The Killer
11 X – Justiça e... Raiva
Notas iniciais
Se voces nao me ameaçarem depois de lerem esse capitulo (o que eu duvido muito), vao estar na porta da minha casa quando lerem o proximo! HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Boa leitura!
=D
X – Justiça e... Raiva
Narração: Swan
Eu tinha que estar centrada. Meus argumentos, afiados! Não podia deixar-me distrair. Desliguei o carro e respirei fundo. Alec Volturi me esperava na frente do tribunal. Respirei fundo outra vez com as mãos ainda no volante. Tire as chaves do contato, coloquei-as no bolso do sobretudo que eu estava usando por cima do meu vestido preto básico que eu sempre uso para trabalhar. Agarrei a pasta e enfim, sai do carro.
Tranquei o carro e caminhei ate Alec, com passos firmes. Lembrei-me da época que era impossível ficar em cima de saltos tão altos. Minha educadora foi generosa e me ensinou a ter classe e glamour. Fiquei frente a frente com ele.
-Bom dia. – cumprimentou-me amargo. Sorri inocentemente.
-Bom dia, senhor Volturi! – fiz um sinal com a cabeça, para que ele me seguisse. – Pronto para sair daqui livre de acusações!?
-Não estou tão certo assim. – respondeu, andando lado a lado comigo. Ainda bem que ele me seguia e não ao contrario. Minhas pernas não são tão compridas assim, e duas passadas dele são equivalentes a cinco minhas. Nada justo eu segui-lo!
-Com medo? – perguntei tentando não deixar transparecer minha zombaria.
-Masen esta me acusando. Você perdeu para ele há pouco tempo... – cutucou-me onde mais dói: a sede de vitoria. Fechei a cara e apertei o passo.
-Na verdade senhor Volturi, foi meu pai, não eu! Mas e daí!? – rebati azeda. Ele sorriu ao ver que tinha me atingido. – Se não quiser ser defendido, é só falar que eu dou meia volta!
-Não, não é isso... Só tenho medo, apenas isso! – me tranqüilizou. O fuzilei com os olhos. Ele estava tentando se vingar do fora que dei nele, sei que estava! Dava para ver na sua postura relaxada e no sorriso sedutor que estava pregado na cara. Suspirei. “Concentra Isabella, concentra!” repeti a mim mesma.
Os corredores do Tribunal Regional de Nova Iorque eram amplos e movimentados. Sem diminuir o ritmo, aproximei-me da porta onde seria o julgamento dele. O segurança corpulento a abriu para mim. Agradeci com um aceno de cabeça. Não tinha porque eu ser mal-educada com ele!
Algumas pessoas já estavam presentes. O júri ainda não estava em seu devido lugar. Mas o que chamou minha atenção foi ver o atraso de Masen. Ele não era de atrasar. Mas foda-se, quanto mais tarde chegasse, melhor seria para mim.
-Eu não me atrasei, Swan. – respondeu Carlisle, parando ao meu lado. Uma mulher estava atrás de si e não era a cliente que estava acusando Alec. Estreitei os olhos. – É muito fácil ver sua expressão de triunfo! Talvez você não saiba qual é, mas verá em meu rosto quando eu ganhar.
-Não cante vitoria antes do tempo, Masen! – ralhei entre dentes. Ele sorriu e caminhou para o seu lugar, uma mesa a esquerda do corredor. A minha era à direita. –Venha, senhor Volturi! – o guiei.
-Pensei que tínhamos pulado essa parte de “senhor e senhorita”. – sua voz era apenas um sussurou atrás de mim.
-Não aqui. Não agora! – foi à única resposta que dei e ele pareceu notar a indireta. Acomodei-me na cadeira de madeira e Alec se sentou ao meu lado direito, com a expressão preocupada. A ameaça do Carlisle não o ajudou muito psicologicamente! Pelo canto do olho, vi Masen beijar a mulher de cabelos quase negros nos lábios e ela se sentar na primeira fileira, atrás dele. Patético demais trazer a sua peguete para uma audiência. Seria humilhante ela vê-lo perder!
Lentamente, os Júris começaram a se acomodarem em seus devidos lugares. Eram vinte ao todo. Seria difícil convencer todos eles e ate dava para sentir medo de suas caras fechadas e hostis. Mas empurrei tudo para o fundo da mente. “Eu tinha que ganhar!” era tudo o que eu pensava quando a voz do segurança disse:
-Todos em pé, o juiz Vladmir esta presente! – e todos nos levantamos quando ele entrou.
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-E como aconteceu? – perguntou o Masen.
-Eu comecei a ficar preocupada quando algumas jóias minhas começaram a sumir... – Renata, a garota de longos cabelos platinados fingiu um choro angustiado.
-Mentirosa! – Alec rosnou para mim sobre ela.
-Shhh! – o repreendi. Eu ia acabar com aquela cadela!
-E teve um dia que achei metanfetamina entre suas coisas. – finalizou fungando.
-Sem mais perguntas, Meritíssimo! – Carlisle disse com uma voz satisfeita.
-Advogada de defesa, prontifique-se! – o juiz Vladmir disse com sua voz cortante. Levantei-me de imediato, a tempo de passar pelo Masen e seu sorriso presunçoso. Com passos firmes, caminhei ate a frente do grande júri e parei.
-Senhorita Renata Silvestre... – falei lentamente, encarando-a intensamente. – Quando você começou a notar a situação mudar?
A cor de sua face sumiu aos poucos quando fiz uma pergunta que exigia uma data certa. Eu esperei ansiosamente.
-Ahn... – hesitou e pestanejou confusa. – Foi há alguns anos atrás... Mas eu o encobri do delito!
-Claro que encobriu, afinal, ele era seu namorado! – falei. Ela assentiu confirmando. –Mas senhores... – virei todo o corpo na direção do júri. – Todos sabemos que há cinco anos atrás, Alec Volturi estava entrando num clinica de reabilitação. – recebi alguns olhares sugestivos e confusos. – Ou como queiram dizer, para os Narcóticos Anônimos. Cinco anos atrás! – repeti, ilustrando com a mão. –Dois anos depois, ele saiu totalmente limpo e há três anos, ele continua como saiu: limpo!
Voltei meu corpo na direção de Renata.
-Mas ele conheceu alguém, não foi, senhorita Silvestre? – perguntei com os olhos brilhando por um deslize dela.
-Katie! – cuspiu o nome com ódio. – Ele só tinha olhos para essa tal de Katie...
-E se esqueceu de você! – afirmei.
-ELE NÃO SE ESQUECEU DE MIM! – rosnou com os olhos injetados em fúria, como se fosse pular em meu pescoço num piscar de olhos. Empinei a coluna um pouco mais.
-Mas eu tenho uma teoria. – comentei com a voz neutra. – Quer ouvir!? – ela não se moveu, apenas ficou pálida outra vez. Ela não sabia do que Isabella Swan era capaz de fazer para provar um ponto de vista. E ela me conheceria agora! – Eu tenho fotos...
-Fotos? – uma voz confusa murmurou atrás de mim. Virei-me para chegar ate minha mesa e pegar a pasta branca e reparei que fora Carlisle que balbuciou a frase. Ele bateu as mãos na mesa e se levantou. – Protesto, Meritíssimo! Essas fotos não fazem parte do...
-Advogados, aproximem-se, por favor! – Vladmir disse, sem alteração. Com a pasta em mãos, eu estava quase presunçosa! Masen ao meu lado marchou ate a grande e alta mesa do juiz, enquanto eu fazia o trajeto andando pomposamente. Carlisle mal deixou o juiz abrir a boca.
-Que fotos, Meritíssimo!? Não fui avisado disso. – rosnou. – Deveria ser descartado como prova!
-Você não sabia, Masen. – falei com a voz baixa e extremamente inocente. – Mas eu documentei tudo e ate o juiz sabia. Não é mesmo, Meritíssimo?
-Deixe-me ver... – e estendeu a mão para a pasta. A passei rapidamente para ele. Ele murmurou uma porção de “uhum” para então cochichar com o escrivão. Assentiu na conversa silenciosa deles e voltou à atenção para nós. Essa conversação não durou nem dois minutos completos. – Está tudo notificado! — Carlisle abriu a boca para protestar. – Continue, advogada de defesa! – Vladmir disse em alto e bom som.
Algo se remexeu dentro de mim. Era o prazer de ver o Masen botar o rabo entre as pernas e sentar aquela bunda velha na cadeira. Mas eu tinha que continuar concentrada! Sem devaneios...
-Senhorita Renata, poderia me ajudar? – perguntei caminhando ate ela, com a pasta em mãos. Virei-me para o júri, antes de perguntar algo a ela. – Aqui são fotos... Fotos de uma senhorita com um traficante. Acho que todos já ouviram falar de Tyler Crowley, certo!? Morreu, recentemente... – comentei corriqueiramente. – Senhorita Renata... – voltei minha atenção para ela.
-Sim? – sua voz não se passava de um sussuro.
-É você, nesta foto? – perguntei estendendo a foto do tamanho de uma folha sulfite. Era grande o suficiente para ela se reconhecer.
-Protesto, Meritíssimo! – Carlisle gritou. “O que diabos ele esta protestando!?” pensei meio perdida.
-Negado! – respondeu Vladmir. – Responda, senhorita Silvestre!
A olhei intensamente.
-Sim, sou eu! – confirmou a contra gosto. Assenti. A primeira foto não era tão comprometedora, era apenas ela e o Crowley. Só! Mas eu iria pegar a mais suspeita de todas!
-E aqui, também é você? – perguntei estendendo-lhe a foto onde estava ela tirando dinheiro da bolsa e Crowley entregando-lhe um pacote pardo médio. Metanfetamina o suficiente para traficar! Ela prendeu a respiração. – É você?!
-E-e-eu não sei! – gaguejou escondendo o desespero de ter sido pega no pulo.
-Você fez tudo calculado não é Renata!? – eu ia soltar os cachorros em cima da piranha agora! – Você já era uma viciada quando esbarrou em Alec! Sabia que ele era rico... E que se tivesse um problema, logo seria resolvido! – endureci a expressão. – Induziu Alec a começar usar drogas e conseguiu, de alguma maneira, esconder seu próprio vicio! Fingia não vê-lo usando o pó branco só para não dar vontade, não era? – ela chorava, me encarando com olhos amedrontados. – E quando chegou à hora de ele ir para a reabilitação, o que ele fez Renata? Ti deixou para trás, jogada ao relento...
-Não... – negou num sussuro, balançando a cabeça. Eu podia atacar um pouco mais, ela estava quase cedendo!
-Entretanto, você não perdeu as esperanças! Mas quando Alec voltou, dois anos depois, estava mudado e... Completamente apaixonado por outra! – e a porra toda explodiu.
-É MENTIRA! É MENTIRA! FIZ POR AMOR, POR AMOR A ALEC! – gritou desesperada, levantando-se da cadeira, batendo as mãos no púlpito. – Foi por amor! Somente isso! Eu queria ajuda, mas era orgulhosa demais para pedir! E então, eu fiz sem hesitar! Alec confiava demais em mim... Comecei a colocar a droga em qualquer lugar: comida, café, suco, pão... Mas sempre evitava comer o mesmo que ele. Eu já era viciada o suficiente com a minha quantidade por dia! Ele chegou a consumir o triplo que eu... Ficou desvairado!
Dei uma olhadela por cima do ombro e vi Alec de cabeça baixa. Não devia ser bom se lembrar de uma época feia de sua vida. Uma época de desgosto... Eu não o culpava por sentir vergonha e baixar a cabeça. Na verdade, eu sentia um pequeno orgulho dele só por ter tido força de vontade e ter se livrado de um vicio que não era seu. Apenas da porra da má compainha!
-Quando ele me disse que iria pra os Narcóticos, eu fiquei feliz! Pensando que ele me levaria também... – e sua expressão beirou a ira assassina. – MAS SÓ TINHA A MALA DELE! ME DISSE “EU TE AMO” DE FORMA FRIA E SAIU PELA PORTA DO SEU APARTAMENTO, DEIXANDO-ME LÁ... Sozinha! – sussurou a ultima palavra depois de tantos berros. – Meus planos falharam completamente!
-Controle-se, senhorita! – o juiz Vladmir disse, meio surpreso e chocado com toda a revelação. Eu não o culpava, era muita informação!
Mas eu queria gritar na cara de Carlisle “Rá, quem sairá com a expressão de triunfo agora, Masen!? Seu porra!”. Mas eu tinha que me controlar e somente dizer:
-Sem mais perguntas, Meritíssimo. – dei as costas a eles e voltei ao meu assento, ao lado de Alec. Ele olhou para mim, estupefato.
-Você. Foi. Maravilhosa! – sussurou pausadamente.
-Obrigada! – agradeci no mesmo tom. Eu tinha que confessar e deixar a modéstia de lado, pois eu tinha arrasado!
-O júri pede 15 minutos de recesso! – Vladmir disse e quando se levantou, nos levantamos juntos e então saiu da sala, acompanhado pelo júri.
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Narração: Cullen
-Edward! Edward! Edward! Edward! – a voz infantil e acompanhada do riso de sinos de Alice encheu-me a mente. Sorri para ela. – Edward, você viu aonde cheguei!? Você viu? Você viu!? Viu!? – a animação dela a fazia ficar repetitiva. Elétrica como era, enquanto falava não parava de pular, sacudindo os cabelos curtos.
-Claro que vi Allie! – respondi olhando a rapidamente por cima do ombro. Era a minha vez de rebater a bolinha de beisebol e novamente, Alice sairia em disparada, para pegar antes de mim.
-E eu vou correr de novo, e ti vencer na... Aaaahh! – e houve um baque surdo. Larguei o taco de beisebol no chão e me virei para ver minha irmã estatelada no chão, chorando estridentemente. Era melhor eu calá-la, antes que papai a ouvisse!
-Ei... Shhh! – murmurei ao seu lado. – Esta tudo bem, Allie! Não foi nada! – e ajudei-a a seu levantar. Seus joelhos estavam sujos de barro, manchando a meia calça branca. Mamãe a mataria por aquilo! –Que tal apostarmos uma corrida? – ela me encarou com os olhos úmidos e um biquinho nos lábios.
A bola que a maquina cuspiu, acertou minha cabeça. Fiz uma careta e ela riu, totalmente restaurada.
-Melhor de três? – propôs, já correndo de mim, rindo como sempre.
Abri os olhos.
Não poderia negar, a sensação de ter sido traído era grande demais para ser ignorada. Talvez tivesse sido assim que Cesar se sentiu em relação a Brutus, só não cito Jesus porque ele era nobre e perdoou todos os inimigos. Ele esperava por isso... Eu não!
E nem sou nobre e muito menos perdoou meu inimigos... Eu os mato, é diferente! Estava acostumado a carnificina. E logo eu teria que ir atrás desse tal de Jasper, mas antes eu tinha que acabar com a mentirosa mor! “Que inferno!” praguejei mentalmente, lembrando-me da audiência da semana que vem.
Se eu não a matasse, ela cairia em cima de mim... E era ariscado que me ferrar bonito e com todas as letras! Levantei-me da poltrona, bagunçando os cabelos enquanto caminhava para fora do quarto. Eu a estava evitando a todo custo.
Desci as escadas e era tarde demais para voltar atrás. Alice estava deitada no sofá, com uma grande barra de chocolate nas mãos. Primeira vez em muito tempo que eu a via fazer isso... A ultima, ela era uma adolescente bobinha e um cara quebrou o coração dela. Comeu chocolate ate não poder mais e então começou com as neuroses de dietas e afins.
Sentei-me no sofá oposto, sem olhá-la. Fixei meus olhos na TV.
Era o noticiário, dando noticias inéditas sobre o caso Volturi. Segundo o repórter que tinha cara de frouxo, a sessão tinha entrado em um recesso de 15 minutos. Fiquei tenso. Como estaria Carlisle: ganhando ou perdendo!? E Lizzy, onde estava!? Afinal, eu não a tinha visto na mesa do café da manha... Nem sei se dormiu em casa!
Tentei empurrar as lembranças traiçoeiras para o fundo da mente... Mas elas estavam todas soltas e demoraria eu dominá-las!
-VOCE É UMA VADIA! TEIMA EM ABRIR AS PERNAS PARA QUALQUER HOMEM QUE FREQUENTA AQUI EM CASA... – papai berrou e eu tapei as orelhas de Alice. Ela não precisava ouvir a baixaria toda. Ficaria traumatizada.
-COMO SE VOCE NÃO TRANSASSE COM QUALQUER VADIA! – mamãe exclamou. Alice fechou os olhos fortemente. Apoiei o queixo em seus cabelos.
-CALE ESSA BOCA SUJA, ELIZABETH! – papai esbravejou de novo. E os gritos começaram!
O corpo de Allie tremelicou, dando indícios de que estava chorando e mostrando que meus esforços estavam indo por água abaixo. A abracei um pouco mais forte. Éramos só crianças... Porque eles não nos respeitavam? Por quê?
-Edward, faz isso parar! – Allie choramingou, escondendo o rosto no meu peito. Engoli minhas próprias lagrimas.
-Shh... – não tive coragem de murmurar outra coisa. Edward batia em Elizabeth em lugares que geralmente não aparecia marcas, ou seja, na cabeça. Era aonde ele dava mais socos! Uma vez ele me fez ver... Fechei os olhos bem fortes, repudiando a lembrança.
Os gritos logo pararam.
-Alice, vai dormir! – eu falei, fazendo-a se deitar novamente na pequena cama. Eu sabia que mais gritos viriam! – Por favor, durma!
Ela assentiu, voltando para debaixo das cobertas e fechou os olhos, relaxando instantaneamente. A porta foi aberta com um estrondo alto por um chute impiedoso. Alice pulou da cama, amedrontada. Edward, nosso pai, era quase um demônio!
-Vem cá! – rosnou, puxando-me pela gola da camiseta. Tentei lutar, mas ele era maior e muito mais forte do que eu. – Vou te ensinar uma coisa, Junior!
Eu odiava ser chamado de Junior. Aquela foi a ultima noite que chorei por Elizabeth e Alice. Eu tinha somente 10 anos.
Respirei fundo e alisei a testa.
-Como acha que esta as coisas lá dentro? – ela me perguntou. Fiquei em silencio, eu tinha que manter os pensamentos em ordem completa! – Algo me diz que Carlisle não esta indo nada bem...
E o repórter disse que a sessão havia recomeçado e que logo eles dariam a informação de que ou Alec fora condenado por alguns anos ou estaria livre das acusações.
Narração: Swan
Era a hora da verdade agora.
Todos estavam de pé, menos quem assistia é claro. O juiz Vladmir daria o veredicto neste exato momento. Eu sentia um frio na barriga. Se perdesse, pelo menos tentei protegê-lo! Não é!?
-Alec Volturi... – Vladmir começou fazendo-me engolir seco. – O senhor está sendo acusado, pela lei de numero 11.343, artigo 290, que é equivalente a porte ilegal de drogas. O júri o declara... – prendi a respiração. – Inocente, de todas as acusações!
Pestanejei um pouco confusa. Eu... Ganhara?
-Já a senhorita Renata Silvestre, deverá prestar contas a policial. – e nisso, dois seguranças se aproximaram da cliente do Masen e a algemaram. – Ficará detida ate segunda ordem!
-Ah Isabella... – Alec me abraçou. Eu estava meio rígida e dura, não o abracei de imediato. – Obrigado! Obrigado mesmo...
-Foi um prazer, Alec! – respondi retribuindo o abraço, mas logo me afastei. Ele sorria demais e estava perto demais. –Já saímos... Deixe-me arrumar minha coisas, tudo bem!?
-Sem pressa! – ele estava um pouco eufórico. Saiu do meu lado e ouvi um choro baixinho acompanhando de palavras de alivio. Devia ser a mãe... Fiquei curiosa para vê-la, mas eu tinha que ser rápida. A imprensa cairia matando em cima de nós. Minha pasta já estava pronta, era somente alguns papeis que eu tratei de socar dentro dela.
Virei-me para o lado e vi um Carlisle muito frustrado. Aproximei-me e coloquei a mão em seu ombro. Ele me olhou penetrante.
-Espero que tenha gravado a minha expressão de triunfo... – sorri e dei-lhe as costas. Fiquei surpresa ao ver Seth, Charlie, Sue e Leah ali, na primeira fileira das cadeiras. Eu não os vi quando entrei! “Também pudera... estava tão centrada que não enxergaria um vaga-lume na ponta do meu nariz!”. Seth foi o primeiro a me abraçar fortemente.
-Você arrasou, Bella! – Seth sussurou em meu ouvido, fazendo surgir uma reação estranha nos pelos daquela região. Balancei a cabeça, tentando espantar isso.
-Obrigada! – agradeci sorrindo. Ele me soltou, mas passou seu braço por meus ombros. Charlie beijou minha bochecha e tentei evitar que meus olhos se arregalassem com o toque. Sue e Leah não tocaram em mim, o que eu agradeci internamente. –Alec, esta tudo pronto!? – perguntei, já caminhando para a grande porta de saída.
-Claro! – respirou fundo, com se apreciasse a liberdade. – Podemos ir!? – perguntou e reparei uma figura fragilizada sob seu braço. Sua mãe. Pressionei os lábios, tentando sorrir amigavelmente para ela, mas não viu, pois seus olhos estavam grudados no rosto do filho.
-Então vamos! – e as portas se abriram, cegando-nos ligeiramente com uma chuva de flashes.
Notas finais
Poxa, segundo o site, tenho 57 leitoras... E bati o recorde nesse capitulo com 10 reviews (no maximo). Talvez nesse capitulo anterior tenha tido uns 11 ou 12... mas é relativamente pouco para a quantidade de leitores, nao!?
olha, eu nao quero bancar a chata nem a pidona, mas... Voces poderiam comentar, pelo menos, um 'posta mais'? Ou um 'eu to adorando'? Serio, isso me deixaria muito muito muito feliz!
HAHAHAHAHA
Bom... outra coisa!
O dia de postagem vai mudar! É, voces provavelmente estavam pensando que ia ter postagem terça!? Nananina nao! HAHAHAHAHA Proxima SEXTA tem mais! Nao confundam o dia, será SEXTA e nao mais terça! HAHAHAAHAHA
É, eu sei... como eu sou malvada!
HAHAHAHAHAHAHHAAH
Beijos
Ate a proxima sexta! =*
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