The Killer

33 XXXII - Não pare a festa


Notas iniciais
Eeeeii amores! Olha eu aqui, trazendo um capitulo novinho em folha!
Eu poderia ter esperado ate a proxima sexta, mas... Eu queria a opiniao de voces, tipo... JÁ! hahahahahaha
Sei que estao ansiosa pelo aniversario da Bella, entao... Sem embromação!
BOA LEITURA!

XXXII — Não pare a festa


Narração: Swan

Com os pés no ar e a cabeça no chão, eu esperava os minutos e segundos passarem. Provavelmente, os convidados estavam chegando nesse exato momento. Soltei a respiração lentamente e mordi o lábio inferior, em sinal de nervosismo. Seria altamente tedioso sem as brincadeirinhas e frases maliciosas de Edward para me entreter durante toda a festa. É claro que Seth quase sofreu um ataque fulminante do miocárdio quando viu Edward me trazer para cá, na casa do meu pai. Foi muito mais que obvio que ele não era bem vindo pelo meu meio irmão, o que acabou me magoando. E isso me fez sentir arrependimento de quando eu interferi numa possível relação entre ele e Kim. Eu não devia ter falado nada!

Suspirei de novo e alguém bateu a porta.

-Meu bem, é melhor você descer... — ouvi a voz do Demônio. — Preciso falar um minutinho com a Isabella.

-Tem certeza? — meu pai parecia preocupado. Grudei meus olhos na porta entreaberta onde eu só podia ver a mão dela.

-Tenho, não se preocupe, vamos ficar bem. — ela disse amavelmente. Fiz uma careta. Eu não queria ter que jogar tudo na cara dela hoje, mas se fosse preciso... Pelo menos animaria minha noite!

-Não se demore... — respondeu ele ainda tenso. Eu conhecia muito bem o meu pai. — Temos que recepcionar os convidados!

-Tudo bem. — o Demônio respondeu alegremente. Ela se demorou na porta, ainda segurando a maçaneta. Por um misero momento, pensei que ela iria embora e desistiria de falar o que fosse comigo. Mas Sue não era de desistir, não assim tão facilmente. Quando se voltou pra mim, tinha a expressão completamente mudada, tão fria quanto gelo e tão sombria quanto à noite. Eu me senti uma pirralha de novo, com medo de suas ameaças.

Eu precisava de Edward! Mas como ele não estava ali para espantá-la para longe com seus lindos gritos, mantive a mesma posição em que estava de pés no ar e cabeça no chão. Apenas a acompanhei com os olhos apertados e então, o Demônio entrou no meu quarto e fechou a porta. Fiquei tensa e engoli seco. Fiz de tudo para não deixar transparecer que sua presença ainda me fazia tremer. Assim como Charlie, eu sabia mentir com o corpo. Abri a boca para perguntar o que queria comigo.

-Não se dê ao trabalho. — me cortou logo de cara, nada amistosa. Fechei a boca e a esperei falar. — Eu só quero que escute o que eu tenho a dizer! Só isso!

-Não será possível. — respondi neutra. — Seja o que for eu vou rebater. Sabe disso! Está me pedindo algo impossível!

-Leah me disse uma coisa... — deu dois passos em minha direção, arrastando a calda de seu vestido vermelho brilhante levemente apertado na cintura. -Uma coisa que eu não gostei! — e seus olhos frios quase perfuraram minha pele. -Eu não quero que você se envolva com meu filho, está me ouvindo bem, bastarda? — a surpresa me fez ficar quieta diante de tal ofensa. — O que foi? Sua gata comeu sua língua? — pressionou com maldade.

-E-eu... — gaguejei quando não era para gaguejar, e isso me matou de vergonha. E como num retrocesso, parecia que eu tinha 12 anos de novo.

-Você o que!? — quis saber sibilando com os lábios pressionados um contra o outro, como se não quisesse deixar sua voz sair completamente. — Vai negar que dormiu com ele, no quarto do mesmo? Vai negar que não ficou de promiscuidade debaixo desse teto? Vai negar? — rosnou a ultima frase fechando as mãos em punho. Novamente, senti-me acuada, o coração martelando nervosamente contra as costelas, o ar parecia fazer pressão contra mim para me grudar ao chão. Minha garganta se apertou, mas eu não permiti que as lagrimas chegassem ao meus olhos.

-Não, eu não nego. — respondi, para minha surpresa, calma.

-Isso é bom. — forçou um sorriso, mas estava impregnado de ironia. — Mas vou repetir! Não quero você com meu filho... Ele merece coisa melhor!

-Na verdade, ele também merece uma mãe melhor que você. — rebati travando todos os músculos para me manter na mesma posição. O olho dela tremeu sinal de que estava reprimindo sua raiva.

-Isabella, não entre no meu caminho. — seu tom de voz voltou a ser normal, sem estranheza nenhuma. E era desse que eu tinha mais pavor!

-Eu já estou. — me peguei dizendo e em seguida, mordi a língua.

-Então, vou tratar de tirá-la dele. — e me olhou profundamente, como se lamentasse... Que eu estava viva? Falhei miseravelmente e meu medo foi todo exposto por meus olhos. — Use o vestido cinza de seu armário! — a postura e os olhos claros voltaram a serem amáveis. — Ou vai descer assim, como uma vadia?

-Vadia é você! — rebati sem me conter, levantando-me do chão. — Você é a vadia da historia, você se vendeu por alguns mil dólares... Você me dá nojo!

-Eu te dou nojo, Isabella? — o Demônio riu. — Eu? Não sou eu que sou bissexual e saio transando com qualquer um que tenha um pênis, seja de verdade ou de plástico! — o desprezo em sua voz era explicito.

-O que eu faço ou o que eu deixo de fazer... — sussurei sem força para gritar as palavras. — É apenas da minha conta, não dá sua! Então, vou dizer a você o que eu disse a sua amada filha: cuide da sua vida, aposto que ela já dá bastante trabalho!

-Mas eu tenho tempo de sobra para cuidar da vida dos outros. — respondeu-me sorrindo e saiu, finalmente, do meu quarto, batendo a porta com força. Engoli a saliva com dificuldade, tentando afugentar a vontade de chorar que se abateu sobre mim na mesma velocidade em que eu desejava Edward ali, para me amparar. Tratei de acalmar minha respiração e sentei-me no banco almofadado em frente à penteadeira. Eu não podia chorar, nem de raiva nem por medo, eu não podia!

E eu também não podia borrar minha maquiagem.

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Terminei de afivelar minha gargantilha e coloquei o anel que Edward me dera no dedo anelar. As duas peças combinavam perfeitamente. Olhei-me uma ultima vez no espelho. Meus cabelos estavam presos num coque frouxo com algumas mechas soltas, maquiagem quase angelical e meu vestido comportado completavam meu look. Alisei minha roupa e soltei a respiração pesadamente. Seria um porre hoje à noite! "Tomara que tenha vodka..." pensei saindo do quarto, quase trombando com Irina.

-Irina! — exclamei surpresa. Ela estava num terninho preto com os cabelos loiros esbranquiçados presos num rabo de cavalo.

-Ah menina, você esta linda! — disse-me emocionada. Eu a abracei, querendo conforto. E eu o achei! -O seu pai me pediu para chamá-la... Estão perguntando sobre você!

-Vamos descer juntas, então. — sugeri. Atravessamos o corredor com passos calmos e braços entrelaçados. Quando cheguei ao topo da escada, todos me olharam, uns orgulhosos, outros invejosos e mais outros apenas por curiosidade. Mas, sem me importar com suas expressões, eram com os rostos que eu estava preocupada. Alguns eu reconhecia de ter passado uma ou duas vezes por ele na empresa, mas outros... Eu nunca tinha os vistos. Amigos de Charlie? Amigos do Demônio? De Seth? Da Cadela (vulgo Leah)?

Eu não saberia dizer.

-Quantas pessoas. — sussurei engolindo seco e mostrando meu melhor sorriso simpaticamente contagiante.

-Foram todos convidados por Seth e seu pai. — respondeu confirmando boa parte da minha teoria. Eu dava todos os passos com o maximo de cuidado. Minhas pernas tremiam... Que porra! Veja o que Edward fez comigo! Agora é ariscado eu entrar nos Tribunais e enfartar por não agüentar a pressão do Júri. Baixei os olhos timidamente e flashes caíram sobre mim de repente. Ah claro... Aí estavam os amigos do Demônio! Levantei os olhos com calma, fitando quem estava nos pés da escada... Meu coração perdeu uma batida, tropeçou e disparou desesperadamente.

Parei faltando três degraus para chegar, enfim, ao chão.

-Menina? Vamos, tem que continuar... — Irina incentivou-me com um sorriso nos lábios murchos. Meu sorriso voltou espontâneo e com mais naturalidade. Edward me esperava no pé da escada, com seu belo sorriso torto e um terno vinho abraçava seu corpo perfeito. Suspirei querendo acalmar meu coração. Descemos os poucos degraus com a mesma lentidão de antes. -Ele soube me ouvir!

-Hm? — perguntei olhando Irina, minha quase mãe. Ela meneou a cabeça e depositou minha mão sobre a mão Edward e se afastou na direção da cozinha. Eu ainda estava em choque! — Você veio! — exclamei feliz.

-Eu não podia deixar de vim. — respondeu oferecendo o braço para me apoiar. — A propósito... Você esta deslumbrante!

-Obrigada! — entrelacei meu braço no dele e o fitei com devoção. -Você não era bem vindo.

-Eu falei que era seu convidado. — respondeu brincalhão. — Nem seu pai teve argumentos contra isso! Afinal, a festa ainda é sua!

-Você joga baixo! — ri. Ele se inclinou e beijou meu rosto.

-Nunca disse que jogava alto. — respondeu-me malicioso.

Mais flashes choveram sobre nós e ouvi alguns murmúrios como "Que droga, ela não está mais solteira!". Abrimos caminho por entre as pessoas, que nos sorriam solicitando suas felicitações por meu aniversario. Eu estava mais próxima dos 30 agora e estava mais que obvio que eu devia formar minha família, antes que fosse tarde demais. E eu não queria isso! Minha relação com Edward era conturbada, mas eu o amava. Eu gostaria que ele fosse o pai de meus filhos. Seria um bom pai!

"Um bom pai, como o dele foi ate determinado tempo?" minha mente recordou-me de nossa conversa sincera.

-Bells. — Seth chamou-me alto e abriu caminho entre as pessoas. Seu sorriso branco era hipnotizante e encantador, quase inocente. -Ei Bella... Vem cá! — e se aproximou com os braços abertos. Edward ficou tenso, mas gentilmente, desenganchou seu braço do meu. Ele estava me dando livre arbítrio e eu teria que usar isso com sabedoria. Dei dois passos na direção de Seth e seus braços me envolveram. -Feliz aniversario, pequena!

-Por favor, não me lembre de minha inferioridade de altura. — sorri afastando-me. Suas mãos apertaram minha cintura e meu coração crepitou de novo, mas dessa vez por medo da reação de Edward.

-Impossível não lembrar. — Seth beijou minha testa suavemente. Alisei seu peitoral, querendo me afastar. -Quero apresentar algumas pessoas a você!

-Eu não sei... — hesitei e olhei por cima do ombro querendo saber a opinião de Edward. — Se importa? — ele negou com um aceno.

-Vamos! — Seth puxou minha mão. Meus olhos não o deixaram.

-Eu ti acho, não se preocupe. — sorriu torto e quando pisquei, ele havia se misturado as pessoas.

-Vem, Bella! — meu irmão me puxou de novo. Eu sorri para ele e o acompanhei. Acomodados no sofá da sala, estava Renata (sua prima de cabelos estranhos) e dois homens. Eu nunca os tinha o visto antes. Perto do sofá, Seth parou e abraçou meus ombros, apertando-me contra si. Eu não vi malicia na ação, afinal, para mim e Seth, aquilo era tão normal quanto respirar. -Ei gente!

-Seth! — a voz de Renata era estridente, o que eu não tinha reparado antes. — Oi Bella!

Pestanejei chocada.

-Rê, o que eu lhe disse querida? — Seth tentou alertá-la, mas a coitada era lerda demais, por isso só franziu a testa. — Aquele dia, se lembra?

-Ah... — resmungou envergonhada. Eu olhar sobre ela havia se tornado monótono e sem vida. Seth pigarreou, atraindo minha atenção. Voltei a sorrir.

-Sua irmã é linda, Seth. — um deles se levantou e veio em minha direção. Tinha os cabelos claros e usava óculos de grau modernos realçavam seus olhos claros, era alto, magro, braços longos. Seu estilo de roupa era despojado e elegante, mas eu tive a impressão de já ter visto esse estilo em algum lugar. Franzi a testa e o sorriso dele para mim foi sensual. Como o sorriso de...

-STEFAN! — gritei apavorada. Ele sorriu aprovando meu reconhecimento.

-Você o conhece? — Seth perguntou confuso. Mordi minha maldita língua grande e engoli seco.

-Eu... — gaguejei algumas coisas que nem eu mesma entendi.

-Vejo que leu meus artigos! — Stefan foi mais rápido que eu, como sempre e contornou a situação. Assenti lentamente. "Hora de agir!" pensei.

-Sim, são artigos interessantes. — concordei. -Você tem talento! — menti sorridente. "O que ele estava fazendo ali?”

-Uma ex-namorada minha, que também faz aniversario hoje, sempre me dizia isso... Que eu tinha o dom para ser escritor jornalista! — e me encarou profundamente com seus olhos claros.

-De onde você é? — perguntei baixinho, mas ele ouviu.

-Eu sou de uma cidadela da Europa, mas vivo por ai. — respondeu colocando uma das mãos no bolso do jeans escuro. "Era ele..." meu coração sussurou lagrimas de sangue.

-E esse por ai tem nome, não é Stef? — Seth entrou no assunto. Ele não percebia nossa troca de olhares. Os olhos de Stefan me diziam "perdoe-me!". -Ele vive em Toronto, Bells, perto da minha casa!

-Toronto? — não consegui refrear meu tom sarcástico. O sorriso de Stefan vacilou. — Que sorte a sua ter amigos tão simpáticos. — falei tímida para disfarçar meu jeito mecânico de lidar com a situação.

-E aquele é Embry. — o outro homem me cumprimentou com um aceno. — Ele esta fazendo estagio na clinica onde trabalho.

-Interessante. — falei, mas vi que o tal de Embry estava mais interessado pela prima de Seth do que falar comigo, a aniversariante. -Ahn Seth... — hesitei querendo fugir dos olhos vorazes de Stefan. — Você viu meu pai? Gostaria de vê-lo!

-Não vi. — ele pareceu decepcionado em não poder me ajudar.

-Tudo bem, eu vou procurá-lo. — sorri beijando seu rosto. — Nós vemos por ai.

-Vai lá! — incentivou-me.

Virei às costas para eles e me misturei às inúmeras pessoas da minha festa. Perdi-me e perdi-me de novo, procurando por Edward. Parei angustiada num meio de todos e olhei ao redor confusa. Percebi que estava a meio caminho do escritório, quando uma mão me puxou com força. Bati as costas na parede e puxei o ar, pronta para gritar quando a outra mão silenciou-me.

-Não se atreva. — Edward sussurou. Suspirei aliviada e o abracei com força. -O que foi? — balancei a cabeça, sem querer dizer alguma coisa. -Bella, o que foi?

-Você me assustou. — falei parte da verdade.

-Desculpe. — beijou meus cabelos. — Mas não é só isso, eu vi sua expressão... Preciso falar com você! Vem!

E puxou-me na direção do escritório do meu pai. Estava vazio, como eu esperava. Edward sentou-me na cadeira e acocorou-se em minha frente, segurando minhas mãos. Ele sabia que algo me perturbava, mas queria que fosse eu a dizer. Não era algo para se adivinhar!

-Eu o vi. — sussurei apertando seus dedos. Seus olhos verdes me questionaram. — Eu o vi, Edward!

-Quem? — perguntou preocupado.

-Stefan. — e abaixei a cabeça, perturbada demais para complementar a frase. Edward afagou meu rosto.

-Está confusa? — perguntou calmo. Meus olhos se encheram de lagrimas por sua compreensão.

-Não. — respondi desafinada. — Mas... Dói vê-lo tão bem!

-Ah Bella... — Edward puxou-me para seus braços e aninhou minha cabeça em seu ombro. — Não sente nenhuma duvida mesmo?

-Edward, não! — neguei enérgica. — Eu amo você e isso não vai mudar por tanto tempo! Eu amo você! Mas eu fui apaixonada por ele... -baixei o tom de voz. — Meu coração carrega a cicatriz dessa paixão.

-Tudo bem, eu entendo. — e me abraçou, demonstrando seu amor por mim. — Só não esqueça que eu também amo você!

-Ok. — respondei baixinho e fiquei abraçada a ele. Eu não queria voltar a minha festa agora, não estava preparada para ver Stefan sorrir-me como se nada tivesse acontecido. Como se dois anos não tivesse se passado. Como se ainda estivéssemos juntos! As lagrimas que eu esperava derrubar, não vieram... Para a minha felicidade! Eu estava mal, mas também pensava o que aquilo podia significar para Edward. Estava ele sentindo o que? Eu quis perguntar, mas não tive coragem o suficiente para isso!

Perdi a noção do tempo quando a porta do escritório se abriu lentamente.

-Filha? — Charlie perguntou hesitante. Estava praticamente tudo escuro, só com uma luminária acessa. -Bella?

-Sim. — confirmei.

-O que esta fazendo no chão? — perguntou abrindo um pouco mais da porta. -Se machucou?

-Não, pai... — neguei. Edward se levantou e me ajudou a fazer o mesmo. -Eu estava tendo uma crise de idade e meu Edward me ajudou a superar!

-Seu...? Hm. — meu pai pigarreou constrangido. — Venha, estão perguntando de você! Alguns falaram que você parece fumaça... Desaparece rapidamente!

-Tudo bem, estou indo. — respondi rindo. Meu pai demorou-se alguns segundos e saiu. Entrelacei meus dedos nos de Edward e sai do escritório, entrando na primeira porta a esquerda, que era o lavabo espaçoso. Ele trancou a porta atrás de si e eu sentei-me na pia. Ele entrou entre minhas pernas e alisou minhas costas com suavidade.

-Quais são suas intenções comigo? — perguntou malicioso. Edward sabia me distrair melhor que ninguém.

-Depende... — alisei seu paletó. — Você está muito bonito!

-Como se você não me visse em ternos sempre. — revirou os olhos.

-Estou falando da cor, seu grosso! — rebati puxando sua nuca para frente.

-Você gosta da grossura que eu sei. — mordeu-me o lóbulo da orelha. Ri baixinho.

-Você é um poço de malicia. — beijou meu pescoço e sua língua brincou com minha orelha. Suspirei. — E eu gosto assim!

-De eu ser um poço de malicia?

-Não. — respondi enevoada. — Disso que estava fazendo... Eu gosto assim!

Edward resmungou incompreensivelmente e soltou um gemidinho, fazendo-me revirar os olhos. Eu tinha que ser forte! Era o meu dia... E eu não ia ficar tristonha por um maldito que não me deu valor. O que eu ganhava por me fechar para o mundo, se o próprio Stefan me deixou para trás? E porque diabos eu estava pensando em Stefan, quando eu tinha Edward tão perto de mim? Ele apertou minha coxa e se afastou. Percebera ele que eu estava alienada demais?

-Você tem uma festa para comandar. — disse sorrindo torto. Devolvi o sorriso. — Depois... — mordeu meus lábios sensualmente e ficou rente aos mesmos. — Eu vou comandar você!

-Estou ti desejando ardentemente. — e olhei no fundo dos olhos dele. O safado se limitou a rir.

-Vem, minha Mentirosa... — desceu-me da pia e virou-me de frente para o espelho. Edward ficou bem atrás de mim, brincando com minha cintura. — Você agora vai distribuir sorrisos falsos e palavras vazias cheias de amores! Se em algum momento não fizer isso... Não terá festinha particular!

-Manipulador de araque! — cruzei os braços. Edward fingiu que não me ouviu e apalpou minha bunda.

-Não gostei desse vestido! — e fez uma careta desgostosa. Espantei-me.

-Por quê?

-Ele não me dá acesso. — resmungou. — Ele me priva de ver sua bunda e suas coxas... Que vestido chato!

-Edward! — reclamei.

-Vamos, antes que eu não resista e rasgue esse vestido. — falou abrindo a porta e saindo, arrastando-me do corredor. A musica calma ainda embalava o ambiente, corpos se balançavam lentamente de um lado para o outro. Edward parou abruptamente e se virou, pousando sua mão em minha cintura. Pestanejei confusa. -É seu aniversario... Você merece pelo menos uma dança comigo!

-Quem é você e o que fez com o Edward Cullen? — brinquei sentindo o coração palpitar.

-Prazer. — puxou-me com gentileza para perto do seu corpo. — Eu sou Edward Cullen Jr, um homem apaixonado por uma mulher excepcional.

Faltou-me ar no momento e só o que pude fazer foi encarar seus olhos verdes e deixar-me levar pelo seu ritmo suave e nostálgico. Suspirei feliz, querendo que essa tranqüilidade reinasse por um bom tempo... Mas eu sabia que isso não aconteceria! Eu tinha que retornar ao trabalho e analisar o caso de Edward minuciosamente, tanto o de acusação de assassinato quanto a acusação de agressão violenta. E eu teria que começar tudo amanha se eu quisesse fazer um belo trabalho, pois em um deles eu enfrentaria Carlisle novamente.

-Um beijo por seus pensamentos. — e deu-me um selinho carinhoso. Sorri radiante e apertei meus braços envolta de seu pescoço. Era reconfortante o toque de suas mãos em minha cintura.

-Eu estava pensando no trabalho. Amanha terei que ir a empresa. — ele nos girou, balançando-nos imperceptivelmente.

-Hm... -beijou minha testa e eu soltei uma risadinha. — O que foi? — riu também.

-Você. — sacudi a cabeça, rindo. -Todo romântico. É estranho!

-Se acostume... Não vou voltar a ser como antes!

-Vai parar...? — a palavra entalou na garganta. Não precisei completar a frase para ele entender.

-Não. — respondeu rude. Giramos novamente, mas em silencio. Alguém tocou o ombro de Edward.

-Daria a honra, por favor. — pediu a voz. Edward se virou e eu desci um braço, para ficar alisando seu peitoral. Eu sabia que não demoraria a algum estranho me tirar para dançar. O problema era que o estranho, não era estranho. Engoli seco e eu sei que Edward sentiu a tensão em meu corpo. -Por favor?

-E você seria...? — Edward travou o braço ao redor de minha cintura e estreitou os olhos. O Assassino estava ao meu lado agora!

-Stefan. — respondeu ele levantando a mão para cumprimentá-lo. Edward não se deu o trabalho de repetir o gesto, fazendo Stefan baixar a mão envergonhado. — Sou um velho amigo de Bella.

-Poucas pessoas a chamam de Bella. — meu amor respondeu dando dois passos para frente. Me meti entre os dois. Eles não podiam começar uma briga, sem atingir o primeiro soco em mim. — E eu sei quem é você!

-Então sabe que eu e ela somos almas gêmeas? — e tocou meu braço. Recuei para perto de Edward. Recordar o seu toque me provocou uma pontada de dor. — Bella! Sou eu!

-Você precisa de atualizar urgentemente. — Eddie disse grosso. -Talvez sua mente funcione como a mente dos cachorros e você não tenha noção do tempo...

-Cuidado com suas palavras! — brandiu Stefan. Minha respiração se alterou e eu não soube o que fazer.

-... e não tenha percebido que anos de passaram! — Edward continuou como se não tivesse sido interrompido. Percebi que começávamos a ganhar os olhares dos outros convidados. Eu tinha que agir ou minha festa seria um fracasso. E mais cedo eu havia pensado que minha noite seria um tédio... E que brigar com o Demônio seria divertido! Agora, eu estava com o cú na mão!

-Rapazes. -murmurei entre dentes, fingindo um sorriso. — Tratem agora de apertar as mãos e tirarem essa expressão de cão de briga dos rostos! -dei uma olhadela por cima do ombro. — Agora! — meu tom de voz mudou para autoritário.

-Sai de perto dela, se presa a vida que tem. — Edward ameaçou friamente e se afastou, abandonando-me ali. Stefan me fitou esperançoso.

-Eu mereço algumas respostas, Bella. — ele pediu num tom manhoso.

-E você terá. — respondi firme. Não doía tanto assim agora! — Só que só mais tarde... Tenho uma festa para comemorar!

-Parabéns! — e veio com os braços abertos. Recuei um passo e estendi a mão. Seria mais saudável tanto pra mim (por causa da cicatriz no coração) quanto para ele (que escaparia dessa com vida se Edward fosse bondoso). Ele fitou minha mão com magoa.

-Obrigada.

-O que eu fiz? — perguntou apertando meus dedos quando tentei puxar minha mão de seu domínio. Sendo mais forte que eu, com um tranco envolveu-me com os braços longos e fortes. Lutei para me afastar, mas ele não deixou. Cheirou a pele de meu ombro e seus dedos pressionaram minha carne por cima do vestido. Stefan sempre fazia isso quando queria uma coisa: me seduzir. -O que eu fiz, amor?

-Foi embora. — respondi molenga e sem resistência. Eu tinha que ser forte!

-Foi necessário, lembra? — sussurou segurando minha nuca.

-Lembro de você saindo sem me dar um tchau... — falei mordendo o lábio inferior. — Ou um beijo!

-Posso dar o beijo agora. — afastou-se um pouco e ficou rente ao meu rosto. Seu hálito com cheiro de canela era quente e convidativo. Fechei os olhos e suspirei. Stefan se inclinou e eu recuei de novo, desta vez, ficando uma distancia segura dele. Eu tinha Edward, não precisava de Stefan. Quando eu precisei dele, ele não estava aqui. Respirei fundo e obriguei-me a sorrir.

-Agora eu não preciso mais. — falei calmamente e sai de perto dele. Olhei ao redor e achei meu pai, segurando a cintura do Demônio com uma mão. Aproximei-me com passos lentos. Todos no meu caminho sorriram para mim e eu retribui. Eu só queria saber... Onde estava Edward!? A possibilidade de ter ido embora entristeceu-me demais. Meu pai me olhou com um riso brilhante.

-Filha! — e abriu os braços. Aumentei a velocidade dos passos e pulei em seus braços. Charlie bambeou. -Você não é mais um menininha! — alertou-me rindo.

-Eu sei... — resmunguei apertando-o entre meus braços. — Infelizmente!

-Ele se tornou seu...? — Charlie parecia envergonhado. Afastei-me um pouco, ainda segurando seus ombros.

-Meu o que, pai? — perguntei maliciosa.

-Seu namorado? — finalmente disse desviando os olhos. Assenti risonha.

-Charlie. — apertei-lhe as bochechas coradas. — Você fala como se fosse meu primeiro namorado! Eu vou morar com ele... Definitivamente!

-Você vai casar? — a pergunta me deixou tão surpresa quanto o brilho de orgulho em seus olhos.

-Não... — neguei. Charlie desmoronou. — Por agora! — completei para sua felicidade.

-Isso é bom! — ele riu e chamou a atenção do Demônio, ao seu lado. — Veja Sue, Bella vai se casar em breve!

-Com quem? — perguntou hesitante. O sorriso em meu rosto podia parecer verdadeiro, mas não era nem fudendo.

-Com o namorado dela, Sue. — meu pai não especificou a pessoa, o que me deixou mais feliz.

-Espero que seja em breve... — Demônio disse amável. — Você poderia me dar as honras de programar o matrimonio?

"SÓ DEPOIS QUE EU MORRER!" gritei mentalmente.

-Desculpe-me Sue, mas a irmã dele já pediu as honras... — menti como se lamentasse. — Sinto muito, mas não posso voltar atrás!

-E a festa será aqui? — meu pai estava afobado com a idéia de meu futuro casamento. Cocei a testa. "Onde estava Edward para me salvar dali?”

-Eu ainda não decidi nada, pai. — admiti envergonhada.

-Oh! — ele soltou uma risada estrondosa. — Claro que não, você nem pensava nisso ate eu puxar o assunto!

-N-não... — gaguejei. Ele pegou meu braço e saiu, rebocando-me. Eu gostei, afinal, ele deixou o Demônio para trás.

-Vamos cortar o bolo, que tal? — sugeriu. Guiou-me para o canto da sala, onde a mesa com toalha de linho branco estava. A coisa mais chamativa era o bolo. Colorido com listras de verde, vermelho, amarelo e branco, o bolo tinha quatro andares. "Íamos alimentar os pobres também?" pensei chocada. Tinha bolo o suficiente para 500 pessoas... E a minha festa não passava dos 100! Quando os convidados viram que eu me aproximei do chamativo e convidativo bolo, foram ficando em silencio. Eu, novamente, era o centro das atenções. Ergui o queixo.

-Vamos lá. — sussurei para mim mesma, indo para detrás da mesa. Soltei um riso tenso. — Então... O famoso e polemico primeiro pedaço de bolo! — os convidados riram. Busquei Edward com os olhos... Não achei! -Vamos lá. — era empolgante ter todo mundo me olhando. Peguei a espátula e parti lentamente dos dois lados. Coloquei-a por baixo e puxei a grande fatia. Olhei ao redor de novo e Stefan estava ao lado de Seth. Edward estava mais a minha direita, observando-me atentamente. Meu coração disparou.

Por dentro o bolo era de chocolate com um recheio branco. Roubei um pedacinho e lambi os dedos melados, soltando uma risada.

-Agora é uma hora tensa. — brinquei. — Tenho que tomar cuidado com minhas próximas palavras. — eles riram. Enrolei um pouco ao pegar o garfinho e espetar a fatia generosa de bolo. Suspirei. — O primeiro pedaço iria para minha mãe, mas como poucos sabem, ela faleceu tragicamente. Mas esse pedaço, eu gostaria de dedicar a ela, esteja onde estiver, sei que esta em melhor situação. Eu vou dar o bolo para uma pessoa de corpo presente, que é... — fiz um suspense básico. -É para mim uma pessoa muito importante, significa muito pra mim. — todos me olhavam com curiosidade e outras, tendo palpites na cabeça, oscilavam o olhar entre eu e a pessoa que desconfiavam. -Nunca tive o que reclamar dessa pessoa... Quer dizer, talvez um pouco, afinal, não é perfeita e tem seus defeitos, mas é muito especial para mim... — fitei todos. — Eu o amo! -minha garganta ameaçou fechar. Suspirei de novo. — Ele nunca vai deixar de ser meu herói! -minha voz embargou no final da ultima palavra.

Os convidados se desfizeram em murmúrios e suspiros.

-O primeiro pedaço de bolo é pra você, pai. — falei reprimindo as lagrimas que meu breve discurso exigia. Charlie veio e me abraçou forte, igualmente emocionado.

-Obrigado. — agradeceu com a voz de trovão. Funguei afastando-me e limpando delicadamente os cantinhos e os cílios sob os olhos.

-É seu! — sussurei e entreguei o prato a ele. Charlie beijou minha testa e abraçou meus ombros.

-Essa menina... — começou a dizer. — Só ela consegue me fazer perder essa pose de durão! — todos nós rimos. — Por um momento, pensei que seria para seu namorado. — murmurou só para mim.

-Eu o amo também, mas... — dei de ombros. — Você é meu pai, Charlie, sempre será o primeiro da lista!

-Gostaria que sua mãe estivesse aqui agora. — sussurou olhando-me nos olhos. Eu quis chorar de novo!

-Eu também queria. — mordi o lábio inferior que ameaçou a tremer.

-Ei rapaz! — Charlie se dirigiu a alguém quando abaixei a cabeça para me recuperar. -Eu não sei o que anda fazendo com ela, mas... Continue! — levantei a cabeça abruptamente e dei de cara com Edward sorrindo torto. — Eu nunca vi essa garota assim tão mole!

-Pai! — exclamei aborrecida.

-Aproveitem a festa, crianças! — e ele se retirou sorrateiramente. Fitei Eddie timidamente.

-Oi.

-Vem cá. — ele me puxou para seus braços. E eu fui, cheia de amor para dar! -Estou orgulhoso de você!

-Porque motivo? — perguntei deliciando-me com o perfume de seu pescoço.

-Por um momento... — sussurou sensualmente. — Eu pensei que você ia fuder tudo e dar o primeiro pedaço para sua madrasta, com palavras cheias de ironia!

-Ela não merecia tal prestigio. — neguei.

-Mas eu observei algo.

-E o que foi? — irritei-me. — Pare de dizer as coisas pela metade.

-O Demônio não gostou sobre a citação que fez sobre sua mãe. — disse com pesar. Continue inspirando o perfume dele.

-Ela que vá para o Inferno, cuidar das almas penadas! — exclamei, fazendo-o rir. Ele virou o rosto e eu recuei o meu, sabendo o que viria a seguir. Edward tomou meus lábios para si com uma grande dose de possessão. Aquele beijo me fez pressionar as coxas uma contra a outra, para reprimir meu desejo por ele.

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Don't Stop the Party — BEP

Eu dançava entre Edward e Kim, com seu vestido escandalosamente curto! Sentia-me livre o suficiente para rir e gargalhar em momentos não apropriados, para sentir tesão dos movimentos que Edward fazia perto de mim ou de quando me apalpava a bunda com força, sentia-me livre para rebolar com Kim ate o chão e encochá-la (ou ser encochada) quando a batida exigia movimentos sexys. Eu sentia a liberdade em cada átomo do meu corpo!

Isso era maravilhoso!

Eu estava muito doida! Já era o... Quinto copo de Vodka que eu bebia? Eu ri jogando a cabeça para trás e a apoiei no ombro de Edward, ouvindo sua risada também. Rebolei sensualmente perto de sua região debaixo. Em resposta, e muito sutilmente, sua mão desceu ate achar meu sexo por cima do vestido e o apertou, dando-me um alerta. Levantei meu copo pra cima e com a mão livre toquei o ombro de Kim, que fazia questão de descer ate o chão com a bunda virada para mim. Eddie tomou o copo de mim e o virou.

-Droga! — amaldiçoou. — Está vazio!

-Merda! — desanimei-me, perdendo o compasso.

-Vou buscar mais! — deu-me um chupão no pescoço e se afastou, aos empurrões. Abracei a cintura de Kim.

-Miga, aqui tá bem melhor que aquela balada furreca que fomos! — Kim disse risonha. Seu copo de cuba libre também estava vazio.

-Sua bebida também acabou? — exclamei aborrecida. — Que saco!

-Não é uma porra, mesmo? — ela se virou e beijou meu rosto. — Já volto aniversariante!

Logo, eu estava cercada somente por estranhos e semi conhecidos. Continuei dançando e rebolando, quando senti alguém atrás de mim. Sem me importar com quem era, insinuei-me e virei-me de frente, alisando o peitoral do homem. Eu estava alienada demais para querer saber quem era!

Ainda remexendo no ritmo da musica, continuei meus movimentos e subi os olhos. Mordi os lábios e os umedeci. O homem estava com um chapéu estiloso, meio de lado. Mesmo com a pouca luz e com a outra que não parava de piscar, eu pude ver sua pele branca... Junto com o cabelo verde fluorescente. No mesmo instante, eu o empurrei com todas as minhas forças e virei-me para fugir dali o quanto antes e achar Edward!

Dei de cara com uma mulher pequena com traços finos, cabelos castanhos repicados em todas as direções com uma mecha rosa do lado direito. Uma tatuagem de Serpe* em miniatura perto do olho esquerdo chamava a atenção de qualquer um.

-Ele disse que íamos te achar! — sua voz suave tinha um quê de deboche. Fechei a mão em punho, pronta para acertar-lhe uma porrada master, mas infelizmente, ela foi mais rápida. Eu senti a lamina fria perfurar-me a barriga com maestria. Inspirei fundo e minha expressão congelou no choque. Primeiramente, não senti dor! Maldosamente, ela girou a lamina no local onde estava. Ofeguei estremecendo. -Agora seja uma boa menina e morra de uma vez!

Pestanejei rapidamente querendo tocar o local onde eu ainda sentia o objeto estranho me perfurar. Quando reuni um pouco de coragem, toquei o cabo do que quer que fosse e trinquei os dentes, pois doeu pra porra! Ofeguei de novo e olhei para baixo. O sangue começava a manchar o vestido. Senti minhas pernas fracas e a cabeça pesada. Eu não podia desmaiar antes de Edward chegar.

-Bella? — ele tocou meu ombro e eu me virei lentamente cambaleando. Ele congelou por três segundos. Foi o tempo de eu não ter mais forças e amolecer o corpo de vez. Senti-me caindo pesadamente para frente. Edward foi mais rápido e pegou-me nos braços, deitando-me no chão. — Bella!

-Ahn... — gemi fazendo uma careta.

-Bella. — Edward choramingou. — Quem fez isso?

-Eu não sei. — sussurei de volta. Kim, voltando do mesmo lugar que Edward, soltou um grito alto e agudo, fazendo a musica parar e as luzes ascenderem. Ela se ajoelhou ao meu lado quando as pessoas se dissiparam da minha volta, com os olhos brilhando de surpresa. Minha visão de encheu de pontos coloridos e brilhantes. Arfei sentindo o corpo ficar mole.

-Bella! — Edward rosnou. — Não durma! Fiquei aqui... — deu tapinhas em meu rosto. — Fica comigo, Bella! — ele gritou. Engoli seco.

-É meu aniversario. — grunhi ofegante. — Posso lhe pedir algo? — Edward assentiu distante e sem querer demonstrar a dor que estava sentindo. -Me beije!

Ele afagou meu rosto e se inclinou sobre mim, encostando seus lábios nos meus. Fraca, tentei devolver a caricia, mas não tinha força para levantar o braço. Com os lábios de Edward sobre os meus, eu me entreguei a escuridão. E simplesmente apaguei!

Links Importantes:

Bella casual (do capitulo passado)

Vestido da Bella

Serpe* — é todo réptil alado semelhante a um dragão, mas de dimensões distintas, muito encontrado na heráldica medieval.

Geralmente as serpes apresentam apenas duas patas (ao contrário dos dragões ocidentais, que sempre possuem quatro), sendo que no lugar das dianteiras estão suas asas, o que a torna similar a uma ave.

Notas finais
~foge~
Nao preciso dizer nada, nao é? Talvez precise, em minha defesa... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Voces devem ter sentido falta da narração do nosso T grande do Edward. Eu vos explico! Simples! Proximo capitulo é ele quem narra õ/ E olha... nao foi facil escrever um capitulo somente dele!
E entao? Serio... Como eu disse num capitulo ai, vou enxergar o amor de voces em cada ameaça! HAHAHAHAHAHA
PS: Quem esta assistindo o Rock In Rio? Estou ansiosa pelo show do Guns de hoje õ/ E 2013... É eu que vou tá lá! AHAHAH
Beeeeeeeeijos e ate sexta/domingo
Bj ;*