse arrumando os chifres na cabeça.

- Vamos! – concordei – será que chove? – perguntei quando outro relâmpago percorreu a casa.

- Tomara! – ela concordou.

Notas finais
E ai o que vocs acham??? Será que vai chover mesmo??? kkk
nas esqueçam os reviews ta??
bj^^