Notas iniciais
Ciao! Olá meus amores! Obrigada á todas que comentaram no capítulo passado e depois de algum tempo eu consegui responder TODOS os comentários de The Perfect Nanny! we are the champions! weeeee are the champios! Obrigada a todas que comentaram, eu amo ver as reações, opiniões, teorias e criticas que vocês me escrevem, é ótimo ter feedback! E nós também batemos a meta de comentários, por isso eu acelerei o processo e já trouxe um capítulo novinho! Boa Leitura!

Oliver era movido por instinto. Sim, isso era um fato. Suas mãos estavam me marcando, delineando o meu corpo inteiro por instinto. Ele sabia exatamente onde tocar, como tocar... Instinto. Uma coisa que não sabemos porquê temos, mas nós temos. Eu estava sentindo a maciez de sua pele, e dureza de seus músculos. Era incrível como Oliver era um complexo de opostos.

E um maníaco por controle. A guerra pelo controle era a parte mais excitante. O controle do beijo. O controle da situação. Controle de tudo que estava acontecendo agora. Por mais rápido que fosse, minha mente registrava tudo em câmera lenta.

Cada toque. Cada beijo. Tudo.

Forcei ele á me colocar no chão novamente, o sangue em minhas veias recebeu uma dose de adrenalina vinda de Oliver e eu acho que já tivemos bastante preliminares para manter o desejo. Eu queria senti-lo. Pele contra pele. Deixando os arrependimentos para mais tarde.

Empurrei ele até a cama e ele caiu no colchão me levando junto.

— Felicity... — ele sussurrou entre beijos em meu pescoço.

Ele me segurava em seu colo com firmeza, como se eu fosse fugir á qualquer momento. Mapeei seu peito, os braços, todo pedaço de pele que estava exposto. Eu não queria perder um único detalhe. Observei suas tatuagens mais atentamente. Percorri cada traço de tinta com o meu dedo, caindo em um espécie de transe.

— Eu quero que isso dure, mas se continuar me tocando deste jeito, não vai ser possível. — ele sussurrou baixinho.

Ele estava rouco. A voz estava mais grave do que o normal.

E tudo isso somando foi diretamente embaixo.

Sem que eu pudesse responder, ele me beijou. E foi diferente de qualquer outro beijo, muito mais quente e carinhoso ao mesmo tempo. Deus. Por que eu ainda tento entender esse homem? Seus braços se fecharam ao meu redor, suas mãos bem perto da bunda. Queria sentir ele por inteiro, mas o corpo de Oliver era enorme, em todos os sentidos possíveis, e eu sou relativamente pequena em comparação.

Senti o leve mordiscar em meu pescoço, ao mesmo tempo em que um relâmpago iluminou a noite escura seguido por um trovão apavorante. Mas eu não estava com medo. Eu não estava sozinha. Pelo menos não esta noite. Ele estava aqui comigo.

Oliver criou uma trilha de beijos desde meu pescoço até o vale entre meus seios. Eu fechei os olhos e senti que meu corpo já não estava bem ligado á minha mente. Só sabia que queria sentir ele mais perto. Em um rápido giro, me vi debaixo dele. Seu corpo parecia ter crescido três vezes mais. Oliver recomeçou os beijos bem perto do meu umbigo, e desceu até um lugar perigosamente excitante.

Ele voltou para cima e enganchou seus dedos na calcinha. Beijou meus lábios calidamente e deslizou ela para fora do meu corpo. Fazendo questão de dedilhar e marcar cada centímetro de minhas coxas. Não que eu estivesse me importando com isso. Porque eu não estava. Nuh-uh. Era apenas uma necessidade absurda.

Meu corpo simplesmente implorava pelo dele. E era recíproco se aquele volume em suas calças significasse algo. A calcinha foi jogada em algum canto do quarto, o sutiã e as calças dele tiveram o mesmo destino. Oliver entrelaçou suas mãos com as minhas bem em cima da minha cabeça, antes de decidir explorar ainda mais meu corpo.

Com apenas um pequeno beijo em meu mamilo, eu me contorci mais do que qualquer acrobata de circo. Com apenas uma mordida no mesmo lugar, eu não consegui conter o gemido alto que saiu pela minha boca. Sua barba rala também era um dos motivos por estar tão... Excitada. A fricção era deliciosa mesmo que isso me garantisse algumas marcas depois.

Senti o sorriso dele, enquanto ele desceu pelo mesmo caminho que tinha feito antes. E eu já estava em chamas. Por quanto tempo ele iria continuar com essa tortura? O gemido seguinte foi mais alto quando ele, sem cerimônias, plantou um beijo Lá embaixo. E cada terminação nervosa, cada célula, cada veia em meu corpo pulsionou com este ato.

Meu corpo começou a agir por conta própria á partir do momento em que meu quadril se ergueu querendo mais contato. Ele sabia o que estava fazendo. E como sabia. Os movimentos com a língua era lentos e precisos. Intensos demais. Agarrei o lençol e apenas correspondi do jeito que era possível no momento.

Aquela eletricidade que todos sempre falavam, deu o ar da graça junto com aquele formigamento que começou a fazer minhas entranhas se contraírem por completo em sincronia. Eu só conseguia sentir. O prazer foi se construindo dentro de mim, não parecia ser uma ciência exata... Merda.

Em menos de três segundos, uma bolha de êxtase explodiu dentro de mim.

Não sei quando ele tirou suas roupas por completo por causa da overdose de endorfina que eu estava tendo, mas me agarrei nele como um polvo, fazendo um pedido silencioso. Enquanto ele era calma e paciência em carne e osso. Como ele conseguia eu não sei, mas sabia que ele estava memorizando cada detalhe.

Com uma gentileza que realmente não parecia existir em um homem daquele tamanho, ele abriu minhas pernas enquanto deixava beijos suaves pelo meu queixo e se acomodou por lá com perfeição. Logo, eu senti ele deslizando para dentro de mim.

Aquilo era bem mais do que eu esperava. Muito mais mesmo.

Eu não era virgem, longe disso, mas aquilo sem dúvida foi uma coisa que era impossível de se descrever. Era certo. Nunca consegui me entregar completamente como agora, isso seria um erro mais tarde, eu tinha certeza, mas não deixava de ser um fato. Oliver Queen mexia comigo. E muito. Acomodei ele por completo dentro de mim e foi de tirar o fôlego. Ele soltou um gemido rouco e apertou minha cintura do mesmo jeito que eu apertava seus braços.

Seu corpo se encaixava no meu com perfeição, como se tivessem sido moldados um para o outro. Por mais cliché que isso soasse, era a única coisa que chegava perto da realidade. Eu não queria apressar as coisas, porque isso significaria que tudo iria acabar logo. Eu só queria sentir aquele momento. Guardar cada detalhe para depois.

Oliver beijou meu ombro e se moveu. Meus olhos se fecharam por conta própria, meu coração trovejou, e um gemido escapou novamente. Era tão intenso. Tão errado, mas ao mesmo tempo tão certo. Parecia ser dois lados de uma moeda. Por mais que doesse admitir, mamãe estava certa.

Eu estava apaixonada por ele.

Certo?

E isso só fazia os toques, os beijos, o tudo ganharem mais significado. Meu coração parecia ter reconhecido ele. Por completo. Deus. Quando foi que eu me transformei no maior cliché com pernas deste mundo? Acho que foi nas últimas semanas. Eu acho. Talvez até mesmo antes.

— Oliver...

Seu gemido rouco foi a resposta que eu precisava enquanto sentia meu corpo responder o dele com prazer e entrega. Os gemidos se tornavam mais altos. A expectativa se tornou mais tortuosa. O ritmo foi alterado. E novamente, em questão de segundos, o prazer explodiu entre nós dois. Uma onda de espasmos me dominou por completo, e eu relaxei nos braços dele.

Algumas pessoas dizem que nossas vidas são feitas de meros segundos, momentos que parecem insignificantes, mas que podem mudar-nos para todo sempre. Eles também dizem que você pode encontrar o amor na esquina do seu trabalho nestes mesmos segundos. E tudo pode mudar. Sua vida. Seus planos. Seus sonhos. Outros dizem que já nascemos destinados á amar uma pessoa. E que este amor era encontrado em pequenos gestos e atos, mas era o amor que estávamos prontos para oferecer sem devolução. Como surdos que procuravam música, ou cegos que procuravam o Sol. Eu nunca fui a garota que acreditava nisso. Eu acreditava que o amor era algo você investe e constrói todos os dias. Era como construir um castelo de cartas de baralho.

Mal eles e eu mesma sabiam naquela época que essas hipóteses foram formadas que ambas partes estavam certas. Eu sentia tudo isso e mais um pouco pelo homem que estava deitado entre meus seios. Ouvindo o meu batimento cardíaco com uma respiração suave. Ele parecia ter realmente relaxado pela primeira vez em anos. E essa recém descoberta... Este amor que eu sentia por ele, me esmagava por completo, e isso não foi a base do nosso castelo, já estávamos no quarto andar. Não havia começado de uma hora para outra, sempre esteve ali, mas eu apenas ignorava aquela sensação.

A sensação que apertava minhas costelas e impedia que o ar chegasse ao meus pulmões todas as vezes que eu ouvia sua voz ou o seu rosto. Seu corpo também não ficava atrás... Ugh. Não conseguia pensar direito. Minha mente ainda estava nublada por causa do orgasmo poderoso que ele me fez sentir.

Chorar agora seria um luxo que não era me permitido.

— Felicity, você está quieta demais... — ele sussurrou.

Sua voz ainda estava rouca e isso desencadeou arrepios pelo meu corpo inteiro.

Ele se ergueu levemente e me observou em silêncio. Tomando nota de tudo que estava vendo e montando suas teorias. Seus olhos estavam ávidos, sedentos por alguma coisa. Será que ele estava procurando arrependimento? Não. Ele não iria encontrar isso.

Pelo menos, não agora.

— O que você tanto olha? — perguntei de volta e ele sorriu minimamente.

— Você é tão linda... — disse e beijou meu queixo.

Olhei para a janela tentando disfarçar meu rubor, mas o som de sua leve risada me dizia que ele já tinha visto de qualquer jeito. Os relâmpagos e trovões haviam cessado, assim como a chuva.

— Você é engraçada. — disse beijando minha mandíbula. — Carinhosa...

— E você está me elogiando demais para o seu próprio bem. — eu disse tocando seus ombros e o trazendo para mais perto.

Ele sorriu em meu pescoço e foi impossível não sorrir também. Quem era esse homem e o que ele fez com Oliver Queen? Eu realmente não queria saber, e sim só aproveitar. Sim, hoje era para aproveitar. E vou continuar pensando nisso até eu acordar, porque devo estar sonhando. Acho que agora, essa era a única explicação viável.

— E eu ach... — sua voz foi interrompida quando as luzes do quarto se ascenderam.

A mansão ganhou vida novamente.

— E eu acho que a energia voltou. — ele remendou a frase e olhou para mim com um sorriso.

Agora eu conseguia ver mais do que a luz da única vela permitia. Conseguia ver os detalhes pequenos de suas tatuagens, algumas cicatrizes e o brilho sincero em seus olhos.

— Não se mexa. — ele disse e se levantou sem cerimônia alguma.

Olhei para o lado á tempo de ver sua bunda ridiculamente empinada entrar no banheiro. Ouvi o som de água correndo, mas não era o chuveiro. Ele colocou a banheira para encher? Hm, soava como uma ideia totalmente irresistível.

— Oliver? Agora que a luz voltou, quais são as chances de al... — eu perguntei sentando na cama em um pulo e abraçando o lençol que estava mais perto.

— Nenhuma. Todos estavam dormindo quando eu saí e Slade estava com Shado na casa deles perto do lago. — sua voz soou alta e divertida até. — Quer se juntar á mim?

Caí na cama novamente soltando um resmungo, seguido pelo que parecia ser uma risada baixa vinda dele. A porta foi aberta novamente e o lençol foi tirado de mim, minhas pernas puxadas com gentileza e lá estava eu, no colo dele, de novo. E mais uma vez caí dentro de uma espécie de paradoxo. Era errado, mas era certo também e eu deveria parar, mas não parava.

Seu beijo era calmo e urgente ao mesmo tempo. Lento demais, porém intenso demais. Tudo em Oliver era "mais". Abracei seu pescoço enquanto uma de suas mãos se infiltrava em meu cabelo com força, me guiando. Quando o ar foi necessário e nos separamos... Os olhares se trancaram. Corpos se entendendo mais do que as mentes. E eu percebi que estávamos dentro do banheiro.

Em questão de segundos, estávamos dentro da banheira. Minha pessoa estava bem satisfeita e em segurança dentro do calor dos braços dele. Ninguém falou mais nada. O silêncio dominou. Sem mais elogios. Sem mais provocações. Eu apenas brincava com a espuma que estava nos rondando e ele enfiava o nariz em meu pescoço de tempos em tempos. Me recostei em seu peito, e seus braços se fecharam ao meu redor automaticamente, pousados em minha barriga.

Descansei minhas mãos em suas coxas e aproveitei seu calor, já que a água havia esfriado consideravelmente. Estávamos aqui há um tempinho já agora. Suas mãos se tornaram ousadas quando se aventuraram para cima, em meios seios que estavam bem sensíveis depois do tratamento que receberam á pouco. Seus dedos começaram a rodear e massageá-los, me fazendo arquear meu corpo querendo mais contato.

Ele não demorou muito e deslizou sua mão novamente para baixo. Minha respiração tranca e meu coração acelera. Sua ereção se faz presente atrás de mim. O que deixa tudo bem melhor, porque eu era a razão pela qual ele estava assim. Hm.

Vamos mudar um pouquinho.

Em um momento rápido, eu me virei e sentei em seu colo. Sem deslizá-lo para dentro de mim. Oliver pareceu entender minha ideia e apenas me trouxe para mais perto, enquanto direcionava meu quadril na direção certa. Gemo e fecho os olhos, deixando aquela timidez finalmente de lado, completamente tomada por aquela sensação de preenchimento. Ele flexionou os quadris e eu me inclinei para frente.

Me apoiei nas bordas da banheira quando ele agarrou meus quadris com firmeza fazendo eu subir e descer lentamente. Me inclinando mais uma vez, capturo seus lábios da mesma forma que ele havia feito pela primeira vez essa noite. Corro os dedos por seu cabelo. Ele gosta disso. Eu gosto disso. E a sincronia nasce entre nós.

Ele beija mais profundamente, aumentando o ritmo de nossos corpos. Gemo em sua boca. A água começa a balançar e até cair para fora da banheira, mas nem eu e nem ele nos importávamos com isso agora. Aquela sensação do orgasmo sendo construído dentro de mim volta com força total, minha cabeça pende para trás e mais um gemido sai de mim, tão perto daqueles espasmos maravilhosos. A água se agita ainda mais ao nosso redor. Carne contra carne. Isso era... Enlouquecedor.

Sinto uma de suas mãos subirem até minha nuca e guiarem minha cabeça até nossas bocas se encontrarem novamente. Agarro-me completamente nele quando chego ao meu limite. Um orgasmo turbulento nos toma por completo enquanto dizemos um o nome do outro, em sussurros. Como um desejo secreto. Eu estava no Oliverlândia agora e não tinha intenção nenhuma de sair daqui.

— Felicity?

— Sim?

— Você está bem?

— Sim?

— Essa é a sua ideia de tomar um banho?

— Sim?

Eu não conseguia dizer nada além disso, porque ainda estava grogue de prazer.

— Hey! — reclamei quando recebi a mordida seguido por um chupão no pescoço.

— Oh sim, alguém está aqui. — murmurou irônico e eu sorri, erguendo o rosto de seu ombro.

— O que? — indaguei curiosa.

Ele só me encarou por alguns instantes com algo brilhando em seus olhos azuis que me pareciam elétricos hoje e não o mar da Bahamas. Esperei uma resposta, mas ele só me olhou e isso me deixou levemente auto-consciente porque eu sabia que tinha uma espinha bem grande perto do meu nariz e o corretor foi arruinado pela chuva, então...

Eu penteei seu cabelo para trás em um topete mais arrumadinho e depois penteei sua sobrancelha e por fim a barba que estava começando a passar do estágio de rala.

— Nada. — respondeu e me beijou novamente.

Notas finais
Eu acho que eu super mereço muitos comentários depois desta série de capítulos Olicity Solo, não? Estou me sentindo super boazinha e nem deixei o final daquele jeito que eu gosto e que vocês aparentemente desenvolveram gatilhos hahahaha Eu sei que esse foi pequeno em comparação aos outros, mas eu não tive o coração de estourar a bolha deles e a de vocês tão rápido assim, e se eu tivesse adicionado este ao anterior teria ficado muita informação para vocês e qual seria a graça? hahahaha O próximo capítulo vai ser o depois de toda essa noite maravilhosa mas que não foi tão maravilhosa assim depois... Alguém interessado? Comentem! Indiquem! Recomendem! Favoritem! https://fanfiction.com.br/historia/736715/Dangerous_Love/ https://fanfiction.com.br/historia/779525/Coaching_Daddy/ L.W PS: Venham conversar comigo no Twitter! Meu nome por lá é @juju100_! Vamos conversar sobre Arrow, fanfics... Qualquer coisa! Estou começando a postar pequenos trechos e spoilers sobre minhas fics por lá também! PS²: Vamos bater #265 comentários? Ou mais uma recomendação?