The Killer

42 XLI - Canção de ninar


Notas iniciais
Oooooooooooooooooooi!!!
Duas semanas se passaram e cá estou eu, dando-lhes um capitulo liiiiiiiiiiiiiindão!
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Boooooa leitura!!! �/
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PS: eu mudei o nome do capitulo umas 300 vezes... E ainda nao gostei desse nome. Comolidar? ¬¬

XLI — Canção de ninar


Narração: Swan


–E então!? Alguém? — perguntei baixinho. Edward estava espiando o Porsche há uns 2 minutos, o que era muito tempo em nossa atual situação.

–Ninguém. — respondeu puxando-me pela mão. Andamos como se fossemos pedestres normais com alguma pressa para chegar ao destino. Edward não me deixou dar a volta no carro, arrastou-me junto a si enquanto olhava para todos os lados. Tirou a chave do bolso e destrancou o carro. Abriu a porta e me fez entrar pelo seu lado. Com algum trabalho e grunhidos de esforço, passei para o banco do passageiro. Ele se sentou no do motorista e ligou o motor. -Vamos para minha casa...

Não! — gritei sobressaltando-o.

–Por que!? — perguntou.

–Porque estão indo pra lá... É mais que obvio! — falei incomodada. Edward me fitou com a testa franzida e arrancou com o carro.

Alice. — sussurou acelerando mais.

–Vamos para o meu apartamento. — sugeri rapidamente. -De lá você liga para ela. — olhei para frente, não querendo ver seus olhos me analisarem.

–Você não esta escondendo nada de mim, não é!? — perguntou dobrando varias e varias ruas... Eu tinha me perdido e não sabia onde estávamos. Neguei com um aceno e me abracei. -Parece que está!

–Edward, eu tive uma noite cheia, ok? Mal pude ficar extasiada, estou assustada e com frio... Então, dá um tempo! — tentei ser grossa para não contar a ele que Alice havia saído de casa escondida.

–Tudo bem. — resmungou. -É melhor trocarmos de roupas...

–Por favor, me diga que não usarei outra peruca? — perguntei virando meu corpo em sua direção. Edward não me olhou, mas sorriu.

–Você não usará outra peruca... — disse-me. — Mas se quiser usar uma ruiva, não vou reclamar!

–Ah desculpe-me, não vou incentivar suas fantasias sexuais com sua primeira vadia. — rebati balançando a cabeça indignada. Ele riu de novo.

–Você não estará incentivando nada Bella... Você ficou realmente sexy com aquela peruca! — suspirou saudoso. — Um verdadeiro tesão!

Balancei a cabeça de novo. O ronrono do motor era a única coisa que quebrava o silencio entre nós. E não era qualquer silencio, não era pesado nem nada, era apenas... Tranqüilo, como poucos que tivemos! Relaxei o corpo no banco e virei o pescoço, de modo que pudesse observar o borrão que a paisagem escura se transformava. De repente, foi ficando claro demais... Inspirei com preguiça e estiquei a coluna, estalando-a. Era um shopping e por incrível que pareça, ainda estava aberto. Quando mais ficava tarde, mais a temperatura ia caindo. E devido ao meu vestido, eu estava me sentindo praticamente nua!

–Está brincando!? — murmurei ao ver que a entrada para o estacionamento era em formato de caracol. -Isso é tão clichê! Qual a probabilidade...?

–Qualquer uma que seja bem baixa. — Edward me respondeu começando a subir. Era um tanto nauseante sentir o carro dando voltas e mais voltas... Foi quando meu estomago embrulhou de vez.

–Edward, para o carro. — pedi com a mão na barriga.

–Aqui e agora? Não dá, Bella!

–Dá pra parar, por favor!? Não quero sujar seu carro... — murmurei reprimindo-me ao máximo. Isso bastou para fazê-lo frear, cantando pneus. Abri a porta com cuidado e botei a cabeça pra fora... Junto com meu precioso jantar!

–Você... Está bem? — perguntou-me preocupado. Acenei positivamente, ainda respirando o ar noturno gélido. -Não esta, não! O que tem, Bella!?

–Só uma combinação errada de medo, adrenalina, o jantar e muitas curvas. — respondi fechando a porta. -É melhor continuar subindo.

Edward continuou o trajeto no mesmo instante, mas ainda me olhava desconfiado quando paramos no penúltimo andar do estacionamento. Desci do carro e um vento frio elevou meu vestido, arrepiando-me. Abracei-me novamente. Só senti seu paletó sendo colocado sobre meus ombros, para eu vesti-lo avidamente. Edward abraçou-me os ombros e de junto ao seu corpo, dando-me calor humano.

–Vamos trocar as roupas. — contou-me. — Nada de perucas!

–Eu uso peruca, se você usar boné! — provoquei.

–Pensei que gostava do meu cabelo assim... — e apontou para a cabeça. Elevei a mão e toquei as mechas claras entre as escuras do tom de cobre.

–E gosto! — respondi. — Mas vão ti reconhecer rapidinho com esse cabelo que chama atenção... Se eu não posso ser reconhecida, você também não pode!

–Sabe que esta ficando inteligente? — brincou. Soltei um riso irônico, para sua diversão. — Ok, eu uso o boné... — e completou malicioso. — O que não faço para lhe ver de peruca ruiva, Isabella!?

–Você é um pervertido. — ri.

Entramos no shopping e descemos para o primeiro andar numa escada rolante. A primeira loja que Edward viu que vendia de tudo forçou minha entrada. Era ampla e bem iluminada. Se eu tinha que parecer uma qualquer, tinha que me vestir como uma qualquer... E isso não era tão difícil, eu só tinha que esquecer meu estilo. ! O que já era um desafio mútuo pra mim. Respirei fundo e me afastei dele, analisando as araras de roupas.

Se vestir como uma qualquer... — murmurei pensativamente. -Mas quem disse que não posso fazer isso com estilo!?

Foi então que as peças sobressaíram em minha frente e eu as agarrei, indo para o provador. Logo Edward me seguiu, curioso com minha escolha. Entrei no cubículo e fechei a cortina atrás de mim. Despi-me e vesti a roupa sem pressa. Não havia pego a peruca! Isso eu deixaria Edward pegar, afinal, era ele o dono das fantasias sexuais. Ajeitei a jaqueta, sentindo-me ridícula. Inclinei-me para abotoar a sapato vermelho. Levantei e alisei a roupa, olhando meu reflexo no espelho. Prendi os cabelos num coque frouxo. Abri a cortina que me separava de Edward. Ele estava de costas para mim.

–E então? — perguntei pigarreando. Ele se virou distraído. -Estou muito ridícula!?

–Meu Deus... — e sua expressão ficou congelada. Cruzei os braços, chateada.

–Horrível, não é mesmo!?

–Meu Deus, é uma calça de couro!? — perguntou com os olhos descrentes, assim como todo o seu rosto. Assenti envergonhada. — Meu Deus!

–Edward! — reclamei suspirando.

–Dá uma voltinha, por favor. — dei um giro e antes de completá-lo, ele segurou meus ombros, deixando-me de costa para si. — Olhe a sua bunda!

–Edward! — reclamei de novo.

–Pelo amor de Deus, me diz que temos tempo para uma rapidinha!?

–O que? — olhei por cima do ombro. Seu olhar brilhoso e infestado de malicia e luxuria, fitava minha bunda com extrema seriedade. -Não, não temos tempo!

–Que merda! — murmurou chateado. -Tem certeza?

–Não! — exclamei alterada. Ele riu. — Quer dizer, tenho! E pare de me olhar assim!

–O que!? Meu olhar ti incomoda? — escorregou as mãos pela minha cintura. Respirei fundo, obrigando-me a ter controle!

–Não. — respondi. — Seu olhar me excita! Agora pare com isso... Cadê sua roupa!?

–Eu estava pensando em jogar o paletó fora junto com a gravata e abrir alguns botões da camisa... — cochichou tirando a gravata e abrindo a camisa, deixando uma parte do peitoral a mostra. Balancei a cabeça em negativa.

–Nem me fudendo você vai fazer isso! — cortei suas asinhas. — Pode dar meia volta, escolher um jeans descente, uma blusa comum e um boné que você goste!

–Eu ti pedi em casamento ha menos de três horas e já está mandando em mim? — perguntou serio. Coloquei as mãos na cintura e quebrei o quadril de lado.

–Sim. — falei batendo as pestanas sensualmente. — E sou eu quem esta usando a calça de couro!

–Ok, você tem o poder enquanto estiver vestida com essa peça. — disse afastando-se lentamente. — Mas eu vou arrancar essa peça assim que cruzarmos a porta do seu apartamento!

A vendedora logo atrás dele arregalou os olhos. Sorri inocentemente.

–Estou contando com isso. — mandei um beijo para ele. A expressão selvagem me disse que eu estaria bem fudida mais tarde.

Por fim, Edward me pediu ajuda e escolhi um jeans escuro, uma blusa de malha preta de mangas compridas e um boné simples. Ele torceu o nariz para um tênis, mas acabou por completar o look com ele. Isso tudo não levou mais de 15 minutos. Eu estava me sentindo muito poderosa vestida daquele jeito ao lado de Edward. Jaqueta de couro, calça de couro, regata branca e um sapato de salto alto vermelho, sem contar a maquiagem. Ah e a peruca também! Dessa vez eu tinha franja e secretamente, concordei com Edward sobre eu ficar bem de ruiva.

–Pronta? — perguntou-me em meu ouvido. Virei-me e o abracei, ficando na ponta dos pés.

–Depende... Para o que? — perguntei dando um beijinho em seu pescoço. Ele desceu a boca ate meu ouvido de novo.

–Para irmos ao banheiro ter aquela rapidinha. — pude sentir o riso em sua voz.

–Para irmos embora? Foi isso que eu ouvi? — afastei-me sorrindo. Edward fez uma careta.

–Você não dá ponto sem nó, não é?

–E você dá!? — rebati saindo da loja. A vitrine do meu lado esquerdo de estilhaçou ao mesmo tempo em que houve o estampido. Protegi a cabeça com as mãos e abaixei-me, afastando-me dos cacos de vidro. Edward não me deixou enfiar a cabeça entre as pernas e respirar normalmente. Ergueu minha coluna e manteve-se atrás de mim, com as mãos em minha cintura. — O que...?

–Não nos reconheceram. — disse-me.

–E a vitrine...? — perguntei outra vez pela metade.

–Eles só vão tocar o terror para ver se nós ficamos com medo e saímos do nosso esconderijo. — continuamos andando grudados. Eu mexia na franja como se fosse algo banal, quando na verdade minha intenção era tapar o rosto com as mãos. O boné de Edward estava baixo, de modo que eu não via minhas esmeraldas. -Acho que alguém esta nos seguindo...

–Ah não! — sussurei apavorada. Minhas pernas ameaçaram travar, mas Edward me empurrou para a vitrine mais próxima. Era uma loja de roupas de bebes. Eu entendi a mensagem subliminar dele. Minha cicatriz da facada coçou.

–Que foi? — perguntou-me baixinho. — Sentiu alguma coisa? Algo mexeu...?

–Minha cicatriz esta coçando. — murmurei de volta. Ele resmungou, como se não tivesse acreditado.

–É tudo encenação, não se empolgue. — comentou de repente.

–O que é...?

No meio da minha questionação, Edward virou-me abruptamente e me empurrou delicadamente contra a vitrine, já encostando a boca na minha. Puxei os cabelos de sua nuca com uma mão e com a outra, puxei seu corpo para perto de mim. Eu tornei o beijo mais intenso do que devia. Suas mãos apertaram minha cintura, avisando-me dos limites, mas ignorei o aviso e continuei enroscando minha língua na dele só para sentir o fogo se reunir entre minhas pernas. Ergui uma perna ate o seu quadril, querendo subir em seu colo. Pra mim, não estávamos num local publico! Edward afastou meu quadril do seu abruptamente, ao mesmo tempo em que separou os lábios dos meus.

–Eu falei que era encenação. — disse com a respiração rápida. Seu olhar estava dividido entre a irritação e o desejo. — Qual parte do não se empolgue, você não entendeu!?

–Diga isso para meus hormônios. — respondi ofegante. — Mas duvido que eles irão ouvi-lo!

–Vamos embora. — passou as mãos pelo rosto e depois pegou a minha.

Exagerei no rebolado, mas eu tinha que atuar! Estávamos caminhando para as escadas rolantes, pelo mesmo caminho que viemos. Vitrines sendo quebradas, tiros pipocando e gritos raivosos viraram o som ambiente naquele momento. A cada novo pipoco, meu coração faltava pular do peito. Faltavam 5 metros para chegarmos às escadas, quando do elevador de frente para elas, saiu quem nós não esperávamos.

Kebi e mais quatro pessoas.

Ameacei travar no local onde estávamos, mas agindo naturalmente, Edward continuou a me puxar pela mão. Então, eu tinha que continuar com meu andado sensual de baixo calão. Kebi ficou nos olhando enquanto passávamos em sua frente. Eu contava ate 3 mentalmente e soltava a respiração, para manter uniforme.

–Aposto que ela cobra muito caro. — falou alto nos provocando. Edward se deteve e eu parei um passo atrás de si. — Eu não cobro nada, se quiser saber!

Responda. — sussurei.

Se eu responder, irá me reconhecer... — sussurou de volta, sem se mover. -E será nosso fim!

É muito desaforo morrer no dia que fui pedida em casamento. — murmurei ficando em sua frente. Espetei o dedo em seu peito. — Deixa comigo!

Ele tentou me segurar, mas fui ágil e afastei-me calculadamente. Kebi não me conhecia... Ou pelo menos, eu julgava que não! Rebolei com passos calculados ate onde ela estava parada. Parei também e coloquei as mãos no quadril, quebrando-o para o lado. Pestanejei, jogando charme e deixei meu lado gay falar mais alto. Kebi era o oposto da irmã: os cabelos negros eram mantidos num corte quase masculino, mas sem perder a feminilidade; usava um tênis surrado opaco e um vestido cinza curto acompanhado de um cardigã preto. Seu estilo me causou uma pontada de inveja! Mas não por suas roupas e sim por sua postura... Que mesmo parecendo meiga e inocente, exalava poder e medo. E era isso que eu estava invejando!

–Não gostou do que eu disse? — perguntou-me arqueando uma sobrancelha e deixou a arma à vista. Repuxei o canto da boca, não me deixando abalar.

– Como pode dizer que cobro caro, sendo que nunca lhe mostrei um preço? — rebatei num tom inocente. Kebi me olhou desconfiada. — Mas se quiser um test drive... Faço de graça pra você! — aproximei-me mais e passei o dedo por seu rosto. Seu rosto ganhou uma expressão curiosa.

–Eu não corto para os dois lados. — ela disse como se estivesse pensando em aceitar.

–Já experimentou? — sugeri aproximando-me mais e desci o dedo por seu pescoço. Kebi deu a arma para alguém segurar e pousou a mão em minha cintura. Mordi os lábios e pestanejei, seduzindo.

–Não.

–Hm... — murmurei baixinho. — Não sabe o que está perdendo. — sussurei passando o dedo pelo vão entre seus seios e parando em sua barriga.

–E se eu estiver afim de... — me olhou penetrante. Sorri de novo. -Experimentar? — aproximei a boca de seu ouvido.

–Aí, a gente conversa mais... Num lugar menos publico! — e soltei uma risadinha maliciosa. O olhar de Kebi ainda era curioso. Dei um passo para trás, pretendo ir embora, mas ela segurou meu pulso com força, gelando meu interior. Descobrira quem eu realmente era!? Não deixei meu medo vir a superfície! Apenas questionei-a com os olhos.

–Como lhe acho? — quis saber dando um sorriso de canto.

Kebi, temos que ir! — a mulher que estava segurando a arma disse firme.

Cala a boca, Tia! — Kebi disse irritada e voltou a olhar docemente para mim. -E então?

Você não me acha, baby. — respondi ronronando. — Eu acho você!

–Gostei. — riu e eu a acompanhei. Aproximei-me novamente e ousei! "Não se empolgue, é apenas encenação..." repeti mentalmente ao morder os lábios de Kebi. A adrenalina entrou em minha corrente sanguínea. Eu queria mais uma dose em maior proporção dessa droga viciante. Agarrei a cabeça dela com as duas mãos e a beijei sem pudor. Ela correspondeu, mas não se moveu. Afastei-me suspirando. -Qual seu nome? — sussurou de olhos fechados.

"Merda! Pensa rápido, pensa rápido...”

–Rachel. — respondi igualmente baixo. -Eu acho você. — cochichei e me afastei, virando-lhe as costas. Rebolei ate Edward e o peguei pela mão, puxando-o para as escadas rolantes. Assim que estávamos subindo nelas, o abracei e fitei Kebi, ainda parada me fitando. Joguei um beijo pra ela, que me sorriu de volta.

Precisava disso? — perguntou frio e rude. Pressionei os lábios em seu pescoço, disfarçando minha raiva. Kebi ainda nos analisava.

De nada por salvar a sua pele, tanto quanto a minha. — murmurei sem paciência. Ainda grudada a ele, saímos das escadas e adentramos o estacionamento. Afastei-me imediatamente de Edward. — Você estraga qualquer clima que surge entre nós! — ralhei brava.

–O que!? A culpa é minha agora? — apertei o passo para chegar ao Porsche primeiro. Não adiantou muito, Edward segurou meu braço e me virou para si. — Me desculpe se eu tenho ciúmes de você e seu lado bissexual! Nunca deixei isso me atrapalhar... Mas não sou de ferro!

–Me desculpe se eu usei isso para não chamar a atenção da nossa perseguidora e salvar nossas vidas. — rebati sarcástica. — Afinal, vamos viver mais que juntos agora, não é mesmo?

–Entra no carro. — disse apos uma pequena pausa. Bufei irritada.

Ótimo, agora ele muda de assunto. — resmunguei abrindo a porta e entrei, fechando-a com força.

O caminho ate meu apartamento foi silencioso como a Morte.

Narração: Cullen

Bella abriu a porta do apartamento e a deixou arreganhada para mim, já virando a direita e indo para seu quarto. Entrei e fechei a porta com um estalo baixo. Foi o tempo de eu sair do hall, para bater a porta de seu quarto com força. Suspirei. Analisei o apartamento escuro. A porta de correr no extremo canto da sala chamou minha atenção. Eu havia estado ali dentro somente uma vez... Na vez que um ato desencadeou tudo!

Olhei ao redor. Bella não ia falar comigo por tão cedo... E eu não tinha nada pra fazer! Tudo bem, eu ate tinha, mas fazer um cinco contra um não era mais legal. Voltei um pouco e passei a corrente na porta e avancei para a outra salinha. Empurrei a porta para o lado silenciosamente. O cheiro de limpeza estava forte, mas não tirava o ar de abandonada. Dei a volta no sofá e reparei que um dos porta-retratos estava sem foto. Forcei a memória. Lembrei-me que ali era uma foto de Bella e Stefan... Felizes! Sentei-me no sofá confortavelmente. Fitei o outro porta-retrato.

Ela e o pai.

Não pareciam muito felizes... Quer dizer, Bella não parecia estar confortável, estava usando beca e o diploma na mão. Charlie abraçava seus ombros e o orgulho estava na postura dele. Posso imaginar a felicidade dele ao ver a filha formada e seguindo seus passos... Mas também posso imaginar o porquê de Bella estar desconfortável e tem ate nome: Sue, o Demônio. Nunca entendi a aversão que sente pela madrasta e nem nunca vou entender. Cruzei as mãos sobre a barriga e joguei a cabeça para trás, fitando o teto. Havíamos sido tão quebrados a vida inteira... O que podíamos esperar nos unindo!?

Quando fiz 12 anos, me fudi de vez... Quando Bella fez seus 10 anos, teve seu conto de fadas completo pela madrasta. No auge da nossa vida, nos perdemos ainda mais: eu me tornei um puto matador e ela uma vadia bissexual. Mas e agora, o que íamos nos tornar? Eu viraria um pai de família, responsável e com uma profissão estável? Bella seria a mãe perfeita, a mulher ideal e ainda conseguiria ser executiva? Quando estamos juntos é muito difícil pensar no futuro, mas... Eu gostaria de sair dessa vida. Queria ser pai.

–Ser pai... — murmurei soltando um suspiro sonhador.

Qual seria a emoção?

Medo? Amor incondicional? Felicidade extrema? Tudo junto e muito mais!? Eu desconfiava que sim. Isso é para um casal comum e pacato, muito diferente do que eu e Bella somos. Não temos nada de comum, muito menos pacato. Respirei fundo. E ri! Quem diria que Edward Cullen estaria pensando em se aposentar... Se alguém me dissesse isso há quatro meses atrás, eu passaria fogo na pessoa e gargalharia, chamando-a de louca. Preguiçosamente, analisei a sala devagar. Meus olhos pousaram-se no piano de calda negro lustroso. Levantei-me de onde estava e me aproximei atraído pela imponência do objeto. Quantos anos eu não via um!? Dez anos? Doze anos? Eu não sabia ao certo.

Sentei-me na banqueta e deixei as teclas de marfim à mostra. Apertei uma delas e conclui que estava um pouco desafinado, mas dava para tocar. Eu estava enferrujado demais, ha muito tempo não colocava as aulas em pratica. Sorri de canto. Teve uma vez que eu criei uma musica para Alice dormir, ela adorava... Dormir ouvindo. Fechei os olhos e pousei os dedos rentes as teclas. Eu podia criar outra musica agora, só precisava deixar fluir. Bella era meu centro, nada mais justo que a musica ser para ela e ter o nome da mesma.

Inspirei tranquilamente.

Bella's lullaby — Carter Burwell

Comecei a tocar suavemente. Sentindo os dedos escorregarem com rapidez pelas teclas. O som envolveu-me e embriagou-me de uma maneira que ha muito tempo não sentia. Inspirei tranqüilo outra vez, sentindo a cabeça leve. Tocar piano, para mim, é para muitos como ficar de porre. Eu tinha que dar um basta em toda a situação... Mas eu tinha que começar a pensar! Porque isso, com certeza, eu não estava fazendo!

Quem mandou matar Bella? Quem?

Tinha que ser alguém com motivos o suficiente para querer isso... E logo risquei Carlisle da lista. O homem é competitivo demais para querer a morte de sua adversária principal, ainda mais quando Charlie está tão perto de deixar o poder. Ele a aprecia... Não faria isso! Em seguida, risquei Charlie da lista. Pude ver, pessoalmente e por fotos, o amor fraternal que sente pela filha, apesar dela ser cega o bastante para não ver. O universo de Charlie, assim como o meu passou a ser, era Bella... Qual o sentido de querer a morte da própria filha!?

Continuei tocando, assumindo um tom mais melancólico. Mas quem realmente encabeçava a lista era... Sue, o Demônio. Ela tinha todos os motivos do mundo para querer Bella morta e o principal deles era: dinheiro. Quanto Sue faturaria com a morte da única filha legitima do marido? Em seguida vinha Seth, porque aquela cara de irmão santo nunca deu certo comigo. Ele conseguia ser muito mais possessivo do que eu... O que não deixava Bella enxergar é porque se apoiou nele para conseguir muita coisa. O excesso de confiança cega!

Senti um par de mãos em meus ombros.

–Me desculpe. — sussurou em meu ouvido e depositou um beijo bem abaixo da minha orelha. Assenti ausente. Eu estava pensando, não podia me distrair agora, no momento crucial para a montagem da lista de suspeitos. -Vou me deitar no sofá. — sussurou novamente e depositou outro beijo, no mesmo local do anterior. Assenti de novo.

Com a musica ao nosso redor, ainda consegui ouvi-la se acomodando no sofá. Agora eu podia continuar!

A irmã de Seth... Leah. Só tinha inveja. Inveja essa que sempre provocou um tipo de discussão e desconforto, mas não motivo para morte. Risquei Leah da lista. Dois suspeitos!? Era somente nisso que minha lista se resumia? Minha mente se lembrou de outra pessoa... Kim! O que definitivamente não devia ser... Eu pude ver o quão importante e forte era o laço que as duas compartilhavam. Posso ate pensar que se eu não tivesse aparecido no caminho de Bella, num futuro próximo as duas estariam casadas... Legalmente! E tinha outro... Stefan!

Ah esse sim tinha motivos também!

E minha lista se denominava em três grandes suspeitos, mas eu podia estar equivocado. Parei de tocar abruptamente e abri os olhos, me sentindo muito inteligente por ter conseguido fazer uma lista. Suspirei e virei à cabeça, para o sofá. Bella estava esparrachada ali, dormindo. Só estava sem a jaqueta e os sapatos (aposto que fez questão de arremessá-los na parede), mas ainda estava com a calça... E eu havia feito uma promessa! Levantei-me da banqueta e fui para perto do sofá perolado. Inclinei-me e passei os braços por debaixo de seu corpo, suspendendo-o no ar em seguida. Em meu colo, Bella passou os braços pelo meu pescoço automaticamente.

–A musica que estava tocando... — comentou baixinho e sonolenta. — É linda!

–É uma canção de ninar. — comentei no mesmo tom.

–Serio!? — perguntou suspirando. — Para quem!?

–Você. — respondi serio. Bella suspirou se aninhando em meu peito.

–Obrigada. — sussurou. Beijei o topo de sua cabeça e segui para o quarto. Atravessei a sala e o corredor minúsculo, empurrando a porta de seu quarto com o pé. Ela suspirou de novo. Dei a volta na cama e a coloquei sobre a colcha, com extrema delicadeza. Suas orbes castanhas me fitaram languidamente, paralisando-me inclinadamente. Era estranho o poder que seus olhos tinham sobre mim... Assustador posso ate dizer!

–Gostaria de pensar algo romântico para dizer... — falei meio engasgado e gaguejando. — Ou para fazer!

–Tipo...? — questionou-me. Deitei-me com cuidado por cima de si, sustentando meu peso com os braços. A respiração de Bella pesou.

–Eu não sei. — respondi envergonhado. Eu havia me permitido viver o sentimento que sentia por Bella... Nada mais justo que começar a demonstrar também! — Sou sempre tão selvagem e bruto com você...

–Edward. — ela riu revirando os olhos.

–É serio, Bella, eu não aprendi a ser delicado! — falei beirando o desespero. Ela afagou meu rosto com carinho e um sorriso doce nos lábios.

–Você é romântico, se é onde está querendo chegar. — riu de novo. Franzi a testa. -Se eu quisesse alguém que me tratasse com delicadeza, eu estaria transando com Seth. — minha face congelou em choque. Ela segurou meu rosto com força. — Você e somente você me toca de uma maneira única! Esse é teu lado romântico... Você já é, não precisa de mais nada!

–Não está me dizendo isso só para me agradar, não é? — perguntei gostando de ter ouvido suas palavras. Ela sorriu balançando a cabeça em negativa.

–Eu disse a verdade, apesar de ser a Mentirosa. — dei uma risadinha. -E então!? — perguntou em expectativa. — O que vai ser?

Eu a beijei lentamente.

–Pelo amor de Deus, Edward, não tente ser calmo e paciente agora... — resmungou contra minha boca. — Meus hormônios não vão agüentar isso de você!

–Bella. — suspirei e ri, afastando-me. — Você brocha qualquer ação delicada minha!

–Simplesmente por isso não ser a sua cara. — respondeu num tom obvio. Enganchou a pena em meu quadril. — Vamos... Me pegue de jeito, daquela maneira que só você sabe... Faça-me gritar seu nome, suspirar de prazer e gemer o quão bom você é!

Narração: Swan

I Didn't Mean It — The Belle Brigade

–Isso está ficando bom. — ele riu maliciosamente e apertou minha coxa. Mordeu meus lábios e eu ataquei os seus ávida por um beijo faminto. E o beijo foi do jeito que eu queria... E ainda melhor!

Suspirei agarrando seus cabelos e os puxando. Sua mão escorregou, subindo minha regata e alisou minha barriga. Contrai-me, ansiosa. Com uma lerdeza absurda, suas mãos desabotoaram minha calça e desceram o zíper, mas continuei com a peça. Mostrando minhas intenções, segurei a ponta da camisa e fui puxando para cima, não sem antes me deliciar com seu abdômen perfeito. Separamos os lábios, para eu poder tirar sua camisa. Edward a jogou no chão. Estava de joelhos entre minhas pernas e com isso, sentei-me. Agarrei seu rosto novamente. Ele se curvou e voltou a me beijar.

Com um simples ato, ele arrancou minha regata, mal me dando tempo para perceber a ação. Desci minhas mãos para o cós de sua calça, a procura do botão. Assim que o achei, desabotoei-o e desci o zíper, empurrando-a para o meio de suas coxas. Edward apertou meu seio e o massageou em seguida. Tentei subir em seu colo. Ele passou o braço por minha cintura e com a outra mão, apertou minha bunda, pondo-me em seu colo. Enlacei sua cintura com minhas pernas enquanto entrelaçava minha língua com a dele. Sedenta por movimentos repetitivos, remexi-me em seu colo, perto do seu pau já em posição de ataque. Joguei a cabeça para trás.

Edward baixou os beijos para o meu pescoço, apertando minha carne entre os dedos. Soltei um gemido obsceno, pensando em desfalecer caso ele não me tocasse imediatamente. Eu não sabia bem se meus olhos estavam fechados ou entreabertos. Talvez os dois, a cada minuto! Enchi a mão com seus cabelos e procurei sua orelha, mordendo-a. A respiração de Edward falhou.

–Vamos amor, sabe que eu não agüento mais seus joguinhos. — ronronei sensualmente. Ele me soltou na cama e eu caí pesadamente entre os travesseiros. Mal conseguia respirar. Suas mãos foram subindo pela minha panturrilha, minhas coxas, virilha... Contrai a barriga quando seus dedos brincaram ali perto. E então, Edward os enganchou no cós da calça e foi puxando para baixo, usando a lentidão absurda. Prendi a cabeça entre as mãos. -Ah Edward! — gemi novamente.

Ele arrancou-me a peça, como prometido!

–E agora? — perguntou com os lábios rentes aos meus. Meu cérebro só racionalizou seu corpo perto o bastante do meu, não em suas palavras. Tentei beijá-lo, mas o mau feitor já havia desviado e distribuía beijos pelo meu pescoço, meu colo, o vão entre meus seios, minha barriga, meu umbigo... Pulando a principal região, frustrando-me! -Vamos Bella, diga!

–Como assim? — perguntei ofegante. — Não entendo... Só... Me pegue!

–Já peguei. — respondeu, deitando-se sobre mim, esmagando-me contra o colchão. -O que mais quer?

–Hm... — engoli seco. — Me toque... Por favor! — implorei num choramingo.

–Não precisa implorar... Eu já ia fazer isso!

Ele tirou as nossas roupas intimas velozmente. Eu voltei a beijá-lo, com uma fome insaciável. Enlacei sua cintura outra vez e preparei-me, porque sabia que Edward tinha a maravilhosa mania de me penetrar sem dar indícios. Mordeu meus lábios e beijou meu maxilar, mordiscando meu lóbulo.

–Está tensa... — murmurou rouco. — Ate parece que é virgem!

–Vá se fer... — e o resto da frase se entalou no meio da garganta, junto com o grito. Ele impulsionou o quadril de novo, fazendo-me soltar a respiração num chiado agudo.

Lenta e deliberadamente, continuou os movimentos quase me levando a loucura. Meus suspiros estavam ficando escassos, dando vida aos gemidos obscenos. Tive a impressão de ver um sorriso no rosto de Edward. Joguei a cabeça para trás e fechei os olhos, acompanhando seu ritmo devagar. Arranhei seus ombros. Sua respiração mudou, se tornou menos constante e bem mais pesada. Edward chegava fundo em mim, fazendo-me imaginar o céu de outono na 5ª Avenida. Ofeguei quando ele aumentou a intensidade.

–Aí, Edward! — gemi contorcendo-me sob si. Ele passou o braço por detrás do meu joelho e apoiou minha panturrilha em seu ombro, indo ainda mais fundo. Gemi sem ar e soltei a vagabunda que existia adormecida dentro de mim. A vadia que saia uma vez por semana e fazia a festa na cama alheia. Meus gemidos eram tão obscenos quanto os de um filme pornô e eles pareciam estimular ainda mais Edward, que não parava de aumentar a velocidade do vai-e-vem. -Aí!

Resmunguei de novo, a um passo do Paraíso. Edward me fudia com força e rápido, não me dando tempo para racionalizar alguma outra coisa alem da libertação. Arranhei seu peitoral e gemi novamente, empurrando o quadril contra o dele, como se estivesse revidando os movimentos. Os arrepios surgiram, tomando meu corpo por inteiro. Estiquei o corpo e arqueei a coluna, contraindo-me. Gritei e segurei os cabelos de Edward com força, puxando-os para o lado. Ele fez uma careta, mas não liguei... Eu estava me sentindo plena por causa do orgasmo. Entrou mais algumas vezes e se aliviou dentro de mim, ofegante.

–Caralho... — murmurou puxando o ar lentamente. -Fica cada vez melhor!

–Estou tendo meus 5 minutos no Paraíso, não interrompa. — sussurei sorrindo e com o olhar perdido. Ele saiu de dentro de mim e deitou-se ao meu lado confortavelmente. Unidos por um magnetismo estranho, ajeitei-me ao seu lado, aconchegando-me em seu peito.

–Ué... E seus 5 minutos? — perguntou malicioso. Eu ri.

–Que graça eles tem se você não estiver comigo? — rebati suspirando. Seu braço me embalou e começou a acariciar minha coluna com suavidade. -Hm... — soltei um suspiro feliz.

–Posso perguntar algo!?

–E desde quando pede autorização? — brinquei. Ele ficou em silencio. Ajeitei-me em seu peitoral e apoiei o queixo no mesmo, só para fitar seu rosto. -Pergunte o que quiser. — incentivei-o. Edward manteve os olhos no teto.

–O que ia dizer... Naquele dia? — perguntou-me. Deitei a orelha para ouvir seu coração. Estava acelerado. — Vou entender se não quiser falar...

Respire fundo.

–Eu ia dizer que por mais que fique com inveja de seu pai, você não precisa. — comecei baixinho. — Você é bom dessa maneira, não precisa imitar seu pai! Ele teve problemas com a esposa e tem medo de seguir o mesmo caminho dele, mas não vai! Você é tão diferentemente igual a ele, Edward. Tem seu próprio caminho... Seu próprio destino... E não vai seguir o mesmo que o dele! Você é tão bom quanto ele... Não precisa ficar preso a esse sentimento ruim! — finalizei. — Era isso que eu ia falar naquele dia... O começo era apenas para lhe abrir os olhos!

Respirei fundo novamente e Edward permaneceu em silencio. Eu não o quebrei. Minhas pálpebras foram pesando... Pesando... Fui ficando com sono e relaxando o corpo. Eu não queria dormir antes de ouvir o que tinha a dizer... Porque eu sabia que ele ia dizer algo! Lembrei-me de quando fui levar Kim e a mãe no aeroporto, o quanto chorei naquele dia para me despedir de minha única melhor amiga! Por um instante, vi a mãe dela falando que pudesse ficar... Mas ela simplesmente fechou a boca e manteve-se em silencio. Kim entregou-me um envelope e disse que era do Dia da Fundação e do meu aniversario. Disse-me que meu pai havia deixado as fotos na responsabilidade dela... Que seria Kim a montar o álbum de fotos. O álbum já estava com Charlie, mas aquelas fotos eram especiais e que reservou somente a mim!

–Eu sou um idiota. — murmurou baixinho, mas para mim, foi imensamente alto. Apoiei o queixo em seu peito de novo.

–Você é impulsivo. — rebati. — É diferente! Mas como você me disse uma vez... Se você for mesmo um idiota, é um idiota que eu amo... E que eu sempre vou desculpá-la por suas idiotices, porque isso faz parte do pacote!

–Lembro-me dessas palavras. — sorriu torto. Sorri também.

–Eu também me lembro muito bem. — deitei-me novamente e respirei fundo. Edward voltou a afagar minha coluna. -Ei... — murmurei.

–Hm.

–Temos algo importante para amanha. — falei misteriosa. — E um tanto perigoso!

–O que é? — perguntou tenso. Soltei uma risadinha.

–Contar ao Charlie. — contei-lhe. Edward riu. — Apesar de que...

–Que...? — pressionou-me. -Odeio quando diz coisas pela metade, amor.

–No dia do meu aniversario, ele ficou todo feliz quando disse que íamos morar juntos. — falei desenhando círculos aleatórios em seu peito. — Perguntou todo feliz se eu ia me casar... Quando disse que não, a tristeza tomou conta de sua face!

–Contar ao Charlie... — repetiu expirando o ar dos pulmões. — Não será uma tarefa tão difícil!

–Mesmo? — ajeitei meu corpo mais confortavelmente em cima do dele. Ele escondeu-me um sorriso malicioso.

–Pra quem está acostumado a matar... Contar ao seu pai que vamos nos casar, não é nada! — revirei os olhos. — Agora durma... Ele não precisa saber que ficamos boa parte da noite acordados!

Aconcheguei-me em seu peito e seu braço apertou-me ainda mais junto a si. Não demorou muito para o sono chegar. Estávamos tendo um dos raros momentos de felicidade... E eu estava me perguntando: quanto tempo ia durar dessa vez?


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Bella disfarce

Standby (postei o prologo, sintam-se a vontade para lerem!)

Notas finais
Eeeeeeeeeeei... E ai!? Teve um pouco de tudo, né?
Nesses ultimos capitulos, eu to misturando todo tipo de emoção!
Mataram a curiosadade do que a Bella queria dizer com aquele discurso que antecedeu o tabefe? Vai... Foram palavras lindas!
É galera... Não dá pra ser antes, entao, daqui duas semanas o proximo capiutlo :( Mas podem comentar hein!!! �/
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Ei, alguem me perguntou:
"O que vc quer fazer de diferente no ano de 2012?
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(explicando a perg) o que vc quer fazer de diferente tipo uma coisa que vc fez em 2011 e quer mudar em 2012??"
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R: Eu quero fazer mais amigos e nao perder o contatos com eles! Como eu encerrei uma fase da minha vida em 2011, alguns amigos ficaram nessa etapa tambem... É estranho! E eu queria ser mais ousada... Sabe, arriscar no famoso "tudo ou nada" e dane-se se ganhar ou perder? Qualquer coisa que surgir, eu vou pular de cabeça, diferente do ano passado... Vou curtir muito mais tambem os pequenos momentos, porque esses sim sao especiais! Velhoo, planejo muita coisa pra 2012... Espero conseguir realizar metade delas, nao é mesmo!? HAHAHAHAHAHAHA
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Bom, é isso aí meninas! Comentem muito, porque os reviews de voces sao o meu combustivel! *-*
Ate o proximo capitulo ~e nas respostas dos reviews -adoroooooo-~ hahahaha
Ate daqui duas semanas!
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