Notas iniciais
Hey gente.... desculpa a demora, mas eu estou realmente sem tempo...
Mas ta ae mais um cap...
Deve ter um monte de erros, eu to sem tempo até para digitar imagina para corrigir, mas eu acho que voces entendem...
leitoras novas sejam bem vidas e eu espero que deixem bastantes reviews no decorrer da fic ta??
Boa leitura galera!
Enjoy**

A festa estava uma loucura, eu não sabia que a Fernanda tinha tantos amigos assim na faculdade, porque a casa simplesmente lotou. A turma da dança também compareceu. Uma hora e meia depois, já tinha um pessoal bêbado e já tinha gente que tinha caído com o grito do boneco da escada. Eu ainda não tinha visto os Avengers, só avistei depois de um tempo conversando com a Fer e fui até lá.

– Cadê a Jeh que até agora eu não vi? – o Arin perguntou para ela

– Sei lá deve estar lá em cima – a Fernanda respondeu.

Ele estava de costas para mim, pensei em dar uma lambida no rosto dele, mas ele estava com tanto pó de arroz que aquilo seria nojento.

– Serve essa aqui? – sussurrei no ouvido dele. Ele chegou a dar um pulo.

–Jessica? – perguntou assustado.

– Caralho garota, é você mesmo? – Johnny perguntou.

– Sou eu gente! –tirei a mascara.

– Cara você tá uma gata! – o Syn disse.

– Era essa a intenção! – falei enquanto cumprimentava as outras meninas. Eu nem sei do que eles estavam fantasiados, mas também não fiz questão de perguntar.

– Cadê a Michelle? – a Fer perguntou. Foi aí que eu reparei que ela não estava ali.

– Ela tinha um compromisso, vai vir mais tarde! – o Syn respondeu dando de ombros

– E me deixou ordem expressas, para eu não deixar nenhuma das suas amigas chegarem perto dele – a Leana sorriu para ele

– Ah então você vai ter muito trabalho pela a frente, porque elas vieram em peso! – eu ri para eles

– E aí vamos curtir a festa? Quem quer dançar? – a Fer perguntou. Todo mundo subiu para o terceiro andar, menos eu e o Arin. Eu estava tendo dificuldades em convencê-lo a dançar. No fim desisti e o chamei para beber e é claro que ele aceitou. Encontramos o Damon e o Victor na escada e fomos nós quatro atrás de bebidas.

Vitor me chamou para dançar depois de termos bebido um pouco e eu puxei o Arin junto, não ia deixar o meu amigo sozinho. Dançamos um pouco até o Arin aparentemente cansar e depois nós dois fomos conversar com a May e a Sophia. Elas grudaram no Arin assim que a gente chegou.

– Os outros então aqui também? – a Sophia perguntou anima, mas ela ficou meio desanimada ao saber que as meninas também estavam.

– Jessica... – o Victor chegou no meu lado, mas o que ele ia me dizer se perdeu quando o pessoal começou a gritar, olhei para o lado tinha uma menina em cima da mesa provavelmente da faculdade da Fernanda fazendo Strip.

– Ah toda a festa só é boa quando tem uma dessa! – o Arin sorriu malicioso.

– Eu também acho... – o Victor concordou e eu pigarreei alto cruzando os braços, chamado atenção dos dois.

– Ah, tá acabando as cervejas – Victor sorriu sem geito

– Hm tá! – falei com desconfiança — eu vou busca, na cozinha. Vem comigo Arin? – chamei, mas eu já tava puxando ele pelo o braço.

– Eu tenho escolha? – ele disse rindo.

– Arin você... – parei quando vi o Johnny tropeçando de bêbado um pouco à frente.

– Eu vou na cozinha e já volto – ele balbuciou não sei pra quem e entrou em uns dos quartos. Eu e o Arin o seguimos ‘tava curiosa para saber o que ele ia fazer.

Entrei no quarto e ele olhava o guarda-roupa com atenção.

– Johnny aqui não é a cozinha... – comecei

– FODA-SE EU VOU PARA A NARNIA! – gritou abrindo a porta do guarda-roupa e tentando entrar.

Eu e o Arin caímos no chão de tanto rir, bêbados sempre nos surpreendem. Eu ainda estava rindo quando ele desistiu de ir para “Narnia” pelo o guarda-roupa e se jogou na cama e adormeceu e o Arin ainda com dificuldade de falar, me lembrou que tínhamos que pegar as bebidas.

Encontramos a Lacey no corredor procurando por ele e avisamos que ele estava no quarto dormindo. Ela foi até lá resmungando alguma coisa sobre ele ser mole pra bebidas.

Entrei na cozinha ainda rindo, mas o meu sorriso morreu quando eu vi a cena que estava acontecendo ali.

O Syn estava ficando com uma menina e porra, ele estavam no maior amasso. Fiquei paralisada no lugar sem saber o que fazer em seguida.

– Jéssica vem comigo... – o Arin sussurrou no meu ouvido me puxando para fora da cozinha e levando para a sala.

– Você gosta do Gates... – aquilo foi uma afirmação.

– Não! – neguei com a cabeça.

– Jessica não mente para mim – pressionou.

– Eu... Eu não sei – respondi.

– Jessica pode até ser viajem minha, mas eu te conheço e você...

– Arin eu tenho namorado – cortei impaciente.

– Mas isso não está te impedindo está?

– Não – confessei de ombros caídos

– E então?

– Eu gosto — confessei de cabeça baixa.

– Eu sabia! – ele disse vitorioso, mas sua expressão logo se tornou seria – mas você sabe que o Gates não é um homem certo pra você né? Ele adora zoar, você acabou de ver isso.

– Eu sei – falei meio cabisbaixa e ele me abraçou falado algumas coisas que eu nem ouvi. Só entendi quando ele falou para pegarmos as bebidas e eu fiz uma careta.

– Me espera na porta que eu alcanço pra você então – ele riu arrumando o meu cabelo e eu concordei. Quando estava perto vi a menina saindo da cozinha, então eu entrei junto com o Arin.

– Vim pegar uma cerveja... – Syn respondeu quando o Arin perguntou o que ele ‘tava fazendo ali.

– Nós viemos fazer a mesma coisa, acabaram lá em cima – o Arin disse.

– Querem ajuda? – ele perguntou já segurando umas caixas e o Arin concordou.

– Essa festa tá muito maneira – o Syn comentou depois que colocamos as cervejas no gelo.

– Que bom que está gostando... – murmurei sem nenhuma emoção. O que não passou despercebido para ele, pois me olhou desconfiado perguntado se estava tudo bem. — Tá tudo ótimo, se melhorar estraga! – respondi meio seca Ele olhou para o Arin em busca de resposta e o Arin fez uma cara de que não sabia.eu dei a desculpa que tinha que falar com a Fer e sai dali procurando por ela.

Assim que ela me viu lançou um sorrisinho malicioso e rodou aquele tridente na mão, lancei um olhar de advertência para ela.

– Eita! O que acontece? Bebeu leite estragado ou comeu um peixe podre? – perguntou divertida.

– Acho que foram os dois – respondi com uma careta parecia mesmo que eu tinha comido alguma coia estragada.

– Hum vai dar uma dor de barriga – ela disse me fazendo rir – sério o que aconteceu? E eu contei o que tinha visto

– Mas você já sabia que isso acontecia de vez em quando – ela disse com delicadeza.

– Mas eu nunca vi ao vivo e as cores! – reclamei.

– Relaxa Jeh eu vejo o Matt e a vaca loira se comendo pelos os cantos e não ligo! – ela disse enfiando aquele tridente na minha barriga. Eu grui de raiva com aquilo eu já não estava muito boa. Ela viu que eu não gostei e sorriu maldosa pronta para fazer de novo, ao mesmo tempo que eu peguei o capo do negocio empurrando para baixo, mas acabou pegando na sua perna e aquilo com certeza machucou.

– FILHA DA PUTA! – xingou passando a mão na perna rapidamente.

– Deixa a minha mãe saber que você tem esse carinho por ela! – eu disse rindo apesar da situação

– Bem feito... – o Victor apareceu no meu lado – por causa de você e desse troço eu estou arrombado, perdi o meu selo de garantia.

– O que aconteceu? – Damon perguntou preocupada quando viu ela gemendo de dor

– A minha gata selvagem tá ensinando para a sua diabinha quem é que manda – o Victor disse passando o braço pelo os meus ombros. Enquanto ela dizia que ia me matar e coisa do gênero.

– Por que você fez isso Jessica? – o Damon perguntou passando a mão na perna dela.

– Porque ela quase fez um segundo umbigo na minha barriga – expliquei

Ela me encarou com uma cara de puro ódio, mandei um beijo para ela.

– Vamos sair daqui se não ela vai lançar uma labareda de fogo na gente – o Victor disse me puxando.

– Você tá me chamando de Dragão? – a voz dela se tornou perigosa.

– Claro que não, de diaba seria o correto – ele respondeu sorrindo para ela e eu o puxei, se não, ela ia enfiar aquele negócio nele e ia acabar saindo do outro lado.

Pegamos uma cerveja e fomos dançar. Começamos com um ritmo normal, mas logo foi se tornando um ritmo mais sensual. Ele estava nas minhas costas colado em mim, com as suas mãos no meu quadril acompanhando os meus movimentos. Olhei para frente e vi o Arin e o Syn me observando. O Arin me olhava com um sorriso no canto dos lábios, mas o Syn me olhava um pouco pensativo. Dei de ombros enquanto bebia a minha cerveja. Virei de frente para o Victor entregando a cerveja a ele e passando os meus braços pelo o seu pescoço, ele me puxou para mais perto fazendo todo o meu corpo colar no dele. De repente eu senti uma vontade de... Por que não? O Victor era o meu namorado. Olhei para ele e ele pareceu entender

– Vamos sair daqui? — e eu concordei.

Passei pelo o Arin ele estava ficando com uma menina ruiva. “Esse é o meu garoto”, Descemos as escadas e fomos para o final do Corredor, ninguém percebeu a gente entrando no quarto.


[Pov’s Fernanda]

Na minha cabeça eu já tinha matado a Jessica três vezes e todas de forma bem dolorosas e lentas. A minha perna estava latejando e tinha um vergão enorme, sorte que foi em cima e o vestido cobria.

– Melhor? – o Damon perguntou me entregando uma cerveja e eu concordei com a cabeça.- Você duas tem que parar com esse tipo de brincadeiras, alguém vai acabar se machucando feio – ele disse.

Ficamos ali um pouco e eu vi a Jessica e o Victor dançando no meio da pista, quando eu pensei em ir até lá, ele saíram meio que apressados.

Damon pegou a minha cerveja e terminou, depois veio mais perto com uns beijos que eu conhecia muito bem.

– Agora não da Damon – falei rindo empurrando ele

– Por que não? – insistiu.

– Se você não reparou a Jessica e o Victor não estão mais aqui e eu acho que umas das donas da casa têm que ficar na festa – respondi.

– Droga o Victor tinha que ser mais rápido que eu? – ele gemeu.

Dei de ombro dando um selinho nele. Enquanto ele foi ver o som eu fui pegar mais bebidas e encontrei o Syn lá — Hey Syn quantas já foram? – perguntei.

– Já perdi as contas... – ele disse com um sorriso maroto.

Sorri também bebendo uma tequila.

– Fer eu preciso de uma opinião – ele disse e eu dei sinal para que continuasse — Sabe aquela menina de vestido vermelho? – ele apontou uma tropeçando de bêbada – eu concordei com a cabeça — Você acha que ela vai se lembrar de alguma coisa amanhã? – devia ser a garota que a Jeh viu ele ficando.

– Por quê? Você andou dando uns catos nelas né? – perguntei o obvio e ele encolheu os ombros – olha pelo o estado que se encontra, eu duvido que se lembre e se lembrar vai achar que foi um sonho com certeza – respondia a sua pergunta. E ele concordou pensativo, mas aliviado — Por que você faz isso já que se arrepende depois? – perguntei.

– Já ouviu falar que a carne é fraca? – ele perguntou sorrindo.

– Você precisa de alguém para amar de verdade – levantei as sobrancelhas

– Talvez, mas até essa pessoa aparecer eu sou de todas... – disse abrindo os braços.

– Você não pensa na merda que vai dar se a Michelle descobrir? – perguntei já imaginando meio que um barraco vindo da parte dela.

– Eu nem penso nisso, não quero magoar ela – respondeu bebendo um gole de cerveja.

– Imagine se quisesse – murmurei, ele riu.

– Falando em magoar, você viu a Jeh? – perguntou.

– Não por quê? – menti.

– Eu acho que ela tá magoada comigo, só não sei o porquê – deu de ombros

– Acho que não Syn, eu vi ela discutindo com o Victor e as vezes ela acaba descontando nos outros – menti de novo.

– Eu vi bem o jeito que eles estavam discutindo aqui na pista agora a pouco, se ela discuti assim com os outros eu vou entrar na fila também – disse sacana e eu revirei os olhos.

– Gates achei você! O Zacky tá te procurando cara... – o Arin apareceu no meu lado.

– Deixa eu ir ver o que aquele gordo viado quer então, até depois Fer – disse saindo.

– Hey Fer, hoje faz exatamente três meses que a gente se conhece – o Arin disse.

– Já? Nossa nem parece. Que bonitinho você lembra o dia? – perguntei apertando a bochecha dele.

– Claro dia vinte e sete de julho, foi o dia que eu gamei em vocês – sorriu. – mas eu também lembro porque tivemos de manter o Matt afastado de casa por esses três dias depois do show por causa da festa de aniversário dele.

– Hum – murmurei pensativa. Foi aí que eu me lembrei, em julho nós nos despedimos um dia antes – Ai meu Deus! Eu não dei parabéns para o Matt.

– Fernanda a gente está em outubro – ele disse e eu concordei impaciente, como se eu não soubesse... — O aniversário do Matt é um julho – falou.

– Eu sei, como é que eu fui me esquecer, eu devia ter dado quando a gente estava no hotel. — Ele revirou os olhos.- Vou fazer isso agora – eu disse indo na direção dele. Ele tinha acabado de levantar vindo até a mesa.

– Ele vai achar que você é louca – o Arin disse nos meus calcanhares.

Ignorei-o e pulei no pescoço do Matt.

– Feliz aniversário Matt! – ele me olhou super, hiper, mega confuso.

– Fer quanto você já bebeu? O aniversário é o seu e não o meu! – ele disse com um sorriso.

– Eu falei para ela – o Arin resmungou.

– É que eu não te dei quando a gente se encontrou a primeira vez lembra? – perguntei e ele concordou com a cabeça pensativo — Então o seu aniversário foi um dia depois que a gente foi embora – continuei.

– Ah sim, agora faz sentido! – ele disse rindo.

– Então feliz aniversário! – repeti.

– Então me dar um abraço de novo, já que eu entendi e é o seu aniversário também e eu não te abracei – ele me abraçou forte e eu retribui com entusiasmo.

– To atrapalhando alguma coisa? – ouvi uma voz no meu lado.

– Ah oi Val – falei.

– Fernanda quanto que você bebeu? Essa é a Michelle e não a Val – o Arin disse enojado.

– Ah como é que eu vou saber? Elas são todas iguais para mim! – me defendi.

– Acredite tem uma grande diferença! – Matt disse rindo.

– Da pra para de falar como se eu não estivesse aqui? – ela pediu.

–Não Michelle, você não está atrapalhando. Respondi a sua pergunta? – Matt disse.

– Não parece – ela disse – o que vocês estavam fazendo?

– Eu não devo satisfação a você, mas eu vou falar. Eu estava dando um abraço de feliz aniversário na Fernanda! – Matt disse.

Ela nos encarou por alguns segundos.

– Porque será que não me convenceram? – ela perguntou.

– Porque você é uma retardada, só por isso – o Arin não gostava dela mesmo.

Ela lançou um olhar fulminante para ele e deu as costas.

– Matt desculpa, eu... — comecei.

– Nem liga Fer!– ele disse — a gente não fez nada de errado e a Val conhece a irmã dela! – ele me tranqüilizou.

– Relaxa Fer e vamos beber! – o Arin me puxou para a mesa.

Dei um sorriso para o Matt e acompanhei o Arin. Demorei para escolher o que eu ia beber, quando eu escolhi e virei para a frente eu vi a Val vindo na minha direção.

– É a Val ou a Michelle? – perguntei para o Arin para tirar a duvida.

– A Val — ele disse – a Michelle é rápida hem? E eu concordei

– Fernanda posso falar com você? – ela perguntou e eu concordei reprimindo um suspiro.

– É verdade o que a Michelle me falou? – ela perguntou.

– O que a Michelle te falou? – eu precisava saber para poder me defender.

– Ela falou que você e o Matt estavam no maior amasso e que você estava toda em cima dele. – ela acusou.

– Val eu só dei um abraço dele, na verdade foi uma brincadeira, porque eu lembrei que não tinha dado parabéns de aniversário para ele – falei.

– Mas o aniversário dele é em julho – ela falou indignada.

– Foi o que ela disse Val. Foi uma brincadeira, eu estava junto e eles não passaram de um abraço – o Arin disse.

Ela olhou para o Arin e depois para mim.

– Desculpa Fer, eu sei que a minha irmã exagera, mas dessa vez ela falou com tanta convicção que eu acreditei – ela suspirou.

– Tudo bem acontece – de de ombro tomando um gole da bebida.

– Bom tá então – ela abriu os braços. “Valary não faz isso” Mas ela me abraçou. — Feliz aniversário e desculpa de novo!

– Obrigada – olhei para frente à Michelle nos encarava com uma expressão revoltada sentada no colo do Gates. Quando ela voltou para o lugar que estava soltei um suspiro

– Ufa! Essa foi por pouco – sorri — valeu Arin!

– De nada – ele piscou rindo.


[Pov’s Jessica]

Eu estava deitada na minha cama com a respiração ofegante e com o Victor do meu lado. Eu finalmente tinha tido a minha primeira vez e ela foi incrível. Ele me puxou para o seu peito e começou alisar o meus cabelos e eu senti os meu olhos pesarem, mas eu não podia dormir.

– Victor? – chamei.

– Hum? – pelo o jeito ele estava quase dormindo também.

– A gente precisa voltar para a festa – falei.

– Precisamos mesmo? – perguntou.

– Bom eu preciso, eu acho que daqui a pouco a Fer vai cortar o bolo e ela vai me matar se eu não estiver lá – falei e ele concordou esfregando os olhos. Eu levantei e fui tomar uma banho e depois vesti a minha fantasia de novo. Quando terminei de refazer a maquiagem saímos do quarto

Não tinha mudado muito do lado de fora do meu quarto, à festa parecia continuar a mesma. Subimos para o terceiro andar e o povo ainda dançava a todo o vapor.

– Vou achar a Fer para ver que horas ela vai cortar o bolo – Avisei.Encontrei-a conversando com a Leana e me juntei a elas

– Oi meninas – sentei ao lado de Lea.

– E aí como foi? – a Fer perguntou super interessada

– Hãã como foi o quê? – perguntei. Não me lembrava de ninguém te visto a gente sair.

– A sua festinha particular – ela sorriu.

– Você tá viajando Fernanda? – desconversei.

– Sem essa, eu vi você e o Victor saindo apressados! – insistiu.

– Ué a gente não pode sair um pouco? – perguntei olhando para o lado.

– Jessica conta logo! – a Leana explodiu.

– Eu não vou falar – disse ficando vermelha.

– Não pressiona Fer, ela tá toda vermelha tadinha – a Leana disse rindo.

Ela mandou um beijo pra mim quando eu fiz uma careta – eu vou pegar alguma coisa para beber, querem alguma coisa?

– Eu quero uma cerveja – a Fer pediu e eu falei que não queria nada.

– O Syn tava te procurando – ela falou cutucado a minha barriga.

– Me procurando? Por quê? – perguntei cofusa.

– Sei lá, ele disse que acha você parecia magoada com ele, daí eu falei que só descontou nele que na verdade tinha brigado com o Victor! – ela disse.

– Que confusão você fez hem? – perguntei levantando a sobrancelha.

– A culpa é toda sua! Tadinho Jeh, ele estava preocupado pensando no que ele fez para você – ela falou com uma cara de pena por ele. E eu achei melhor vê o que ele queria. Eu não o vi na pista, mas achei o Arin dançando.

– Agora você dança né? – perguntei em seu ouvido por causa da musica alta.

– Já tomei bastante, se eu pagar mico, coloco a culpa nas bebidas! – riu mexendo o corpo mais ainda me fazendo rir da cena- A onde você estava menina?Faz quase duas horas que eu não te vejo – não faz tanto tempo assim.

– É a onde você estava Jessica? Eu tava te procurando– Syn apareceu atrás de mim.

– Eu precisava buscar o resto das bebidas – menti.

– Por que você não me chamou? – o Arin perguntou com um bico.

– Porque você estava grudado com uma ruiva – respondi sorrindo para ele.

– Ah! – ele disse rindo – foi naquela hora?- eu concordei.- Arin pode vir aqui um pouquinho? – a Fer chamou e depois piscou para mim.

– Jessica... – Syn chamou e eu olhei para ele esperando-o falar. — Eu fiz alguma coisa pra você? – perguntou.

– Não por quê? – me fiz de fingida, descobri que sou ótima nisso.

– Porque eu achei você meio estranho quando trouxemos as cervejas, pensei que tivesse feito algo, sei lá..

– Ah Syn desculpa, eu devia estar bolada com outra coisa e acabei descontando em você – disse.

– Então não esta de cara comigo? – ele perguntou — Tem certeza? – perguntou levantando as sobrancelhas. Quando eu concordei com a cabeça.

– Por que você pressiona tanto? – perguntei desconfiada e ele deu de ombros — Faz tanta diferença eu tá brava com você?

– Faz – ele confirmou com a cabeça.

– Syn eu não estou... – disse rindo, a essa altura eu já estava me divertindo com a situação.

– Então prove – disse meio serio.

“Tão querendo que eu prove muita coisa pra uma só noite”.

– Como é que eu vou fazer isso? – perguntei.

Ele estendeu a mão.

– Dança comigo essa? – perguntou com um sorriso.

Eu sorri.

– Claro que danço – estendi a minha mão.

Ele me deu um sorriso e me puxou para a pista. A música era lenta, mas eu estava um pouco cansada, então foi bom. Encostei o meu queixo no seu ombro sentindo o seu perfume, um frio percorreu a minha barriga, é eu acho que eu amava ele sim, mas que confusão eu estava fazendo?

– Agora eu provei? – perguntei.

– Mais ou menos, antes falta uma coisinha... — ele disse um sorrisinho.

– O que é? – perguntei curiosa.

– Pessoal vamos cantar parabéns para a aniversariante! – Damon disse no microfone. E logo em seguida começou a tocar parabéns nas caixas de som.

– Vem Jessica, é melhor você ficar na frente! – o Arin apareceu do nada me puxando pelo o pulso, me deixa sem saber a resposta do Syn. Gates acompanhou a gente e fomos até o bolinho dos Avengers. A Fer estava atrás da mesa do bolo um tanto ruborizada.

– Pra quem será que vai ser o primeiro pedaço? – Matt perguntou cruzando os braços.

– Pra mim, é claro! – falei convencida, mas ela cortou um pedaço que dava um palmo. De repente eu não queria mais o primeiro pedaço.

– Eu acho que não Jeh, eu acho que vai para o Zacky – Syn disse. Nós caímos na gargalhada enquanto Zac nos olhava torto.

– Bom o primeiro pedaço vai para três pessoas – ela disse colocando três garfos em cima do bolo – são as pessoas que sem elas essa festa não saia, então o primeiro pedaço vai para a Jessica, o Damon e o Victor, valeu pessoal. – acabou que nós teres comermos o bolo junto

– Jessica da pra parar de comer só o morango e o recheio? – Damon reclamou.

– É só a parte que me interessa! – defendi.

– Aff, vê se pode uma coisa dessa Victor? – ele perguntou indignado enquanto nós riamos.

A festa durou por mais algumas horas ainda,mas sólá por umas cinco horas as pessoas começaram ir embora.

– Nossa tem que dirigi até em casa ainda – Matt gemeu se expreguiçando.

– Fica ali em casa – Zacky sugeriu enquanto Gena murmurava que ele ia ter que a levar no colo.

– Por que vocês não dormem aqui, tem bastante quartos, da para todo mundo – sugeri e a Leana concordou na mesma hora

– Eu também, na verdade o Johnny já se apossou de um quarto – a Lacey disse com uma cara de desculpa.

– Podem subir lá e escolher um quarto, tem coberta no guarda- roupa se precisarem – continuei e eles aceitaram a idéia.

Olhei para o lado e a casa já estava vazia e eu achava que a Fernanda já estava no quarto.

– Vou dormir com você Jeh – o Arin disse bocejando e eu concordei dando de ombros pegando o caminho do meu quarto

Tirei a minha fantasia e vesti o meu pijama, enquanto o Arin tirava a dele no banheiro, peguei um pijama do meu pai e dei para o Arin dormir

Ele deitou no meu lado e logo adormeceu, eu estava quase dormindo quando a porta do meu quarto abriu e o Victor entrou.

“Meus Deus! Esqueci do Victor”

Ele levantou a sobrancelhas e cruzou os braços quando viu o Arin no meu lado na cama.

– Quê? – perguntei sonolenta

– O que ele tá fazendo na sua cama? – perguntou apontando o Arin.

– Dormindo... – respondi como se fosse obvio.

– Com você?

– Victor ele é meu amigo.

– Tá eu sei, mas é que isso ficou estranho. Minha namorada tá dormindo com outro – ele disse – mas enfim, eu vim dar tchau eu to indo!

– Dorme aqui – sugeri me sentindo um pouco culpada, mas não sei exatamente pelo o que.

– De que jeito? Ele está no meu lugar... – apontou indignado.

– A minha cama é enorme, cabe nos três e ainda sobra espaço... – contrapus.

– Mas não dá, eu prometi para a minha mãe que voltaria para casa e se ela acordar daqui a pouco e não me encontrar lá vai ter um troço.

– Hum tá então, até amanhã – eu disse.

Ele veio me dar um beijo e lançou um olhar de advertência olhando para o Arin, só balancei a cabeça rindo enquanto ele ia embora.

– Queria ser a “Dona flor e os seus dois maridos”? – o Arin que eu pensava que estava dormindo perguntou com a voz abafada.

– Arin vai dormir! – falei. Eu nem tinha pensado naquilo, olha como o povo malicia.

Ele soltou uma risada e logo adormeceu, eu virei para o lado adormecendo também, tinha sido uma festa e tanto.


Notas finais
Me digam o que vocês acharam por favor !!!
bj**
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.