The Originals

1 Capítulo 1: Decisão


P.O.V. Hayley.

Eu não posso deixar o Klaus colocar as mãos no bebê. Tyler concordou em me ajudar a fugir, me ajudar a esconder o bebê do Klaus.

—Tenho uma amiga, poderosa que está meio que na mesma situação que você. Só que o bebê dela é do Elijah. Ela vai manter você segura, ela sabe como se esconder dos Originais. Presta atenção, você vai fazer o que ela mandar, como ela mandar e quando ela mandar.

—Está pronta Princesa? Eles estão vindo. Estão perto.

—Katherine?

—Ela não é a Katherine. Ela é a duplicata da Katherine. Vai com ela Hayley. Ela vai manter você segura, porque sozinha você não é paio pros Originais.

—Tudo bem.

Ela me colocou nos ombros e correu, correu como... uma vampira. Tudo envolta era só um borrão.

Depois de sei lá quanto tempo nós paramos.

—Estamos seguras. Já passamos a fronteira e eu mandei uma amiga marcar o seu rastro indo pra outra direção.

—O Klaus devia ter sabido. É a única explicação. Ele não pode estar mais pouco se lixando pro bebê, ele só quer que ela nasça assim vai poder fazer mais híbridos monstros.

—Pois é. Eles são os Mikaelson minha criança, se eles não ganham alguma coisa então, não interessa pra eles. Toma, coloca isso no pescoço.

—O que é isso?

—É um talismã. Impede que feitiço de rastreamento funcione.

—Porque você está me ajudando?

—Porque... eu também já estive no seu lugar. Também caí na armadilha deles, confiei no nobre Elijah e olha, ele só me fodeu. Vamos, o carro está aqui perto.

P.O.V. Klaus.

Encontramos o Tyler, mas nada da Hayley.

—Onde ela está?

—Hayley? Deixei ela ir. E a essa altura, ela já deve tá bem, mas bem longe. Ah, e parabéns Elijah você também vai ser papai.

—O que? Quem é o seu amigo?

—Você vai ser pai. Klaus engravidou a Hayley, mas você engravidou outra pessoa, uma pessoa bem mais poderosa do que vocês todos juntos.

—Quem é o seu amigo?

—Esse é o Dwain. Vem comigo Elijah, vou explicar.

P.O.V. Elijah.

Entramos na cabana.

—Sugiro que comece a falar. Sálvia?

—Eu estive andando com matilhas de lobisomens por todo o país. E uma delas estava associada a uma bruxa que tinha visões em forma de pesadelo sobre o bebê da Hayley e como Klaus usaria seu sangue pra criar um exército de híbridos.

—É impossível!

—É? Pense á respeito Elijah, seu irmão Klaus Mikaelson, assassino de homens, mulheres e criancinhas do nada quer ser papai? Ou, ele tem uma outra motivação. E foi ai que o Dwaine entrou, ele se voluntariou. Dwaine era um lobisomem que morreu com o sangue da Hayley no sistema dele, o mesmo sangue que ela compartilha com o bebê híbrido dela. E olha só o que aconteceu! Mostra pra ele Dwaine.

Eu não pude acreditar.

—Ele é um híbrido.

—Como eu disse. Eu não vim pra cá, pra matar a Hayley, vim pra avisar. Pra que ela pudesse levar a criança embora, pra longe de vocês.

—Entendo.

Nós saímos.

—E então? O que as duas garotinhas estavam conversando?

—Tyler Lokwood trouxe Hayley aqui para testar uma teoria. De que o sangue de seu filho poderia ser usado para criar híbridos. Ele alega que você sabia disso e mais ainda, estava planejando usar esse conhecimento para criar um exército.

—Um bebê chorão aponta seu dedo pra mim e você acredita?

—Por favor, Niklaus quando você demonstrou qualquer preocupação para com Hayley ou seu filho além dos seus motivos egoístas?! E o que foi que disse pra mim uma vez? Todo Rei precisa de um herdeiro. Mas, e quanto a outra garota?

—Outra garota?

—Uma garota que supostamente carrega o meu filho.

—Supostamente é uma ova que o filho é seu.

—E? E quanto a ela?

—Infelizmente sei muito pouco sobre ela. Só que ela é a prova viva que o impossível simplesmente não existe. Ela é meio vampira, meio bruxa, é o que chamam de herege. Ela tem uma entidade cósmica que habita o corpo dela, chamam de Fênix. E ela é prima da Elena. Elena Gilbert.

—Outra Petrova?

—Mais que isso. Uma duplicata. Ela passou a vida assumindo a identidade das outras duas. Não sei o nome dela. Mas, a planta queimando lá dentro, foi ela que fez.

—Um feitiço de privacidade.

—Sim.

—Essa híbrida levou a Hayley?

—Ela foi porque ela quis! Ela fugiu. E com a híbrida protegendo ela, nem Jesus acha aquelas duas.

—Isso é... ótimo.

—Temos ao menos que tentar.

—Boa sorte.

Feitiços de rastreamento não funcionavam.

—E?

—E nada. É como se ela nem existisse.

—Talvez, os primos dela vão saber onde ela está.

—Mas, para falar com eles vamos precisar da lua cheia.

—Sobre isso, não não vão. Ela mandou a maldição pro saco. Ela chegou na cabana antes de mim. Sabia que eu estaria lá. Ela pode ver o futuro.

—Está brincando certo?

—Não Rebekah. Oh, e detalhe importante ela tem estacas de carvalho branco. Aquelas que vocês queimaram em Mystic Falls, eram falsas. A ponte que vocês queimaram era madeira comum.

—Então...

—Ela sabia de tudo. Todos os seus planos, antes deles serem executados e graças a um tal feitiço do glamour vocês foram enganados.

—Alguma informação a mais?

—Ela fez um feitiço nas estacas, as verdadeiras. Sempre que alguém tocar nelas, elas vão se multiplicar. E as estacas estão guardadas num cofre feito de um tipo de aço mágico que só quem tem a senha pode tocar. Eu vi o cofre uma vez, mas ela muda ele de lugar o tempo todo.

—Ótimo.

P.O.V. Hayley.

Nós paramos num salão de cabeleireiros.

—Porque paramos num salão?

—Se esconder, regra um. Não seja reconhecida. Primeiro o cabelo, depois o guarda roupa.

—Tudo bem.

Eu pintei meu cabelo de loiro e tive que virar uma patricinha.

—O quanto mais diferente de quem você era você agir, menos chance de ser reconhecida.

—Pra onde estamos indo?

—Pra um lugar seguro. Um dos lugares mais seguros do país, ninguém chamado Mikaelson coloca os pés lá.

Tivemos que trocar de carro durante a viagem, mas finalmente chegamos.

—Porta de ferro?

—Sim. Com sal misturado no concreto.

Ela bateu na pesada porta de ferro. E ela foi aberta.

—Oi Dean.

—Você. O que você quer?

—Proteção. E não seja ingrato.

—Tudo bem.

Nós entramos.

—Isso é tudo...

—Ferro sólido. Completamente coberto de sal, totalmente a prova de fantasmas e demônios e qualquer outra coisa.

—Fantasmas? Você acredita em fantasmas?

—Eu já vi e lutei com eles menina. E demônios e todos os tipos de criaturas.

—Não acredito que fantasmas existem! E todos esses livros?

—Já ouviu falar dos homens de letras?

—Não.

—São uma sociedade secreta que se dedica a caçar coisas. Eles tem pesquisa sobre tudo e todo o seu conhecimento está nessas prateleiras. Eu sou o Sam á propósito.

—Hayley.

—Você tá grávida? Vocês duas?

—Sim. Por isso estamos aqui. Os pais dos nossos bebês são... não são boas pessoas.

—Eles são vampiros originais.

—Já estamos abrigando o filho do Satã.

—O filho do satã?

—O Jack é um bom garoto. Não podemos culpá-lo pelos pecados do pai.

—Dessa vez você se enrolou ein Ness. Você e a sua amiga.

—Temos que cobrir a sua marca.

—É. Tem razão. A marca me denuncia.

—Marca?

—É uma marca de nascença.

—Eu vou pegar a base.

Ela cobriu a marca com base.

—Sabe, vendo vocês assim até parecem um casal.

—Eca!