The Perks Of Living Together

3 Boredom is no longer a part of your vocabulary.


Notas iniciais
Ah! Boa tarde, leitoras e leitores. Eu sei que é a terceira vez que eu apareço aqui essa semana, deve até estar ficando chato, mas eu estou estranhamente com muita criatividade para essa história... Incrível, não? Então, como essa história não tem ciclo, eu realmente posso postar quando eu quiser. Não é lindo? *não* Tá, beleza. Mas espero que vocês apreciem a one-shot. Acho que eu tive essa ideia porque aqui está um calor infernal. Enfim, boa leitura!

– Que tédio. – Kagami urrou em frustração.

Os três estavam deitados no chão da sala de estar, simplesmente sem saber o que você fazer. Estava quente demais para jogar basquete na rua, ninguém tinha dinheiro o suficiente para sair para qualquer lugar, e não tinha nada de bom passando na televisão. A única coisa para se fazer era ficar de baixo do ventilador, reclamando do calor. Ou seja, aquela tarde de Sábado não poderia ser pior.

– Alguém tem alguma ideia do que a gente possa fazer? – Perguntou Kagami, abanando seu pescoço com as próprias mãos, sem resultado algum.

– Podemos invadir a casa do Akashi e usar a piscina dele. – Aomine deu a ideia.

– Ela está interditada há uns dois dias porque o Murasakibara-kun jogou vários pacotinhos de suco instantâneo ali. – Comentou o azulado enquanto se abanava com um leque que seu amigo Ogiwara lhe presenteara no Natal.

– Por que raios ele fez isso? – O ruivo disse irritado e um pouco surpreso,

– Parece que ele achou que seria uma ideia refrescante nadar em algo doce. – Respondeu o menor dando os ombros – Akashi já o puniu devidamente, mas ainda estão limpando a piscina.

– Podíamos jogar video-game na casa do Kise. – Dessa vez a ideia veio de Kagami – Ele acabou de comprar um PS4, certo? Ele também comentou que conseguiu o novo Battlefield. Além do que, a casa dele tem um ótimo sistema de ar-condicionado...

– Não dá, ele comentou comigo que o aparelho estava com defeito então ele teve que trocar ontem. Ainda não chegou um substituto. – Aomine disse enquanto enfiava o rosto na frente do ventilador portátil – E eu realmente não quero me locomover até a casa daquele idiota só pelo ar-condicionado.

– Oe! Pare de monopolizar o ventilador! Todos aqui estão morrendo de calor, Ahomine!

– Não quero. Estou confortável assim. – O moreno retrucou, apreciando a brisa.

– Parem de brigar, por favor. Estou ficando com dor de cabeça... – Kuroko desistiu de se abanar e largou o leque ao seu lado – Preciso de algo para me refrescar... – Completou antes que começasse a cochilar ali mesmo.

Foi aí que Aomine teve a melhor ideia de sua vida e chamou Kagami em um canto para compartilhar com ele, tentando não acordar o menor.

– Já sei como acabar com o tédio e o calor de uma vez só. – Sussurrou o maior, abrindo um sorriso de orelha a orelha que chegou até a assustar o outro.

– Oras, então diga de uma vez! – Respondeu em outro sussurro.

– Tem uma loja de conveniências aqui perto. Vamos ali comprar sorvete.

– Sorvete? Essa é a sua ideia brilhante, Ahomine? – Arqueou uma sobrancelha. 'Por que eu achei que era algo realmente importante vindo desse idiota?' perguntou-se mentalmente.

– Fale baixo, Bakagami! E eu tenho certeza que você vai gostar da ideia. Eu te conto no caminho.

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Quente. Estava tudo tão quente que Kuroko mal podia aguentar. Sentia que estava derretendo aos poucos e precisava se refrescar de algum modo. Um banho gelado seria uma ótima ideia, mas aquela onda de calor tirou-lhe todas as energias e ele não conseguia nem se mexer.

De repente, algo frio entrou em contato com sua pele, fazendo com que ele inicialmente se arrepiasse, mas logo suspirasse em alívio. Como era bom se refrescar naquele calor quase infernal. Sentiu o frio se espalhar por todo o seu corpo, desde o pescoço até as pernas, e nunca se sentiu tão aliviado na vida.

Imaginou o que seria aquilo? Era... Molhado? Talvez um pouco melequento, mas tinha um cheiro peculiar... Um cheiro que ele particularmente adorava.

'Baunilha...?' pensou enquanto abria vagarosamente os olhos, se deparando com uma cena bizarra: Ele estava sem camisa, vestindo apenas um short curtíssimo, com o corpo todo lambuzado de sorvete, enquanto Aomine e Kagami espalhavam ainda mais a substância sobre ele.

– Ah, Tetsu. Você acordou. – O moreno o cumprimentou casualmente.

– Posso perguntar o que raios vocês dois estão fazendo? – Perguntou confuso.

– Estamos espalhando sorvete pelo seu corpo. – Kagami disse sem interromper o processo, como se o que ele estava fazendo era algo super normal.

– E vocês estão fazendo isso por que...? – O olhar de confusão continuava estampado em seu rosto.

– Você disse que estava com calor, então estamos te ajudando. – Aomine sorriu – Aliás, você está simplesmente apetitoso, Tetsu. Posso te provar?

Com um suspiro pesado, Kuroko balançou a cabeça positivamente. 'É claro que eles estavam planejando algo assim...' pensou sentindo-se a pessoa mais ingênua do mundo. Com uma da mãos, o moreno delicadamente levantou uma de suas pernas e começou a lamber a na parte interna da coxa do azulado, que imediatamente se arrepiou ao sentir a língua quente de Daiki em contato com sua pele fria.

– Kuroko, espero que não se importe, mas eu também gostaria de te experimentar... – Taiga mal esperou por uma resposta e logo estava atacando o pescoço do azulado. Depois de chupar, mordiscar, lamber e beijar toda a parte do pescoço e um pouco dos ombros, o ruivo atacou impiedosamente os lábios do menor, deixando-o sem ar.

Com a respiração acelerada, Tetsuya antecipava o que estava por vir. As mãos quentes dos rapazes passeavam por cada centímetro do menor, e cada toque queimava em si, como se ele estivesse pegando fogo. E mesmo naquele calor, aquilo não era ruim. Muito pelo contrário, era estranhamente ainda mais excitante.

– Está quente, não é Tetsu? Você parece estar quase derretendo... – O maior disse enquanto mordia a pele macia do menor, eventualmente deixando marcas que custariam para sair – O que você acha de tirar esse short? Talvez isso te refresque um pouco.

Obviamente o moreno não esperou por uma resposta de Kuroko, que estava muito ocupado sendo beijado pelo ruivo para responder qualquer coisa, e abriu subitamente as pernas do menor, enfiando-se entre elas, chegando até o cós dos shorts que o menor usava. Antes de arrancar a peça com a boca, Daiki espalhou vários beijos pelo abdome melecado de sorvete de baunilha, fazendo que com o menor se arrepiasse e soltasse gemidos baixos entre os beijos de Kagami.

Kuroko sentiu seu rosto queimar ao perceber a situação que estava: nu, sujo de sorvete, e sendo atacado por seus namorados famintos. A situação não podia ficar mais vergonhosa...

...Até que o moreno resolveu massagear o seu membro, colocando um pouco de sorvete nele e lambendo toda a sua extensão. Aquilo fez com que o menor começasse a gemer alto com uma voz aguda, fazendo com que ele corasse ainda mais de vergonha.

O tigre resolveu deixar que ele gemesse a vontade, deixando sua boca livre e dando um pouco de atenção ao mamilos rosados e durinhos do menor, que estavam cobertos por uma camada de sorvete semi-derretida. Mordeu-os com força, logo em seguida lambendo, fazendo com que o azulado se encolhesse e tremesse.

– K-Kagami-kun, A-Aomine-kun... – O menor chamou a atenção dos rapazes, fazendo com que eles parassem imediatamente e encarassem o menor – V-Vocês de-devem estar com calor, certo? – Disse aquilo com os olhos semi-cerrados, dando um ar de prazer, fazendo os maiores quase babarem com a cena – Eu também quero ajudar vocês a se refrescarem.

– Kuroko, se você falar assim, só vai nos deixar ainda mais com calor...! – Kagami disse, arrancando sua própria camisa e puxando o menor mais uma vez para um beijo de tirar o fôlego, enquanto tentava tirar a bermuda que usava.

Por sua vez, Aomine continuou vestido, sentindo-se refrescado o suficiente. Ele mais estava com pressa de fazer alguma coisa, porque seu amigo implorava por alguma ação. Então, sem aviso algum, mergulhou a mão no pote de sorvete e introduziu um dedo em Kuroko sem parar de estimular seu membro. O menor apenas conteve um gemido por que Kagami tapava sua boca.

Assim que conseguiu tirar a calça, o ruivo mergulhou a mão no pote de sorvete e dirigiu-a até seu membro. Para a sua sorte, a substância já estava quase toda derretida, então não estava tão frio. Ainda sim, foi uma sensação de lhe causar arrepios pelo corpo todo. Separando seus lábios do menor, o ruivo levou seu membro até o rosto do rapaz, batendo-o suavemente em suas bochechas.

– Que tal um picolé, Kuroko? – Esboçou um sorriso safado, mas seu rosto estava tão vermelho que parecia um tanto contraditório.

– Nossa, Bakagami. Eu quase broxei aqui só de ouvir isso. – Aomine comentou enquanto introduzia o segundo dedo, fazendo movimentos vagarosos para o menor se acostumar.

– Calado, Ahomine. Geralmente você fala coisas pior... – O ruivo não conseguiu terminar a frase, pois na hora teve que conter um gemido, tampando a boca com sua mão. Seu membro fora abocanhado de uma vez só pelo menor, que agora o chupava de maneira voraz.

– Ho... Parece que dessa vez foi você que se calou. Heh, você age como um virgenzinho, Bakagami. É de dar pena... – Daiki agora movimentava os dedos dentro de Kuroko como se fosse uma tesoura, para que ele se acostumasse mais rápido.

O ruivo nem conseguiu responder, já que estava ocupado demais tentando não gemer e fazer com que o moreno ficasse o provocando ainda mais. E obviamente estava aproveitando o momento que a língua habilidosa do azulado trabalhava com voracidade em seu membro, fazendo com que o ambiente parecesse mais calor do que já estava.

Pouco minutos passaram e o tigre estava forçando a cabeça de Tetsuya para frente e para trás, necessitando mais contato e mais velocidade, o que fez o menor engasgar algumas vezes por causa do tamanho. Mas ele já estava meio que acostumado com o tamanho monstruoso de ambos seus amantes, então era mais fácil que no inicio.

Não demorou muito para Taiga se desafazer na boca de Tetsuya, que acabou engolindo tudo.

– Já, Bakagami? Eu ainda nem me diverti um pouco... – Disse o maior removendo os dedos de dentro do menor, que gemeu com um tom de reprovação – A diversão começa agora. E ainda nem passamos para o segundo round.

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– Ahomine, você exagerou! – Gritou Taiga enquanto passava um pano molhado pelo corpo de Kuroko, limpando-o de toda a “sujeira” que os maiores fizeram nele.

– E você se preocupa demais, Bakagami. Ele está bem. – Daiki também estava limpando o menor, e mesmo que não aparentando, estava preocupado. Só não gostava que o ruivo ficasse lembrando que se Tetsuya estava naquele estado, boa parte da culpa era dele.

– “Ele está bem”?! Ele quase desmaiou agora a pouco! – Gritou irritadiço.

– Ah, e a culpa é toda minha agora? Você também estava aproveitando, cópia barata!

– Parem de brigar, por favor. – A voz quase inaudível do menor estranhamente chegou aos ouvidos dos brutamontes – Eu ainda estou com dor de cabeça e posso desmaiar a qualquer momento.

Refletindo sobre suas ações, os dois ficaram quietos e continuaram a limpar o menor. Depois de terem colocado uma roupa em Tetsuya e terem ligado o ventilador, caíram ao lado do menor no chão, exaustos.

– Bom... Pelo menos o tédio passou. – Kagami disse dando os ombros. Aomine apenas concordou.

– Vocês estavam entediados? – O menor disse tentando se levantar sem muito sucesso.

– Claro. Você não estava? – Perguntaram em uníssono.

– Não... Desde que vim morar com vocês, tédio foi uma palavra que desapareceu do meu vocabulário. Eu só estava com calor. – Completou bocejando.

Diante daquilo, os maiores se encararam e abriram um sorriso cúmplice. Se dependesse deles, Tetsuya nunca precisaria se incomodar com o tédio novamente.

Notas finais
Rawr~! Gente, esse foi o meu primeiro lemon, que como vocês perceberam, não está completo, é só uma cena. Porque? O desafio para essa minha história é que cada one-shot não ultrapasse 2000 palavras. Exatamente por isso que eu cortei o momento de esplendor do Aho-chan. Mas isso é só um gostinho do que vem pela frente, lindinhos e lindinhas! Eh he he E como foi o primeiro lemon que eu escrevi na vida, peguem leve com a Tia (risos). Se quer me mandar críticas (construtivas ou não), comentários, dúvidas, ideias novas, erros de português que eu cometi, mensagens inspiradoras, recadinhos amorosos, dicas de beleza (das quais estou necessitada), me mandar pro inferno, falar que está com vontade de morrer, de chorar, de cantar uma bela canção, ou simplesmente falar que gostou ou detestou a história, a minha caixinha de comentários estará sempre a disposição de vocês, leitoras e leitores. Espero os remanescentes para a próxima one-shot! RAWR~! Com carinho, -MC