The Horror of Our Love
1 Old loves, they die hard
Notas iniciais
Esta fic foi baseada no episódio 33 ("Kikyou é sequestrada"), nos doujinshis do desenhista chinês Pangurbann, na música do Nightwish ("Wish I Had an Angel", amoooo)... E, obviamente, na talentosíssima @HanyouSamyra, autora da trilogia de fics "A Confissão de Naraku", sem dúvida as melhores histórias NarakuKikyou em português que já li.
Alerta: este drama contém diversas cenas de sexo. Era para ser um PWP ("porn without plot"), mas eu não seeeei fazer PWP!
Outra coisa: A Kikyou é de carne e osso, apesar de estar morta e ter sido recriada a partir do barro.
Boa leitura!
O céu estava estrelado e límpido naquela noite um pouco fria.
Kikyou caminhava a passos decididos para o castelo de Naraku. Diante dos seus olhos, uma kekkai protetora circundava a propriedade.
A jovem sacerdotisa renascida de ossos e barro fez um mero aceno com as mãos e entrou facilmente pela barreira¹. Nem ela sabia ao certo o porquê de estar indo ao encontro daquele ser maligno que promovera tamanha destruição em sua vida, há meio século atrás.
Lembrou-se de momentos atrás, em que estivera com Inuyasha e a garota estranha que reencarnou com sua alma, Kagome. Sentira toda a hesitação sentimental do hanyou cão e o quanto isso a transtornava. Ele agora nutria afeto por uma menina de quinze anos, ingênua e desconhecedora do próprio poder. Kikyou via a si mesma em Kagome.
Ou melhor, não via mais. Kagome não tinha o coração maculado pelo ódio, como ela o tinha agora. Com seu corpo de dezenove anos de volta, ressurreta em meio à dor e ao desgosto, Kikyou se sentia estranhamente livre. Passara sua vida inteira se dedicando ao bem-estar do próximo e o que recebera em troca foi uma morte violenta pelas mãos daquele a quem ela tanto amou. Mesmo com todos os esclarecimentos acerca da autoria de seu assassinato, da qual Inuyasha era de fato inocente, livrar-se daquele peso na alma parecia simplesmente impossível para ela.
A sacerdotisa adentrou o castelo, subindo decidida as escadas que a levariam ao cômodo onde o hanyou aranha se refugiava. Tirou suas sandálias ao parar diante da porta, abrindo-a. Estranhamente, o corpo deitado sobre o futon não se moveu.
De lado, virado para a porta, Naraku estava dormindo placidamente, os cabelos soltos espalhados em volta da cabeça. Estava vestido com as calças do quimono e a pele de seu rosto, do pescoço e do tórax despido estava ligeiramente suada. A moça estranhou: não estava fazendo calor algum. Meio sem saber o que faria agora, ela se ajoelhou ao lado do futon, sentando-se sobre os calcanhares.
Aquele vilão não era bobo — escolhera possuir o corpo de um homem jovem e belíssimo, o falecido Hitomi Kagewaki, herdeiro único do senhor daquele castelo. Contudo, Naraku recriara o próprio corpo de forma a ficar mais forte fisicamente, talvez para compensar o tempo que estivera deformado por inúmeras queimaduras, enquanto ainda era o humano Onigumo.
O hanyou se remexeu levemente, franzindo o cenho e abrindo um pouco seus lábios. Era como se estivesse sonhando; sua mão passeou pelo próprio abdômen, bem definido e um pouco úmido também devido ao suor, e ele inspirou profundamente o ar, soltando-o em seguida quase num lamento. Acabou se deitando sobre as costas largas; Kikyou, atenta a cada detalhe de sua silhueta, levou a mão à boca, muito envergonhada, quando notou o volume óbvio entre as pernas do perverso e adormecido Naraku.
O maldito era atraente e bonito, isso ela admitia a contragosto. Mais uma vez ele se remexeu, deixando escapar um murmúrio desconexo, no qual o nome “Kikyou” foi dito. A jovem ficou confusa e, ao mesmo tempo, seu coração se agitou no peito. Ela nunca havia se entregado a ninguém e conhecia quase nada dos mistérios do prazer carnal; contudo, isso não impediu que seu corpo queimasse a cada minuto a mais em que ela permanecia ali, olhando para o hanyou que sonhava. Seus pensamentos, porém, eram de indignação.
— Kikyou... Linda como um anjo, deliciosa como uma tennyo²...
“Esse demônio ousa pensar obscenidades relacionadas a mim, depois de ter me destruído e...”
— Kikyou... — sussurrou ele de novo. — Não me provoque. Você... Você está me torturando... Seu cheiro...
“O quê?!”
A sacerdotisa notou, assustada, que agora Naraku arqueava as costas e se remexia no leito, a fisionomia que mostrava um misto de dor e gozo e a mão que finalmente agarrava o próprio sexo e o estimulava por cima das vestes. Os olhos de Kikyou cresceram; ela estava também com medo de si mesma, pois sentiu o desejo dele contaminando-a. Entre suas pernas algo doía de um jeito novo e não desagradável, bem como percebia a vulva ficando úmida e escorregadia.
Ela havia sido raptada por ele há dois dias, quando rompera seu Fuko no Jutsu dentro da montanha, o que permitiu a Naraku absorver uma absurda quantidade de youkais e moldar para si um corpo novo, mais forte e resistente. Ficar sem suas almas mortas durante aqueles momentos críticos deixou Kikyou exaurida e inconsciente, sendo esta a oportunidade que o hanyou teve para raptá-la e levá-la ao seu covil.
As vagas lembranças daqueles minutos nos braços dele a deixaram com aquela inquietação vaga, diferente... Afinal, era um homem nu, belo, misterioso e sedutor a carregando no colo, nas alturas. Lembrou-se de que naquele instante ele estava gelado. Como estaria agora que...
— Hmmf... Não tenha medo... Vamos, satisfaça seus desejos comigo — disse ele, subitamente, a voz pausada e arrastada. — Toque-me.
— N-não, Naraku — ofegou ela, num fio de voz.
— Toque-me... Te darei o que você está querendo... Kikyou.
Trêmula, a jovem sacerdotisa estendeu sua delicada mão e, sem crer que estava mesmo fazendo aquilo, tocou com o indicador os lábios do hanyou que parecia incapaz de não ofegar. Então, a grande mão dele segurou seu braço, fazendo-a gritar de susto:
— AHH! Está acordado!
— Muitíssimo acordado, Kikyou. Como não acordar com você tão perto...?
Com os olhos muito abertos, Naraku a encarou e deu um meio sorriso, lambendo lascivamente a junção entre os dedos indicador e médio da jovem, cujo coração estava a ponto de explodir. Ele apenas riu, de um jeito safado.
— Hu, hu, hu, hu...
— Seu maldito... O que está fazendo?!
— Eu é que pergunto o que você estava fazendo, prezada Kikyou. Não é de bom tom uma donzela entrar no quarto de um homem em plena madrugada.
— Eu... Vim matá-lo! Sabe que posso destruir você a hora que eu quiser.
Naraku se pôs de joelhos, sem soltar o braço da sacerdotisa.
— Veio me destruir com esse cheiro enlouquecedor de desejo, Kikyou? — sussurrou ele, causando arrepios no corpo da jovem, que não lutava para se afastar. — Viu-me deitado, quieto... Iria abusar de um simples daimyō³ indefeso?
— Seu estúpido hanyou... Eu o odeio...
— Sim, claro — revidou ele, cheio de sarcasmo. — Eu também a odeio. No entanto, ao sentir seu olhar fogoso sobre mim há minutos atrás, acredito que o que sinta por mim agora seja outra coisa bem mais útil.
Num rápido movimento, Naraku a puxou para seu futon, deitando-a ao seu lado. Vendo que o olhar de Kikyou agora era outro, ele abrandou o tom de voz:
— Ei, fique tranquila. Não vou forçá-la a nada. Aliás, odeio esses bastardos que violentam mulheres ao invés de tentar conquistá-las.
— Solte-me — disse ela, nervosa. Estava diante de um grande perigo; e, pior, estava louca por ele, que havia suspendido seu pequeno pé até a altura do rosto e lhe tirava a meia.
— Como você consegue ser tão deliciosa? — ronronou ele, distribuindo pequenos beijos e mordidinhas pelo pé da jovem, que se contorceu.
— Já disse para me soltar, seu pervertido.
— Por que eu o faria?
— Porque... Ah... — aqueles afagos no pé estavam entorpecendo Kikyou, que já não escondia mais o forte desejo que sentia pelo hanyou.
Então, repentinamente Naraku solta o pé da jovem e engatinha sobre ela, seus cabelos caindo sobre os ombros trêmulos de Kikyou, que respirava sofregamente.
Os rostos, tão próximos, possibilitavam um ao outro estudarem seus detalhes e características faciais.
— Kikyou, olhe nos meus olhos, por favor — pediu ele.
— O que quer?
— Quero saber se posso compartilhar um segredo com você.
— Um segredo... Seu?!
— Sim. Achei que você seria a pessoa mais indicada para me ouvir.
Então o homem puxou a mulher para que se sentasse ao seu lado, enquanto soltava a fita que prendia os cabelos lisos dela. Naraku não pôde deixar de achar interessante o fato de ela repetir o gesto, soltando seu rabo-de-cavalo e tocando seus cabelos ondulados enormes.
— Diga, Naraku.
— Bem... — ele desviou o olhar, mantendo um sorriso de lado na face. — Parece estranho e até ridículo de minha parte, mas... Eu nunca me deitei com mulher alguma.
— Sério?!
— Sério.
— Mas por quê?
— Digamos que é porque a única que eu sempre quis ter morreu assim que passei a existir. E foi por minhas mãos que ela se foi deste mundo.
A moça baixou a cabeça, desconfortável. Naraku tocou-lhe o queixo, devagar, fazendo-a encará-lo de novo.
— Kikyou, por que está aqui comigo? Sei que você queria na verdade estar com aquele detestável cachorro imaturo e tosco.
— Eu... Eu não sei porque vim parar aqui — murmurou Kikyou, magoada. O hanyou a abraçou.
— Quanta ironia... — comentou ele, beijando a testa da jovem. — Dois seres como nós, que nos odiamos, buscando um pouco de consolo nos braços um do outro.
— Por que diz isso?
— Porque o que sinto por você não é apenas desejo físico — respondeu ele, inclinando o rosto em direção ao dela. — E hoje acordei sentindo falta daquela sacerdotisa tão linda que protegeu e cuidou de Onigumo.
— Eu não sou a mesma pessoa de antes...
— Eu também não. E daí? Aquele pobre-diabo do Onigumo jamais poderia fazer isso... — e Naraku selou os lábios nos de Kikyou, beijando-os a princípio de forma vagarosa, depois ousando um pouco ao ver a jovem tão entregue a seus caprichos e tocando sua língua na dela. Logo ambos devoravam um ao outro num beijo terrivelmente sensual e luxurioso. Kikyou acabou se afastando, ofegante, meio assustada. Nunca havia sido beijada daquela forma antes.
— V-você parece ser bem experiente para quem alega ser virgem... — acusou-o ela.
— Meu corpo é virgem, mas minha mente não. Esqueceu-se de minha origem humana? Não se lembra mais do Onigumo pervertido? — sussurrou ele, achando graça no aparte de Kikyou, cujo colo subia e descia pela respiração acelerada. — Está suada, prezada Kikyou. Por que não se livra dessa maldita roupa?
— Que petulância, Naraku. O que o faz pensar que eu ficaria nua para você?
Ele deu um largo sorriso.
— Só de falar em ficar nua diante de mim, seu coração bate mais rápido, Kikyou. E o cheiro dos seus fluidos fica mais forte a cada instante.
A moça continuou inerte, envergonhada demais para se despir. Os olhos vermelhos de Naraku passeavam sem pressa por seu corpo, até que ele não suportou mais e levou a mão à gola da túnica branca de Kikyou, que se encolheu:
— Não, não... D-deixe que eu mesma tiro.
E, pondo-se de pé, Kikyou levou as mãos trêmulas às roupas e, primeiro, despiu-se da obi, da calça, tentando não olhar para a expressão faminta e meio abobalhada de Naraku, de boca aberta, sentado aos seus pés. Enfim a túnica branca caía também no assoalho.
Aquela visão era infinitamente mais bela aos olhos do hanyou do que sua imaginação lúbrica o permitia vislumbrar. O corpo tão jovem e belo de pele suave e curvas sinuosas despertou em Naraku a mais assombrosa excitação, de maneira que ele agora não conseguia despregar os olhos dos seios firmes, o ventre esbelto, o sexo gordinho e as coxas grossas, bastante alvas por nunca terem sido tocadas pelo sol. Sem esconder o quanto desejava a sacerdotisa, o hanyou a pediu para que se deitasse de novo. Mal Kikyou atendeu a seu pedido, Naraku tomou-lhe o pé entre suas mãos mais uma vez, ficando de joelhos para ela, já muito apreensiva por permitir toda aquela situação.
— Você parece não estar com medo, apesar de ansiosa, Kikyou — sibilou ele, deslizando o nariz pela sola do pé da moça e olhando cobiçoso para sua intimidade. — Ouso dizer que está tão desejosa disso quanto eu.
— N-na verdade eu não sei de mais nada...
O hanyou surpreendeu-a com sutis sucções e lambidas pelos dedos dela, que arfou. Não obstante, Naraku ousou descer os lábios pela perna da jovem até seu joelho, deixando óbvio com seus olhares que seria capaz de ir ‘mais embaixo’. A sacerdotisa suou e gemeu.
— Vamos fazer o seguinte... Vou deixá-la à vontade — e o hanyou abandonou o pé da jovem sobre o futon, deixando Kikyou confusa. Naraku agora se afastava para trás, se sentando sobre o cobertor.
— Como, à vontade?
— Faça o que quiser, Kikyou. Hoje você está livre para fazer o que lhe der vontade, inclusive colocar suas roupas e ir embora. Não vou julgá-la.
— Mas... Mas eu não quero ir embora.
— Nem eu quero que você vá.
Eles se olharam intensamente por alguns instantes até que Naraku mandou seu autocontrole às favas e deitou-se ao lado da sacerdotisa, tomando o rosto delicado entre as mãos e o beijando inúmeras vezes, na testa, no nariz, nas pálpebras... Menos nos lábios. Como ele imaginava, a moça logo se impacientou e o agarrou de volta, colando sua boca à dele. O hanyou riu em meio aos beijos intensos e se apartou dela, já ofegante.
— Melhorou.
— O que, Naraku?
— Melhorou, agora que você está se livrando dessa pudicícia sem sentido. Não é preciso ter vergonha de mim.
— Mas...
— Shhh... — e ele tocou devagar os lábios dela com o dedo indicador. O que Naraku não esperava era vê-la abocanhando seu dedo e o sugando, como ele o fizera mais cedo. O hanyou tremeu dos pés à cabeça e arfou.
Não era muito fácil se conter perante a mulher que ele desejava mais do que tudo, apesar da inimizade e do ódio que nutriam um pelo outro. Novamente eles recomeçaram a se beijar, tendo o homem o cuidado de não se encostar muito nela naquele momento.
— Ah... Kikyou...
— Diga...
— Você deve ficar tão linda se dando prazer. Por que não me presenteia com essa dádiva?
— C-como é?! Eu... Não sei como é isso, eu...
Ele tomou seus lábios mais uma vez em um beijo e, então, pegou a mão de Kikyou e a levou à sua boca. Lascivamente, Naraku colocou dois dedos da jovem entre os lábios e os sugava, olhando fixamente para ela, que chegou a contorcer as pernas de prazer e medo. Aquilo tudo era novo demais, forte demais, indecente demais. O homem agora retirava os dedos dela da boca e os levava à virilha dela, que arregalou os olhos:
— O que... O que vai fazer?!
— Eu? Nada... Agora, você vai se divertir um bocado com isso.
Como era de se esperar, a vulva da sacerdotisa estava totalmente lubrificada. Naraku pousou os dedos de Kikyou sobre aquela região sensível e os pressionou contra o clitóris; a moça saltou e arfou de prazer. Inclemente, o hanyou prosseguiu instigando-a a se tocar intimamente até que ela tomasse as rédeas daquele ato e rodeasse seu pequenino órgão delicado com os dedos.
A sacerdotisa não se aguentava mais de desejo por seu atraente arqui-inimigo.
— Você está maravilhosa... Como eu queria que fossem os meus dedos descobrindo essa doçura molhada... — comentou ele, baixinho. Ouvi-lo causou vertigens na jovem, que gemeu alto, olhos fechados. — Fique à vontade, Kikyou. Ninguém está nos ouvindo...
Reunindo coragem, Kikyou resolveu encarar o vilão ao seu lado. Ele a olhava transtornado, mordendo a própria boca, face rubra. Os mamilos da jovem estavam endurecidos e arrepiados; ela ocasionalmente choramingava e revirava os olhos, enquanto se masturbava já com mais rapidez.
— V-você quer me tocar...? — indagou ela, envergonhada com a aceitação tão rápida daquela proposta.
— Se você permitir... Quero. Mas em outra parte do seu belo corpo.
— Ah... Onde?!
— Você saberá. Não se incomode, continue o que está fazendo.
Logo Naraku voltava a beijá-la, despretensiosamente; seus lábios finos passeavam por todo o rosto da moça, demorando-se um pouco no lóbulo de sua orelha e provocando mais arrepios de prazer nela. A boca dele agora descia, vagarosa, pelo pescoço e colo da sacerdotisa; volta e meia, o hanyou se interrompia para olhar o rosto da moça.
Aquela visão primorosa ficaria gravada nas memórias e na alma de Naraku pelo resto de sua vida. Como, entretanto, ele havia se disposto a não pensar demais, continuou a acariciar a pele alva de Kikyou, que agora estava muito atenta ao que ele fazia; sua face se aproximava do seio esquerdo. Ele umedeceu os lábios e sorriu ao notar a jovem prendendo a respiração momentaneamente.
— Nem tão grande, nem tão pequeno. Delicado e tão belo como você... — sussurrou ele, aspirando o cheiro do seio que palpitava. Em seguida o hanyou escorregou o lábio por toda a pele do seio, evitando tocar o mamilo. Kikyou gemia alto e se retorcia, os dedos totalmente lambuzados subindo e descendo por sua vulva.
— Ahh... Por favor, n-não brinque assim, isso me tortura!
— O que tortura é você chegar com esse cheiro de campânulas e se sentar ao meu lado... Onde se banhou?
— Numa fonte perto daqui... Por que me olha assim?
— Assim como?
— P-parece que quer me... Me devorar com esses olhares pervertidos...
— Parece, apenas? — volveu ele, enfim envolvendo o bico rijo daquela mama em seus lábios. Kikyou quase grita.
Sem dó, Naraku se pôs a provar a textura do mamilo da moça que ofegava, sem no entanto seu olhar do dela. Beijava, chupava, lambia e cheirava aquela área sensível, ronronando contra a pele do seio de Kikyou. Ela agora se esquecia de tudo e, com as coxas bem separadas, não parou de se estimular até que uma sensação violenta de prazer se avolumava entre suas pernas, culminando em um clímax alvoroçador e envolvente. Imersa naquela deliciosa descoberta, a sacerdotisa mal ouvia o som da própria voz ao gemer desavergonhadamente.
Ela abriu devagar os olhos marejados e se deparou com os carmesins brilhantes de Naraku a admirando. Como seria possível um ser tão maligno provocar nela tamanha satisfação?
Então a jovem franziu o cenho, parecendo incomodada com alguma coisa.
— Você está vestido... — murmurou ela.
— Sim, estou. Algum problema?
— Ah... Ora... — Kikyou desviou o olhar, constrangida. Naraku a puxou para si um pouco mais.
— Pode me despir a hora que quiser, doce miko.
— Eu?!
— Sim, você. Eu ficaria extremamente grato se o fizesse...
Vacilante, a mão da sacerdotisa se ergueu e foi até perto da barra da calça do hanyou, porém ela desistiu de tocar o tecido, nervosa. Naraku tomou sua mão e a beijou, murmurando:
— Se não quiser, vou entender. Não quero que se sinta forçada a nada.
— Não é que eu não queira... É que... Sinto vergonha.
Ele a beijou mais uma vez, aproveitando para colocar a mão dela sobre seu ombro. Aos poucos, Kikyou foi se esquecendo do pejo e afagando, a princípio lentamente, a pele do ombro do hanyou. Então sua mão começou a descer e circundou o mamilo dele, que gemeu imediatamente ao ser tocado. A pele dos dedos de Kikyou era suave, bem como a forma que ela o acarinhava, de maneira que Naraku ansiava por mais daquela inspeção que ela lhe fazia. Sem demora, a jovem lhe tocava os músculos bem delineados do abdômen e umbigo, parando ali. De olhos fechados, o homem pediu para ela continuar, enquanto ele levava a mão à barra da calça.
— Vem, querida, me ajude a ficar livre desse hakama.
O casal começou a desamarrar as fitas que prendiam a vestimenta do hanyou e Kikyou pôde perceber que, na verdade, Naraku também estava ansioso. Suas longas mãos tremiam ligeiramente e ele se atrapalhou na empreitada. Enfim, conseguiram desatar a veste e, juntos, puxaram-na para baixo.
Kikyou até havia planejado virar o rosto para não ver a nudez total do hanyou, mas foi traída por si mesma. Ainda que sua face ardesse e enrubescesse totalmente, seus olhos se demoraram ao contemplar a rija masculinidade do homem ao seu lado. Quase que totalmente úmido, o pênis um tanto generoso em espessura apontava para o alto e pulsou assim que a sacerdotisa o expôs. Então seria com aquele aríete de carne que ela seria desvirginada, ponderou Kikyou, se arrepiando. Todo o conjunto do corpo dele era aprazível e a jovem estava fascinada.
— Kami-sama... — ela deixou escapar, em meio a um suspiro. Acabou erguendo o olhar para o rosto de Naraku e se surpreendeu ao vê-lo sério e vermelho como um pimentão. — Naraku, o que você tem?
— ... — o hanyou olhou para o lado, fazendo bico.
Mais estranho do que se ver naquela intimidade inusitada com ele, era vê-lo tímido. Kikyou o fitou demoradamente até começar a rir, baixinho, levando Naraku a encará-la, meio nervoso.
— De que acha graça?
— Qual é o problema? Você esteve nu diante de outras pessoas há dois dias atrás.
— Mas com você é diferente. TUDO fica diferente.
— Como assim?
Porque era a ela que Naraku, a contragosto, reconhecia que amava. Mas, se ele começasse a pensar muito sobre a situação em que ambos se encontravam, colocaria tudo a perder. Resolveu ignorar a pergunta e a beijou de novo, induzindo-a a se deitar mais uma vez.
Ambos gemiam em meio aos beijos e pequenas mordidas dadas nos lábios já avermelhados. As mãos dos dois percorriam o corpo um do outro, desejosas, quando Naraku puxou o corpo da sacerdotisa para cima do seu.
Kikyou estava um pouco pálida e aparentava cansaço. Ele então parou tudo e colocou-a sentada sobre o futon, enquanto se levantava para abrir a janela, liberando o acesso de alguns shinidamachuu com as almas que a jovem recolhia para sobreviver. O hanyou observou o brilho tênue dos insetos que reluziram o quarto semi-obscurecido e como eles ‘alimentaram’ Kikyou, desaparecendo pela janela logo em seguida. Ficou surpreso ao ver que ela se colocava de pé e caminhava devagar em sua direção.
— Não feche ainda, por favor — murmurou ela, logo chegando à fresta da janela e olhando para a lua crescente. — Depois que renasci, não tive a oportunidade de olhar para o céu.
— Imaginei que sentiria falta de observar as estrelas. Você sempre fazia isso antes de sair da caverna de Onigumo.
A moça virou-se e encarou o homem, que também olhava para o alto. Ela estava mais uma vez surpresa; os olhos dele aparentavam estar ligeiramente rasos d’água e cintilavam, melancólicos. Naraku era uma criatura triste, no fim das contas.
— Você sabia que eu parava ali para olhar as estrelas, Naraku?
— Sim. Seu olhar sempre mudava quando fazia isso, era como se você desejasse ser uma delas...
— Ah... Que bobagem — murmurou ela, olhando para fora de novo. — Eu sempre amei as estrelas, mas nunca poderia ser uma. Ainda mais agora que me tornei esse espectro de barro...
— Mas você É uma estrela, Kikyou. É a MINHA estrela, que reluz e brilha em meio às trevas do ódio que existe em meu espírito mau.
A janela foi fechada e Kikyou foi arrebatada em um abraço forte e um beijo agoniado de Naraku, que parecia mais do que nunca disposto a fazê-la dele. A jovem deslizava devagar seus dedos pelos cabelos dele, pelas costas, pela queimadura em forma de aranha que havia ali. Logo ambos caíram sobre o futon, beijando-se enlouquecidos, sentindo todo aquele furor sexual os consumindo mais uma vez.
— Hmm... — ofegou ele, baixando a cabeça até os seios empinados da sacerdotisa e os lambendo, alternadamente, olhando sem parar para o rosto vermelho dela, que não escondia mais os gemidos. Beijava os mamilos rosados, chupava-os, às vezes colocando boa parte da mama em sua boca, ao passo que seu membro escorregava por entre os grandes lábios da moça. Ela chegava a rir um pouco, louca de prazer, ansiando por desfrutar ainda mais daquele contato tão íntimo.
Não foi muito surpreendente para Naraku ver a moça, outrora tão serena e ponderada, emitir um quase grito ao gozar mais uma vez. Na verdade, ele gostou, e muito. Tanto que gargalhou de tamanha luxúria, já que Kikyou cravara as unhas em seus glúteos brancos, arranhando-os.
— Uau — fez ele, ainda se empurrando devagar entre as coxas da sacerdotisa. — Eu não sabia que isso era tão bom e nem que seria tão perfeito com você.
A jovem apenas o olhou, ofegante, respirando com os lábios abertos. O hanyou agora se deitava ao seu lado, acariciando os cabelos da franja dela que lhe caíam sobre os olhos um pouco embotados agora. Lentamente, Kikyou levou a mão à cintura dele, arriscando olhar para o falo inchado a poucos centímetros de distância de si.
— Naraku... — disse ela, num cicio. — Eu quero você.
— Me quer? Tipo... Quer que eu a tome...?
— Quero... Me faça sua...
— Sabe que isso pode ser doloroso, não sabe?
A delicada mão de Kikyou se fechou em volta do membro do hanyou, que de imediato gemeu. Ainda deitada de frente para ele, a jovem puxou o sexo dele de encontro ao seu, permitindo o contato da glande com seu clitóris.
— Oh, Kikyou...! — exclamou ele, excitado e surpreso pela ousadia da sacerdotisa, que gemia lânguida.
— Não me importo que doa, só quero que você me sacie desse desejo incontrolável que estou sentindo... — choramingou ela, aflita.
Ouvir aquilo foi como música aos ouvidos do já tresloucado Naraku, que se continha a duras penas para não passar dos limites com ela, já que era uma donzela. Ele sorriu, puxando levemente o joelho de Kikyou, indicando a ela que queria aquela perna erguida e colocada sobre seu quadril. Deu-lhe um selinho e murmurou perto do ouvido da jovem:
— Tente colocá-lo você mesma.
Kikyou, então, segurou com mais firmeza o pênis do hanyou e, meio confusa com aquilo, o pressionou contra a sua vulva, até encontrar o orifício vaginal, que doeu um pouco com a investida. Genuinamente preocupado com a expressão de incômodo da sacerdotisa, Naraku indagou, fazendo-a parar:
— Está ferindo você?
— N-não... Digo, sim, mas não é nada insuportável.
— Tem certeza? — ele agora estava um pouco inseguro. — Eu... Posso agradá-la de outras maneiras, se você quiser, e...
Kikyou calou-o com um beijo lento, enquanto empurrava um pouco mais o grosso membro para dentro de si. Doía, obviamente, mas era o que ela queria — e, depois de ver que ele havia de fato se preocupado com ela, a sacerdotisa desejava se entregar para aquele demônio de qualquer jeito.
Naraku, então, levou a mão livre às costas da moça e resolveu beijá-la com mais afinco. Deixou que Kikyou engolisse seu menino por inteiro dentro de sua apertada intimidade quente e ofegou. Abriu os olhos e ficou triste ao vê-la chorar silenciosamente.
— Você não está se sentindo à vontade com isso — constatou ele.
— N-não é verdade. Só preciso me acostumar com... Essa... — ela não soube como completar a afirmativa.
— Então você quer continuar?
— Quero...
O hanyou continuou a acariciar as costas de Kikyou e a beijá-la, até que percebeu o corpo menor perdendo a tensão aos poucos. Ela, então, tomou a mão de Naraku e, depois de breve receio, a colocou sobre seu seio, de forma tímida. Aquilo era um sinal silencioso para que ele enfim fizesse o que era esperado.
Era tudo o que ele mais queria. O hanyou arremeteu o membro sem muita força a princípio, enquanto afagava a mama da jovem. Ela não parecia sentir dor agora, mas também não demonstrava estar se satisfazendo com aquilo. Naraku tocou-lhe o rosto, levando-a a abrir os olhos.
— Por que não fica por cima de mim? — indagou ele, sem parar o que fazia.
— Vai doer menos?
— É possível... Afinal, quem vai controlar o quanto lhe penetro será você, querida.
Tinha lógica. Ela, com alguma ajuda, se postou por cima do corpo dele, sentindo que Naraku introduzia o membro em seu interior mais uma vez. Doía menos. Em compensação, ela ficava bem mais exposta, visível. Contudo, Kikyou percebeu que ser admirada daquele jeito era muito, muito excitante.
A moça sentou-se devagar sobre o membro espesso, mordendo os lábios. Como estava um pouco nervosa, contraiu-se, o que provocou um prazer incrível no hanyou, que fechou os olhos e gemeu alto. Kikyou piscou algumas vezes, confusa. Naraku agora a olhava com a mais notória paixão.
— Doeu em você? — inquiriu ela, inocente. O homem riu, alucinado, o sangue fluindo ainda mais para seu órgão oculto no corpo menor.
— Não, minha deusa. Na verdade, quando você me comprime, me causa um tesão infinito. Faça isso de novo... Isto é, se não for te causar mais dor... — implorou ele, aproveitando para colocar as mãos na cintura da jovem. Da cintura, para as nádegas. Kikyou comprimiu a musculatura vaginal, estrangulando o pênis de Naraku dentro de si; ligeiramente incômodo para ela, totalmente prazeroso para ele. O hanyou gemeu alto e logo ondulava o quadril de encontro ao dela, instigando-a a continuar se movimentando.
O sobe-e-desce dos seios de Kikyou parecia poesia aos olhos do perverso vilão, que não conseguia se manter quieto. O som de sua voz grave ecoava por todo o grande recinto e ele nunca parecera tão indefeso para a sacerdotisa. Era tão estranho... E irracionalmente gratificante para Kikyou, que em toda a sua vida não imaginava ser capaz de dar prazer a um homem.
E, quem diria, era a primeira vez de ambos.
— K-Kikyou — balbuciou ele. — Com licença... Eu quero chegar mais perto de você.
— De que jeito?
— Vou te mostrar.
Naraku se colocou sentado, auxiliando Kikyou a enlaçar sua cintura com as pernas, sem desfazer a conexão entre seus corpos. Como ela era pequenina em altura, foi possível ficar com o rosto paralelo ao dele, que não recomeçou a se mover até que ela conseguisse se adaptar à nova posição.
— Ainda dói, minha linda rainha?
A moça arqueou a sobrancelha ao se ouvir sendo chamada daquela forma estranha e afável. O hanyou deu um breve sorriso e deu de ombros, antes de sussurrar:
— Não consigo pensar em outros adjetivos para você.
— Você é louco, sabia?
— Sou... Absolutamente louco. Estou tomando a donzela mais bela, a miko mais poderosa, a arqueira mais hábil em meus braços e a possuindo, como se fosse minha mulher... Você pode me purificar e me matar facilmente, mas a única coisa que me interessa é saber se você está sentindo prazer comigo...
— Também não consigo pensar em outra coisa... E é claro que estou sentindo prazer com você — e Kikyou, à guisa de demonstração, pegou o rosto de Naraku com suas mãos e beijou-o calidamente, enquanto contraía o membro dele em seu interior. O hanyou se contorceu de deleite.
— Ainda... Ainda não me convenceu, Kikyou...
— Não?! Mas o que você espera de mim, Nar-
O polegar dele acabava de tocar seu centro de prazer, num movimento circular e lento, deixando a moça consideravelmente mais fogosa. De imediato, ela deixou escapar um gemido mais alto. Naraku a encarou com satisfação e malícia, agora beijando mais uma vez seus mamilos, um de cada vez, enquanto movia o quadril com movimentos curtos e rápidos.
— E agora, minha ninfa deliciosa? — ronronou ele, lascivo. — Está sentindo o que, enquanto experimento o sabor destes seios que me saciam e me deixam esfomeado ao mesmo tempo?
— ...
A assertiva de Naraku desencadeou um arrepio intenso na jovem; o que dizer diante do tesão decuplicado que ela sentia naquela hora?
A sacerdotisa emitiu um lamento em voz alta, pois ouvir aquele hanyou lhe dizer aquilo a transtornou visceralmente. Ainda doía um pouco o ato sexual, porém não se comparava ao gozo que ela vivenciava. Por sua vez, Naraku estava com sérias dificuldades para se conter. Agarrou as mamas da jovem e esfregou o rosto contra elas, enfim se descontraindo totalmente e urrando quando Kikyou, mais uma vez, o estrangulou dentro de si.
— Ahh... — e ele cerrava os dentes, franzia a testa úmida, gemia despudorado, ao ver a jovem agora totalmente entregue a ele. Kikyou havia pegado a mão de Naraku e a posicionado em cima do seu monte-de-vênus, indicando que queria ser masturbada pelo homem que a invadia com seu membro pulsante e duro como pedra. Ele não se fez de rogado e levou o polegar ao clitóris da jovem, tocando-o com um misto de prazer e curiosidade. Com a outra mão, o hanyou afagava seu seio e pescoço.
— N-Naraku... — e ela revirou os olhos castanhos antes de fechá-los com força, a expressão viva do prazer carnal em seu belo rosto vermelho. Expressão esta que Naraku faria tudo para ver, dia após dia, noite após noite.
— Hmm! Kikyou, KIKYOU!
Ensandecido, Naraku desfez a posição sentada em que eles se amavam e se deitou sobre a sacerdotisa; ergueu parcialmente o tronco e pediu à moça para envolvê-lo mais um pouco com suas coxas. O casal se encarou por alguns instantes; estavam se doando, se fundindo. Kikyou ergueu sua mão para acariciar o rosto jovem do hanyou, ao passo que este beijou com afeto seu dorso.
Então ele arremeteu com força, arrancando um grito da jovem, o grito que ela jamais sonharia dar antes. O grito de uma mulher que deseja perdidamente um homem.
— NARAKU!
O ecoar da voz da jovem embalou os sentidos de Naraku, que fechou os olhos e se deleitou ao invadir aquele corpo delicado e frágil que ele tanto desejou no passado e ainda desejava, naquele momento presente.
— Você é minha! MINHA, entendeu? — gritava Naraku, alucinado. — Eu abro mão de qualquer coisa por você, meu amor...!
— Eu quero ser sua...! Me dê mais disso... Naraku...
A moça arfava e gemia, chamando desesperadamente o nome dele, enquanto o membro grosso a preenchia e a fazia se sentir a mais venturosa mulher. Ambos não paravam de se olhar ao longo do ato prazeroso e inédito; os corpos se encontravam com urgência, os seios dela se agitavam devido às investidas, os cabelos de ambos se misturavam. Instintivamente, Kikyou se contraiu, apertando o sexo de Naraku enquanto implorava a ele por mais do viciante aglomerado de sensações deliciosas que ele lhe proporcionava.
Foi o ápice, para a jovem, que sentiu sua feminilidade pulsar, libertando-a de vez daquela angústia louca que sentia e a atirando no oceano do clímax. As contrações involuntárias do canal que engolia Naraku levaram-no a dar um último brado, derramando-se dentro dela, que o abraçava fortemente.
A sacerdotisa caíra em sono profundo após o orgasmo. Seus braços, contudo, prendiam o hanyou, de forma que ele teve um pouco de dificuldade em se desvencilhar dela sem incomodá-la. Meio abobado, Naraku esfregou os próprios olhos antes de enfim se deitar ao lado da jovem sacerdotisa.
— Ah, Kikyou...
Ele beijou-lhe os lábios uma última vez antes de bocejar. Desorientado, o hanyou achou que estava ficando louco.
— Penso tanto em você que acabei tendo o mais incrível sonho de toda a minha existência vil neste mundo.
Em poucos instantes, ele adormecia também, não sem antes enlaçar os dedos aos dela.
Ainda havia um pensamento que não se calava dentro da mente da sacerdotisa que dormia.
“Ele abriria mão de tudo por mim...”
***
1 — Na ocasião, a barreira de Naraku podia ser quebrada por Kikyou. Isso é dito no anime.
2 — Tennyo: Virgem celestial.
3 — Daimyō: Proprietário de um castelo. Naraku havia possuído recentemente o jovem Hitomi Kagewaki e se apropriara de seus bens.
Notas finais
Abre mão de QUALQUER COISA, Naraku? A Kikyou usará isso contra você, bichim.
Não se iludam: Naraku aqui é o vilão fdp e malvado do mangá/anime, com a diferença que ele não está escondendo que ama Kikyou.
O coitado está pensando que foi um sonho '-' Foi não, meu filho, você perdeu o cabacinho com a dona miko mesmo.
Beijos, lindos da Mamãe!
~Okaasan
Fale com o autor