Notas iniciais
Oi pessoal. Bem, se por acaso você estiver curiosa Grazi, eu melhorei em matemática, meu rosto tá um pouco melhor, mais eu continuo na mesma. Escolhi essa música porque ela realmente meche comigo, ela me descreve de uma forma mais leve. Obrigada por orar por mim, e por lembrar. Amores, eu pretendo fazer mais uns 13 caps. Parar lá perto do 25 e dar início á outra fic q eu estou planejando. Obg pelos views, e queria pedir pros leitores fantasmas aparecerem, comentarem e tals. Boa leitura! Música do capítulo: http://www.vagalume.com.br/simple-plan/simple-plan-welcome-to-my-life-traducao-.html

Anoiteceu e arrumamos nossa bagunça, pra depois ficar todo mundo em casa. Bem, quase todo mundo. O Christopher foi pra casa dele, a Yanca foi encontrar o paquera que eu ainda não sei quem era, a Grazi ficou no quarto dela com o Anthony, a Carol e o Christian foram dar uma volta pela floresta, e a Naná estava no quarto com o namorado, Jonathan.

– Eu tenho uma coisa pra te dar. — Alec disse segurando a minha cintura.

– Eu também tenho algo pra você.

– Hm eu entrego o meu presente, e depois você entrega o seu.

– Ok.

Ele se virou, abriu a porta e foi em direção ao quarto de hospedes. Voltou em alguns segundos, com uma caixinha preta decorada por um lindo laço vermelho.

– Aqui. — Ele sorriu entregando-a.

Peguei-a e então puxei o laço com cuidado para não rasgar a caixinha. Abri-a e tirei de dentro uma caixinha de um perfume, pude perceber pelo cheiro. Respirei fundo sentindo o cheiro maravilhoso sair de dentro da embalagem. Li uma parte do rótulo que dizia:

" O novo vício por Yves Saint Laurent. Uma mulher misteriosa, uma sedutora poderosa e inquietante, ingênua mas perigosa. Seu perfume é uma nova fragrância oriental encantadora e luminosa, com notas de lírio Casablanca, Incenso e Jasmine Absoluto. "

– Meu Deus! Obrigada! Perfeito, amei. — Sorri de canto a canto.

– Que bom que gostou. — Ele sorriu.

– O meu é algo simples, mas que eu espero que você goste. — Me levantei e fui em direção a estante da TV.

Peguei a caixa em que eu havia guardado o colar com uma foto que tiramos no campo, e um álbum de fotos nossas que revelei. Eu não sabia o que dar pra ele, mas uma recordação nossa me pareceu uma boa ideia. Isso, depois de conversar com a Helô, é claro. Entreguei a caixa, me sentei e olhei seus olhos passarem pelos meus e depois pela fita que grudei nela. Ele tirou os presentes da caixa e colocou-os sobre a cama. Olhou pra mim e abriu o álbum. Folheou as páginas sorrindo. E então abriu o colar.

– Obrigada, essas fotos ficaram muito boas. O colar é lindo, mas você é mais. — Alec riu.

– Eu sei que não é nada demais, mas esses foram alguns dos melhores momentos da minha vida.

Ele se aproximou e nos beijamos. Aproveitei e coloquei o colar em seu pescoço.

– Serviu direitinho, espero que os seus 'mestres' não tenham nada contra.

– Creio que não terão.

P.O.V. Carol

Depois do pique-nique, dei a ideia de eu e o Chris tomarmos um banho, nos arrumarmos e irmos dar uma volta ao brilho do luar. Eu estava tão empolgada com a nossa reconciliação, sentia meu cérebro remexer lá dentro. Olhava pro sorriso dele e não conseguia conter a alegria.

– Você tem um sorriso perfeito. — Eu disse parando para olha-lo.

– Seu sorriso é o mais lindo que já vi. — Ele parou ao meu lado.

– Ok ok, temos sorrisos lindos, mas o seu é mais.

– Tudo bem, que tal discutirmos isso juntinhos? — Ele mordeu o lábio e rimos.

Nos abraçamos e nos beijamos de forma um pouco exagerada, com vontade.

– Melhor irmos pra minha casa. — Eu ri afastando meus lábios dos dele.

– Vamos antes que causemos algum problema ambiental. — Christian riu.

Corremos até chegarmos na minha casa e das meninas. Fomos para o meu quarto, entramos e eu tranquei a porta.

– Eu estava com saudades disso. — Ri.

– Eu muito mais.

– Você diz isso porque não deve estar lendo a minha mente.

Ele podia ler todos os meus pensamentos, mas não precisava me tocar. Christian me puxou pela cintura, me derrubando sobre ele. Passei a mão pelo seu peito, depois arranquei a sua blusa e beijei seu pescoço. Ele me ajudou a tirar a minha blusa, passando meu corpo por baixo do dele.

– Eu confesso que senti muita falta disso aqui. — Ele me encarou por alguns segundos e me beijou intensamente.

Suas mãos na minha cintura e nas minhas costas me causavam arrepios fortes, da cabeça aos pés.

– Não mais do que eu. — Sorri e mordi a sua orelha levemente.

Ele riu, e me envolveu nos braços fortes e definidos. Ele era irresistível; tanto o olhar, como o sorriso, o corpo e o jeito dele. Eu não poderia, e nem poderei ficar longe dele. Ele é meu, e as vadias que se cuidem. Passamos uma noite bem agitada e perfeita.

P.O.V. Belle

Depois de entregarmos nossos presentes, pedi pra que ele esperasse um pouquinho no quarto. Preparei uma surpresinha, assim que fiquei sabendo que Aro adiantou a viagem para daqui um dia e meio.

Fui para o banheiro e peguei uma caixa que eu havia colocado no armário sem ninguém perceber. Tirei de lá uma capa preta que eu havia conseguido na loja de fantasias e uma langerie preta.

Vesti a 'fantasia' e passei o perfume que ele havia me dado, que eu tinha pego antes de sair do quarto. Passei um batom vermelho intenso que aparentemente aumentou meus lábios; Eu estava morrendo de vergonha, mas apostava que riria daquilo minutos depois. Coloquei a capa e posicionei a mão sobre a maçaneta. Hesitei um pouco, mas tomei coragem e abri-a. Olhei e não vi ninguém. Abri a porta do meu quarto lentamente e entrei de costas.

– O que é isso? — Alec perguntou quase rindo.

– Uma surpresinha. — Eu não aguentei e soltei uma gargalhada.

– Hmm parece ser uma boa surpresa.

Tirei o capuz e abria capa deixando-a cair suavemente sobre o piso.

– Eu estou morrendo de vergonha, então tente não rir. Pelo amor de Deus. — Eu disse comprimindo as pálpebras.

– Não é essa a minha vontade. — Ele riu.

Alguns segundos depois senti suas mãos se prenderem na minha cintura, e seu lábios no meu pescoço. Passei a mão pelo cabelo dele, senti seu cheiro junto ao meu. Nos beijávamos apaixonadamente, loucamente, inconsequentemente. Sem dúvida, eu não sei como poderei suportar a falta que ele fará.

– Eu sei que você está tentando tornar esses dias especiais. Me desculpe, eu sei que está sendo difícil. — Ele disse depois de um tempo.

– Tudo bem, não é sua culpa. Apenas vamos nos curtir ao máximo tudo bem?

– Tudo. E pra deixar claro, você também me deu momentos maravilhosos; e engraçados. — Ele riu.

– Ok. Eu pago uma vergonha dessa pra você ver que eu te amo, e nem eu mesma consigo parar de rir.

– Eu te ajudo. — Alec disse e me beijou.

Depois, quase de manhã, logo que o sol apareceu, peguei as minhas roupas e me troquei. Foi o que ele também fez. Tiramos mais algumas fotos, e eu o ajudei a arrumar as malas. Conversamos muito também. Precisávamos deixar muita coisa esclarecida. Como por exemplo que eu sou ciumenta, e não tenho tanto controle assim. Esse é um dos meus defeitos, me apegar muito, sentir que sou dona de alguém ou de algo que muitas vezes nem é meu. E também dissemos que sentiríamos saudade.

Ligaríamos uma vez por dia, de vez em quando trocaríamos mensagens. Ou mensagem de áudio, ou de vídeo, ou de texto mesmo. Mas o importante foi combinarmos que manteríamos contato. Foi um saco aceitar pra mim mesma que eu não sabia quando nos veríamos.

Notas finais
Comentem! Se não eu não posto mais u.u Preciso de comentários. Beijos #Belle