The Killer

44 XLIII - Doces sonhos...


Notas iniciais
Era pra esse capitulo ter saido ontem, mas eu me explico lá embaixo :D
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BOA LEITUUUUUURA!!!

XLIII — Doces sonhos...



Narração: Cullen


-Quer comer em algum lugar especifico? — perguntei quebrando o silencio.

-Não. — respondeu. Dei a volta com o carro e peguei o caminho do Central Park. Era um local que tinha um significado para nós dois! Pouco tempo depois, parei ao lado do parque. -Não podemos ir direto pro meu apartamento?

-Não. — rebati saindo do carro. Dei a volta e abri sua porta. — Bella você não precisa ficar enfurnada num ambiente fechado... Precisa respirar ar puro!

-E você ainda diz que não sou uma porra de um monstro egoísta. — resmungou saindo do carro. Fechei a porta e a imprensei contra o veículo.

-Pare de se lamentar por quem está cagando pra você, Isabella! Inferno! — rosnei rente ao seu rosto. Ela sustentou meu olhar de um jeito gélido. — Eu estou aqui por você, caralho... E nem que você tente me afastar, eu ainda estarei aqui! — dominei seu rosto com minhas maos. — Eu te amo, Bella... E lhe ver sofrer, é o meu sofrimento!

Ela apenas fungou e passou os braços pelo proprio corpo. Eu a abracei, confortando-a.

Passeamos pelo Central Park de mãos dadas, como um casal normal. Acho que teriamos que fazer isso mais vezes! Fazia-me repensar tudo o que eu já havia feito na vida e o que queria fazer... Um piquinique todo domingo!? Andar de pedalinho aos sabados a tarde? Jantar fora três vezes na semana, sempre em restaurantes diferentes? Um filme em casa? Qualquer programa com Bella seria... Espetacular! Não precisavamos viver nesse universo alternativo de assassinos. Tinhamos direito a uma vida sem sal, como todos tinham! Eu mantinha o olhar perdido, sem focar em algo especifico. Estavamos sentados numa das varias mesas espalhadas por ali, direcionada a um programa familiar. Bella estava sentada em cima da mesa com as pernas cruzadas, enquanto eu estava no banco.

-Eu me lembro daqui. — ela disse suavemente. Eu a fitei, surpreso. — O dia que me mandaram aquele presente desgraçado... Voce me trouxe pra cá!

-Voce precisava respirar ar puro. — falei. Minha voz saiu mais seria do que pretendia. Ela riu, lembrando-se de algo.

-Voce brigou comigo quando tentei comer dentro do seu carro. — eu ri tambem. — As coisas pareciam mais complicadas!

-Engano seu, amor. — disse. — As coisas pareciam mais faceis...

-Porque?

-Por que não estavamos tão envolvidos um com o outro. — minha mão procurou pela sua, que não hesitou em entrelaçar os dedos nos meus. -Você falou mesmo com Alice sobre o casamento?

-Nâo. — respondeu dando de ombros. — Eu contrato qualquer uma que saiba realmente o que esta fazendo... Mas nâo é realmente isso que quer saber, não é?

-Você sabe que eu tento ser diferente com você. — falei me referindo a pergunta que não havia respondido. — Uma hora você ia me responder... Apesar de eu querer a resposta imediatamente!

-Eu fiquei no sofa... — contou-me. — Eu ouvi um barulho e pensei que era você, indo me tirar de lá! — "Na verdade, quando eu fui, você nem viu..." pensei. -E era ela, descendo as escondidas com a mala na mão. Perguntou a mim se eu podia lhe avisar que havia saido e que não ia voltar... Eu disse que não podia fazer isso, já tinha minhas pendencias com você! Era assunto seu e dela... Não podia me meter!

-Ela pediu desculpas por ti colocar nessa situação. — falei beijando sua mão.

-Depois da merda feita, é bem facil dizer isso... — resmungou azeda. Sorri torto.

-Na verdade, demorou para Alice tomar essa decisão. — falei. — Ela só não precisava ter fugido de mim... Gostaria de ter me despedido corretamente da minha irmã!

-Ela teve medo da sua reação. — Bella deu de ombros, como se dissesse "você é muito violento!".

-Foi só uma desculpa! — contrariei. — Na verdade, Alice não se despediu de mim, com medo de não ter coragem o bastante para ir embora e me deixar...

-Bom, você a conhece bem melhor que eu. — deu de ombros de novo. Bella descruzou e cruzou as pernas novamente do lado oposto. O movimento lento me chamou a atenção. Meu desejo por ela se acendia por qualquer ação e movimento: ela coçava a cabeça e o modo como fechava os olhos me enchia de tesão; se inclinava e eu podia ver o vão entre seus seios, faltava me enlouquecer; quando ia amarrar os cabelos e arrebitava a bunda sutilmente, me fazia querer dar uns tapas! Coisas banais que não atrai os outros homens, me fazia subir pelas paredes! É claro que se Bella coloca uma lingerie sexy e dançasse pra mim surtiria o mesmo efeito devastador... Talvez, ate pior! Mas eu garanto que se fosse tarde o bastante da noite, eu tentaria algo com ela ali mesmo... No meio do Central Park.

Engoli seco.

-Vamos embora? — levantei-me com cuidado. Havia um volume grande dentro do jeans que eu vestia. Presa ao nosso proprio magnetismo, Bella olhou para baixo, na direção do meu volume e umedeceu os labios.

-Serio mesmo que lhe excitei só por cruzar as pernas? — desceu da mesa com cautela. Continuei meio escondido. Havia familias, crianças e casais pelo local.

-A sua cruzada de pernas incentivou minha mente libidinosa... E eu criei algumas cenas! — falei sorrindo torto. Ela me fitou curiosa.

-Cite uma delas. — pediu mordendo os labios.

-Você... — sussurei em seu ouvido. — Em cima da mesa... — minha mão passeou por sua cintura. — Com as pernas abertas... — mordisquei seu lobulo. — Se tocando!

-Como você faz isso? — gemeu as palavras para mim, quase amolecendo o corpo. Beijei seu pescoço.

-O que?

-Como pode me excitar com as palavras? — perguntou retoricamente. -Vamos fazer o seguinte... — continuei beijando seu pescoço. Ela gemeu de novo. — Edward, pára! Não vai ser legal sermos presos por tentar transar num lugar publico...

-Tem razão... — afastei minha boca relutante e ri. — O que seu pai pensaria de nós?

-Eu me viro. — ignorou meu comentario malicioso. — Você abraça minha cintura por tras...

-Sua bunda vai ficar virada pra mim? — perguntei arregalando os olhos. — Desculpe, amor, mas não vai ajudar muito... Sua bunda virada pra mim foi minha segunda cena pervertida!

-E vamos abraçados como se fossemos um casal apaixonado ate o carro... — e se virou, olhando-me por cima do ombro. — Porque chegando lá... Eu cuido de você!

-Vadia! — murmurei, abraçando-a apertado. Eu ouvi seu suspiro ao me sentir tao perto. -E agora!?

-Anda, não me faça perder a concentração... — sussurou.

Fomos andando e parando de vez em quando, fingindo caricias leves, quando na verdade sabiamos que eram mais pesadas que qualquer outra. Ninguem pareceu notar minha ereção... Ah não ser Bella, que lutava para não arrebitar o quadril ou se inclinar o bastante para que eu a pegasse de jeito. Entreguei-lhe a chave do Porsche.

-Abra a porta pra mim, por favor. — pedi. E assim ela fez, deixando-me entrar sem demora. Deu a volta no carro e sentou-se ao meu lado, travando as portas em seguida. -Trancando o carro? Quais são suas intenções comigo, senhorita Swan?

-As piores possiveis. — respondeu maliciosa. — Ponha o carro em movimento... Não quero que ninguem perceba o que ocorre aqui dentro!

Liguei o motor

T.N.T. — AC/DC


Sai em alta velocidade e comecei a vagar pelas ruas de NY. Bella escorregou pelo banco e se acomodou em cima do freio-de-mão. Colocou seus oculos escuros em mim e deu-me um beijo molhado no rosto. Sua mão escorregou por minha perna e coxa, fazendo-me contrair. Apertei o volante entre os dedos. A diaba riu e desceu para meu pescoço. A mão que alisava minha coxa, subiu e desceu em meu peito. Respirei fundo, mantendo os olhos na estrada a minha frente. Mantive a mesma pressão no acelerador. Agil, desceu as mãos e abriu o botão do meu jeans e o ziper.

-Erga o quadril, por gentileza. — fiz o que pediu. Ela desceu minha calça e cueca ate os joelhos numa facilidade assustadora. -Campeã em sexo rapido no carro... Não se assuste com minhas manhas!

-O que mais você esconde? — perguntei um pouco tenso. Bella voltou a se acomodar em seu ascento e foi se inclinando aos poucos, com o olhar impregnado de luxuria.

-Acha mesmo que eu vou mostrar tudo de uma vez pra você? — rebateu e em seguida murmurou aprovando. -Hmmm...

No primeiro contato de sua lingua com a cabeçinha, tive vontade de fechar os olhos e relaxar. Os abri ainda mais e mantive-me vigilante a rua e seus pedestres. Bella mordiscou e lambeu, segurou-me entre a mão e fez o movimento para cima e para baixo. Suspirei apertando ainda mais o volante. Ela substituiu a mão pela boca... Foi quando não aguentei mais e segurei seus cabelos, ajudando nos movimentos.

-Ai caralho... — murmurei e gemi, forçando sua cabeça subir e descer em meu colo. -Aí Bella... — suspirei de novo a sentindo sugar meu pau como se fosse um grande pirulito saboroso. Conforme ela investia mais nas sugadas e nos movimentos, eu pressionava mais o pé no acelerador. Quando vi, atravessavamos a ponte George Washington a 120km/h. E a velocidade só subia! — Ah!

Murmurei tentando mover o quadril. Eu queria alivio, não tortura! Bella parou de me chupar. Eu não gostei disso!

-Mas que porra...? — tentei perguntar. Quando a fitei, ela lambia os labios e terminava o trabalho com a mão. Friccionava com rapidez e agilidade. Enrijeci os musculos e gozei. Bella caiu de boca de novo. Quase fazendo o volante virar farelo em minhas mãos, guiei o carro ate minha casa.

Narração: Swan

-Olha que lindo! — falei vendo-o voltar com Sesi numa gaiola propria para gatos. — Só veio aqui buscar minha gata?

-E algumas roupas... Não tenho roupas em seu apartamento! — disse abrindo minha porta. Preparei-me para receber minha gata em meu colo. -Pula pro banco do motorista, Mentirosa... Voce vai dirigir agora!

-Eu? — questionei assustada. — Porque eu?

-Por que eu quero. — disse sem paciencia. Revirei os olhos. — Anda... Vaza para o lado de lá, Bella!

Escorreguei para o banco do motorista. Tirei meus sapatos e joguei no banco de tras, onde em seguida, Edward colocou a gaiola de Sesi. Ele se acodomou confortavelmente no banco onde eu estava. Liguei o carro e parti de sua casa. Eu dirigia com cuidado, parando lentamente em cada sinal. Eu sentia o olhar de Edward queimar-me a pele... O fitei rapidamente e vi seus olhos grudados em mim.

-Fazer boquete num cara dirigindo é facil... — sussurou de modo vingativo. — Quero ver você sentir o que eu senti sem nos matar!

Engoli seco.

-Edward, não me provoque dessa maneira. — choraminguei. O carro atras de mim buzinou, sobressaltando-me. Edward sorriu torto. Coloquei o carro em movimento outra vez. Sua mão começou a brincar em meu joelho... E foi subindo aos poucos, apertando a parte interna da minha coxa. Apertei o volante. Edward aproximou-se e destribuiu beijos por meu antebraço, braço, ombro e pescoço. Isso me arrepiou!

-Quanto mais rapido voce chegar em seu apartamento, melhor! — cochichou sedutor. Aumentei a pressão no acelerador.

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Mal parei o carro na garagem e ele já me puxou para seu colo. Enrosquei os dedos em seus cabelos e ele apertou minha cintura, incentivando os movimentos que eu fazia com o quadril. O beijo selvagem combinava com a situação. O espaço que o carro disponibilizava parecia não ser o bastante para mim e Edward... Era bom e ao mesmo tempo, ruim! Abraçou-me junto a si, espalmando as mãos em minhas costas, arranhando-as de leve em seguida. Separei minha boca da dele e joguei a cabeça para tras, deliciando-me com seus beijos em meu pescoço.

-Você não acha... Que devemos subir!? — perguntou com os labios grudados em minha pele. Tentei inspirar fundo, mas só pareceu um arfar. Ofeguei quando sua mão apertou minha bunda.

-O carro não nos dá espaço o suficiente. — reclamei com a respiração rapida. Edward recuou a cabeça ate o encosto do banco, com as bochechas rosadas e assentiu, concordando comigo. -Vamos subir, antes que a coisa fique ainda mais séria...

-Séria como? — perguntou franzindo a testa. Sua respiração estava como a minha. -Você nua e eu tambem?

-Algo assim. — afirmei, abrindo a porta do carro e saindo de seu colo. Edward demorou um pouco mais e percebi que o volume dentro do seu jeans era grande o suficiente para romper o ziper... E nos matar de vergonha! Ali na garagem batia um ventinho fresco e relaxante, o que acalmou nossos hormonios enlouquecidos e sedentos por sexo. Encostei-me no carro, sentindo a lataria gelada esfriar meu corpo.

-Bella? — chamou-me. Inclinei o corpo de modo que eu pudesse ver dentro do veiculo.

-Sim?

-Minha ereção ainda está muito perceptivel? — perguntou fitando o teto. Baixei os olhos. Não estava tão grande... Mas tambem não havia desaparecido!

-Dá para chegarmos ate meu apartamento. — falei pensativa. Edward pegou sua pequena mala e a gaiola de Sesi, saiu do carro que nem olhou em minha cara. Franzi a testa confusa. -O que foi? — ele parou a tres metros de costa pra mim.

-Se eu lhe olhar... Vamos passsar vergonha dentro do elevador!

Sorri inclinando-me pra dentro do carro, pegando meus sapatos e as chaves da ignição. Tranquei o carro e caminhei ate suas costas. Dei dois toques em seu ombro e ele continuou a andar, agora comigo em seus calcanhares. Paramos em frente as portas do elevador e eu apertei o botão para chamá-lo, sempre fora das vistas de Edward. As portas se abriram e nós entramos, fazendo compainha para uma senhora idosa com um maldito pinscher dentro da bolsa. Edward ficou entre eu e a senhora... Que não tirava os olhos do meu noivo! Eu a vi analisar cada parte do corpo de Edward e parar o olhar justamente no ponto onde não queriamos que chamasse atenção.

Pigarreei e ela me fitou com cara de pau. Meu olhar era, provavelmente, de dar medo, pois a velha olhou pra frente e não se atreveu a fitá-lo de novo. Enquanto estavamos dentro do elevador, mantive meus olhos nela... Só por precaução! Quando o elevador parou, esperei Edward sair em minha frente e segui atras dele, olhando por cima do ombro, garantindo que ela não estava olhando. E não estava mesmo!

-Posso rir agora? — perguntou prendendo o riso. Passei em sua frente e peguei a chave que Emily deixa no batente, para destrancar a porta. A abri.

-Rir do que? — indaguei fazendo-me de idiota.

-Do seu olhar maniaco dentro do elevador para aquela pobre senhora. — respondeu rindo. Dei passagem para ele entrar primeiro. Assim que passou pelo batente, entrei tambem e bati a porta.

-Pobre senhora... — resmunguei. -De pobre ela não tinha nada!!! Aposto que se voce estivesse sozinho com ela naquele elevador, acompanhado de sua ereção, ela se ofereceria para fazer um boquete!

-Bella! — ele me repreendeu rindo. Dei de ombros e passei a corrente na porta. Caminhei para a sala, onde Edward libertava Sesi da gaiolinha. Minha gata se esticou toda e pulou no chão, sumindo em seguida de nossas vistas. Apoiou sua mala no sofa enquanto eu ficava em pé, somente observando-o. De repente, ele começou a bater nos bolsos e sacou o celular. — Alô? — sentou-se ao lado da mala. Dei passos tranquilos para tras do encosto onde sua cabeça estava. -Oh... — pigarro. — Ola senhor. — paralisei. Que porra é essa de senhor? — Entendi... Entendi... Hm... — murmurava ao celular deixando-me confusa e curiosa. -Não precisa envolvê-la nisso. — disse pesaroso. -Tudo bem... Ate mais! — e desligou, ficando em completo silencio. Voltei a me aproximar e beijei sua nuca. Edward desviou.

-Que foi? — perguntei com a testa franzida.

-Não estou mais no clima, Bella. — respondeu serio. Choque! Edward estava me negando fogo!? Era isso mesmo!? Eu nunca havia sido renegada! E doeu como os diabos. Ofendida e com os olhos ardendo, afastei-me sem graça e envergonhada. Cruzei os braços com a coluna ereta, sentindo-me inutil ali na sala.

-Tu... Tudo bem! — resmunguei amaldiçoando-me por guaguejar. E pensar que menos de 15 minutos atras, estavamos em chamas dentro do carro. Recuei de cabeça baixa. — Sesi? — chamei-a com a voz tremula. Pigarreei para disfarçar. — Sesi! — chamei-a de novo, naturalmente. Ouvi seu guizo ao cruzar o corredor e ela saiu de dentro do meu pequeno escritorio. A peguei no colo e acariciei sua cabeça. -Venha menina... Parece que você me dá mais valor que certas pessoas! — aumentei o tom de voz ao proferir a ultima frase. Fechei a porta do quarto com o pé e deitei-me na cama.

Fiquei um tempo ali, só acariciando minha gata... E pensando na vida! Em tudo o que já havia acontecido comigo e Edward, no odio que eu já nutri por ele. Acabei adormecendo sem querer, imaginando como seriamos daqui há alguns anos... Quando assustei da minha leve pestana, sentia os braços de Edward ao meu redor. Respirei fundo.

-Está brava? — perguntou baixinho. Não adiantava eu fingir que estava dormindo... Ele sempre sabia quando estava acordada!

-Não. — respondi baixinho.

-Magoada? — sugeriu.

-Talvez. — eu não quis confirmar. Ele estreitou o braço ao redor da minha cintura.

-Foi a ligação que recebi, Bella. — se explicou. — Eu fiquei sem reação... Desculpe-me por isso!

-E de quem era? — perguntei deitando-me de barriga pra cima, só para poder ver sua expressão. Ele estava pensativo e serio... Mas era uma seriedade diferente do que eu ja havia visto. Talvez fosse a preocupação de seus olhos que me deixavam alerta.

-Benjamin. — disse o nome com um pouco de dificuldade.

-E quem é ele? — perguntei baixinho. Edward suspirou fechando os olhos.

-Voce deve saber que para as pastas chegarem ate mim, tem alguem que as manda.

-Eu imaginei. — balbuciei não querendo interrompe-lo.

-Ele iniciou tudo... Acho que ate posso chamar de empresa multimilionaria. — contou-me. — Claro que tem quem faz por ele... Quem entrega por ele! E é isso que acontece!

-Entendo. — murmurei ainda observando sua expressão.

-E receber uma ligação do dono desse negocio empresarial... Não é um bom sinal! — e me fitou de um modo que me deu medo do que poderia acontecer a ele.

-Ele pode fazer algo contra você?! — perguntei num fio de voz, já segurando sua mão.

-Contra mim!? Dificilmente. — respondeu. Soltei um suspiro aliviado. — Mas contra você... Eu quase não tenho duvidas!

-Contra mim? Porquê!? — debilmente, perguntei.

-Por que lhe atingindo Bella, ele tambem me atinge... Com uma intensidade maior do que fazendo um ataque direto a mim! — afagou meu rosto. Coloquei minha mão por cima da dele e olhei dentro de seus olhos verdes. -Você é, agora, a coisa mais importante do mundo para mim. A mais importante de toda a minha vida! Não posso perdê-la agora... Justo agora que sei qual caminho seguir, o que fazer...

-Você não vai me perder. — falei realmente tocada por sua declaração.

-Tenho um forte instinto de proteção em relação à você. — sorriu torto. Sorri tambem e aconcheguei-me mais a seu lado, entrelaçando os dedos nos seus.

-Eu sei. — soltei uma risadinha. -E voltando ao assunto... O que ele queria?

-Um breve encontro. — disse puxando-me para o seu peito.

-Vá e volte correndo pra mim. -sussurei fechando os olhos.

-Ainda estará dormindo quando eu voltar. — respondeu no mesmo tom, ao acariciar meus cabelos. Voltei a dormir!

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Narração: Cullen

Fechei o paleto e ajeitei a gravata, observando Bella ressonar tranquilamente. Não era nem 17h:00min da tarde... Eu tinha tempo o suficiente para falar com Benjamin, comprar algo para comermos e voltar para casa e fazer amor com ela. Timing perfeito! Antes de me retirar do quarto, beijei sua testa e afaguei seus cabelos. Ela sorriu por alguns segundos. Peguei um pedaço de papel e deixei um bilhete em cima do meu travesseiro. Sai do apartamento, trancando a porta por fora, empurrando a chave por debaixo da porta em seguida.

Desci pelas escadas, ao inves do elevador.

Na garagem, achei meu Porsche e entrei em meu veiculo, dando partida em seguida. O escritorio X ficava perto do memorial do World Trade Center, onde só os poderosos que bufavam grana residiam seus negocios. Era um trajeto que uma pessoa normal gastava, no minimo, 45 minutos. Eu, por minha vez, gastava 15, no maximo! Eu gostava de correr... Mas sempre passava um pensamento pessimista em minha cabeça: "se eu bater, virarei uma pizza de Porsche!".

Continuei acelerando, mas só de corpo presente... Minha mente parecia ainda vagar dentro do apartamento de Bella. A preocupação de deixá-la sozinha me corroia a alma aos poucos como se fosse acido pingando sem parar. Pinga. Pinga. Pinga. Preocupação. Preocupação. Preocupação. Ela sabia uns bons golpes, afinal, a direita dela me derrubou. Mas tambem só fez isso porque eu estava desprevinido. Os proximos a irem atras dela não estariam mais e era aí que morava o perigo. Minha vontade foi dar meia volta e cuidar da proteção dela... Não foi o que eu realmente fiz: apenas continuei dirigindo em direção ao Predio X.

Não era um tipo de predio que dava pra ser reconhecido que era uma agencia de Assassinos ensandecidos, loucos por dinheiro. Era um tipico predio com vidros espelhados, como a maioria que tinha ali. Era absurdamente grande! Achei um lugarzinho na rua, em frente ao edificio, e estacionei. Sai do carro e o tranquei. Respirei fundo, atravessando a rua pouco movimentada por ser quase o centro da cidade. Passei pelas portas abertas e a recepcionista já me esperava em pé.

-Senhor Cullen? — indagou em duvida. Assenti sem dizer uma só palavra. — Por favor, siga-me... O senhor Benjamin o espera!

Entramos num elevador espelhado com um tapete felpudo vermelho no chão, devida e impecalmente limpo. Tudo parecia precisamente esterilizado... Essa sensação me sufocava! Parecia que eu estava preso na casa de uma pessoa portadora de TOC. Uma musica classica famosa de Mozart quebrava o silencio entre mim e a recepcionista. De repente, as portas de abriram. Espantado, notei que já estavamos na cobertura. A sala de espera era decorada ao estilo minimalistico. Muito mais assustador do que a mania de limpeza...

-Espere aqui, por favor. — disse-me e caminhou elegantemente ate as portas duplas brancas. Olhei ao redor, sentindo um desconforto anormal... A convivencia com Bella e sua paranoia estava me fazendo mal! Logo a recepcionista voltou com o semblante serio. -O senhor Benjamin o espera.

Engoli seco e com passos lentos, caminhei para a sala do Diabo-mor. Benjamin tinha os cabelos loiros-clarissimos repartidos de lado e com muito gel. Agora eu via porque Bella insistiu tanto para que eu parasse de usar o maldito gel. Era horrivel! Benjamin tinha seus 50 anos ou mais, entretanto, mal aparentava os 30. Seus olhos ambar eram calculistas e estavam fixos em mim. Notei que a porta atras de mim foi fechada silenciosamente.

-Imagino que esteja armado. — disse. Seu tom de voz era polido e escorregadio. — Poderia, por gentileza, colocar sua arma em cima da mesa?

-E voce tambem irá colocar a sua em cima da mesa? — rebati petulante. Benjamin sorriu.

-A lingua atrevida dos Cullen. — falou com um sorriso duro no rosto. — Exatamente como seu pai. — respirou fundo. — Sente-se, Edward.

-Prefiro ficar em pé. — ralhei com a mandibula travada.

-Tudo bem. — suspirou profundamente. Houve um instante de silencio. -Você se cansou dessa vida, Edward?

-Como assim? — perguntei ainda desconfiado.

-Quer uma familia e essas coisas que... Eventualmente, todo mundo quer? — explicou a pergunta. -Pra lhe descomplicar a vida: sim ou não?

-Não. — respondi sem hesitar. Ele abriu a boca para continuar, mas eu levantei o dedo. — Eu quero os dois!

-Ambicioso como o pai. — murmurou com os olhos brilhando. -Você sabia que os Cullen ajudaram a erguer essa empresa? Toda a imponencia que temos hoje, metade do credito é dos Cullen... De quando peguei o comando, três gerações dos Cullen passaram por aqui... E eu espero uma quarta!

-Meu filho não vai participar disso. — murmurei.

-Caralho. — rosnou consigo mesmo. — Sinto-me preso num maldito déjà vu hollywoodiano! — apoiou os cotovelos na mesa e se inclinou. — Seu futuro filho ainda não vai participar disso... Se a vida de sua vadia que deveria estar morta, mas está viva graças a você, que chama de mulher estiver envolvida? Isso nâo muda os fatos?

Perdi o châo e fui obrigado a me sentar.

-Ou você pensava que eu não sabia que ajuda ela a se manter viva? — sorriu cinicamente.

-Bella é inocente. — sussurei chocado.

-Muitas outras pessoas que você passou fogo tambem eram e nem por isso hesitou! — pude sentir a ferocidade dele em suas palavras.

-Faria algo contra ela?

-E você ainda acha que não? — rebateu recostando-se na cadeira de couro confortavel. — Vamos fazer um acordo...

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Narração: Swan


Espreguicei-me demoradamente, esticando o corpo pela cama toda. Minha mão se esbarrou num pedaço de papel. Abri os olhos e olhei para o lado. Vazio. Suspirei relaxando e peguei a folha entre os dedos.

"VOLTAREI ANTES DE ESTAR ACORDADA! ASS: E.C."

-Está atrasado. — murmurei rindo. Sentei-me na cama e decidi inovar. Ele podia ter me renegado mais cedo... Mas agora, ele não faria isso de novo! Pulei da cama e fui direto para o banheiro, tomar um belo banho quente. Joguei minha roupa no chão e prendi os cabelos num coque bem elaborado. Entrei debaixo da ducha quente, que de inicio, me arrepiou por inteira.

Depois do banho, escolhi o creme corporal mais perfumado que tinha e massageei parte por parte de meu corpo. Fiz uma maquiagem bem escura nos olhos, abusando do lapis, deliniador e sombra negros. Nos labios, um batom bem vermelho. Soltei meus cabelos levemente ondulados por causa do coque. Por fim, o perfume que um dia Edward elogiou... Sai do banheiro nua e fui a procura da lingerie mais sexy que eu tinha. A renda sempre agradou a Edward, nada mais justo que usa-la agora! Vesti a lingerie e, em seguida, vesti um robe azul claro com detalhes em um tom mais escuro que lembrava a renda. Houve um barulho na sala.

-Edward? — chamei-o euforica. — É voce, amor?

Nada.

Não liguei. Ele não devia ter me ouvido... Nada serio! Abri a porta do armario e procurei por algum vestido digno de combinar com minha lingerie. Logo achei um bege, feito de renda tambem... Peguei o cabine cuidadosamente, observando a peça maravilhada. Minha tarde havia sido a pior de todos os tempos, mas isso não indicava que minha noite teria que ser assim tambem. Eu tinha Edward e no momento, era de tudo o que eu precisava! Deixei o armario aberto e avancei para o banheiro com o vestido em mãos, quando ouvi o barulho na sala novamente. Parei no meio do caminho.

-Edward? — chamei-o outra vez e não obtive resposta. Senti um frio na espinha com o silencio perturbador. -Edward, é voce? — a porta do meu quarto foi empurrada lentamente rangendo como nos filmes de terror.

Sweet Dreams — Marilyn Manson


Olhei fixamente, sem respirar, através do quarto, dentro dos olhos escuros do Assassino, e ele retribuiu satisfeito o meu olhar. O Assassino sorriu de um jeito simpático enquanto avançava para me matar.

Larguei o vestido no chão e tentei saltar por cima da cama. Ele foi mais rapido e segurou minhas pernas, já tombando seu corpo no meu. Debati-me desesperadamente enquanto era virada de frente para ele. Ele sorria perversamente, como se quisesse me mostrar que suas intenções eram as piores possiveis. Ao me debater, acabei por acertar um tapa em sua face, fazendo-o segurar minhas mãos acima da cabeça.

-Isabella. — cantarolou meu nome. Fiz uma careta. — Há quanto tempo não nos vemos!

-Me solta! — rosnei. Ele forçou sua entrada entre minhas pernas.

-O que foi? — sussurou em meu ouvido. — Não sou o seu tipo de Assassino preferido?

-Seu nojento! — gritei. Jacob lambeu meu rosto. Eu precisava reagir! De algum jeito, que não sei como, consegui empurrá-lo com força com os pés, derrubando-o da cama. Rastejei-me para o outro lado e cai pesadamente no chão, já saindo em disparada do quarto. Minha esperança era chegar no corredor e acenar para a camera por ajuda. Mas minhas esperanças morreram quando o senti segurar-me pelo robe. Sai rapidamente de dentro da peça e corri ainda mais. Um corpo se chocou contra o meu, derrubando-me sem piedade no chão de madeira. Uma dor ardente tomou conta do lado direito do meu rosto. -Me larga!!! — gritei me debatendo. Eu não podia me render!

-Agora entendo porque o Cullen ficou com você... — murmurou malicioso e apertou-me a bunda. Sacudi meu corpo inumeras vezes, tentando fazê-lo sair de cima de mim. -Voce é gostosa, Isabella. — e subiu a mão pela minha cintura, apalpando meu seio em sequencia. Soltei um som enojado. Jacob me soltou.

Desesperada, tentei me rastejar para longe de si. Ele me puxou pelas coxas e me virou de barriga pra cima. Acertei-lhe outro tapa e dois socos. Jacob forçou o quadril contra o meu e soltou o peso de seu tronco em cima de mim. Agora, eu estava sem saida! Tentei soltar os braços, mas seu aperto machucava-me os pulsos. Qualquer movimento meu parecia deixa-lo ainda mais proximo de qualquer ato sexual. Eu estava perdida!

-Cade sua educação? Hm? — questionou. — Sabe, voce é uma mulher de sorte...

Rosnei virando o rosto para a porta da cozinha só para não ver seu rosto perto do meu.

-Mas meu problema não é com voce. — sussurou lambendo meu pescoço. Choraminguei querendo ajuda. — Meu problema é com Edward...

-Edward? O que ele lhe fez? — perguntei desafinada. Ele se ajeitou em cima de mim.

-Algo pessoal. — resmungou descendo uma das mãos e alisando minha coxa. Meu estomago revirou. — Se lembra da Heidi!? Soube que ela saiu da cidade...

-Hm... — resmunguei tentando achar uma saida.

-Pra onde ela foi, Isabella? — perguntou.

-Eu não se...

Recebi um tapa forte no rosto, fazendo as lagrimas arderem em meus olhos.

-Não minta pra mim agora! — gritou perto do meu ouvido, fazendo minha cabeça tinir. -Onde. Está. Heidi?

-Eu não sei. — gritei de volta deixando as lagrimas sairem. -Eu juro que não sei onde ela está! Eu não sei!

-Não está mentindo, está? — perguntou forçando o quadril contra o meu. Chorei desesperadamente. Eu não queria ser estuprada por um maniaco assassino... Meus soluços eram suplicas para que nada ocorresse! Jacob ria, se divertindo com meu medo. -Se estiver mentindo... Ah Isabella...

-Não estou. — balbuciei desafinada. Eu olhava para todas as direções, menos para ele ali em cima de mim.

-Isso é muito bom. — murmurou alisando meu corpo de novo. Chorei mais sofregamente.

-Por favor... — e neguei com a cabeça. — Por favor... Por favor! — implorei com a voz entalada no meio da garganta.

-Hm... — gemeu perto do meu ouvido. Eu só conseguia balançar a cabeça e chorar, torcendo para que nada de ruim acontecesse comigo. -Sabe de uma? Eu volto mais tarde... Pra conversar com Edward. — puxou meus cabelos pela raiz. Evitei gritar, mas minhas mãos voaram para o local onde ele segurava, tentando aliviar a pressão. — E se ele não me disser onde Heidi está... Vou mata-lo! — disse maldosamente. Eu só consegui sentir uma forte dor no peito. — Em sua frente. Bem lentamente!

-Não! Edward, não! — se mais alguem que eu amasse me deixasse, eu não saberia o que fazer!

-E vou lhe reinvidicar para mim, Isabella... — terminou sussurando. — Vamos sair pelo mundo procurando aquela vadia da Heidi e acabar com a raça da mesma... E do meu filho que ela espera!

-Nem por um cacete! — resmunguei. Levei outro tapa.

-Se me provocar mais, resolvo fazer o serviço agora e ainda fico esperando seu amado. — ameaçou-me. Neguei freneticamente. -Boa escolha! Agora eu vou... Mas tarde eu volto!

Saiu de cima de mim, não sem antes de tentar me beijar a força, pressionando os labios contra os meus. Não reagi! Apenas o empurrei para longe e continuei no chão. Jacob me analisou com seus olhos negros, olhando meu corpo com malicia. Continuei chorando ali, jogada as traças. Ele virou-me as costas e saiu do meu apartamento. Deitei-me de lado e chorei ainda mais sofridamente. Edward morto... Em minha frente... Era crueldade demais para digerir agora! Eu não suportaria tal ato... Eu preferiria morrer do que vê-lo morto e ser possuida por Jacob. Sentei-me, sentindo-me esgotada demais para continuar soltando lagrimas. Respirei fundo varias vezes, para recuperar o controle. Eu tinha que estar mais animada quando Edward chegasse...

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~

Eu estava na sala, devidamente maquiada e vestida, somente esperando-o cruzar a porta. Meus braços estavam moles por cima da barriga. Ouvi a porta ser aberta.

-Me atrasei, desculpe. — disse e soltou um suspiro. -Trouxe algo para comermos!

-Estou sem fome. — murmurei. Ele veio ate mim e beijou-me a testa. Tirou o paletó e colocou a pistola em cima da mesinha de centro.

-Tem certeza? É hamburguer... — sua voz se afastou. -Eu estava com vontade de provar de novo. — aumentou o volume do tom para que eu pudesse ouvi-lo. Ele continuou resmungando alguma coisa que eu não entendia... Não entendia porque minha atenção estava em outro lugar (ou objeto, em meu caso). Sua pistola nunca brilhou tanto para mim e então eu soube, com um clique estrondoso, o que era bem evidente: Edward nunca deixaria ninguem se aproximar o bastante para me matar... Mas eu tambem não o teria para sempre! Lentamente, inclinei-me para frente e com cuidado, peguei a pistola entre os dedos. -Bella, me desculpe mesmo! Eu não devia deixá-la sozinha... Não hoje! Mas era importante!

-Tudo bem, Edward... Não estou lhe condenando por nada! — falei sem vida. -Tenho que lhe contar uma coisa.

-Ok. — concordou e veio se sentar em minha frente. Franziu a testa quando viu que eu estava segurando sua arma. — O que quer falar?

Soltei um suspiro profundo.

-Eu percebi que voce não vai deixar ninguem me machucar. — falei encarando a pistola em meu colo. -Mas eu tambem percebi que não quero ti levar comigo caso algo aconteça! — Edward me fitava sem entender porra nenhuma. Respirei fundo. -Entao eu decidi que... Vou me suicidar!

Não tive coragem de encarar a traição que seus olhos me fitavam. Sua respiração se alterou, enquanto eu me mantinha calma. A explosão de Edward demorou cerca de 45 segundos depois da bomba ser lançada. O que eu tinha a fazer era ouvir, porque eu sabia que estava certa!

-O que disse? — perguntou chocado.

-Vou me suicidar. — repeti.

-Mas nem por um caralho voce vai fazer isso! — gritou transtornado com lagrimas nos olhos. Aquela seria nossa pior discussão... E nossa ultima tambem!

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Bella de lingerie

Bella com o vestido

Notas finais
Calmaê, vamos por partes!
Ha dois dias, completando tres hoje a tarde, minha cpu está formatando, consequentemente, estou sem computador. Nao completamente graças ao notebook do meu IRMA ingrato que nao sabe dividir as coisas. Ponto! HAHAHA Aí, ontem de manha eu estava usando o note escondido pra postar esse capitulo lindão, o site foi fechado pra manutenção!
Aí ja viram, fui trabalhar e na hora que voltei, todaaaaaaaaaa animada pra postar, quem estava com o note?! É, ele (meu irmao), o terrivel! Por isso do capitulo estar sendo postado hoje. Sorry guys!
Outro ponto importante, eu sempre posto o capitulo de Standby antes do de TK... ENTRETANTO, minha beta viajou e nao me mandou os capitulos... Entao, só haverá postagem quando ela retornar!
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Agora sobre aqui mesmo... Sacaram porque eu nao podia deixar a Bella gravida? Eu seria um monstro! :( Foi muuuuuuuuuuito dificil escrever esse capitulo... Acho que por ser o penultimo :( O ultimo é daqui a duas semanas mesmo! E podem preparar os lenços, porque eu abusei no drama e as musicas me ajudaram muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito! Só pra voces terem uma noção, eu usei "My Immortal" muahahahahaha
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Hoje eu to muuuuuuuuito feliz porque teve uma leitora que superelevou meu ego, "recomendando" a "fique" ~os fortes entendem~ pela segunda vez. Obrigada meu bem! Se quiserem, podem recomendar, porque eu adorooooooooo!!! *--*
Quero dedicar tambem a uma leitora que fez niver essa semana, parabens amorezinho *-*
Saibam que a M aqui, ama todas voces... *-* ♥
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Nos vemos daqui duas semanas, minhas lindas (e se tiver algum lindo aí no meio... Sinta-se amado tambem)
Beijos maliciosos da dona M ;*