The Pink Is The New Black
11 Night Slumber
Notas iniciais
Não briguem comigo eu prometo que nao vai ter mais igual a esse, só que ele era preciso.
Boa Leitura^.
Enjoy ^^
– Que porra está acon... JÉSSICA?! – ouvi ela gritar lá de cima e descer correndo. – você esta bem? – perguntou se ajoelhando do meu lado.
Eu gemi. Eu tinha cara de que estava bem? Parecia que eu tinha sido jogada no meio da passeata de sete de setembro e TODOS os tanques de guerra passaram por cima de mim.
– O que aconteceu? — perguntou.
Será que não era obvio?
– Seu maldito gato atravessou na minha frente e para não pisar nele eu cai da escada – respondi com os dentes cerrados, meus olhos se encheram de lágrimas, estava doendo pra caralho – eu vou matar o seu gato Fernanda.
– Jessica ele é apenas um bicho – ela disse.
– Uma bicho que quase acabou com a minha vida – reclamei — – não toca – avisei quando ela estendeu a mão. O meu celular ainda gritava.
– Eu preciso ver se você não quebrou nada – ela disse pegando o meu braço.
– Aaaaaaaah! – gritei.
– Jéssica calm...
– Aaaaaaaah! – gritei de novo – PARA! Eu não quebrei só tá doendo! – berrei.
– Jéssica levanta! – ela falou puxando o meu braço com mais força.
– Aaaaaaaah! Me deixa! – eu já estava chorando. Ouvi a campainha tocar. – vai atender- falei com dificuldade.
– Não, eu vou tirar você daqui primeiro! — ela disse pegando nos meus DOIS braços. A dor foi de mais.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!! – comecei a ver pontinhos pretos na minha visão.
– O que esta acontecendo? – ouvi de longe a voz do Arin.
– Ela caiu da escada! – explicou enquanto me deixava no chão de novo.
– Nossa, mas o negócio foi sério? – era a voz do Syn. Ai meu Deus, ele estava ali e eu naquele estado.
– Não, eu não quebrei nada só ta doendo – gemi.
– Nossa Jeh, como é que você conseguiu fazer essa proeza? – a Arin perguntou se ajoelhando no meu lado.
– Foi o gato da Fer! – choraminguei.
– Agora vocês têm um gato também? Isso aqui já ta virando um zoológico – o Syn falou procurando o gato.
– É já temos uma anta também! — falei olhando brava pra Fer.
Ela revirou os olhos.
– Sabe o que é bom Jeh? Você ficar um pouco na hidromassagem, como você disse que não quebrou nada, os problemas são os músculos e com a água quente eles relaxam – o Arin disse com uma cara de preocupação. Será que eu estava tão mal assim?
– Boa, eu vou ligar a hidro! – a Fer disse subindo.
– O que vocês estão fazendo aqui? Vai-me dizer que deu pra ouvir os meus gritos lá da casa de vocês – perguntei.
– Lá de casa não, mas no quarteirão inteiro! — o Syn disse com um sorriso divertido.
Revirei os olhos. Bom pelo menos isso não doeu.
– Nós vamos jantar fora, todo mundo, e resolvemos convidar vocês, eu liguei no seu celular mais você não atendeu então eu e o Syn viemos ver se vocês estavam em casa – o Arin explicou.
– Foi aí que escutamos você gritando como se estivesse sendo estuprada – o Syn contou.
Eu sorri. Isso doeu.
– Acho que não vai dar pra eu sair com vocês. – falei.
– Claro que vai. Depois da hidro você vai esta melhor – ele continuou.
Fechei os olhos. É a dor já estava passando. Ouvi a Fer descendo e ficou um silêncio. Abri os olhos esta os três me olhando.
– Vocês vão ficar me velando? – perguntei.
Eles sorriram.
– Incrível, mesmo ela estando com dor, consegue fazer piadinhas! – ela disse revirando os olhos. – tá quase pronto, acho que já da pra você ir subindo.
Gemi. Como é que eu ia levantar?
– Eu levo você, acho que o Arin não agüenta, ele é magro de mais – o Syn disse se abaixando e me pegando no colo sem dar tempo para eu protestar.
Senti uma pontada na costela e me encolhi.
– Ei relaxa, se você ficar tensa vai ser pior – ele disse subindo a escada.
– Tá doendo! – choraminguei igual a uma criança. Encostei a minha cabeça no ombro dele. Cara, imagina um homem cheiroso.
– Eu sei, mas vai passar – ele me tranqüilizou. Paramos no andar de cima ele ficou olhando para os lados – qual das quinhentas portas é a da hidro?
– A da esquerda que está aberta.
Ele me colocou sentada no mármore que tinha em volta da hidro. Fiquei esperando ele sai, mas ele não saiu.
– Que foi? – perguntou.
– Eu preciso tirar as minhas roupas.
– Ah você quer ajuda? – ele perguntou com um sorriso torto dando um passo pra frente.
Porque ele sempre tinha que entender do modo errado?
– Hum... Tem como você chamar a Fernanda? –Eu não sabia se conseguiria levantar os braços.
– Ah! – ele fez um biquinho – eu vou chamar ela.
Mas ela já estava entrando pela a porta.
– O Arin tá lá no X Box, vai lá também! – ela disse expulsando ele.
– Hum... Tá – ele nos lançando um olhar curioso.
Ela começou a me ajudar. Tinha sensação que o meu braço estava pegando fogo.
– Tem um biquíni aí?
– Entra de calcinha e sutiã mesmo, não tem problema.
Ela me ajudou entrar na hidro e foi à melhor coisa que aconteceu. Meus músculos pareciam exclamar “aaah!”.
– Delicia! – falei fechando os olhos e aproveitando a hidro.
– Vou terminar de me arrumar, depois eu volto.
Acho que fiquei uns 15 minutos desfrutando da água quente que borbulhava até que ouvi ágüem passando a mão na água e jogando na minha cara. Abri os olhos o Arin e o Syn estavam sentados no mármore.
– Melhor Jeh? – o Arin perguntou passando a mão na minha cabeça.
– Bem melhor.
– Já que você esta melhor... Podemos ir indo que tem um bando de gente nos esperando na casa do Zac – o Syn disse me estendendo a mão. Estendi a minha mão, mas fiz força para não sair.
– Hãã eu to só de calcinha e sutiã – contei.
– Não tem problema eu já vi você de biquíni, é quase a mesma coisa, quer dizer, é a mesma coisa. – esse disse tentando me puxar, mas eu segurei. Fiquei toda vermelha ele não tinha me convencido.
– Arin pega o roupão, vamos fazer um negócio rápido já que ela ta morrendo de vergonha – ele falou revirando os olhos.
O Arin pegou o roupão e ele me puxou da hidro. Foi a primeira vez que eu vesti um roupão tão rápido na minha vida.
Fui para o meu quarto e me troquei. Quando já estava passando a maquiagem alguém bateu na porta.
– Posso entrar? – era a voz do Arin.
– Pode!
Ele entrou e analisou quarto antes de me achar.
– Pronta?
– Tô pronta! – respondi pegando a minha bolsa.
– Calma aí Jessica que eu vou descer com junto pra você não cai de novo.
– Não precisa! – protestei.
– Claro que precisa, se você cai de novo nós vamos nos atrasar mais ainda se você precisar entrar outra vez naquela hidro.
Eu acho que o Arin me via como uma criança. Só podia ser.
– Eu não vou cai de novo, não sou tão tapada assim!
– Eu ajudo e não discuta! – ele disse segurando a minha mão e me levando até a escada.
– Quando foi que eu perdi a minha privacidade? – perguntei emburrada.
– Acho que foi no mesmo dia que eu perdi a minha – ele respondeu sorrindo, passando a mão pela a minha cintura.
Eu tive que ri.
A Fer e o Syn já estavam nos esperando no final da escada. Pelo o que deu pra ouvi da conversa era alguma coisa dos rock dos anos 90.
– Até que enfim né? – o Syn falou. Mas ele enrugou as sobrancelhas. – por que o Arin está te segurando? Você já não estava melhor?
– Ele tá com medo que eu caia de volta! – contei.
– Sabe... Eu não sabia que você era tão tapada assim! — a Fer comentou.
– Eu também não, mas parece que o Arin acha que sim. – falei olhando para ele.
– Eu só to tendo cuidado com a minha amiga – ele falou com um biquinho e fingindo estar chateado.
– Ooooh! – apertei a bochecha dele – obrigada Arin!
Ele revirou os olhos com um sorriso.
Chegamos na casa do Zac eles estavam com cara que estavam esperando umas quatro horas.
– Por que demoraram tanto? – a Val perguntou.
Abri a boca para responder, mas não deixaram.
– Vocês precisam de quantas horas para se arrumar? – o Matt perguntou.
– É, porque na próxima vez, avisamos com algumas horas de antecedência. – o Johnny reclamou também.
– Nem a Leana demora tanto assim para se arrumar – a Michelle comentou olhando para ela. Que deu de ombro sorrindo.
Caralho ele não iam deixar a gente falar?
– Gente pega leve, ela são meninas precisam de tempo – a Lacey nos defendeu. Bom se fosse esse o assuntou tudo bem, mas não tinha nada vê com o tempo para se arrumar
– Mas foi quase uma hora! – o Zac falou indignado.
– A Jéssica caiu da escada! – o Syn falou parando o Matt que ia começar a falar de novo.
– Que?! – perguntaram assustado.
– É chegamos lá ela tinha acabado de cair – o Arin contou.
Confirmei com a cabeça.
– E até ela se recuperar do tombo demorou um pouquinho – o Syn disse dando de ombro.
– E eu não demoro para me arrumar! – a Fer disse indignada. Acho que ela só tinha gravado aquela parte da conversa.
– Mas você tá bem Jeh? – A Michelle perguntou. Pior do que ouvir ela falar o meu nome era ouvir falar o diminutivo. Bom ela parecia estar preocupada e eu não podia acabar com o clima só porque não gostava muito dela. Então resolvi que quando ela não desse os chiliques eu ai tratar ela normal.
– Tô sim, só meio dolorida, tem muitos degraus naquela escada.
Eles riram.
– Podemos ir então? – a Gena perguntou – não é por nada, mas eu to morrendo de fome. – Tipo, ela era, sem dúvidas, a mulher certa para o Zacky.
Eu a Fer e o Arin fomos no carro do Zac com a Gena, e os outros cada um foi com o seu carro.
Foi um jantar de muitas risadas, eles não perderam tempo em tirar sarro do meu tombo, e a Fer aproveitou o embalo para contar vários outros dos meus tombos micosos.
– Você gosta de suco de morango com leite? – a Leana perguntou com uma cara franzida. Todo mundo implicava com o meu suco.
– Não ela não gosta só esta tomando porque ela acha repugnante – A Michelle falou tirando mais risadas de todo mundo.
– Não foi bem isso que eu quis dizer – ela falou vermelha.
– Eu gosto Leana – respondi ainda sorrindo.
– Eu também acho meio estranho – A Fer disse pegando o copo de Coca e fazendo um gesto sugestivo na minha direção. – Na verdade, a Jessica vive de morango com leite. Se no mundo tivesse só morangos e vacas, para a Jeh tava tudo certo.
Lancei um olhar “vai se foder” e ela riu com os outros.
– Meninas porque não posamos lá em casa hoje? Só as meninas – a Leana deu a idéia.
– Hum... Nós podemos fazer á noite do pijama – a Lacey disse empolgada.
– Mas só as meninas? – o Johnny perguntou com um biquinho.
– Isso mesmo! – A Gena confirmou – a gente precisa de um pouco de privacidade.
– Que tal á noite do cabide? – O Zac e suas péssimas idéias.
– Acho melhor não – a Fer disse com uma cara de nojo.
Realmente um monte de mulheres fazendo à noite do cabide, não devia ser uma visão muito boa.
– Eu também acho – a Val concordou com uma careta.
– Que pena! – o Syn reclamou.
– Que pena o escambau, vocês não iam participar! – a Leana retrucou.
– Que pena! – ele repetiu.
– Não se preocupe amor, eu faço uma noite do cabide só nós dois – a Michelle falou passando os braços em volta do pescoço dele.
– Hum... Parece bom – ele respondeu sorrindo e beijando ela.
Nossa, tinha um negocio tão interessante na viga do teto nessa hora, que chegou tirar a minha atenção do que estava acontecendo na mesa.
–Então vamos na casa da Leana só as meninas? – a Gena perguntou – vocês duas vão né? – apontou pra mim e a Fer.
– Hãã... – comecei. Na verdade eu não sabia se era uma boa idéia, mas pelo o jeito a Fer achava o contrário.
– Nós vamos sim! – respondeu.
– Eba! – a Lacey disse animada.
Lancei um olhar pra Fernanda “o que se faz numa festa do pijama?” eu nunca tinha participado de uma, só tinha visto no filme da Às Branquelas. E fala sério, se fossemos lá só para fazer cabelos, unhas e outras coisas, eu preferiria ir para casa dormir e amanhã ir ao salão.
“Não faço a mínima idéia” respondeu.
“Ótimo” que cilada a gente estava entrando.
Terminamos de jantar e eles levaram a gente até a casa da Leana. Foi uma pegação na hora das despedidas. Só sobrou, eu, a Fer, a Leana e o Arin cheirando o dedo.
– Será que chove? – perguntei olhando para o céu. Que estava bem limpo por sinal.
– Acho quer não! – a Leana respondeu.
Ninguém se desgrudou.
– Aquilo é uma estrela cadente? – o Arin perguntou apontando.
– A onde? – a Fer perguntou entrando na brincadeira também.
–Aqui nessa direção! – apontou de novo.
– Gente não é por nada, mas ela não está vindo na nossa direção? – perguntei pregando uma peça.
– Eu acho que tá sim! – a Leana respondeu fugindo uma voz assustada.
– CORRE! – o Arin gritou e nós quatros saímos correndo.
O pessoal da pegação levou um susto. Todos se separaram assustados olhando para o céu. O Matt de um jeito protetor empurrou a Valary para trás e ela acabou tropeçando nas pernas dele e na hora de cair levou a Michelle o Syn e a Gena para o chão.
Nós quatros caímos na grama de tanto ri. Tinha sido uma cena que eu ia dar risadas por anos.
– Desgraçados! – o Johnny rateou.
– Eu vou matar eles! – o Syn falou levantando.
Mas de repente todos saíram correndo na nossa direção. Bom, “pernas para que te quero” levantamos rápido e saímos correndo.
Eu não consigo entender como aquele baixinho do Johnny consegue correr tanto. Eu mal tinha chegado no meio da rua e ele me segurou pelo o braço. Consegui me soltar, mas o tempo que eu fiquei parada foi o tempo que o Matt precisou para chegar até a gente. Eles me jogaram no chão e começaram a fazer cócegas e eu comecei a espernear. Logo a Gena e a Lacey apareceram para ajudar eles. Eu gritava e me debatia igual peixe fora da água. Ouvi os gritos da Leana um pouco mais longe e deduzir que ela estava passando pela a mesma experiência que eu. Quando eles pararam eu já estava sem fôlego.
– Isso é pra vocês aprenderem a não fazer a gente de bobos – o Matt falou.
–Vocês não precisam da gente para isso – retruquei levantando.
– Eu to achando que ela precisa de outra dose – o Johnny disse vindo na minha direção.
Mas dessa vez eu estava esperta, e sai correndo.
A Fer e o Arin estavam parados na esquina. Pelo jeito tinham sido os únicos que não foram pegos.
– Belos amigos vocês são!
– Ah! Cada um por si! – a retrucou – se você não percebeu, eles estão na maioria!
Bufei me apoiando nos joelhos, minha barriga estava doendo de tanta risada que eu dei.
A Leana fez sinal para nós voltarmos e fomos caminhando de vagar. Mas paramos numa distância segura.
– Podem vir até aqui, nós não vamos fazer nada – o Zacky tranqüilizou.
– Nós vamos esperar vocês irem embora – a Fer falou.
– E isso aí! – o Arin concordou.
– Arin, eu sinto te informar mais você não vai ficar – falei.
Ele gemeu e foi andando até eles. Levantaram o coitado na Chazão. Ele entrou no carro xingando enquanto desatolava a cueca. Acenamos para eles de longe e foram embora.
– Prontas meninas?! – A Leana perguntou empolgada enquanto abria a porta.
– Vamos lá então – respondi.
Fomos direto para sala e nos sentamos.
– Então o que precisa para uma noite do pijama? – a Michelle perguntou.
– Bom... Eu acho que pra começar, nós precisamos de pijama – falei dando de ombro.
Elas riram.
– É mesmo não trouxemos pijama – a Gena gemeu.
– Mas aposto que a Leana tem aos montes – a Val disse revirando os olhos.
– Tá eu vou pegar uns lá! – ela falou levantando. Voltou com os braços cheios de camisolas. Escolhi uma de cetim roxa e a Fer uma vermelha.
– Nós estamos parecendo arco-íris! — a Fer comentou apontando para todo mundo que estavam cada um com uma cor diferente.
– É tá engraçado para caramba, vamos tirar uma foto? – a Lacey perguntou indo mexer na bolsa e tirando uma câmera.
Tiramos uma porrada de fotos antes de decidirmos o que íamos fazer.
– Eu sempre quis fazer guerra de travesseiros – a Val comentou.
– Eu também! – falei empolgada. Sempre quis fazer aquilo.
– Leana nós precisamos de sete travesseiros que tenham penas de preferência — a Gena disse.
– Tá, alguém me ajuda então.
A Michelle foi com ela. Voltaram com os braços cheios de travesseiros.
Peguei o meu e girei. Coloquei o máximo de força que eu tinha. Eu queria descontar todos os micos que passei por causa dela, por todos os hematomas que me deixou por causa daquela maldita luta, por cada briga que eu entrei por causa dela e principalmente, por dezoitos anos de convivências. Rodei o travesseiro e acertei a Fernanda. O impacto foi tão forte que ela chegou a cair. O meu travesseiro estourou e já voou penas para todo o lado.
– Desgraçada!
– Esperei muito tempo por isso! – falei com um sorriso malicioso.
Ela levantou e rodopiou o dela, mas eu me abaixei e lá se foi a Lacey para o chão e mais penas voaram. A Leana acertou a Gena, a Michelle a Val e assim foi. Derrubei a Michelle também “isso é por você estar noiva dele” pensei. Tiramos algumas fotos naquela bagunça. A sala já estava que era só pena. Quando os travesseiros se esvaziaram, nós paramos ofegantes.
– Isso foi muito maneiro! – a Gena disse se jogando no sofá.
– Isso é bom que emagrece! – a Lacey disse sentando também.
– A com certeza! – a Fer confirmou chacoalhando a cabeça para tirar as penas – Ah que ótimo vão pensar que um monte de galinhas invadiu a sua casa Leana
Nós rimos.
– O que mais nós vamos fazer? – A Michelle perguntou.
– Trás as bebidas! – a Val falou.
– Podemos brincar de sete, catorze e vinte um. – dei a idéia.
Tirando a Fer as outras fizeram caras confusas.
– Ah! É um jogo. Assim, nós fazemos uma roda e cada uma vai falando um número em seqüência, 1, 2, 3, 4, 5,6 quando for o número sete, catorze e vinte e um, não pode falar tem que bater na perna. Quem errar toma um copo de bebidas. – expliquei.
– Parece bom – a Valary comentou.
– Vamos pegar as bebidas então – a Leana disse.
Trouxeram Tequilas, vodkas e uísques.
– Cada uma toma um gole primeiro para não ficar na vontade – a Fer disse.
Começamos pelas as Tequilas.
A primeira a errar foi a Valary, ela bateu na perna enquanto dizia “sete”. Não vou nem comentar que as próximas duas vezes foi ela também. As tequilas foram rápidas, quando já estavam nos uísques já não era até 21.
– Quarenta e dois! – falei.
– Bebe! – a Fer disse me entrouxando o copo na minha boca.
Tomei mais um monte de tanto invocar com o quarenta e dois. A Lacey não largava aquela maldita câmera, eu nem queria imaginar o tipo de fotos que ia ter nela.
Notas finais
mandem reviews por favor, nem que seje para me xingar heheh
bjo00 amores..
Fale com o autor