The Killer
39 XXXVIII - Recuperação (parte II)
Notas iniciais
MIL PERDOES, MINHAS QUERIDAS!
Mas sabem como é fechamento de ano na escola, nao é!? tudo muito corrido e muito emocionante! Nao estava conseguindo terminar o capitulo ~denovo~... Mas, dei meus pulos e aqui esta ele!
BOA LEITURA
:)
PS: Para as pervas, tem lemon 66'
XXXVIII — Recuperação (parte II)
Narração: Cullen
Continuei ali, lembrando-me da noite em que cheguei a casa e Alice estava em meu quarto, de cabelos soltos e vestida com um penhoar negro. Disse que confiava e que sempre iria confiar em mim, em seguida, o penhoar caiu no chão e deixou a nudez dela a mostra. Muito confiante, pediu para que eu a tocasse... E eu não pude me negar! Nunca tinha negado nada a minha irmã e se ela mesma queria que eu a tornasse mulher, tinha que acatar seu pedido. E eu fiz!
E foi bom!
Bella se distraiu um pouco e se espreguiçou, estalando a coluna ao se alongar. Seus olhos vagaram para mim por puro costume e se focalizaram de volta em seu trabalho. Mas algo lhe chamou a atenção! Ela voltou seus olhos castanhos para uma parte especifica do meu corpo. Claro que meu pau ia responder a pensamentos íntimos e lembranças tão boas que tive com Alice. Se não respondesse, eu diria que estava com um grande defeito...
-No que está pensando? — perguntou cautelosa. Sorri torto.
-Porque quer saber? — sorvi um pouco de uísque. Ela continuou olhando-me fixamente, como se quisesse arrancar a verdade de mim. Arqueei uma sobrancelha, desafiando-a.
-Por que... — umedeceu os lábios. — Meu namorado está com uma puta ereção dentro das calças. Estou, no mínimo, curiosa em relação aos seus pensamentos!
-Pra chamar sua atenção, só preciso de uma ereção!? — provoquei sorrindo. — Porque não pensei nisso antes?
-Porque você estava pensando com a cabeça debaixo... É a de cima que tem um cérebro! — sorriu inocentemente e voltou à atenção para o notebook. Suspirei e levantei-me do sofá, largando o copo com meio dedo de uísque na mesa de centro. Dei a volta no sofá e caminhei em direção a escada. — Ei!
-Fale. — parei de andar e fitei suas costas.
-Não era nenhum pensamento... Pervertido com... Um homem, não é?
Sabe, falar que um homem não sente mais tesão por uma mulher é bem normal de se ouvir! E às vezes, o interesse se perde... Eu entendo! Mas... Me chamar de gay sem tesão era brincar com a sorte! Era como se todas as vezes que eu tivesse fudido Bella, estivessem sido apagadas da memória dela. Decidido a por um fim na situação, marchei ate o sofá.
-Quer saber!? Chega! — rosnei tirando o aparelho de seu colo e jogando no sofá atrás de mim. Peguei-a por um braço e a ergui do sofá. Impulsionei-a e a joguei por cima dos ombros, deixando a lateral do seu corpo em minha nuca. Bella esperneou enquanto eu subia as escadas rapidamente. -Vou ter que ti mostrar... Se conseguir andar amanha, será um milagre, Isabella!
Ela continuava a se remexer em minhas costas, não sabendo muito bem o que fazer ou dizer. Abri a porta do quarto e a fechei rispidamente. Andei ate os pés da cama e botei Bella no chão. Ela cambaleou confusa e desnorteada com minha brutalidade. Tirei sua blusa violentamente. Estourei os botões e o zíper de sua calça. Arranquei sua camiseta sem nenhuma delicadeza... Mas isso tudo foi ela quem pediu! Estourei o feixe de seu sutiã e rasguei sua calcinha. Bella mal se moveu enquanto eu estraçalhava suas roupas. A empurrei na cama, fazendo-a cair pesadamente no colchão e tirei minha roupa apressadamente.
-O... O... O que vai fazer? — gaguejou engolindo seco.
-Não adianta se fazer de inocente... — falei subindo na cama enquanto ela recuava para a cabeceira. — Você sabe o que irei fazer!
Jane Birkin — Je t'aime moi non plus
Entrei entre suas pernas semi abertas e ignorei completamente o curativo em seu abdômen. A respiração dela estava rápida e nervosa, mas novamente ignorei. Enganchei a mão direita na dobradura de seu joelho esquerdo e puxei para o outro lado, virando-a de costa para mim. Enrolei seus cabelos em minha mão e puxei para trás, fazendo-a arquear o corpo em minha direção.
Bella gemeu, agarrando os lençóis com força. Dominei seu quadril com as duas mãos e o deixei em minha altura de ajoelhado. Bella estava tão perdida, que continuou com a cabeça enfiada no travesseiro. Apertei sua carne com força e entrei com tudo, arrancando um grito alto e estridente dela. Bombei com força... Eu estava com fome de sentir seu orgasmo, vê-la revirar os olhos de prazer, de marcar seu corpo com minhas mãos... Eu ia acabar com ela hoje! Entrei e sai mantendo um ritmo médio, guardando o melhor para o final. O som de nossos corpos se chocando me deixava excitado. Mal conseguia ouvir a respiração dela, abafada pelo travesseiro, mas eu podia ver como suas mãos ainda seguravam os lençóis com força.
Reprimi um gemido e soltei a respiração num rosnado. Por reflexo, apertei ainda mais a cintura de Bella, enterrando os dedos rudemente em sua pele delicada. Ela soltou um meio grito de novo quando fui fundo o bastante. Aumentei a velocidade de meus movimentos, ansiando pela liberdade que o orgasmo sempre dá. Era inevitável! Os gemidos de Bella saiam entrecortados enquanto eu tentava normalizar minha respiração. Eu entrava rápido e puxava seu quadril para mim, ajudando nos movimentos, já que ela não estava fazendo porra nenhuma. Continuei metendo sem piedade... Como na primeira vez que eu a fudi, era puramente sexo selvagem! Corpo a corpo, sem sentimento. Joguei a cabeça para trás e gemi, forçando meu quadril com o entra e sai ensandecido. Caminhei uma das mãos por suas costas arqueadas e fui em direção a cabeleira. Enrolei-os novamente em minha mão e puxei sem misericórdia. Bella gritou de novo, fazendo um pequeno feito com a bunda.
A fiz ficar de quatro, dando um melhor acesso a mim. Ela abaixou a cabeça e choramingou sem fôlego. Meu ápice estava perto, então o dela não podia estar longe também. Bella soltou uma enxurrada de gemidos e estremeceu, amolecendo em seguida. Eu só precisei de mais algum esforço e explodi dentro dela intensamente. Continuei conectado a ela, saboreando meu ápice. Afrouxei minhas mãos em sua cintura... Que estava completa de marcas vermelhas de meus dedos. Aquilo ficaria roxo por dias! Lentamente, fui saindo de dentro dela. Pelo joelho outra vez, eu a virei para mim. Seus olhos tremulavam, a boca entreaberta pela respiração ofegante e os cabelos desgrenhados. Agora eu a veria revirar os olhos e apertar os próprios seios enquanto eu a possuía novamente sem piedade.
Isabella estava mal acostumada!
Ainda ajoelhado na cama, abri suas pernas e puxei seu corpo para mim. Seu olhar surpreso me fez sorrir perversamente. Apoiei sua bunda em minhas coxas, segurando as dela com a mesma força que segurei sua cintura. Bella se remexeu ansiosa de repente. E somente com um movimento, eu entrei fazendo o oxigênio dela entalar no meio da garganta e arquear o corpo. Continuei com a invasão num ritmo intermediário, não exigindo nada dela por enquanto. Bella jogava a cabeça de um lado para o outro, segurando os cabelos fortemente ao gemer que queria mais ou tentar gemer meu nome. Os suspiros que antecediam os gemidos eram tão sensuais que faltavam me enlouquecer.
-Ai, Edward... — Isabella gemeu agarrando os lençóis de novo. Fui mais fundo e mais intenso, fazendo-a estremecer. — Ai, Edward...
-O que quer? — perguntei sem fôlego, não parando de bombar em seu sexo. Ela suspirou e gemeu de novo, concentrada em seu bel prazer. -Ahn?
-Mais... — fechou e abriu os olhos sem realmente enxergar algo. Aumentei a velocidade de minhas investidas, soltando suas coxas. Subi uma mão para os seus seios que balançavam junto com meus movimentos. Já a outra eu subi só um pouco... Para o seu clitóris! Bella pareceu enlouquecer nesse momento! Ela apertou minha mão em seus seios e gemeu alto, fazendo o papel de minha vadia. Meti com força ao massagear com rapidez seu botão sensível.
Suspiros, gemidos, gritos...
Belisquei um de seus mamilos entre os dedos, mas a vontade que eu tive foi de chupá-los ate me cansar. Eu não queria atrapalhar meus movimentos... Bella puxou os próprios cabelos de novo e gemeu alto, para transformá-los em gritos de prazer. Bombei mais rápido e mais rápido... Sua vagina se contraiu, mastigando-me. Seu orgasmo veio com tanta força quanto o meu há pouco tempo atrás. Entrei mais algumas poucas vezes e liberei minha porra nela. Bella lutava para normalizar o fôlego perdido. Suas pernas estavam completamente moles... Alisei suas coxas e me desconectei dela.
Eu ainda não estava completamente saciado, mas por hora eu poderia dizer que estava plenamente alimentado. Deitei-me ao seu lado, louco para pega-la de jeito outra vez. Isabella ainda estava com a respiração descontrolada. Esperava que não tivesse apagado todo o fogo que ela estava sentindo no hospital, porque eu ficaria muito decepcionado com isso. Queria pega-la em todas as posições... Fazê-la minha ate cair sem forças na cama! Esses dois orgasmos foi puramente preliminar. Meu pau ainda estava completamente em pé, pronto para outra!
-Isso foi por ter me chamado de gay sem tesão. — falei fitando o fundo da piscina. Ela riu sem fôlego.
-Lembrem-me de uma coisa... — pôs uma das mãos sobre a barriga.
-De que?
-De te chamar de gay sem tesão mais vezes. — eu ri junto com ela. — É serio! Ninguém nunca me pegou assim...
-Fico feliz por isso, odeio concorrência! — lutei para não ficar por cima dela de novo.
-Adoro teu lado romântico, mas quando você é grosso dessa maneira... — eu a fitei. Bella lambeu os lábios gulosamente. — Ah Edward, você me deixa molhada!
Sorri torto e me aproximei de seu ouvindo, enquanto minha mão descia para o seu sexo molhado.
-Estava com saudade daqui... — acariciei sua intimidade e enfiei dois dedos. — Estou louco para ti fuder de novo! — Bella gemeu, esfregando as coxas uma contra a outra. Suspirou e gemeu, rebolando para os meus dedos. Lambi seu pescoço e chupei com força. Frustrada por eu não mexer meus dedos, Bella jogou baixo e pegou meu pau.
-Então me foda. — respondeu num sussuro sensual, subindo e descendo a mão. Fechei os olhos, me perdendo com sua caricia. -Hmmm... — murmurou pensativa. -Deixe-me cuidar de você agora! — deitou-me nos travesseiros ao alisar meu peitoral com as unhas. Abri os olhos, ao sentir que sua caricia cessou. Levantei a cabeça para fita-la. Bella me olhava mordendo os lábios. Fez um movimento, indicando minhas pernas e outro gesto, para eu afastá-las mais. Eu fiz, ansioso por o que viria a seguir.
Bella entrou no espaço que minhas pernas deixavam uma da outra. Alisou minhas coxas. Contrai os músculos do abdômen e das pernas. Acostumada a fazer oral e usar perfeitamente a língua, lambeu a parte interna de minha coxa ate minha virilha. Pegou meu pau entre as mãos e friccionou para cima e para baixo. Fechei os olhos e gemi. E então eu senti sua língua quente na cabecinha. Suspirei, adorando sentir aquilo novamente. Bella lambeu a cabeça e depois toda a extensão, para então por na boca e chupar. Gemi e segurei seus cabelos pela raiz, para impulsionar e guiar a velocidade. Gemi de novo quando Bella chupou com força a cabeça, mordiscou... Enlouqueceu-me completamente! Massageou minhas bolas como se fosse seu próprio clitóris.
-Ah... — suspirei gemendo, quando ela tornou me por na boca, subindo e descendo. O que me dava mais vontade de fuder sua boca, eram seus gemidinhos... Como se estivessem aprovando o tamanho, a grossura... Ela estava me excitando mais do que me aliviando. Bella parou de me chupar.
-Posso cavalgar em você? — perguntou como se ansiasse por isso. Minha mente estava inebriada.
-Faz o que quiser, Bella... — resmunguei guiando sua boca para onde não devia ter saído. — Mas antes... Por favor... — eu mal consegui terminar a frase. A força com que me chupava, me deixava ansiando por gozar. Os gemidinhos dela se reiniciaram. -Vai Bella, isso... — guiei sua cabeça, aumentando a velocidade. Bella foi mais rápida do que eu, massageando minhas bolas sem parar, incentivando a base do meu pau com a outra mão. Contrai os músculos e gemi suspirando. Gozei na boca dela... Respirei fundo, mantendo o controle. Bella me chupou por uma ultima vez e engoliu minha porra com cara de inocente. Lambeu os lábios e se sentou um pouco mais para cima de onde ela havia acabado de cuidar. -Você precisa fazer isso mais vezes!
-Quando você quiser. — respondeu sorrindo. — Ainda quer me fuder ou a vontade já passou?
-Rebola essa bunda gostosa pra mim, vai. — agarrei suas coxas, esperando. Bella levantou e se sentou sem cuidado sobre meu pau. Gememos juntos.
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Eu já havia tomado banho e agora, terminava de dar nó na gravata ao observar o corpo nu de Isabella, todo relaxado sobre a cama. Abraçada ao travesseiro, ela parecia um anjo tamanha era sua serenidade. Nossa noite selvagem tivera fim ha apenas duas horas atrás, exatamente as oito da manha. Sempre apos um orgasmo, rolávamos na cama e invertíamos as posições... Sorri torto. O resultado era esse, ela ia dormir muitíssimo bem agora e sem previsão para acordar, dando-me tempo para cumprir algumas tarefas. Sua bunda, coxas, cintura, lombar, costas... Ou era a marca de meus dedos ou de minha boca. Ajeitei o paletó e sentei-me com leveza na cama.
Beijei seu ombro nu e afaguei seus cabelos, afastando-os do rosto. Bella suspirou, mas nem se moveu. Levantei-me e peguei o lençol, embrulhando boa parte de seu corpo. Observei-a por mais um pouco, sorrindo como um idiota. Prometi a mim mesmo que iria mimá-la! Eu podia unir o útil (matar mais algumas pessoas) ao agradável (comprar algo para Bella) e fazer a felicidade alheia. Andei ate a mesa de vidro, onde as pastas estavam. Abri a primeira pasta e dei de cara com a foto da loira que atacou Bella no hospital. Rosalie, segundo o dossiê. Fechei e abri o segundo. Rachel e Marcus Randall... Hm, casal! Peguei as duas pastas e peguei uma pistola no armário, escondendo-a no coldre. Peguei uma reserva e coloquei no cós da calça.
Sai do quarto silenciosamente.
Narração: Swan
Suspirei preguiçosamente e cocei os olhos, antes mesmo de abri-los.
Fiz um movimento mínimo com o corpo e... Gemi de dor! Quando Edward disse que se eu conseguisse andar hoje seria um milagre, não estava brincando. Ele acabou comigo! Talvez o objetivo do desgraçado fosse me fazer ficar na cama por bem ou por mal. Sorri sentando-me na cama devagar. Tomei fôlego e levantei-me rígida, arrastando o lençol comigo. Enrolei-me nele e chamei o elevador, toda descabelada e faminta. Não tinha nenhuma noção de que horas eram. As portas de abriram e eu entrei, apertando o botão do andar da sala. Se eu mal conseguia andar, mas nem morta que ia enfrentar um porre de degraus!
Sai já na sala... Vazia! Fui em direção a cozinha, onde eu sabia que teria alguém! Atravessei a sala de jantar e cheguei ao cômodo onde estava Carmen e sua ajudante.
-Oi. — murmurei na soleira da porta. Carmen me fitou sorrindo simpática.
-Isabella... Venha, o senhor Edward pediu para lhe dar um ótimo café da... — ela analisou o relógio na parede. — Seria da manha, mas como já esta de tarde...
-Estou morrendo de fome. — sussurei aproximando-me do balcão no meio da cozinha. Da geladeira ela tirou suco, frutas e o meu bolo preferido. -Eu vou comer esse bolo inteiro, Carmen!
-Pode comer... Eu faço outro depois! — Carmen pôs um pratinho e um copo a minha frente. -Se importa em tomar café aqui, ou...?
-Aqui está perfeito. — murmurei sonolenta.
Enchi o copo de suco e bebi avidamente. Comi uma uva e ataquei o bolo! Depois do quarto pedaço (farto, por sinal), olhei o relógio na parede. Passavam-se das cinco da tarde... E como eu ainda podia estar morrendo de preguiça!? Carmen, a cada três segundos, me alertava para comer devagar. Eu assentia e ria, mas não parava de comer. Assim que me dei por satisfeita, e mais da metade do bolo sendo dissolvido por meus ácidos estomacais, suspirei e fiquei por ali, apreciando a compainha de Carmen. A campainha tocou e sua ajudante correu para atender.
Levantei-me rápido demais e reprimi um gemido de dor.
-Deve ser Edward. — falei animada, dando-me um segundo para recuperar o fôlego.
-O senhor Edward não toca a campainha. — Carmen discordou secando as mãos num pano.
-Então, deve ser meu pai. — continuei alegre. — Ele disse que iria vim aqui... Vou recebê-lo!
Carmen assentiu e eu sai da cozinha em passo de tartaruga. Se fosse meu pai, não ia se importar em me ver descabelada por dois minutos e então eu subiria e me arrumaria, como dita as regras de elegância. Mas ate lá... Eu podia me sentir e andar somente com o lençol envolvendo meu corpo. Abaixei a cabeça ao sair da sala de jantar, adentrando a sala, para ajeitar o lençol e tira-lo da frente de meus pés. Coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha e cruzei os braços sob os seios. Congelei os passos, assim que ergui a cabeça. Arregalei os olhos e engoli seco.
-Ei, pequena... — Seth me cumprimentou com um aceno animado. Continuei congelada, olhando para a pessoa a seu lado. -Chegamos em um mal momento!? Stefan queria se despedir...
-Oi. — murmurei meio sufocada. Senti as bochechas quentes. — Se despedir? Já está indo... Tão cedo, mal chegou à cidade! — tentei disfarçar um tom animado, mas estava falhando miseravelmente. Stefan me fitava saudoso e ao mesmo tempo, faminto. Era como se eu estivesse nua na frente dos dois. Totalmente vergonhoso para mim!
-Foi o que eu disse para ele. — Seth me analisou sutilmente e soube disfarçar. Umedeci os lábios, sentindo o coração acelerar. — Bells, onde fica o banheiro?
-Ahn? — perguntei confusa.
-O banheiro. — ele repetiu sorrindo. -Estou adiando uma coisa que não deve ser adiada.
-Ah... — murmurei desconcertada. — É por ali. — indiquei para o canto direito da sala com o mínimo movimento de braço.
-Eu já volto. — Seth sorriu para mim e atravessou a sala, entrando no lavabo. Baixei os olhos e mordi os lábios, não querendo ficar num ambiente desacompanhada com Stefan. Ele era ardiloso e chantagista, sabia conseguir o que queria. Eu desejava e não desejava que Edward estivesse ali. Respirei fundo e tomei coragem. Levantei a cabeça e Stefan estava a menos de 40 centímetros de mim. Travei os músculos das pernas... Seria uma vergonha recuar por causa dele, eu não recuava nem por Edward!
-Você me evita o tempo todo. — Stefan disse baixinho. Endureci o olhar.
-Não me cobre de nada. — rebati fria. Ele estendeu a mão para tocar meu rosto. Afastei a cabeça de seu alcance, mas isso não o intimidou. Stefan acariciou meu rosto com delicadeza, fazendo uma enxurrada de lembranças encherem minha cabeça. -Stefan... — protestei num sussuro.
-Você se esqueceu do que vivemos? É isso? — Stefan perguntou magoado. Pestanejei tentando não me afogar no azul profundo de seus olhos. Engoli a saliva com dificuldade.
-Não, não me esqueci. — respondi culpada. — Pelo contrario, eu me lembro de tudo...
-Então, por que...?
-Porque a lembrança mais forte é a que tive que lhe ver saindo de meu apartamento... Sem ao menos dizer tchau ou me dar um beijo! — minha voz tremeu. — Eu era louca por você Stefan, não tem noção de como sofri!
-Eu também sofri! — disse emotivo. Meu olhar perdeu emoção.
-E por isso voltou depois de alguns anos? — perguntei acida e fria. — Não acho que tenha sofrido o mesmo que eu...
-Eu amo você, Isabella. — se declarou amoroso. Meu coração nem acelerou.
-Mas eu não o amo, Stefan. — falei naturalmente e com sinceridade. Suas mãos apertaram meus ombros nus. — Acho que nunca amei, o que eu sentia era apenas uma paixão desenfreada que logo cessou!
Muitos descrevem uma cena com adrenalina em câmera lenta. Entretanto, depois da batida no carro, eu sabia que as coisas não eram por ai... Devia estar acostumada! Mas não estava pronta para o episodio a seguir. Uma mão surgiu no ombro de Stefan e eu a reconheci de imediato. Todo o meu ser gelou por dentro e por fora, paralisando meus movimentos. O máximo que eu fiz foi arregalar os olhos.
-Tire suas mãos dela.
Stefan olhou por cima do ombro com a testa franzida, dando de cara com a expressão lívida de Edward. Tentei recuar, mas não consegui. Com um gesto brusco, Stefan afastou a mão petulante de meu namorado, aproximando-se meio passo de mim. A face de Edward se transformou de novo... Para algo animalesco e irado.
-O que? — Stefan se fez de desentendido.
-Se afaste dela. — Edward rosnou. — Agora!
-Ei... — Seth saiu do lavabo e paralisou ao sentir a hostilidade. — O que está havendo?
-Se não se afastar por vontade própria... — Edward continuou, ignorando meu irmão. — Eu afasto você!
-Eu pago pra ver. — Stefan o desafiou erguendo o queixo. Uma de minhas mãos tentou afastar meu ex do perímetro do atual. Inútil! Edward crispou os olhos, aceitando o desafio. Pestanejei ao vê-lo fechar a mão em punho, pestanejei de novo e Stefan já estava no chão, grogue. Soltei a respiração, tensa, sentindo o sangue se concentrar todo em minha cabeça, fazendo-me ver tudo na velocidade real. Seth se aproximou com passadas longas, pronto para tomar as dores de Stefan. Edward o empurrou para longe.
-Fique longe disso que meu problema ainda não é com você. — ele o alertou contendo a raiva. Seth recuou, dividido entre interromper ou não. Edward avançou para Stefan, ainda no chão, e o levantou pelo colarinho da camiseta. Eddie desferiu mais um soco no rosto dele e o jogou contra a parede, pondo o braço na traquéia. Nessa hora eu descongelei. Senti como se Edward pudesse matá-lo apenas por possessividade... E eu não queria isso, porque teríamos uma testemunha. E Seth não hesitaria em tentar condenar Edward!
-Edward! — chamei-o, avançando para onde ele estava imprensando Stefan que se debatia e ficava roxo aos poucos. -Edward, pare... Pare, por favor! — ele mal me ouviu, deixando-me nervosa. -Amor, não faça isso! — falei chorosa, pondo uma mão em seu ombro. Ele soltou Stefan no chão e se virou pra mim, com a expressão distorcida. Era o Assassino em minha frente, eu tinha que ter cuidado.
-Eu agüento teu irmão, Isabella. — sussurou entre dentes. — Eu o agüento, mesmo quando ele me provoca e eu queira dar um soco na cara dele... O agüento por você, somente por isso! — se aproximou de mim, apontando o indicador em minha face. — Mas ele não!
-Tudo bem... — murmurei mordendo os lábios.
-Mande ele sair da minha casa... Agora! — Edward exigiu afrouxando a gravata. Engoli a saliva com dificuldade. Ele fitou Stefan no chão, se contorcendo e chiando por ar e logo depois, Seth entre os sofás. Por final, me fitou de cima a baixo, balançando a cabeça em reprovação. Nos olhamos nos olhos. Eu não sabia o que dizer, nem sei se tinha algo a ser dito, mas eu sentia a necessidade de proferir algumas palavras que me fugiam da cabeça agora. E pela decepção nos olhos dele, Edward também esperava por essas palavras. -Vou subir, tomar um banho... E quando voltar, não o quero mais aqui!
Assenti.
-Se ele estiver aqui ainda, Isabella... — Edward agarrou meu braço.
-Solta ela! — Seth gritou avançando para nós dois.
-Não se meta nisso, Seth. — falei mais firme do que pretendia, detendo o novamente. -Ele não vai estar aqui quando voltar, eu prometo.
-Muito bom. — ele me largou, como um trapo velho, e passou por mim indo subir as escadas.
-Edward? — chamei-o baixinho e o fitei por cima do ombro. Ele só parou, não se dando o trabalho de se virar.
-Fale. — disse ríspido.
-Onde estava? — perguntei virando-me para suas costas eretas. Ele hesitou.
-Depois conversamos. — e terminou de subir as escadas, batendo a porta do quarto em seguida. Suspirei pesadamente e fechei os olhos, segurando a fronte. Levantei a cabeça e inspirei rapidamente, virando-me para o homem no chão e meu irmão de criação. Os encarei por alguns minutos silenciosos e extensos. Abri a boca para começar a explicar toda a situação. A campainha tocou, rápida e curta. Seth suspirou e foi abrir a porta.
-Vá embora Stefan, por favor. — falei baixinho. Ele se levantou, com a mão no rosto avermelhado. Mantive os braços bem firmes ao redor do corpo. -Não volte, não será saudável para nenhum de nós dois!
-Mas eu ainda a amo. — gemeu.
-Mas eu não. Eu amo Edward, Stefan... Entenda. — coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha. -Vá embo...
-Bella. — Seth me cortou. Eu o fitei. Ele deu um passo para o lado, deixando Kim a mostra. A surpresa me deixou sem ar. Kim! Ha quanto tempo eu não a via? Desde o dia em que levei a facada... Não me lembro de vê-la me visitando no hospital! Estava com uma aparência horrível: os cabelos sedosos estavam sem brilho, os olhos tapados por grandes óculos escuros, roupas negras, sapato baixo... Algo ruim havia acontecido! Dei passos vacilantes ate minha melhor amiga e companheira.
-Kim, onde você estava? — perguntei gentil, não querendo cobrar nada dela. Ela tirou os óculos calculadamente, deixando-me ver seus olhos azuis avermelhados e inchados. Aproximei-me mais, dessa vez, preocupada. -O que houve? — seus olhos se encheram de lagrimas e seus lábios tremeram, dando-me um aperto no coração.
-Meu pai... — sussurou dolorosamente. Precipitei-me e a abracei forte. Suas pernas quase cederam, apoiando o corpo no meu, mesmo sendo meia cabeça mais alta. Alisei suas costas, tentando acalmá-la e o que acontecera minutos antes naquela mesma sala, já não tinha importância. Eu não me importava se estava somente de lençol, se Stefan ainda estava ali e que corria risco de vida, se Seth me cobiçava como sempre cobiçou, se Edward estava fulo da vida e destruindo tudo em seu quarto... Eu não ligava e muito menos me importava, porque Kim sofria por algo. E o sofrimento dela, era o meu próprio!
-O que tem ele? — perguntei baixinho, apos sentir que ela havia se acalmado um pouco. Ela se afastou limpando os olhos totalmente sem maquiagem e respirou fundo, meio tremula. -Vem, vamos nos sentar... — a guiei para o sofá maior. Não olhei por cima do ombro para ver se os dois continuavam ali, nos observando. Sentamos-nos e eu peguei a mão dela entre as minhas, atritando-a. — Diga-me, Kim! Estou preocupada!
-Ele foi... — ela respirou fundo de novo, contendo-se. Eu analisei seu rosto atentamente e notei que estava meio encovado. Kim estava se alimentando direito? — Ele foi assassinado, Bells.
Choque!
Enquanto Kim voltava a se desmanchar em lagrimas em minha frente, apenas pestanejei aturdida demais para demonstrar qualquer outra reação. Assassinado!? Tudo bem que ele era senador e era muito visado por terroristas e bandidos de muitas espécies... Mas assassinado tão friamente!? Eu não sabia muito bem o que dizer, mas sabia que um dos suspeitos podia ser Edward! Ele havia prometido a não fazer mal algum a quem eu conhecia, prometera depois de assassinar minha mãe. Edward não teria coragem, não fora ele!
-Eu sinto muito, amiga. — sussurei saindo do transe. Kim balançou a cabeça, ainda despejando lagrimas. Eu a abracei de novo, consolando-a.
Claro que eu queria fazer algumas perguntas, sondar o território, mas eu tinha coração... E ver o estado debilitado de minha amiga, era ate crime cutucar uma ferida tão recente! Mantive-me ali, afagando seus cabelos loiros chaneis e cochichando palavras amáveis para tentar diminuir sua dor. Perdi a noção no tempo que fiquei ali com ela, embalando-a em meus braços. Às vezes seu choro se torna histérico, deixando-me desesperada e fazendo-me chorar consigo. Às vezes, apenas fungava e respirava aliviada. Eu mantinha um ritmo constante ao acariciar seus cabelos... Sabia que isso era reconfortante em qualquer situação!
Ouvi um ruído na escada e virei à cabeça para verificar. Edward me encarava serio e indecifravelmente. O fitei de volta, provavelmente com um olhar arrependido da porra! Ha quanto tempo ele estava ali, somente observando eu não sabia, mas como não esboçou nenhuma reação com meu olhar, voltei minha atenção para Kim. Ela já não chorava mais, nem fungava, apenas respirava lentamente de modo aliviado, como se um peso tivesse saído de seu coração.
-Melhor? — perguntei tentando distraí-la. Kim tinha o olhar perdido.
-Por hora, sim. — respondeu sem emoção. Aquele estado de espírito não combinava com ela e eu não sabia o que fazer para vê-la sorrir.
-Tudo vai melhorar. — tentei animá-la. Ela se afastou, sentando-se corretamente. Imperceptivelmente, uma trilha de lagrima escorreu de seu olho direito e eu limpei cuidadosamente, comovendo-me com sua perda.
-Não sei se vai. — respondeu baixinho. Franzi a testa, não entendendo o que quis dizer.
-Claro que vai, Kim, não pense assim! — controlei o tom histérico que beirava minha voz. Ela entrelaçou seus dedos nos meus e abaixou a cabeça.
-Eu vou embora. — sussurou. Soltei um riso nervoso.
-O que...? O que você esta dizendo? — perguntei não querendo aceitar aquilo. Kim levantou a cabeça, encarando-me profundamente.
-Vou morar com minha mãe na Austrália, Bella. — contou-me paciente. -Temos alguns parentes lá...
Pressionei os lábios, engolindo ruidosamente a vontade de chorar e gritar. Kim fez uma expressão implorativa e eu soube que também estava sendo difícil para ela, eu não precisava piorar as coisas. Levantei-me do sofá e vir-lhe-ei as costas. Desmoronei por três segundos, respirei fundo, passei as mãos no rosto e arrumei os cabelos. Virei-me lentamente para ela novamente, com a face controlada.
-Quando você vai? — perguntei voltando a me sentar ao seu lado. Ela suspirou cansada e alisou a nuca.
-Eu passei aqui primeiro, mas estou indo comprar as passagens. — disse fria. -Talvez essa noite...
-Não! — gritei descontrolada, sobressaltando-a. Pigarreei constrangida. — Digo, deixe para amanha... Não estou pronta para lhe dizer tchau! Vai amanha, em qualquer horário. Posso ate levá-las ao aeroporto...
-Bella, não precisa... — protestou sem firmeza. Peguei suas mãos.
-Por favor, Kim, me deixe fazer isso! — implorei.
-Tem certeza? Eu não me sentiria bem... Sabe, você acabou de sair do hospital! — colocou os cabelos atrás das orelhas e fez um movimento com a boca. Pra mim, aquilo foi a insinuação de um sorriso!
-Eu estou bem, Kim. — respondi sorrindo. "Tive ate direito a uma noite de sexo selvagem..." pensei complementando minha frase.
-Então comprarei as passagens para amanha no fim da tarde. — ela, finalmente, abriu um pequeno sorriso. Era cansado e fatigado, mas não deixava de ser um lindo sorriso. -A propósito, desculpe não ti visitar.
-Eu entendo. — recostei-me nas almofadas. Kim também fez o mesmo e apoiou a cabeça em meu ombro.
-Aconteceu tudo muito rápido. — sussurou. Não disse nada, apenas ouvi. -Você caiu inconsciente no chão... Tudo ficou confuso! Foram muitos gritos vindo daquele gostosão que ti levou para o hospital... Do seu pai também houve! Eu pensei que Charlie iria ter um enfarto naquele dia! — falar daquela noite ainda era estranho pra mim. Era anormal não lembrar! — Eu fui para o hospital com você! Tive que voltar para trás para trocar de roupa e voltei para lá. Teu namorado não estava lá, Charlie disse que ele teve que sair!
-É estranho não lembrar as primeiras noites no hospital... — murmurei com a testa franzida.
-Na segunda noite em que você estava lá, meu pai me telefonou e disse que sofreu um atentado. — sua voz tremeu. — Disse pra eu continuar no hospital, que num lugar publico ninguém tentaria nada contra mim... — desafinou e suspirou, se controlando. — Eu não entendi! — continuava desafinada e tremula. — Falei com seu pai e ele concordou com o meu, dizendo para eu ficar por ali... Eu estava tão preocupada com você, tão preocupada com meu pai... Eu queria noticias, queria saber que os dois ficariam bem!
-Mas...? — perguntei.
-Mas, de manha, eu recebi outro telefonema. — agora, Kim estava desprovida de emoção. — Era o acessor do meu pai... Disse que não tinha boas noticias, mas não podia me dizer qualquer coisa pelo telefone. — soltou um gemido estrangulado e respirou fundo, tentando manter o controle. — Ai... Eu cheguei lá... E...
-Tudo bem Kim, tudo bem... — sussurei abraçando seus ombros. -Não precisa terminar, eu entendo perfeitamente. — ela fungou, rindo sem graça ao limpar os olhos.
-Bom... — fungou de novo, tornando por o cabelo atrás das orelhas. — Tenho que ir! Minha mãe ainda... Está abalada e não gosto da idéia de deixá-la sozinha!
-Me liga se precisar de alguma coisa, ok? — beijei sua bochecha e mantive meu rosto rente ao dela. -Não hesite!
-Vou sentir muito a sua falta... — sorriu abatida. — Sua cachorra!
-Minha vagabunda. — sorri também. Kim encostou a testa na minha e olhou-me nos olhos. E pensar que antigamente nossa diversão era sair pra balada e passar a noite no apartamento de uma de nós duas. Ela me deu um selinho demorado ainda me olhando nos olhos. Meu coração deu uma batida dolorosa. Acariciou meu rosto e se afastou, levantando. Continuei no sofá, segurando o choro o máximo que eu podia, sem deixar transparecer. -Tchau Kim!
-Ate mais, miga. — sorriu e saiu com os ombros caídos. Nada me tirava da cabeça que ela iria recomeçar a chorar assim que se sentisse segura dentro do carro. Queria poder fazer mais alguma coisa por ela, mas eu me sentia de mãos atadas. Suspirei, sentindo o peso da atmosfera silenciosa. O silencio de Edward nunca era um bom sinal. Esfreguei os olhos e levantei-me, atravessando a sala e subindo as escadas lentamente... Minhas dores não haviam desaparecido!
A porta de seu quarto estava entreaberta.
Tomei coragem e estiquei a mão para abri-la. Fiquei em pé na porta, observando Edward sentado numa poltrona de frente para a parede de vidro com o olhar perdido na paisagem lá fora. O copo de uísque em sua mão estava vazio. Provavelmente deve ter sentido minha presença, já que não fiz som algum, virando a cabeça para me fitar. Seu olhar esverdeado era penetrante, corroendo-me a alma. Ele se levantou, ainda serio, e veio em minha direção.
-Se arrume. — disse sombrio. — Vamos sair!
-Para onde? — perguntei apertando os braços ao redor do corpo.
-Não demore. — e desceu as escadas, abandonando-me ali em cima... Sozinha!
Peguei o pouco de dignidade que ainda me restava e entrei no quarto, querendo um banho. Porque desafiar Edward agora, sendo que sua expressão corporal pedia o contrario!?
Notas finais
As coisas, daqui pra frente, vai andar muito muito rapido... esse foi o capitulo 38 e a fic vai ate o 45... Os fatos vao acontecer mais rapido agora!
Quer dizer, a fic vai ate o 44, o 45 é o epilogo em que ja estou trabalhando! HAHAHAHAHHAA Nem sou adiantada, magina...
Novamente, peço desculpas pela minha demora, vou tentar nao demorar no proximo... Mas nao garanto nada, ok? *------*
Estou perdoada?
Ate sexta ~ou domingo~
Bj ;*
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