The Hunters - The story of our life
14 Um amor para recordar
Notas iniciais
O problema, é que Shannon Leto convidou-as para irem com ele, Tomo e o irmão para o camarim. — O Tomo na verdade estava era sentado, bebendo e conversando com o dono do salão e algumas outras pessoas num canto. — As duas aceitaram, e isso me me trouxe alguns problemas. O Christian queria ir lá e levar a Carol pra casa, antes que ela e o Shannon tivessem mais alguma coisa.
O Jonathan, era meio 'ingênuo'. Ele não sabia tudo sobre a Naná, pelo menos não notou a loucura dela pelo 30STMS, muito menos sabia que ela e o Jared já tinham feito umas sacanagens aí.
– Eu não aguento mais. Vou lá buscar a Carol. — Christian resmungou.
– É melhor não. Ela vai voltar já já. — Eu o puxei pelo braço.
– Não, eu vou lá agora. — Ele disse e correu.
Eu não consegui segura-lo, então fui atrás, e os outros também; Ouvi um grito da Carol, Shannon perguntando o que estava acontecendo sem intender, e quando cheguei vi os dois nus, se agarrando no sofá, e o Christian querendo esganar o Shannon e morrendo de raiva da Carol.
– Como é que você pode? — Christian gritou.
– Calma, você não intende. — Ela disse tentando se vestir.
– Intendo que eu sou um idiota. E você, você devia ter mais vergonha na cara. Não ouse ligar, mandar mensagem ou ir até a minha casa. Fique longe, BEM LONGE DE MIM! — Ele gritou e desapareceu pela porta.
– Ai meu Deus! — Carol choramingou.
– Quem é ele? Você não contou que tinha namorado. Desculpe pela confusão. — Shannon a abraçou;
Fomos embora um pouco depois disso, eu tentando consolar a Carol, coisa que não funcionou muito. Eu estava triste, porque o Chris é um cara legal, e eles se gostam muito, mais o que eu podia fazer? Eu não podia obriga-lo a voltar com ela nem a perdoa-la. Chegamos e fomos tomar um banho. Me arrumei e esperei ela sair. Alec estava no meu quarto vendo uns filmes. Avisei que poderia demorar um pouco. Assim que ela saiu fomos até seu quarto para conversar um pouco.
– Carol, se acalma um pouco. Vamos caçar. — Eu disse.
– Eu não quero caçar Belle. — Ela se jogou de cara na cama.
– Não adianta nada ficar aí trancada. Vamos caçar, é melhor pra pensar de estomago cheio, assim eu dou um jeito de juntar vocês de novo. — Eu disse.
– Ah Belle. Vou tentar. — Ela se levantou desanimada.
– Vamos lá. — Sorri confiante e pulei pela janela.
Ela saltou depois, e corremos até uma parte mais calma e cheia de árvores da floresta. Já eram umas 22:30, escuro demais para um humano. Lado bom de ser vampira, olfato, visão, audição. Sentidos e outros 'dons' apurados;
– Ta mais calma? — Perguntei limpando o sangue da boca.
– Um pouco. — Ela disse.
– Eu vou falar com ele. Eu vou dar um jeito, por você. — Eu sorri.
– Tomara que funcione. — Ela disse.
– Bem, vamos voltar? Já são 1:30h da manhã. — Sorri.
– Ok. Já está na hora mesmo, quero falar com as meninas. — Grazi disse.
Corremos de volta tentando não conversar. A situação estava estranha, quanto menos conversa, melhor. Foi estranho tentar puxar papo, eu não estava me sentindo a vontade. Nem ela, isso era perceptível.
– Oi. — Sorri para Alec assim que entrei no quarto.
– O que foi? — Ele disse me puxando pra mais perto.
– A Carol, eu preciso ajuda-la. — Disse.
– Acho melhor ela ficar longe de problemas. E você também. — Ele disse e me beijou.
– Alec! Você sabe que ela é importante pra mim. — Me deitei em seu peito.
– Desculpa moça. — Ele riu.
– Hmm. — Olhei-o pensativa.
– O que foi? — Alec perguntou.
– Eu quero uma coisa. — Eu ri.
– O que? — Ele perguntou sorrindo.
– Você sabe. — Eu o puxei pra mim.
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De manhã, tomei um banho e arrumei o quarto, depois da bagunça que fizemos.
– Alec. Me ajuda, você é um homem. — Eu disse.
– Cada coisa que você diz. — Ele riu.
– Besta! É sério. — Atirei o travesseiro nele.
– Pode falar. — Ele me puxou, abraçando-me pelas costas.
– Preciso de ajuda pra juntar a Carol e o Chris de novo. — Eu disse.
– Depende. Especifique. — Ele disse.
– O que faria um cara ceder á garota que ama? Numa reconciliação. — Perguntei.
– Sexo. — Ele riu.
– Nossa, direto você hein? — Ri.
– Mais ainda quando estou com moças bonitas. — Ele riu e me beijou.
– Safado! Vamos lá em baixo, arrumar algo pra fazer. — Eu disse puxando-o.
Descemos e vimos a Helô e o Demetri conversando.
– Hmm nós voltamos daqui cinco dias. — Demetri disse.
– Mais já? Vou sentir tanto sua falta. — Helô resmungou.
– Nós quem? — Perguntei.
– Eu e Alec voltamos á Volterra daqui cinco dias. — Demetri se virou e disse.
– Mas já? Vocês costumavam ficar mais tempo. — Eu disse.
– Parece que alguém está criando crianças imortais, e nós precisamos investigar tudo. Os mestres pediram para voltarmos logo, mas nós ainda vamos falar com vocês, pelo telefone. — Alec me abraçou.
– Eu vou esperar, fazer o que. Mais um aviso: nada de galinhagens. Eu não quero saber de você agarrando nenhuma galinha. Se eu souber.. você está ferrado. — Eu disse apontando para ele.
– Calma moça. Nada de namoricos com nenhuma meretriz. — Ele disse.
– Já que são os últimos dias de vocês aqui, até sabemos lá quando, que tal umas fotos? — Sugeri.
– Boa ideia, assim podemos vê-las enquanto os dois estão fora. — Helô sorriu.
Fomos até o jardim. Joguei algumas flores pela grama para colori-la e dar um ar 'romântico' as fotos. Primeiro tirei fotos dos dois, depois da Helô e do Demetri, depois ela tirou uma minha com o Alec.
– Essa aqui ficou boa. — Ele pegou a nossa foto.
– Um beijo, mil emoções. — Sorri.
Fotos são uma ótima forma de recordar bons momentos, mais também uma forma ruim de lembrar dos maus momentos. Coloquei as fotos impressas num álbum especial, em uma parte da estante da sala.
– Eu espero que vocês possam voltar logo. — Sorri abraçando Alec.
– É o que esperamos, mais não posso garantir nada. — Ele disse e vi sua expressão mudar.
– Hey! Não se esqueça nunca, de como eu te amo. Eu estarei aqui, te esperando. Não importa quanto tempo passe. — Disse e o beijei.
– O infinito será pouco. — Ele sorriu.
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