The Originals
2 Encontradas.
P.O.V. Hayley.
Estávamos almoçando quando de repente ela fala:
—Posso ouvi-los. Estão aqui.
—Quem?
—Quem você acha? Os pais dos nossos bebês.
Nós pegamos as armas e fomos.
—Temos que levar a briga pra longe dos civis.
—Vocês tem certeza de que isso vai dar certo?
—Tenho.
—Então vamos nessa.
—Não atire onde ele está, atire onde ele vai estar.
—Finalmente te encontramos lobinha.
Eu engatilhei a arma.
—Se você acha que vai transformar o meu bebê numa bolsa de sangue ambulante, tá muito errado.
—Veja bem, apesar das intenções do meu irmão as minhas são as mesmas. Eu disse que te protegeria e vou manter a minha palavra.
—É? Pois eis aqui o que eu acho que você vai fazer, no momento em que eu deixar de ser... útil você vai me chacinar. Ou talvez, mandar alguém pra fazer o trabalho sujo. Ai vocês vão pegar o meu bebê e usar o sangue dela pra criar mais monstros híbridos.
—Pensei que confiasse em mim.
—Eu confiava, mas eu vi coisas. Coisas que você fez para aqueles que confiaram em você. Eu, pessoalmente acho mais seguro fazer um pacto com o pai do garoto ai.
—E quem é o seu pai?
—Lúcifer.
—Você é o bebê de Rosemary?
—Não. O nome da minha mãe era Kelly. Kelly Kline. Eu não entendo porque todo mundo me chama de bebê de Rosemary, nunca conheci nenhuma Rosemary.
—É por causa do filme garoto idiota.
—Você não é muito gentil. Porque escolheu esse homem para ser o pai do seu filho?
—Eu não escolhi.
—Então, o seu bebê e eu também temos isso em comum. Não fomos planejados.
—É. Com certeza, ficar grávida de um híbrido maníaco homicida e ter que correr e fugir e criar um filho nessas circunstâncias não estava nos meus planos. Mas, eu sei como é ser abandonada. Meus pais biológicos me abandonaram e os meus pais adotivos me expulsaram no segundo em que eu me transformei em lobisomem. E eu quero algo melhor pro meu bebê, ela merece algo melhor do que o que nós dois tivemos. Eu fiz uma promessa pra mim mesma e pro meu bebê de que ela teria uma família para protegê-la, que ela cresceria á salvo e amada.
Klaus começou a tentar se aproximar e eu meti bala no desgraçado.
—Seu desgraçado! Sua própria filha! Você não é melhor que ele. Você é tão monstro quanto o Mikael!
—Eu não sabia.
—Mentiroso!
—Não é mentira.
—E como é que você sabe?
—Eu sou telepata, posso ler mentes.
Ela começou a remover as balas do peito do Klaus.
—Parece que a minha amiga acertou, afinal. Que tal um acordo?
—Um acordo?
—Nós impomos as condições e vocês obedecem. Ai podemos dar um jeito da família desfuncional funcionar.
—E o que te faz pensar que eu vou ter a minha mão forçada por você ou por ela?
—E o que te faz pensar que tem escolha? Se liga mané, eu sou mais poderosa e tenho mais aliados que você. Eu tenho o Silas, tenho o Jack, tenho a Fênix e estacas do carvalho branco. E você? Tem o que?

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