The Last Revelation: Silent Hill
2 Capítulo 2 - Brahms
Notas iniciais
A noite Julia foi se acomodar em um dos quartos do Campus, pensando no paradeiro do pai e no sumiço da mãe. Julia então adormece e sonha com sua mãe.
- Mãe?
- Julia, quando tempo
- Aonde você está?
- Você não entenderia. – diz a Mãe dela no sonho
Julia acorda chamando a Mãe dela, estranhando por que nunca tinha sonhado com a mãe dela antes, um sonho que parecia tão real, que ela foi capaz de sentir o perfume da mãe. Então o celular dela toca:
- “Numero Desconhecido” , Alô? – diz Julia com a voz tremula
- Julia ... é você Julia?
- A ... papai, é você.
- Julia eu tive que viajar, deixei recado com o Nicollas
- Sim ele já me explicou, tudo.
Então o pai dela começa a contar o que fez ele viajar de tão urgente, e pra avisar que não sabe quanto tempo demoraria, e por ser um pai muito “coruja” perguntar se Julia esta bem, ou precisando de algo. Julia então desliga o celular, e foi dormir, já que na manhã seguinte iria viajar até Brahms com Mark. Então Julia adormece.
Amanhecendo o dia, Julia foi falar com Nicollas, pedir permissão para viajar com Mark, Nicollas vendo que ela pedia como filha do amigo dele e não como aluna, permite ela viajar até Brahms com Mark, mas Julia não disse realmente o que faria lá, com medo de Nicollas a impedir
- Seu pai sabe que você irá pra lá?
- É ... depois eu aviso ele.
- Bem, acho que é pra ele não saber, estou correto?
- Não quero preocupar ele.
- Então faz o seguinte, você vai até Brahms mais volte antes dele, eu tento segurar as pontas aqui pra você.
Julia fica feliz, com as palavras de Nicollas, e o agradece com um abraço — Julia ... Você lembra muito sua mãe. – diz Nicollas.
Então Julia foi ao encontro de Mark para dar a noticia, quando o celular dela toca:
- Pai ... – Julia atende o celular, achando que fosse o pai dela.
- Julia ... Julia ... me ..u ... sair daqui ... ajuda ... sua
- Mãe? Mãe é você? Me responde mãe. – diz Julia desesperada
- Julia ... – a ligação cai.
- Mãe? Aonde você esta ...
Mark então se aproxima de Julia, estranhando o comportamento dela com o celular, Julia conta que acabou de receber uma ligação, e que a mãe dela que estava na linha, Mark não acreditando, pergunta se ela tinha certeza do que estava falando, Julia estava confusa com a situação, então Mark pede pra ela retornar a ligação, o que Julia faz:
- Ta chamando ...
- Espero que atendam. – diz Mark
Julia então só escuta chiados e ruídos
- Acho que tem algo interferindo o sinal do celular
- Põe no viva-voz
Julia põe no viva-voz e os dois começam a escutar os ruídos e chiados estranhos, quando de repente eles ouvem uma voz de criança:
- Julia ... vem aqui ...
Julia se assusta e pergunta, quem era, aonde estava a mãe dela, a voz somente responde: — Vamos brincar? — De repente o corredor do Campus fica escuro, Julia se assusta, e percebe que Mark ainda estava do lado dela, Mark por sua vez, não entendia nada, achava que era algum “BlackOut”, Julia assustada, começa a chamar por Mark, então Mark reponde que estava na sua frente, Julia acende a lanterna do celular, e Mark se assusta, pois não estava mais no Campus de antes, as paredes estavam cobertas por ferrugem e sangue, onde tinha janelas agora haviam grades, Mark fica extremante em choque — Que lugar é esse? – pergunta ele assustado. Julia por sua vez responde — Meu pesadelo. – diz olhando as paredes escuras e manchadas de sangue. Mark ainda não entendia nada, então Julia escuta um canto vindo do auditório — Parece alguém cantando ... Então os dois caminham cautelosamente pelos corredores escuros, onde a única iluminação era o celular de Julia. Mark escuta uma respiração ofegante, e achava que fosse Julia, Quando Julia olhou pra trás, ela vê um bicho bizarro não humano, e aparentemente sem a pele e sem olhos, salivando muito seguindo eles. Julia pega no braço de Mark e sai correndo. Os Dois entra em uma sala e fecha a porta, Mark ainda muito abalado não esboçava reação alguma, Julia olhava Mark estranhando, pois era a primeira vez que alguém a acompanhava em seu pesadelo, Mark queria muito acordar daquele pesadelo, pois estava muito real pra ele. De repente alguém começa a empurrar a porta com muita violência. Julia e Mark se encostam na parede oposta a porta com muito medo, temia da tal criatura entrar na sala. De repente param de bater na porta: — Será que desistiu. – diz Mark, De repente ouvese um grande estrondo e um grito: — Cuidado Julia ... De repente os dois acordam no meio do corredor do Campus onde tudo começou, Julia percebeu que teve outra de suas visões, mais não percebeu que o Mark estava realmente com ela.
- Tive outra visão e você ...
- Estava nele
- Como? Era você mesmo que estava comigo? – pergunta Julia assustada.
Mark então começa a contar tudo que vivenciou a Julia, e Julia quase não acreditando que Mark realmente esteve com ela.
- Como? Isso nunca aconteceu antes, nunca alguém esteve nesses pesadelos comigo.
- Se estive lá com você, só digo uma coisa: Isso não é um pesadelo.
- O que você quer disser?
- É fisicamente impossível duas pessoas ter o mesmo pesadelo ao mesmo tempo, e parecia tão real.
Julia não sabia o que Mark queria disser com aquelas palavras, então os dois caminham até a sala para ter a ultima aula. Mark começa a lembrar e relembrar do que havia acontecido, tentando entender:
- Mark ... esta tudo bem? – pergunta Julia
- É até engraçado, os papeis se inverteram, você me perguntando se estou bem.
- Tenta não pensar nisso.
- Não sei como você consegue viver atormentada com isso, só uma vez que estive em seus ”pesadelos” já me deixaram assim.
- Ainda iremos pra Brahms?
- Lógico, agora mais do que nunca.
Então o sinal toca, e os dois foram se arrumar para a viagem e se encontrarem no estacionamento do Campus
- Já esta pronto? – pergunta Julia.
- Estou, estava esperando você? Avisou o Nicollas?
- Avisei sim, com toda essa confusão esqueci de te falar.
Então Julia sobe na garupa da moto de Mark. E os dois começam a viajem até Brahms. Julia fica muito preocupada com medo do que poderia descobrir. Mark por sua vez, só queria que os pesadelos de Julia acabasse. Então os dois pegam estrada até Brahms.
Chegando em Brahms eles param em um posto de gasolina:
- Vai querer alguma coisa Julia? – pergunta Mark
- Não Mark, obrigada, vou só usar o banheiro
- Então ta, daqui uns 5 minutos me encontre aqui.
Julia então se dirige para o banheiro do Posto, mais muda de ideia ao sentir o mau cheiro do banheiro. Então Julia se aproxima da pia do banheiro pra lavar o rosto, e vê novamente seu reflexo a olhando fixamente, e novamente ela estranha, Julia tem a sensação do reflexo falar “cuidado” e em seguida o reflexo de Julia aponta pra trás dela.
Quando ela se vira vê uma mulher com um longo vestido, a mesma mulher do sonho dela. Julia se assusta e se vê novamente na frente do espelho, como se nada tivesse acontecido. Julia então fecha a torneira e sai do banheiro. Então ela volta para se encontrar com Mark, Mark a vê atormentada novamente, então passa a mão no rosto de Julia e diz: — Isso vai acabar. Então eles voltam pra moto e vão até o orfanato. Chegando no orfanato Mark a segura e faz uma pergunta:
- Antes de irmos... você tem certeza disso?
- Lógico, agora que eu estou aqui, não vou dar pra trás.
- Pode contar comigo sempre, viu Julia.
Então os dois entram no orfanato e são recebidos por uma freira:
- O que traz vocês aqui?
- Eu vim saber sobre uma criança deixada aqui. – diz Julia
- Não podemos dar esse tipo de informação. – diz a Freira
- Entendo, mais você conhece a pessoa dessa foto?
- Não – diz a Freira – Mais vou pergunta pra Margareth que trabalha aqui mais tempo.
Então os três foram atrás de Margareth. Clarice, a freira então pergunta se Margareth conhecia mulher da foto. Margareth pega o relicário e ao ver a foto se espanta:
- Quem lhe entregou isso?
- Calma, ela só queria saber quem é essa mulher. – diz Clarice
- Vou pedir pra vocês saírem daqui agora – diz Margareth
- Mais e o relicário? – pergunta Julia
- Isso não deveria estar com você – Margareth põe o relicário no bolso e volta pra sala dela. Clarice fica chocada, pois nunca viu Margareth Reagir daquele jeito. Mark então aconselha a voltar outra hora. Julia fica preocupada, por que sem a foto a busca fica mais difícil. Então os dois saem do orfanato, ao sair Julia se ve em outro plano, como se fosse no passado, e vê uma mulher conversando com Margareth:
- Cuide dela por favor ...
- Calma, eu cuidarei pra que ela encontre uma família, e seja muito feliz.
- Por favor ...
Então essa estranha mulher vai embora mais antes, deixa algo em uma arvore ali perto. Julia então acorda, Mark percebe que ela teve outras de suas visões:
- Margareth sabe algo, e não quer me falar.
- Como assim.
Então Julia avista a arvore de sua visão, e foi conferir se realmente haveria algo la, Mark estranha e vai atrás dela, Julia então põe a mão dentro do tronco da arvore e tira uma pequena caixa. Mark sem entender nada, pergunta o que seria aquilo
- O que é isso? Julia abre a caixa e tira uma chave e um bilhete, “Julho, 16 de 19... Hoje deixo minha filha, com muita dor, mais sem arrependimento, infelizmente ....” Julia não consegue terminar de ler, por que estava manchado. Mark percebe algo gravado na chave “Hillebrand” e fica se perguntando da onde seria aquela chave. Então os dois se hospedam em um Hotel ali perto:
- Tem certeza que você quer dormir em quarto separado? – diz Mark
- Sim, também ia ser estranho eu dormir no mesmo quarto que você.
- Então ta, eu to no quarto aqui do lado, pode ir lá qualquer hora.
Então os dois foram para seus respectivos quarto, Julia se arruma pra dormir, pensando na mulher que viu na sua ultima visão, de repente seu celular toca, Julia exita em atender com medo de quem ou o que seja. — Alô? Julia .... – Julia sente um alivio quando viu que era seu pai, Nicollas já havia contado da viajem dela com Mark, ele até achou bom, pois era melhor ela espairecer a cabeça um pouco, e passou o numero do hotel onde ele estava, já que o celular dele não pegava. Julia então desliga o celular, e se deita, de repente o celular toca de novo:
- A papai ... o que foi dessa vez?
- Julia ... venha lo... ...ou ...rá tarde ....
- Mãe? Aonde você está?
- Es.... Silent Hill – então a ligação cai
- Mamãe, mamãe ... ? – Julia grita pela mãe dela
Julia começa a se questiona se era mesmo a mãe dela, então ela se deita e começa a pensar no nome “Silent Hill”, Silent Hill fica próximo, a Brahms, ela ficava imaginando se a mãe dela estava lá mesmo. Julia adormece e teve outro de seus pesadelos; Nesse ela estava amarrada em uma espécie de mesa com varias pessoas em volta a olhando. Ela tentava se solta e não conseguia, quando aparece uma mulher e a apunhala no peito, então ela acorda com um grande suspiro. Julia percebe que já havia amanhecido e foi falar com Mark. Então ela começa a falar da ligação que recebeu e conta sobre Silent Hill, Mark no começo não concordou em ir a Silent Hill, só por causa da tal ligação, mais Julia o convence de ir, já que era ali perto. Os dois se arrumam e partem a Silent Hill, desconhecendo o perigo que os esperavam lá. Chegando na fronteira de Silent Hill o celular de Julia começa a chiar mais e mais, Mark estranha e pede pra Julia desligar, ao se virar Mark perde o controle da moto e cai junto com Julia e os dois desmaiam. Ao acordar Julia estranha tamanha neblina na cidade, quase não se enxergava um palma a sua frente, e procura loucamente por Mark, então ela avista ele caído mais a frente, Julia tenta acorda Mark desesperada, pensando no pior, mais Mark acorda um pouco atordoado, Julia então percebe um sangramento na cabeça de Mark, mais nada aparentemente grave, os dois se levantam e vê “Silent Hill”, uma cidade como nada visto antes.
Fale com o autor