The Last Revelation: Silent Hill

1 Capitulo 1 - Pesadelos


Julia tem 17 anos, 1,70 de altura, cabelos longos mais preso, foi adotada, sua mãe adotiva desapareceu, ela sempre teve pesadelos, um mal que a perturba desde sempre, ela já foi em vários psiquiatras tentar descobrir o que há com ela, mais tudo foi em vão, a única saída, foi começar a escrever e desenhar, uma maneira de por pra fora toda a angustia dela.

- Julia ... Venha até aqui ... Julia – De repente uma garota se aproxima dela e a ataca.

Julia então acorda de outro pesadelo, seu amigo Mark estava em seu lado; Mark era um garoto de 19 anos cabelos curtos e castanho, mais ou menos 1,78cm de altura e usava óculos, ele gosta muito de Julia, ais sente que tem que ajuda-la de alguma maneira; os dois estavam no refeitório do Campus

- Julia, tudo bem?

- Eu tive outras daquelas visões. – responde Julia – não agüento mais isso Mark

- Bem, você pode contar comigo, se precisar desabafar.

- Você é a única pessoa que esteve comigo durante todo esse tempo, e não me acha estranha nesse Campus..

Mark e Julia então se levantam do refeitório e vão até a sala de aula. Ao entrar na sala Julia tem uma sensação ruim, o ambiente era frio, mais ela pra não ser mais hostilizadas pelos colegas, ignora e se senta em seu lugar. Ela começa a prestar atenção na aula quando se vê na mesma sala, mais tudo vazio e escuro, ela vê uma caixa em cima da mesa do professor e se aproxima para ver o que é, quando ela abre a caixa ela vê dois par de sapatinhos de bebê.

- O que isso significa? – pergunta Julia

- Julia ... — Quando ela olha pra trás ela vê a mesma garotinha de sempre:

Então Julia acorda e se vê na sala de aula novamente.

- Julia, esta bem? – pergunta Mark

Julia tinha perdido totalmente a noção de tempo, não percebendo que a aula já havia acabado.

- Por que esses pesadelos me persegue?

- As vezes pode ter acontecido algo na sua infância, algo traumático.

- Não me lembro de nada do tipo, eu sei que fui adotada, com apenas 1 mês de vida.

- Fala com seu pai, talvez ele saiba algo.

- Já tentei falar com ele, ele só me diz o de sempre, que minha mãe me escolheu em um orfanato, e só isso.

- Tenta por ele contra parede, talvez ele saiba algo mais.

- Hoje irei falar com ele. – diz Julia decidida

Julia então chega em casa, e procura o pai dela, mais não o encontra:

- Pai?, pai você esta ai? – grita Julia por todos cômodos da casa.- Será que ele saiu?

Julia então sobe até seu quarto e pega um caderno onde ela arquiva todos pesadelos e começa a desenhar as visões que teve em aula. Julia então se deita e fecha os olhos.

Ao abrir os olhos Julia percebe que não se encontra mais em casa, estava em uma outra casa, não sabendo onde ela estava, ela e começa andar pela casa desconhecida.

De repente um homem entra no mesmo cômodo que ela:

- Maria ... você esta ai ... sua mãe a espera lá em baixo.

Julia não entende por que o tal homem a chamava de Maria, mais mesmo assim foi descer, quando ela se depara com uma mulher de meia idade apresada, com vestido longo, quase não mostrando o corpo dela:

- Ai esta você vamos, estamos atrasadas ...

Julia por mais que quisesse falar não conseguia, quando ela sai da tal casa se depara com a garotinha de sempre do outro lado da rua, com as mãos cheia de sangue:

- Olha, Julia ... a culpa é sua.

De repente Julia acorda e se vê novamente em casa, Julia assustada, então foi até o banheiro lavar o rosto. – Essas visões estão ficando cada vez maior e real. – desabafa ela no banheiro. Julia começa a chorar de medo e desespero tudo junto.

Voltando ao quarto ela se senta em frente ao espelho e começa a mexer em suas coisas, para ver se encontrava algo que revelasse sua origem.

Quando ela olha pro espelho, vê seu reflexo a olhando fixamente, e estranha, fica em estado de choque. De repente atrás do reflexo dela o cenário começa a mudar, fica tudo escuro e cheio de grades, Julia se assusta e olha pra trás, mais nada havia mudado, ela olha novamente o reflexo dela, e percebe ele apontando algo, Julia verifica e vê que ele apontava a porta do armário dela, quando ela olha novamente o reflexo, já havia voltado ao normal. Julia então em um ato desesperado vasculha as coisas do armário e encontra um relicário com a foto de uma mulher que ela não conhecia. De repente Julia escuta a porta da casa dela se fechando, e começa a arrumar tudo rapidamente:

- Julia, você esta ai?

- Estou sim pai, aqui no quarto.

- A... desculpa eu ter saído sem avisar, eu fui compra leite que acabou.

- Pai ... não precisa se desculpar toda vez que sair pra compra leite sem avisar.

- É que eu me preocupo com você.

- Você se preocuparia tanto, a ponto de me esconder algo?

- Do que você esta falando?

- Eu sempre pergunto pro senhor sobre minha origem, e você sempre foge do assunto, como se quisesse me esconder.

- Mais é que eu não tenho o que fala, eu e sua mãe a vimos no berçário do orfanato e a adotamos, foi só isso ... qué leite?

- Viu fugindo do assunto de novo.

Então Julia desce pra fazer companhia ao seu pai:

- Fiz uma promessa ...

- Do que esta falando pai?

- O motivo deu não falar nada, é uma promessa a sua mãe.

- Então você sabe de algo?

- Melhor irmos dormir, esta ficando tarde.

- Fugindo do assunto de novo.

Julia se deita e começa a pensa, que promessa seria essa que ele fez a sua mãe, pega o relicário e começa a ver a foto daquela mulher. – Quem será ela?

No dia seguinte Julia foi pra escola, e já na expectativa de encontra Mark, para mostra o relicário:

- Mark ... acho que descobri algo sobre meu passado.

- Se deu uma prensa no seu pai.

- Não, ele não vai me falar nada, ele só disse que fez uma promessa a minha mãe.

- Então o que você descobriu?

- Olha ... – Julia mostra o relicário a ele – Não sei quem é a pessoa da foto.

- Estranho, aonde você achou isso?

- No meu armário, mais não lembro de ter deixado ele lá, e meu pai também não entra no meu quarto.

- Isso deve ajudar... eu acho... será que alguém conhece essa pessoa?

- O problema é saber onde pergunta, não podemos simplesmente sai perguntando pra todo mundo.

- Você tem razão, podemos começar pelo orfanato onde você foi adotada.

- Mais é longe, ela em Brahms.

- Podemos viajar, esse final de semana não haverá aula.

- Mais primeiro tenho que pedir ao meu pai.

- Ok, você pergunta hoje quando chegar em casa, e amanhã você me da a resposta.

Então os dois foram para sala de aula, de repente o celular de Julia começa a chiar e fazer ruídos estranhos- O que é isso? – Julia começa a balançar o celular achando que é algum de feito.

- Julia ... me ..jude – sai a voz de uma mulher do celular dela.

- O que? Quem esta ai? – Julia começa a falar com a pessoa mesmo com medo.

- Julia ... aju... não tenho ma .. tempo ... rápido. – Havia muita interferência na ligação, quase não se entendia o que a outra pessoa falava.

- Da onde você esta falando? – quando Julia pergunta isso a ligação cai.

Mark olha Julia não entendendo nada, Julia fala que recebeu uma ligação estranha, de alguém pedindo ajuda, Mark não acredita, achando que possa ser outra visão de Julia, mais Julia Sabia que aquilo foi real, Mark pra não fica discutindo com Julia, diz que alguém ligou por engano pra ela, Julia tenta acreditar nas palavras de Mark, mais sabia que não foi engano.

Entrando na sala de aula o professor aborda Julia, pois queria falar com ela, Julia não entendendo vai até a sala do seu professor, para saber o que ele queria. Nicollas era professor de Julia, mais também era um antigo amigo de família, conhecia o pai de Julia e o desaparecimento de sua mãe.

- Seu pai me pediu se você podia passar um tempo aqui no Campus, eu disse que sim.

- O que você quer disser com isso?

- Seu pai teve que viajar de ultima hora, e não teve tempo pra te avisar.

- Como? pra onde ele iria com tanta urgência?

- Ele me pediu pra mim não contar, mais eu ficaria mal se não dissesse. Ele recebeu uma ligação, possivelmente uma pista do paradeiro de sua mãe.

- Como? minha mãe? Onde ela esta? – diz Julia esperançosa

- Calma, era uma pista, não quero que você se decepcione como das outras vezes.

- Mais ele disse pra onde iria?

- Não ... isso ele não disse.

Julia então sai da sala do professor, e Mark esta fora esperando por ela, para saber o que houve. Julia então conta sobre a viagem do seu pai e que ela ficaria no Campus, Mark vê isso como uma oportunidade de os dois ir até Brahms. Mais Julia temia de o sr. Nicollas não permitir, mais Mark não penso duas vezes em pedir pra Julia fugir:

- Será que é uma boa idéia?

- Você não quer descobrir o porque desses sonhos estranhos? Essa é a chance.

- Você tem razão.