Notas iniciais
Hey babys. Estão gostando da fic? Comentem, por favor, é importante pra mim, preciso saber se só as minhas maridas estão gostando. Desculpem pelo atraso, eu queria ter postado antes mais está ficando complicado. Espero que não os esteja desapontando, obrigado por estar lendo! Boa leitura pra todos. Música do cap: http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.vagalume.com.br%2Fbeyonce%2Fhello-traducao.html&h=JAQH03nRN

– Já pode parar, ta ficando muito meloso. — Ri alto.

– Que felicidade meu Deus, que tal a gente fazer um.. 'pique-nique'? — Carol perguntou.

– Vampiros, pique-nique? — Perguntei confusa.

– É, um tipo de pique-nique de vampiros. Vai vai ser legal, a gente tira umas fotos, canta, ri, se diverte. — Ela disse.

– Hmm essa é a oportunidade perfeita que eu precisava. — Sorri.

– Oportunidade perfeita? Pra que? — Carol perguntou.

– Pra uma surpresa. Ah que merda, é pra juntar você e o Christian de novo. — Explodi a surpresa que não consegui aguentar.

– Ai meu Deus, vou me preparar com licença. — Ela correu escada acima.

Acabamos marcando de fazer o pique-nique no dia seguinte, na floresta, de manhã. Subi pro quarto e me tranquei por alguns minutos. Pensei bem em um jeito de juntar os dois. Pique-nique, todo mundo rindo e aproveitando pra se divertir; clima ótimo pra reconciliamento. E então, logo veio a ideia. Liguei pro Christopher e chamei todo mundo pro pique-nique, e ele aceitou me ajudar no 'plano'. Pedi pra ele não avisar pro Christian que nós é quem daríamos a tal festinha, ou que a Carol iria estar lá.

Pensei em tudo antes de ele atender. Conversamos por um tempo, e depois desliguei. Peguei meu celular e fui para a sala, onde a Carol e a Helô estavam conversando.

– Oi meninas. — Sorri.

– Oi amor. — Carol sorriu e se ajeitou no sofá.

– O que você estava fazendo lá trancada que não foi agarrar o Alec? — Helô perguntou.

– Meu Deus, eu não sou apenas tarada mulher! Eu estava armando o reencontro 'Charol'. — Ri.

– E como vai ser? — Carol perguntou.

– Bem, eu liguei pro Christopher e pedi pra ele e a família virem sem avisar pro Christian que nós é que estávamos dando a 'festinha'. os pais não vão poder vir, então são só ele e os irmãos. Ele vai chegar com os irmãos e vai se deparar com você que vai fazer carinha de desentendida e eu vou fazer vocês se reajuntarem caso ele queira fujir. — Sorri.

– Usar seu dom não será a mesma coisa que ele ficar comigo por vontade própria. — Ela disse.

– Relaxa, eu não vou forçar muito não. Eu vou tentar fazer meu melhor. — Sorri.

– Tentar? Não precisa tentar, tudo o que você faz dá certo. — Carol me abraçou.

– É exagero seu, mas eu espero que dê certo amor. — Eu disse.

Subi e fui pro quarto de hospedes.

– O que você tá fazendo? — Perguntei assim que entrei e vi Alec jogado no sofá com os fones de ouvido.

– Ouvindo aquela banda, Thirty Seconds To Mars. Aquela que a Anna Carolina e a Ana Alice são fãs e você também gosta. — Ele sorriu.

– Hmm. Queria a sua ajuda. — Disse me sentando ao seu lado.

– Com o que? — Alec perguntou.

– Com o pique-nique. Bem, eu não sei por onde começar. — Ri.

– Que tal escolhendo um bom lugar, algo pra dar um toque especial? — Ele disse.

– Obrigada. — Sorri e beijei-o antes de me retirar.

Desci as escadas depressa e fui até o armário onde haviam toalhas de mesa, peguei uma grande, uma cesta de pique-nique e um laço. Logicamente a cesta não é para guardar o 'lanche' porque vampiros tomam sangue, coisa que eu não costumo ter em casa. A cesta serviu de vaso para as flores, uma forma mais descontraída para alegrar o ambiente. Guardei-a no compartimento do balcão da cozinha e fui dar uma volta pela casa. Até achei uns desenhos antigos que eu fiz das garotas no escritório, ou biblioteca, tanto faz.

Parei para ler Romeu e Julieta pela milésima vez, ou até mais. Uma das minhas preferidas, porque é uma tragédia. Eu não sou o tipo que gosta de ler histórias felizes porque nunca tive uma, pelo menos não até agora. Depois fui pro meu quarto, eu e Alec ficamos vendo uns filmes durante a madrugada. No outro dia de manhã, fui bem cedo ao local escolhido e arrumei a grande toalha sobre a grama verde clara. Os primeiros raios de sol tomaram conta do espaço trazendo as faíscas da minha pele ao ar, assim como os pontinhos de pó e pequenas folhas sopradas pelo vento.

Alec apareceu e me beijou. Um beijo calmo, doce, paciente. Nos afastamos um pouco, ainda abraçados e nos olhamos. Era engraçado, porque brilhávamos muito. Certamente, parecíamos um farol a noite. Sorri e o soltei voltando a organização do local escolhido para o pique-nique. As garotas se arrumaram e foram para lá também.

– Minha garganta está queimando. — Eu disse tocando-a.

– Vamos esperar os outros. — Carol disse.

– Desculpem, mais eu não vou aguentar. — Disse e olhei para Alec que sorriu e pegou a minha mãe.

– Vamos. — Ele disse.

Corri até sentir o cheiro da minha presa. para a minha surpresa, fiz um Volturi provar sangue animal.

– Não é ruim, mais não é nem um pouco comparável ao humano. — Ele disse.

– Eu sei. — Respondi a seu comentário.

– Sabe? — Ele perguntou curioso pela resposta que não esperava de mim.

– Eu já matei uma humana. A minha primeira caça, quando fui transformada. Eu não tinha controle, não sabia nem o que era e quando vi, estava com os dentes no pescoço de uma mulher. Foi horroroso, eu fiquei péssima por isso. Eu quase enlouqueci. E dói pensar que ela podia ter uma família que tenha ficado esperando pela sua volta. — Eu disse desconfortável e então olhei para a água clara e cintilante do pequeno riacho ao meu lado.

Alec se aproximou, uma mão na minha cintura e a outra no queixo, mas de repente, acabamos caindo no riacho.

– Alec! — Gritei aos risos.

– Ããn.. desculpe. — Ele riu.

Saímos de dentro do riacho e caminhamos abraçados lentamente até o pique-nique.

– Christopher. Anthony, Christian. Que bom que vieram. — Sorri cuidadosamente.

– Espera, a Anna Carolina não vai estar aqui não é? — Christian me olhou nada contente.

– Chris eu.. — Eu dizia antes de ser interrompida.

– Eu não devia ter vindo. — Ele disse se virando e eu o puxei pelo braço.

– Não. Vocês precisam conversar. — Eu disse.

– Chris.. você veio. — Carol sorriu assim que o viu.

– Me esquece. — Ele disse se virando mas novamente o puxei.

– Para de frescura Christian! É melhor vocês conversarem ou eu te dou uma surra! Arranco seus braços e pernas, quer apostar quanto? — Gritei.

– Calma, não precisa disso. — Carol disse.

– Eu não tenho nada pra falar com você. — Ele disse.

Depois de alguns segundos eles acabaram indo conversar lá em casa. Passaram um bom tempo lá, enquanto os outros caçavam. Eu e o Alec subimos pro meu quarto logo que ficamos a sós.

– Você me deixou toda molhada. — Eu ri.

– Se esse é o problema... — Ele disse e tirou o meu vestido.

– Aproveitar os últimos dias né? — Ri.

Passamos a tarde juntos, depois de secos e tomados banhos descemos e fomos ver as meninas que estavam cantando com o pessoal lá fora. O pique-nique durou o dia todo, foi bom até.

E serviu para a causa: consegui reajuntar Christian e Carol. Os dois estavam um pouco tensos, mais já haviam se reconciliado. Graças a Deus senhor, aleluia. Ri e olhei para Alec que sorria para mim. Nos beijamos e dançamos uma música lenta, junto com as garotas e seus parseiros.

Notas finais
Gostaram? Estão gostando da fic no geral? Comentem plz, ficarei grata se mais leitores comentarem. Bjones #Belle