The Killer

12 XI – Morrer outro dia


Notas iniciais
Preaprem o coração, porque no capitulo TEM sim Beward! A espera compensou... HAHAHAHAHAHA
Eu usei uma musica no capitulo e o nome da musica é o nome do capitulo... E sempre será assim! Ok? Deixa eu parar de enrolar... rs

Boa leitura!

XI – Morrer outro dia

Narração: Cullen

Minha vida podia piorar? Porque se pudesse, por favor, piore de vez e não aos poucos como vem acontecendo. Problemas com Lizzy, problemas com Alice, eu não estava aliviando o stress matando e agora tinha Carlisle... Que porra, viu! Acho que preciso de férias...

-Edward... – eu não notara a presença de Alice ao meu lado. Estava perigosamente fora de mim. – Não faça nada de errad... — levantei-me exasperado, segurando-a pelos ombros com extrema força e a sacudi.

-Cala essa boca, Alice! Cala essa boca! – continuei sacudindo-a e finalmente, a joguei no sofá. Seus ombros tinham as marcas vermelhas de minhas mãos. Ela tentava sufocar o soluço, mas falhava miseravelmente. – Engole esse choro! – e levantei a mão, pronto para bater nela. Ela fungou mais algumas vezes. –Agora!

-E-e-edward... – gaguejou. A segurei pelos cabelos, aproximando seu rosto do meu de forma bruta. Ela gemeu de dor. – Pare! – choramingou.

-Eu devia ter imaginado, devia ter enxergado... Você é igual a ela, não é, Alice!? Ahn? – perguntei retoricamente. Eu ainda não tinha engolido o que ela me fizera... Apunhalara minhas costas sem piedade alguma! Desgraçada! – Porque, Alice!? Eu sempre ti protegi... Sempre! O que ti fez fazer isso comigo!?

-Amor, Edward, amor! – respondeu chorando. Crispei os lábios e olhos. – Quando você sentir isso, vai me entender! –não agüentei e dei um tapa forte em seu rosto.

-Amor não existe, Alice! – gritei, jogando-a no sofá de novo. Ela ricocheteou no sofá e caiu no chão, deixando os longos cabelos taparem seu rosto banhado em lagrimas. Agora, seu choro era mais audível.

Sai de perto dela e fui para o frigobar, pegar uma dose grande de uísque. Meu celular vibrou no bolso. Eu o peguei e olhei o identificador de chamadas. Seu nome piscava incessantemente com um certo brilho: C. Masen. Atendi lentamente. Ele demorou a dizer, mas eu esperei.

-Receio que já saiba. – ele disse, e após, deu um suspiro.

-Sim. – falei frio.

-Ela foi boa! Muito boa... – ele disse, de modo que logo viria uma explicação. – Ela foi por um caminho que não pensei que iria... Generalizei e deu no que deu!

-É assim que você explica sua falha!? – perguntei, bebendo um grande gole no meu uísque.

-Falha? – perguntou confuso. – Minha... Falha!? Não me lembro de ter falhado...

-É falha sim, tínhamos um trato! Você sempre ganhava e eu pagava seu salário super gordo! – contra-ataquei. – Se lembra?

-Sim! – rosnou.

-Então... – comecei de modo que minha voz soasse divertida, mas só estava escondendo minha raiva. A Swan tinha vivido demais, olha só o que estava causando!? – Enfie sua falha no lugar que ti dá mais prazer e vá pra puta que ti pariu, Carlisle! – terminei aos berros. Desliguei o celular e arremessei o copo já vazio contra a parede. Ele quebrou em muitos pedaços.

Não me preocupei em estar descalço e em acabar abrindo um talho no pé por causa dos cacos. Fitei Alice por cima do ombro e ela ainda estava caída no chão, olhando-me por entre os cabelos. Não pensei duas vezes... Não queria mais ficar ali! Virei-me em direção ao meu quarto e tratei de subir as escadas.

-Edward! – ela me chamou. Ignorei seu chamado. Agora eu planejaria estratégias de como matar Isabella Swan.

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Poucos dias depois...

Eu me amaldiçoava por não ter pensado nisso de primeira. Optei por instalar uma micro câmera na frente para a porta do apartamento da Mentirosa mor. E durante três longos dias ela foi cuidadosa ao extremo.

No final do terceiro dia, eu tive a minha deixa. Vi Isabella chegar da empresa e abrir a porta preguiçosamente. Poucos minutos depois, vi aquela loira que peguei há uns dias atrás entrar sem bater.

Isabella contratara uma prostituta? Ela era... Lésbica!? “Que desperdício...” minha mente disparou e logo me repreendi.

Bufei.

Mas num intervalo de quinze minutos, contados cuidadosamente por mim pelo relógio, eu vi a loira sair cabisbaixa e com os olhos tristes. A porta ficou entreaberta. Eu já estava dentro do prédio nesses três dias, fingi era um morador e tive acesso à garagem. Desculpa para não ir para casa! Ir para o apartamento da Swan era apenas dois pulos. Sai do carro e nem me dei o trabalho de trancá-lo.

Ajeitei a gravata e o paletó. Arrumei a arma as minhas costas para que não ficasse a mostra ate o momento que eu resolvesse mostrar. Entrei no grande elevador chique.

Narração: Swan

-Droga! – resmunguei dando um forte soco na parede. Machucou minha mão, mas não liguei. Eu me perguntava “aonde meu ciúme tinha me levado?”. Eu só queria proteger Seth, só isso e olhe o que fiz, magoei minha melhor amiga! Conheço Kim e sei que ela também corta para os dois lados... De quando a conheci, nunca a vi ter um relacionamento serio. E quando inventava de ter, mal durava duas semanas. E Seth... Ah Seth! Ele amava tão apaixonadamente, que sempre fiquei impotente ao ver sua tristeza quando seus relacionamentos não davam certo.

E Seth e Kim não dariam certo. Nunca poderiam dar!

Eu só os poupei de um sofrimento... Apenas isso! Mas não posso negar, fora um ato egoísta eu dizer "você não é tão boa para ele, Kim!", mas na verdade eu queria dizer "vocês nunca darão certo, amiga!". Aposto que ela vai guardar magoas por algumas semanas.

Desci o zíper do meu vestido. Mal tive tempo para me despir, odeio ficar com roupa em casa! Tirei o vestido aos chutes, jogando-o em algum canto da sala do apartamento, mas preferi permanecer com o salto alto, me dava certo poder! Eu estava tão ocupada que acabara esquecendo-me da minha gata. Será que Emily a estava alimentando direito!? Eu estava sendo tão negligente...

-Sesi!? — chamei-a. Ouvi o guizo de sua coleira e ela apareceu, toda metida, vinda do meu quarto. — Com fome, menina? — perguntei vendo-a se entrelaçar entre minhas pernas, ronronando. — Vá para a cozinha... Aposto que Emily fez compras! — e a gata saiu em disparada para o cômodo. Foi só o tempo se eu endireitar o corpo.

Ouvi a arma ser engatilhada perto da minha cabeça.

Die Another Day — Madonna

Prendi a respiração. "Então ele realmente veio..." pensei "Veio me matar". Era só isso: sem ressentimento, sem desespero, sem resistência. Isabella Swan, morta! Só! Houve uma pequena dor de saber que eu fora idiota o suficiente para tirar a felicidade de Seth... Eu não estaria mais aqui para protegê-lo! Respirei fundo, pestanejando demoradamente. Meu coração batia tão calmamente que achei estranho. "Não era para eu estar com medo, fazendo-o bater loucamente?" perguntei-me confusa. Mas como ele podia palpitar, sendo que não havia medo? Apenas... Um certo prazer de encarar a linda morte!

Virei-me lentamente, deparando-me com os olhos verdes mais penetrantes que já tive a oportunidade de conhecer.

Narração: Cullen

Eu me senti meio rígido por encarar aquele traseiro redondo e arrebitado. Aquela pele branca, aparentemente sedosa, brilhando imaculada sob a luz fluorescente da sala. Sua lingerie bege era de renda e se encaixava perfeitamente ao seu corpo. Ela era provocante! Olhou-me de modo arrogante e superior e imaginei que logo viria um jorro de injurias e lamurias para cima de mim. Mas ela me pegou desprevenido!

-Tenho que dar comida a minha gata! — e me deu as costas, indo, penso eu, para a cozinha. Pisquei, surpreso.

-O que...? — e a segui, com a arma ainda apontada para ela. — Que porra é essa!?

-Eu não estou vendo porra nenhuma! — ironizou, usando o palavrão no sentido do significado. Isabella estava de cócoras perto de uma tigela azul esverdeada, pondo atum enquanto o gato comia delicadamente. O gato parecia ser a versão animal de Isabella. Nunca perdendo a classe. Mas eu não conseguia tirar os olhos de seu corpo. Há quanto tempo eu não tocava numa mulher!?

A ultima foi à loira, há uns dias atrás. "Uns dias atrás..." pensei melancólico. Eu era um homem de ter sexo todo dia! Deus, eu estava sem minha fonte de prazer... E Isabella seminua não ajudava em porra nenhuma!

-Só não queria que Sesi morresse de fome por causa de mim. — respondeu num tom normal. Era tão natural assim falar de sua morte!? — Só isso... Deixe ela terminar e então pode sumir do mapa comigo!

-Só isso!? — me peguei perguntando. — Não vai gritar, espernear ou essas coisas que as mulheres geralmente fazem!? – e lembrei-me do desespero de Renée. Ugh! A pior de todas...

-Vai adiantar alguma coisa!? – rebateu se levantando e olhando-me como se pudesse ver minha alma, a que eu desconfiava que houvesse saído de mim há muito tempo. –Vai adiantar?

-Não vai argumentar sobre o valor de sua vida? – rebati, sem responder a sua pergunta. Ela era uma advogada, devia fazer isso! Eu queria um trabalho, não uma execução! Que inferno! Porque ela não se debatia, pulava em cima de mim... Seria melhor! Daria-me mais ação, uma dose a mais de adrenalina no sangue. “Porque Isabella não age como as outras mulheres?” minha mente tinha a curiosidade de saber.

-Se eu fazer isso, vou prolongar minha vida por alguns minutos? – perguntou, dando alguns passos para trás. Ela estava com medo agora!? Isabella não fazia sentido! – Pode responder uma pergunta minha?

-Talvez. – respondi. Mas a resposta fora para a primeira pergunta. Seus olhos brilharam de um jeito perverso e um sorrisinho sarcástico se abriu em seu rosto quando ela se sentou sobre a pequena mesa na cozinha. Eu a observava atentamente, com medo dela me dar o bote caso eu abaixasse a guarda.

-Talvez eu possa prolongar minha vida, ou... Talvez você me responda às perguntas? – porque sua voz soou tão sensual!?

-Talvez você possa prolongar sua vida! – respondi, antes que a insolência dela me deixasse louco. Respirei fundo, andando com cuidado para junto da pia, de modo que eu ficasse de frente para a porta do cômodo.

-Hmmm... – murmurou, deitando-se na mesa, de modo que sua cabeça ficava em minha direção e para fora da mesa. –Sobre o que devo falar então? – perguntou retoricamente e deu uma arqueada no corpo. E então eu entendi tudo! Isabella estava tentando me seduzir... E o pior de tudo: ela estava conseguindo! Sem querer, aproximei-me mais, apoiando as mãos na mesa onde estava. Mas ainda assim... Não era estranho!?

Ela estava ali, deitada sobre a mesa, se oferecendo para o seu próprio assassino. Eu sei muito bem o que eu fazia, mas não sabia por que estava hesitando tanto.

-Soube o que houve com o Masen? — sua voz era como veneno. Uma vez contagiado por ela, seria quase impossível se desintoxicar. — É claro que sabe. Ele é seu advogado! — disse presunçosamente.

-O que você tem haver com isso? — rebati. Eu estava ali para matá-la, não para tricotar as ultimas noticias de Nova Iorque.

-Eu irei ti acusar na próxima audiência! — falou. Mais um motivo para eu querer matá-la! — Mas posso desistir...

Eu mal percebi suas palavras, porque eu estava hipnotizado por sua lingerie de renda bege. Isabella sabia seduzir qualquer um (ou uma!) com suas belas coxas roliças exaltadas pelo salto alto de camurça que tinha nos pés, ou só por um simples olhar inocente nessa cara de vadia descarada que tem.

-Desistir? — voltei a mim.

-É... Desistir! — repetiu soltando uma risadinha e em seguida mordeu os lábios. -Mas só tem um problema!

-Qual é? — perguntei. Eu estava mesmo precisando de um advogado, porque eu tinha mandado o Masen para a puta que pariu depois que eu vi no noticiário que ele havia perdido no caso Volturi. Eu tinha algumas coisas a acertar com ele.

A Swan sentou-se com uma leveza incrível de costa para mim. Depois, afastou-se ate o meio da mesa e deu um giro de 180º. Com as pernas encolhidas, agora ela estava de frente para mim. Desceu as longas pernas por entre meus braços que estavam apoiados na mesa, deixando-as entre abertas, num convite sutil a mim me aproximar. Mas eu não o fiz! Isabella Swan era como uma aranha ardilosa: uma vez nas suas teias, ela decide de ti come, ou se ti mata.

Eu era o predador ali, não a presa!

-Eu não defendo quem se deita na minha cama. — disse num tom frio e desprovido de emoção.

-Tudo bem!

Convenhamos, não era eu que estava seminua em cima de uma mesa e se oferecendo a um assassino frio como eu. Apesar de ela me despertar um certo interesse (ou seria curiosidade?) de ir para a cama com uma mulher que sabe dar prazer, alem de obtê-lo! Com todas as mulheres que eu transei, dá pra contar nos dedos de uma mão quantas realmente me fizeram ter um belo orgasmo. Entretanto ela não pareceu abalada com minha resposta. Isabella tinha seus próprios conceitos, como eu, e se ela queria, acharia um jeito de burlar as regras.

Porque em minha opinião, regras foram feitas para serem quebradas!

-Mas... — passou as mãos por meu peito. Continuei imóvel. — Eu posso mudar isso. Como se diz mesmo? — e pensou por alguns segundos. — Abrir uma exceção! — continuei encarando-a. — Uma vez. Uma única vez!

-Você não vai querer uma única vez! — avisei sorrindo torto. Ela pareceu irritada ao ser contrariada.

-Eu mando no meu corpo, eu decido quantas vezes serão!

-E você decidiu que é só uma! — falei de um modo zombeteiro. — E então, farei questão de jogar isso na sua cara quando se rastejar aos meus pés!

-E desistirá de me matar! — me ignorou. Como ela ousa afirmar isso com tanta veemência?

-Como pode afirmar isso? — perguntei. Odeio que pre-visualizem meus passos.

-Vai matar sua advogada? — rebateu petulante. Eu teria que cortar esse topete dela! Fiquei em silencio. Suas mãos voltaram a se mexer, procurando alguma saída no meu terno alinhado. Swan optou pela gravata. — Sabe... Estou mesmo precisando de um homem, então pensei se não pod...

Eu não a deixei continuar, pois minha mão subiu para seus cabelos castanhos com aroma de fruta e segurei-os fortemente na base da nuca. Ela soltou um arfar mais parecido com gemido de vagabunda. Meu polegar acariciou seu lábio inferior e no mesmo instante ela os entreabriu. Eu tinha um plano.

Eu, Edward Cullen, enlouqueceria Isabella Swan. Não provaria seus lábios agora... E deixaria o ato com um quê a mais. Ela viria pra mim e eu a guardaria dentro do bolso se possível. Ela seria minha, somente minha, enquanto eu não me cansasse de sua presença!

Narração: Swan

A pistola caiu no chão.

Então eu ia finalmente conhecer meu assassino... Intimamente! Mas porque diabos ele não me beijava e me deixava em chamas como naquele dia!? Eu queria ser consumida pelo fogo, virar cinzas e morrer em seus braços. Eu queria isso... Mas eu podia ter!?

Fui pega desprevenida quando suas grandes e ágeis mãos alisaram minhas coxas e o fogo surgiu ali. Será que ele sentia isso também!? Acho que não... Afinal, eu era a gasolina, ele apenas ateava o fogo e me deixava queimar aos poucos. Mordi o lábio inferior.

“Seja racional!” minha mente pediu. “Foda-se a racionalidade!” disparei instantaneamente.

-Vamos ver do que você é capaz... Isabella. – reconheci um sotaque italiano em meu nome e isso me fez estremecer. Meu amado assassino me fez deitar na mesa novamente. Eu me sentia tão vulnerável sob seu olhar, era como se eu fosse sumir... De uma vez! Seus beijos começaram abaixo do tecido do meu sutiã. E foram descendo... Contrai a barriga quando ele penetrou sua língua em meu umbigo de forma sexy e provocadora. Meu sexo latejou.

Mordi o lábio inferior com força. Porque eu sentia essa vontade louca de gemer e pedir por mais!?

Meu assassino mordeu a pele sensível do meu baixo ventre, acima da calcinha. Soltei um arquejo de surpresa e prazer. Eu queria senti-lo... Queria que ele me chupasse e me provasse que sua língua podia mesmo ter o poder de queimar! Ele hesitou e simplesmente parou, deixando-me zonza de prazer.

-Isabella... — sussurou de novo. — Tenha noção de que meu serviço é completo! — meu corpo retesou, sentindo o efeito das palavras. Não era isso que eu estava desejando, morrer em seus braços fortes!? Suas mãos se tornaram mais rudes em meu corpo, eu as senti de verdade. Era como se elas quisessem me marcar... E nosso jogo só ficava mais excitante a cada minuto! — Quando ouso me deitar na cama de uma mulher... — e se debruçou sobre mim, imprensando seu corpo contra o meu. Abafei mais um gemido. E sussurou em meu ouvido: — Elas só se atrevem a se levantar depois de, no mínimo, cinco orgasmos!

Revirei os olhos, perdida dentro do meu próprio corpo.

-Você esta ciente disso? — perguntou sensualmente em meu ouvido, só para depois mordiscá-lo enquanto sua mão passeava indecisa entre minha virilha e minha coxa. "Enfia a mão onde deve..." implorei mentalmente.

-Sim. — sussurei com a garganta seca. — Você só tem um problema! — peguei-me reclamando preguiçosamente.

-E qual é?! Cinco orgasmos são poucos para você? — perguntou desafiador.

-Espero que você não fale tanto durante a foda... Isso irrita! — fechei os olhos ao ouvi-lo rir. Ele riu! De mim!

-Espero que não tenha problema de começarmos aqui... Ou então quebraria todo o clima se fossemos para o quarto agora! — e mal abri a boca para repreendê-lo dizendo que ele já havia quebrado o clima, quando suas mãos voaram para minha calcinha e simplesmente a despedaçou. Puxou-me mais para baixo, ate meus pés tocarem o chão e eu estar completamente erguida, para então me virar de costa para ele e jogar-me contra a mesa de novo.

A dor da pancada apenas me estimulou.

Edward segurou meus cabelos fortemente, fazendo-me empinar a bunda em direção a sua grande ereção.

-Se você não gemer, vai ser pior... — e deu-me uma palmada forte nas nadegas. Aquilo só me deixou mais acessa. — Muito pior!

Ele mordeu meu pescoço, lambeu e sugou fortemente, estimulando meus arquejos, transformando-os em grunhidos. Ate que viraram gemidos. Eu não era de gemer na hora da foda. Eu simplesmente mordia os lábios e absorvia todo o prazer possível para mim. Mas se ele queria... Porque negar!? Isso só parecia diverti-lo, dar mais prazer e erotismo... Então eu gemeria ate seu nome, se quisesse!

Eu me tornava muito submissa quando estava na cama. Eu gostava de mandar fora dela, mas nela... Ah, eu gostava de receber boas ordens que nem uma cachorrinha adestrada. De vez em quando, curtia ate um sadomasoquismo. Levar uns tapas... Deus, que tesão! Sua mão direita passeou por minha coluna, provocando arrepios e parou em minha cintura, segurando-a fortemente. Eu não tinha percebido que sua calça estava arriada junto com a cueca.

Lambi os lábios ao senti-lo pressionar a minha entrada dos fundos. Pelo jeito, hoje haveria selvageria o suficiente para...

-AH! — apertei as laterais da mesa e mesmo ele sendo grande e grosso, empurrei o quadril contra o dele. E mais gemidos vieram, mas dessa vez, foi de nós dois.

Notas finais
E agora eu me escondo atras do sofa, porque qualquer coisa vai voar em minha direção!
HAHAHAHAAHHAHAHAAH
Voces queriam Beward, ai esta...
E já dá pra imaginar o que vai ter no proximo, nao é mesmo!?
HAHAHAAHAHAHAHA
Mas só proxima sexta... MUAHAHAHAHAH
*continua escondida*
E entao!? Eu sou ambiciosa, por isso me chamam de Mercenaria, entao, eu quero uma chuva de reviews! HAHAHAHAHAHAHA

Beijos
Ate proxima sexta!