The Killer
13 XII - Primeira noite
Notas iniciais
XII — Primeira noite
[N/a: musica de inspiração do capitulo: Je t'aime moi non plus. Quem quiser ouvir, a vontade! Já avisando, a musica é um tanto sensual... E tem alguns gemidos! HAHAHAHA]
Narração: Swan
Ele bombava dentro de mim de tal maneira, que fiquei um pouco entorpecida por causa do tesão era tê-lo dentro de mim. O Cullen simplesmente não parava de me morder as costas, lamber e bater em minha bunda. E eu o dava o que queria ouvir: eu o dava gemidos! Altos e quando ele perdia o controle e ficava descontrolado querendo mais e mais estar dentro de mim, eu gritava pedindo por mais!
Eu arfava e bati a testa na mesa algumas vezes, querendo chegar ao meu ápice.
Deus, parecia que eu estava desfalecendo! Suas mãos ficaram ásperas e rudes em minha cintura e saiu todo de dentro de mim, só para entrar de uma vez. Gritei de novo. Quando achei que não podia ficar melhor, uma de suas mãos, desceu para o meu clitóris e o apertou entre os dedos. Gemi um pouco mais, arqueando o corpo e jogando os cabelos de um lado para o outro.
-Deixe-me chegar lá, caralho... — murmurei arfando. Ele, ainda mandando a ver em mim, imprensou seu corpo contra o meu.
-Apressada! Mas já que você quer... — e sua velocidade aumentou, seus dedos se tornaram mágicos e me senti contrair, engolindo-o mais. Meu assassino rosnou e eu gozei maravilhosamente! Meu liquido escorreu e lambuzou minhas coxas. Entrou e saiu mais algumas vezes e me preencheu com sua porra quente. Estava amolecida em cima da mesa. De toda a experiência sexual que tenho (comecei aos 17 anos), aquele havia sido o melhor sexo da minha vida! Edward Cullen é o tipo que sabe agradar qualquer mulher com seu estilo selvagem e...
-Agora podemos ir para o quarto... — a voz sedosa de veludo sensual reberverou em meus ouvidos como uma musica erótica francesa. Suas mãos não paravam de me alisar. — Vem cá! — e ele se afastou por um tempo de mim. Ouvi um zíper ser fechado. Ele não me prometera cinco orgasmos!? Então eu os queria! E eu só tivera um... Ele me levantou da mesa, minhas pernas moles eram a minha vergonha. Quando fiquei de frente para meu amado assassino, ele rasgou meu sutiã do mesmo modo que fez com a minha calcinha. Não reagi. -Por Deus... — murmurou encarando meus seios. Como se eu estivesse fora de mim (o que eu desconfiava), empinei meus seios para ele. Eu queria contato!
E ele não me decepcionou!
Usou a sua poderosa língua, circulou meu mamilo direito e sugou levemente. "Porque enquanto ele me suga aqui em cima, não me toca lá embaixo?" pensei com um histerismo louco. Eu tinha um tesão enlouquecido dentro de mim... Há quanto tempo um homem não me tocava? Dois meses? Seis meses? Eu não sei o certo, mas já fazia um tempo... Porque eu pedi apenas uma vez!? As regras eram minhas não eram? Eu podia mudá-las... "Isabella, tenha consciência dos atos!" minha mente, sempre tão certinha, me alertou e eu aceitei o aviso.
Edward guiou minhas pernas ate sua cintura. Eu a enlacei rapidamente, feliz por ter um contato direto com seu pau duro! Suspendeu-me, tirando-me da mesa e começou a andar, com a cara ainda enfiada em meus seios, mordendo, lambendo, chupando... Deixando novamente meu sexo latejando, querendo mais contato que aquela maldita calça não permitia.
-Foda-me logo, assassino... — sussurei jogando a cabeça para trás e fechei os olhos. Ele parecia saber onde era o meu quarto e se não soubesse, faríamos sexo selvagem na sala mesmo, eu não ligaria para isso. O lugar era o de menos!
-Você é tão fodidamente gostosa... — respondeu-me com a voz ligeiramente abafada. Ouve um baque surdo, provavelmente a porta sendo fechada, mas pouco liguei. E ele simplesmente me soltou em cima da cama, sem nenhuma delicadeza. Eu o devorei com o olhar. Se o Cullen era selvagemente gostoso vestido, eu estava tentando imaginá-lo sem roupa, quando seu paletó escorregou para o chão. E depois foi a sua gravata... E botão por botão de sua camisa branca amassada. E eu estava diante de um anjo caído tamanha era a sua perfeição. Os músculos de seus braços eram pronunciados; seu peito tinha algo que o indicava ser um macho alpha; seu abdômen definido me fez salivar e deu-me vontade de morder. Aquele homem exalava feromonio e sexualidade, como se cada movimento fosse premeditado.
Meu olhar escorregou para o volume dentro da calça social. Tive vontade de me tocar só para obter alivio!
-Nem pense nisso... — e tirou a calça e a cueca boxer branca com apenas um movimento. Eu não sabia para onde tinha ido seus sapatos. Subiu na cama, ficando entre minhas pernas que já estavam totalmente abertas. — Mas é uma vadia mesmo, não é!?
Sorri maliciosamente.
-Sempre serei uma vadia na cama! — respondi com a voz mais parecendo um ronronado. Mas porque ele não me beijava!? Ele não beija vadias!? Duvido muito!
Meu delicioso assassino se deitou sobre mim. Sugando meu lóbulo, mordendo meu pescoço, lambendo meus seios. Eu queria ser invadida! Que porra, tava difícil ele entender que o caralho dele estava fora de mim e isso era errado!?
E seus dedos acharam meu clitóris de novo.
Tornei gemer.
-É isso o que você quer!? — perguntou sensualmente.
-Sem conversa... Durante o... — e prendi a respiração quando um dedo me penetrou lentamente. — Sexo! — soltei a respiração rápido demais, quando mais dois dedos entraram em mim, mas nenhum deles de moveu. Entretanto, ele os retirou e os sugou demoradamente, apreciando.
-Você deve estar cansada de ser chupada, não é mesmo? — ele ignorou meu protesto. — Eu queria provar, mas eu sei que você quer isso! — e entrou em mim, com tudo. Gritei e arranhei a pele de seus ombros. Por Deus, ele era grande mesmo! Edward não me deu tempo para eu me acostumar com seu pau grande, simplesmente entrou e continuou a se mexer, deixando-me louca de desejo.
Procurei por sua boca, desejando sua língua com a minha, mas ele fugiu, dando atenção aos meus seios. Era extremamente bom sentir suas caricias nada delicadas. Eu teria que usar outro tipo de roupa para ir a empresa amanha. "Foda-se a empresa Isabella!".
-Ahn... — meu gemido entalou na garganta e eu arfei abrindo mais as pernas. Minha respiração ficou entrecortada e uma fina camada de suor começou a surgir em minha testa. Puxei os cabelos dele, querendo sua boca. Ele se negou de novo. Rosnei e mordi seu ombro por dois motivos: raiva e para abafar o grito de anuncio de meu segundo orgasmo. Revirei os olhos demoradamente. Cullen logo explodiu em mim de novo, preenchendo-me com seu sêmen. Gemi demoradamente, com o sangue cheio de endorfina.
Transar é a melhor coisa do mundo!
Sem nos desconectar, ele se deitou ao meu lado, levando-me consigo, deixando-me por cima. Edward ficou recostado nos travesseiros e eu podia ver a cobiça em seu olhar meio iluminado pela luz do abajur. Eu estava no comando. Eu cavalgaria agora e mostraria a ele como eu podia ser uma boa cavaleira. Impulsionei o quadril devagar, reconhecendo o território. Meus movimentos eram lentos e eu não o sentia todo dentro de mim. Suas mãos seguraram minha cintura e me puxaram para baixo, desconcentrando-me. Joguei a cabeça para trás e fechei os olhos.
-Vai, continua... — estimulou-me.
Eu o obedeci. Dei continuidade nos movimentos, ate não suportar aquilo ritmo lerdo e sem graça, arfei sentindo o coração bater forte pelo esforço. Aumentei meu ritmo e ele me ajudava com suas grandes mãos, ate não agüentar e dar-me um tapa. Eu gemi.
-Isso... — gemi do jeito que eu via nos filmes pornôs que eu assistia com Kim. -Isso... — ele me bateu de novo e segurou minha carne de modo selvagem. Doeu, realmente doeu, mas também me deu prazer! Eu gostei e cavalguei mais rápido. Deixei meus olhos em fendas ao observá-lo a jogar a cabeça para trás e gemer longamente. Então ele estava gostando!? O gemido dele era de puro tesão e... Aquilo me deixou enlouquecida, louca por mais!
-Vai Isabella, rebola esse seu rabo gostoso, rebola! — e novamente, eu o obedeci, rebolando tão rápido que meus seios saltavam para cima e para baixo com a intensidade de meus movimentos. Eu realmente gemia que nem uma puta de filme pornô, tipo "ah-ah-ah-ah... oh... oh-oh-oh-oh-oh...". Era um jeito bem ralé de eu expressar meu desejo, mas se eu parasse agora, ele bateria mais. E isso era simplesmente tentador!
Edward me deu outra palmada na bunda. Ardeu, mas eu gostei e em resposta a isso, arranhei seu peito definido. Ele também gostou, pois seu rosnado foi delicioso de se ouvir.
-Ahn... oh-oh... — gemi outra vez, jogando a cabeça para trás, Sua porra explodiu dentro de mim pela segunda vez, no mesmo momento que eu me sentia livre por chegar ao terceiro orgasmo. Deus, aquilo era bom, muito, muito bom!Eu cai, entorpecida ao seu lado com a respiração rápida. Eu queria senti-lo atrás de mim outra vez. Aquilo sim, foi um anal digno! Fiquei de quatro, sorrindo maliciosamente. — Pegue-me de quatro outra vez... Isso realmente foi bom!
E meu pedido foi aceito. E eu saberia que logo estaria gritando aos quatro ventos que meu quarto orgasmo havia chego!
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Narração: Cullen
Eu tinha que confessar, Isabella não era uma mulher normal. Uma mulher normal, mal teria agüentado sofrer dois orgasmos e teria caído inconsciente na cama, cansada. Mas Isabella não! Agüentou firme os cinco que eu prometi! Havíamos acabado de sofrer o quinto e ultimo orgasmo dentro do banheiro, ao tomarmos banho. Ela não ligou se esse ato pareceu intimo demais. Ela não ligou, mas me incomodou!
Agora, ela estava deitada, totalmente nua, ao meu lado. Os olhos castanhos estavam brilhando de satisfação. Isabella, por hora, estava satisfeita de sexo e eu diria que isso a deixaria de um ótimo humor pela manha. Eu pestanejei, perdendo o contato com seus olhos por poucos segundos e quando voltei a vê-la, estava dormindo sossegadamente.
A Swan parecia... Frágil!?
Parecia apenas uma garota normal quando estava dormindo. Uma garota que tinha muitas responsabilidades. Eu me senti... Balançado!? Puff, besteira! Eu só estou sentindo a sensação boa de pós-sexo, só isso! Eu queria acreditar que era só isso, pois eu não costumo cobrir as pessoas ao dormirem. Mas eu a cobri com o leve lençol que cobria a cama. Respirei fundo e acomodei-me nos travesseiros. O sono foi chegando aos poucos... Rastejando por minha mente... Embaralhando-me os pensamentos... Ate eu dormir profundamente!
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Tinha um treco irritante tocando, em alto e bom som! Franzi a testa e suspirei, acomodando-me melhor onde estava. Não me sentia coberto, mas eu ainda estava quente. Mas de repente, o ruído irritante parou e o calor sumiu, deixando-me frio. Abri os olhos, confuso.
O dossel azul da cama foi como um soco no estomago. Eu havia dormido demais!
-Desculpe. – ela sussurou confusa, coçando os olhos. Parecia cansada e sonolenta demais. – Pode continuar dormindo! – eu me sentei na cama, contrariando-a. Isabella suspirou. – Desculpe! – disse de novo. Ela parecia envergonhada com alguma coisa e então eu entendi o que era o calor gostoso: era Isabella deitada sobre meu peito. Devo dizer que a sensação de calor era boa!? É, eu acho que não também!
-Sem problemas, eu preciso mesmo ir embora. – respondi serio. Quando ela levantou os olhos, tinha a mesma expressão. –Quer alguma coisa!? – perguntei. Talvez ela quisesse fazer algum pedi... Ela corou!? De vergonha!? Pisquei duas vezes, um pouco menos confuso. Meu cérebro estava incrivelmente lerdo essa manha!
-Sim. Não. – se enrolou e expirou uma lufada de ar, coçando os olhos novamente. – Sim, eu quero!
-O que!? – eu estava pensando em tudo, menos no que veio a seguir! Tá, estávamos nus, na cama, sozinhos no apartamento dela. O que eu podia pensar!?
-Preciso que vá a empresa mais tarde. – e pigarreou. – E ninguém pode saber do que fizemos!
-E o que nós fizemos!? – perguntei usando meu cinismo. Ela sorriu assentindo e se levantou da cama, enrolada ao lençol, deixando-me sem nada. Resolvi provocar. – Sabe, eu realmente não me importo de ti ver nua... É uma bela visão, se quer saber!
E outra vez, ela me surpreendeu!
Parou no meio do quarto, na metade do caminho para o banheiro e olhou-me por cima do ombro, com uma expressão especulativa e eu dei de ombros, usando minha expressão inocente. Ela sorriu e deixou o lençol cair aos seus pés. Ergui uma sobrancelha e Isabella deu de ombros.
-Você disse que era uma boa visão! – respondeu-me sensualmente. Virou-me as costas e voltou a caminhar para o banheiro. Em suas costas tinham as minhas marcas: estavam vermelhas e elas dominavam as áreas do bumbum, lombar, ombros, pescoço...
-Espero que você tenha uma roupa para cobrir isso ai. – comentei casualmente como se estivesse comentando de como o tempo estava frio. Isabella se apoiou no batente da porta, ergueu uma sobrancelha e acrescentou um sorriso de deboche a expressão curiosa.
-Tente não marcar o território tão sofregamente... –disse e se virou para fechar a porta, mas eu a ouvi murmurar: — Da próxima vez!
Da próxima vez!? Como assim!? Ela planejava quebrar as regras de novo!? Eu juro que faria de tudo de novo e de bom grado! Eu tinha razão no quesito dar e obter prazer. Enquanto Isabella recebe o que quer, ela dá o que a outra pessoa precisa. O sexo com ela foi incrível e acabou entrando para o meu Top 10 Melhores Fodas.
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Quando sai do banheiro, abotoando a camisa e balançando a cabeça, para tirar o excesso de água dos cabelos, vi o quanto aquela cena parecia de um casal e me repreendi por ter ficado na cama dela por tempo demais. Isabella já estava devidamente vestida.
Ela vestia uma versão afeminada do meu terno! É claro que o terninho cinza claro dela era mais elegante e deixava seu traseiro mais redondo e chamativo. Oras, ele estava empinado em minha direção, como eu podia não notá-lo!?
Ergui a sobrancelha, observando a cena quieto. Realmente, era uma bela visão!
-Acho que deu para esconder todas as marcas... – disse distraidamente, ao endireitar o corpo e tirar os olhos do espelho e me fitar. Assenti, aprovando. Se ela não queria ser vista com marcas eu não tinha nenhum problema com isso! E bom era que por alguns dias, elas estariam nessa situação ou piorariam e qualquer homem que a visse nua, veria o que eu fiz. Foram as minhas marcas que corromperam o corpo imaculado! – Que foi!?
-Nada. – respondi vago. Ela estreitou os olhos. – Tenho que ir!
-Érr... – hesitou e eu dei mais uma observada na roupa. Camisete branca, terninho cinza claro e um lenço turquesa no pescoço (aposto estrategicamente para camuflar o estrago que fiz), calça social da mesma cor do terninho. Pelo mal tempo de Nova Iorque, eu não precisava ter visão de raio-X para saber que por baixo da calça fina tinha uma meia calça (daquelas grossas e pretas que Alice usa, ela costuma chamar de Fio 70, não sei por quê!) e finalizando, o sapato de salto alto. Não era o de camurça, mas era um preto discreto. –Tudo bem! – e sorriu. Seus olhos castanhos estavam mais acessos. – Eu ti ligo?
-Que horas você precisará de mim? – perguntei passando a mão pelos cabelos. Vesti o paletó enquanto esperava sua resposta, que demorou a vim.
-Final da... Tarde?
-Por mim, tudo bem. – respondi distraído, encaixando os pés dentro dos sapatos. –Nos vemos mais tarde! – respondi abrindo a porta do quarto.
-Ah... – exclamou surpresa, parando abruptamente de se maquiar. – Eu ti levo ate a porta! – e correu na minha frente. Ao disparar que nem um trem na minha frente, eu fui a cozinha, pegar minha pistola e a guardei no bolso interno do paletó. Quando refiz o caminho para a porta do apartamento, Isabella já a mantinha aberta para mim, com uma expressão neutra.
A minha vontade foi de beijar-lhe os lábios e dizer ate mais.
“Por Deus Edward Cullen, você virou um maricas!?” repreendi-me severamente. Que bosta de pensamento era aquele!? Eu hein... Deve ser falta de matar pessoas, só pode! Antes eu não era assim!
-Ate mais tarde! – falei saindo do apartamento aconchegante. “Tá vendo!? Virando um maricas...”
-Ate mais tarde! – respondeu-me, dando um sorriso sutil e fechou a porta para mim. Suspirei. Agora, de volta para o inferno...
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Parei o carro em frente a minha grande mansão. Sai dele e subi os poucos degraus de escada que existe e abri a porta. Cruzei o pequeno hall e (para a minha infelicidade) Alice e Elizabeth estavam na sala. Suspirei e isso chamou a atenção delas.
-Bom dia! – as cumprimentei. Allie arqueou as sobrancelhas delicadas.
-Bom dia, Eddie! – disse-me alegremente, mas pude ver a expressão de alivio. –Sumiu durante três dias, eu já estava esperando péssimas noticias!
-Sua falta de fé em mim me entristece. – comentei quase sorrindo. Que droga, eu não jurei ficar com ódio dessa pirralha que se denomina minha irmã!?
-Pelo contrario, meu irmão, minha exceção de fé em você me deixa cega! – respondeu-me tristemente.
-Bom dia, Lizzy! – cumprimentei-a.
-Oh... – exclamou fingindo surpresa. – Você falou mesmo comigo!?
-Não é porque eu cheguei com um quase bom humor e disse bom dia que eu esqueci a vontade de aniquilar você! – sorri torto.
-Humpft! – bufou, revirando os olhos.
-Edward?
-Sim, Alice?! – fitei atentamente sua expressão de nervosismo com desespero e mais alguma coisa. Era... Dor!?
-O que você vai fazer com Jasper? – perguntou num sussuro entrecortado. Ela não estava bem. Percebi que trincou os dentes.
-O que eu faço com qualquer trabalho que chega ate mim... Eu o matarei, Alice! – respondi tranquilamente. No mesmo instante, ela se levantou cambaleante e com os olhos incrivelmente brilhantes.
-NÃO! – gritou com a voz, para a minha surpresa, firme. – Você não vai fazer isso!
-E quem vai me impedir!? – perguntei, usando minha frieza para afastá-la. – Você!? – debochei.
-Você não vai... – me virei, indo para a cozinha. – Edward! Edward, volte aqui! Edward! – esgoelou-se irada. Eu estava quase cruzando a porta da sala de jantar, quando meu corpo travou e eu senti um frio passar por mim. Eu realmente me preocupei! – Aah! – Alice gritou. Mas não era um grito de raiva, como costumava a soltar comigo. Era de dor!
Alice estava sofrendo.
Olhei lentamente para trás.
-AAH! – gritou de novo. Dei passos lentos em sua direção. Ela estava relativamente longe de mim. –Hmm... – gemeu. Seu vestido longo e azul, começou a ter uma coloração marrom na parte da frente. Alice estava sangrando!
A descoberta foi como um clique e o medo de perdê-la aflorou em mim. Eu podia estar com raiva, mas eu não desejava a morte a Alice! “Mas ela ti traiu...” minha mente aferroou. “E daí?” pensei de volta “Ela é minha irmã!”. Corri para ajudá-la.
-Alice... – murmurei.
-Dói! – choramingou, meio encurvada sobre o próprio corpo. A peguei no colo. Elizabeth não movera uma palha para ajudar, pelo contrario, olhava tudo com uma grande satisfação. – Faz isso parar, Edward!
-Shh... – não tive coragem de dizer outra coisa. A enorme onde de deja-vu se abateu sobre mim, mas eu ignorei e disparei porta afora, pronto para matar ate o Presidente. Se isso fosse salvar minha irmã, minha Alice!
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