The Heart Never Lies.
7 Traição?
Notas iniciais
-''reviews respondidos.''
''- God mais uma recomendação HAAAAAA Morri voce ainda vao me mata de tanta felicidade eu amo muito voce meus leitores.''
''-mmousy obrigado mesmo espero que voce goste do capitulo.''
''- Nesse capitulo tem 2 musica so uma que e bom pra voces ouvirem enquanto lé que e P.O.V do Mcfly.
e a outra e 93 Million Miles do 30STM.''
Um mês tinha se passado, todo domingo tinha jogo e Bill sempre ia comigo e claro William também já que ele era fanático por futebol e acabou conhecendo todos, o único que ele não gostou foi Taylor e, engraçado não?
Eles ficavam na arquibancada reservada, sempre que fazia gol eu mandava um beijo pra câmera e grita ‘’Essa e para você meu filho. William papai te ama. ’’ Sabia que isso iria para o jornal, já que eu não tinha nem uma namorada, e muito menos que eu tinha um filho. Acenava pra onde sabia que eles estavam e depois voltava para o jogo.
Quando o jogo acabava Bill sumia com William, eles sempre me esperavam em casa para que nem um jornal soubesse sobre nos, sobre meu relacionamento com Bill, ele não queria seu rosto e do filho dele em televisões e revistas.
Hoje era sábado estava dando graças a deus, amanha tinha jogo estava cansado, mais eu era o favorito pra jogar então eu tinha que ir, estava sentado no sofá enquanto Bill tinha ido ao mercado com William.
Ainda não tinha conhecido minha sogra e sogro, já se faziam dois meses, dois, que estávamos namorando, nos já tínhamos brigado por causa disso, logo a porta da frente foi aberta, Bill entrou com algumas sacola e William com uma também.
Levantei-me e dei um selinho em Bill e fui ajuda com as compras, ajudei a aguarda Bill colocou a mão na cintura e me olhou, e balançou a cabeça, estiquei meus braços e o abracei.
-O que ouve?
-Meus pais.
-O que têm eles? – perguntei preocupado.
-Eles vêm janta aqui, pra conhecer o ‘’pai’’ do William. – ele riu junto comigo.
-Ótimo. Vou conhecer meus sogros hoje.
-Tom, eles não torcem para o Chelsea acho que vocês não vão se dar bem. – mordeu a boca.
Como assim so pais do Bill não torce para os blues? Suspirei e balancei a cabeça, eu sabia que Bill não era torcedor do meu time mais pra fazer um agrado ao tio e o namorado ele sempre foi no jogo, beijei os lábios dele separei nosso corpos.
-Seus pais não sabem torce, tudo bem eu não me importo mais eles vão ter que gosta de mim, porque eu não vou te larga nunca.
-Esta bom, agora vai se arruma porque eu vou fazer a janta e você vai sair pra compra as bebidas, porque eu estava com o William e não gosto de compra quando ele esta junto.
Bufei e sai da cozinha, subi nosso quarto e tomei um banho rápido já que os pais do meu namorado estava estariam chegando em breve, coloquei uma roupa quente já estava fazendo frio desde cedo, peguei minha carteira e desci as escadas pulando os últimos degrau.
Quando entrei na cozinha William dançava junto com Bill e cantava, quis dizer gritavam cantavam Moves Like Jagger, parei na porta da cozinha e sorri, Will virou pra trás e riu, seu pai dava umas reboladinhas muito excitante e balançava a cabeça.
Fui me aproximando cada vez mais ate encosta suas costas no meu peito e sopre o ouvido dele, fazendo os pelos da nuca se eriçar, sorri e ele virou se pra mim me abraçou e andou ate a carteira que estava em cima da mesa e retirou duas nota de 100 euro.
Neguei-me a pegar já que eu morava com ele tinha que dividir as despesas mais ele não gostava, era orgulhos demais. Dei um selinho dele e um beijo na testa do meu filho e sai. Entrei no carro do Bill já que meu carro estava na oficina.
Dirigi-me ate o supermercado mais perto, peguei um carrinho e fui pra sessão de bebidas coloquei alguns sucos e refrigerantes entre eles peguei cerveja e algumas outras bebidas. Comprei algo doce para meus pequenos e fui pro caixa.
Paguei tudo, e como Tom Kaulitz não passa despercebido tive que tirar uma foto com a mulher do caixa, em certos momentos não e bom se famoso, mais não posso reclamar já que a maior parte do tempo agradeço, pois tudo e mais fácil.
Guardei as coisa no carro e volte pra casa, não demorou estava na frente do mesmo estacionei e buzinei pedindo ajuda pra guarda as coisa, quando sai do carro vi um homem com chapéu na cabeça e bastante arrumado saindo de casa.
-Olá você e ‘’ pai ‘’ do William? – sorriu o cara.
-Posso dizer que sim. Você é? – ergui uma sobrancelha.
-Sou Gordon Trümper pai do Bill.
-Me desculpe, eu não sabia. – falei envergonhado
Estendi minha mão para meu sogro, ele apertou e começamos a conversar, levei as compra ate a cozinha e Bill não estava lá e sim atrás da casa, junto com acho que sua mãe e William. Guardei as coisas na geladeira e fui pra fora de casa junto com meu sogro.
-Olá querido. – se levantou a mulher.
-Oi sou Tom Kaulitz.
-Eu sei, Bill me contou tudo sobre você.
-Mãe... – Bill corou.
-Sou Simone Trümper.
-Finalmente conheci a famosa Simone e Gordon Trümper. William não para de fala de vocês.
-So William? – olhou com olhar mortal pro Bill.
-Há o filho de vocês também. – sorri.
-Você e jogador do Chelsea né? – Perguntou meu sogro e eu gelei na hora, olhei para Bill e ele fez um gesto pra mim responde.
-Sim, sou artilheiro.
-Meu rapaz eu não gosto do seu time, mais você esta com meu filho então vamos deixa a diferença de lado.
Sorri aliviado e continuamos a conversar mais Bill tinha que termina a janta então fui ajuda enquanto os pais dele brincavam com William na sala, liguei o radio deixando num volume médio.
-O que esta achando? – perguntou.
-Eles são legais, ainda e cedo pra dizer realmente, tenho medo de seus pais vai que eles fazem sua cabeça pra nos terminamos.
-Kaulitz. – olhou chocado.
-O que? Os pais interferem bastante na vida dos filhos.
-Tom Kaulitz, cala a boca e me ajuda termina essa janta. – bateu no meu braço.
-So se eu ganhar beijo.
Ele riu jogando a cabeça para traz e pegou a gola da minha camiseta e a puxou fazendo nossos peitos baterem um no outro, passei a língua na boca deixando á molhada, coloquei minhas mãos em sua cintura e outra no cabelo. Quando aproximei de sua boca ouvi uma voz fala o nome de Bill e ele se separou de mim e sorriu forçado.
-Suely? O que faz aqui?
-Vim te ver, e conhecer o seu novo namorado.
Aproximou-se de mim e me abraçou, olhei espantado para Bill que parecia chocado e correspondi o abraço da mulher loira, logo ela se separou e sentou em cima da mesa.
-Pensei que tinha desistido. – Falou Bill com a voz carregada de raiva.
-Nunca querido. Esqueceu quem eu sou? – Olhou para Bill com as sobrancelhas erguidas.
-Você e o que do Bill? – perguntei interessado.
-Sou...
-Minha amiga. – cortou a fala da mulher.
-Bill?
-Tom podemos fala lá fora rapidinho? – falou Bill olhando pra Suely.
Concordei com a cabeça e saímos Bill parecia preocupado olhou pra dentro e depois pra mim, passou a mão nos cabelos mostrando que estava nervoso, suspirou e começou a falar baixo mais eu não conseguia escutar, então pedi para ele falar mais alto.
-Tom aquela mulher ela não e minha amiga.
-Então?
-Ela e minha ex. Ela foi minha noiva.
-O que? – comecei a rir ironicamente.
-Tom calma por favor.
-Como calma? Será que eu so atraio seus ex pra cá?
-Tom ela esta fazendo isso pra estraga nossa relação. E segunda vez que ela faz isso. — passou a mão em meu rosto tentando me acalmar.
-Bill...
-Por mim, confia em mim, eu nunca gostei dela. So contei porque eu não quero que nosso relacionamento seja com mentiras. – falou triste.
-Então porque iria casar com ela?
-Porque pensei que amava ela. Mais eu amo você. – beijou-me rapidamente.
-Tudo bem, eu so vou me controla porque seus pais estão ai, se não colocaria ela pra fora. E eu também te amo. Mais do que deveria.
Beijamo-nos deliciosamente e entramos em casa, Bill continuou a fazer o ‘’grande’’ jantar Suely algumas vezes falava de como Bill era delicioso na cama, e como eu não sou idiota respondi que eu sabia muito bem, e ouvi Bill rir.
Suely era uma mulher bonita Bill tinha feito uma escolha boa pra ter noiva, mais preferiu o bonitão do Kaulitz aqui eu sou mais, muito mais gostoso que ela, não e atoa que ele esta comigo, o jantar ficou pronto e Bill colocou as coisas na mesa.
E eu sempre o ajuda conversei com meu sogro enquanto minha sogra brincava com o meu filho, falávamos de futebol, algumas vezes discutimos mais nada como serio falava do campeonato sobre como nosso time estava.
Logo estávamos jantando sentei ao lado de Bill e William e na nossa frente Suely e os pais do meu namorado, começos a comida que Bill fez que estava maravilhosa com o tempo de convencia com o Bill aprendi a não comer mais carne já que a família dele não comia nem um tipo.
Suely algumas vezes dava algumas indiretas para Bill, me deixando com raiva mais eu sabia que ele me amava então eu não teria problemas com isso, comemos a sobre mesa e fui brinca com William na sala enquanto Bill era ajudado na cozinha por Simone e Suely.
Estava confiando nele e no precisava fica com medo já que a mãe dele estaria junto com ele, peguei o carrinho da hot wheels e montamos a pista, tinha comprado milhares de coisas pra ele, e o Bill so brigava comigo, pois eu estava mimando o garoto.
-Bem senhor Kaulitz esta na nossa hora. – falou o senhor Trümper.
-Mais ainda esta cedo senhora e senhor Trümper.
William abraçou os avos e deitou no sofá já fechando os olhos, Suely muito contra gosto foi embora também mais prometendo que voltava fiz a voz da mulher e fechei a porta tudo estava em silencio, quando comecei a subir as escadas ouvi um choro e parei na frente do quarto dele.
-Porque esta chorando? – perguntei quando ele esticou os braços pra mim.
-Papai não quer deixa eu dormi com vocês.
-William Trümper esse e seu quarto. – Falou Bill.
-Eu quero dormi com o papai Tom. – começou a chora.
-Satisfeito Kaulitz?
-O que você fez? Você não tem vergonha. – gritou apontando o dedo na minha cara.
-Olha esse dedo ainda vai cair, mais ainda não entendi o motivo de você estar gritando comigo.
-Você mimou esse pirralho. – apontou pra traz.
-Num so pirralho pai. – cruzou os braços em frente ao peito e fez bico.
Comecei a rir e Bill me olhou com uma cara mortal, mais quando virou pra traz também começou a rir ele era lindo igual ao pai fazia bico quando estava emburrado e quando ficava bravo fazia cara de mal.
-Ele e igual a você.
-Tom. Eu vou dormi. – falou e começou a sair do quarto.
-Papai? – falou William soluçando.
-Sim William?
-Tá bravo comigo? Você nem me deu um beijo pra dormi. Desculpa papai. – começou a chora de novo.
Olhei para Bill e balancei a cabeça em negação peguei a criança e abracei sendo correspondido, a cabeça dela estava em meu peito e uma de suas mãos apertavam minhas costas, comecei a pedir calma não gostava de ver ninguém chorando.
Olhei para Bill como se pedisse pra fazer alguma, ele me fez virar de frente pra ele pegou seu filho, e começou a conversar com ele deitou o garoto na cama me sentei ao lado dele enquanto ouvi-os conversa.
Depois de muita conversa o garoto dormiu com a cabeça na barriga do pai, Bill o ajeitou na cama e se levantou me levando com ele, entramos no quarto e tiramos nossas roupas, estávamos cansado meu amor suspirou e chamou pra deitar, fiquei apenas de boxer e deitei em cima do corpo magro.
-Hoje nem nos beijamos.
-Culpa daquela sua ex-noiva. – beijei a clavícula dele.
-Tom. Me beija.
Sorri sendo retribuído, e beijou meus lábios com doçura, seus lábios começaram a ficar mais urgentes, sugava minha língua, fazendo movimentos insinuadores. Sem dizer nada, Bill colocou a mão na minha nuca, e beijou-me bruscamente. As línguas se entrelaçavam e eu podia sentir o gosto de vinho que ele havia tomado. Seus lábios se moldavam aos meus, e rapidamente pediam por mais e mais.
-Não esta cansado? – perguntei ofegante.
-Nunca estou cansado pra você.
E mais uma noite fizemos amor.
Flashback off.
Eu estava desistindo de tudo da minha carreira tanto de modelo quanto a de jogador, eu estava disposto a qualquer coisa pra ficar com ele, sai novamente pra fora da sala novamente e encontrei meu filho com o tio do Bill.
-William? – sorri.
Eu sorria apenas para ele, pois esse garoto me deixava feliz perto dele me sentia feliz sentia que estava próximo ao Bill, a criança correu ate mim e pulo em meu colo me abraçando.
-Papai Tom. – beijou minha bochecha.
-Hey pequeno saudade.
-Você não foi mais me visita, fiquei muito triste papai.
-Me desculpe, noticia do seu pai?
-Há ele veio me ver faz dois dias.
-O que? Como assim.
-Ele estava com saudade de mim, eu ate falei pra ele liga pra você mais ele não quis.
-Ele não quis. – sussurrei.
-Me desculpe papai.
-Tudo bem Will. Veio assisti ao jogo do Chelsea?
-Claro pai ultimo dia do campeonato eu não podia perder. – sorriu.
Beijei a testa da criança e entrei na sala com ele, enquanto ele me contava sobre a visita rápida de Bill, tentei não chora na frente dele mais não consegui deixei as lagrimas caírem e ele também chorou de saudade de seu pai.
Flashback on.
Alemanha 22 de novembro de 2010.
Estávamos somente eu e Bill já que William estava passando o final de semana na casa dos avos que iriam viaja e queriam a companhia dele por dois dias, e o garoto concordou em ir, eu e Bill ficamos a tarde inteira assistindo filme, trocando beijos e carinhos ousados.
-Bill?
-Sim amor.
-Vamos janta fora hoje?
-Amor estou com tanta preguiça. – colocou os braços em minha volta do meu pescoço.
-Pelo seu Tom que ama tanto você.
-Com uma condição. — fez bico.
-O que seria?
-Eu escolho onde e nada de carne e churrascaria.
-Mais amor...
-Sim ou não?
-Vai se arruma então.
Ele riu igual á criança e saiu saltitando corri atrás dele que começou a grita logo estava entrando no quarto, ele foi toma banho enquanto eu fui coloca outra roupa uma mais bonita pra sair.
Enquanto Bill tomava seu precioso banho eu deitei na cama já pronto pra sair, 10min ele apareceu enrolado na toalha e entrou no closet liguei o radio e deixei tocando a musica 93 million miles 30 seconds to mars, era rock do jeito que meu Bill gostava alguns minutos depois ele saiu de dentro do closet e sentou na penteadeira secou os cabelos negros e colocou uma espécie de toca na cabeça trocou a argola do piercing e se levantou.
-Como estou.
-Lindo, saboroso, gostoso, um tesão de homem. – lambi meu piercing.
-Vamos logo.
-Bill estou com tanta preguiça. – falei o que ele tinha falado antes.
-Vamos Tom.
Saiu do quarto e eu o segui tranquei a porta da casa enquanto ele já estava entrando no carro, corri ate ele e arranquei o carro enquanto dirigia ele procurava se lembrar o nome de algum restaurante. E logo me disse o nome de uma pizzaria Paradise, não demorou estávamos na frente do lugar onde ele queria.
Descemos e entramos no recipiente era um lugar aconchegante, simples e calmo Bill acenou para algumas mulheres que quase caíram pra trás quando viu que Bill estava acompanhado de nada menos que... Eu claro Tom Kaulitz.
Sentamo-nos e logo veio o garçom o tal do Kevin amigo de Bill, anotou nosso pedido e pedimos pizza de queijo e leitei condensado pedimos uma cerveja pra acompanhar com a comida. Em menos de 20min a pizza chegou.
Começamos a conversar enquanto comíamos Bill contava que esse era um dos lugares favorito dele pra se comer, e que quando era jovem lá pelos 16anos vinha sempre ali com suas paqueras. Ele sempre me deixava com raiva quando me falava de suas namoradas.
Terminamos de comer e fomos paga agradeci ao Kevin e prometi que voltaria, mais sem o Bill o mesmo fez bico e colocou os braços em frente ao peito, igual William fazia. Peguei sua mão e entramos no carro.
-Então você vai vim sem mim aproxima vez Tom Kaulitz? – falou com raiva.
-Sim.
-Vai vim com quem aproxima vez, uma de suas ex?
-Não com meus sobrinhos meu filho, com as crianças.
-É porque não posso ir junto?
-Porque você vai fica falando de suas namoradas. Será que você não percebe que eu não gosto quando fala nelas. – gritei entrando na avenida principal.
-Você perguntou apenas respondi.
-Perguntei se conhecia o local não o que fazia ali.
-Eu te odeio Tom Kaulitz.
Estacionei o carro e vi o Bill sair correndo do carro, respirei fundo e bati com tudo a cabeça no volante meu amor era sensível isso que me deixava puto da vida, sai do carro e o tranquei entrei em casa e fechei a porta, subi as escadas e entrei no quarto me deparando com Bill deitado na cama apenas de boxer vermelha, o bumbum virado pra cima e o travesseiro escondendo a cabeça.
Retirei minha roupa e deitei ao lado dele, e comecei pedir desculpa o mesmo se negava a falar comigo, comecei a passar a mão em suas costas e vi ele se arrepiar logo se virou pra mim e eu pedi desculpa, recendo um beijo em troca.
-Perdão por ser tão ciumento.
-Eu te amo Tom, eu nunca te trocaria espero que saiba disso.
Ficamos mais alguns minutos na cama namorando ate o celular dele tocar era o filho dele querendo conversar com falar sobre o dia dele, como ele sempre fazia desci as escadas e peguei o notebook do Bill pra ver meus e-mails sentei no sofá e abri a pagina da internet.
Abriu a caixa de e-mail de Bill quando eu ia sair vi que lá estava escrito o nome de um tal de Andreas abri o e-mail e lá estava escrito o que eu não queria ter lido.
Bill eu tenho saudade de você, me sinto péssimo por aquele dia, você sabe que eu amo você mais que tudo, espero que me desculpe mais foi mais forte que eu não queria ter feito o que fiz.
Por favor volta eu prometo não fazer o que fiz, você sabe que eu não fiz so mim eu fiz por nos, estou te esperando. Beijos Andreas.
Ouvi passos na escadas e limpei as lagrimas que caiam de meu rosto, a mão dele tocou meu ombro e ele começou a fala.
-Tom não e isso que você esta pensando.
-Não e isso que eu estou pensando? O que eu estou pensando? Me diga. – gritei e novamente estávamos brigando.
-Andreas e meu amigo.
-Estava pretendendo me deixar? – passei a mão nas tranças.
-Não você sabe que não.
-Como não? O que foi aqui de volta pra mim.
-Tom o Andreas e casado e tem um filho deficiente e me pediu ajuda.
-Ajuda e você o ajudou? Ajudou bastante na cama não foi?
-Tom eu não. Você ouviu o que eu disse? Andreas e casado.
-Como se isso importasse Bill. — estávamos gritando.
Ouvi um estrondo lá fora tinha começado a chover (N/A: coloquem pra escutar P.O.V do Mcfly.) Bill parecia cansado sabia que ele odiava brigar já que isso o fazia lembrar de Kristin quando eles viviam juntos.
-Tom você sabe que te amo. – esticou as mãos e eu bati nas mãos dele.
-Esse seu amor e sujo e podre. Nunca deveríamos ter começado nada.
-Você que quis, você não pode fala assim comigo eu te amo Tom será que não entende? – começou a chora.
-Estou indo embora, não me ligue e nem se aproxime de mim.
-Tom não vá...
Subi as escadas e coloquei uma roupa e fui ate a sala pega meu celular Bill estava sentado chorando, peguei as chaves do carro e sai deixando Bill sozinho, era o fim o nosso fim. Enquanto dirigia deixei as lagrimas caíram.
Alguns dias se passaram ele me ligou estava doendo muito queria volta, mais o orgulho era maior, depois de muita tentativa dele não recebi mais nem uma ligação dele, liguei para William mais quem atendeu foi ele.
-Tom?
-Me deixa fala com William? – falei com o nó na garganta.
-Ele esta nos avos.
-Eu ligo outro dia. – falei.
-Não nesse numero.
-Por quê?
-Estou indo embora ninguém vai mais esta aqui.
-Boa sorte então.
-Digo o mesmo. – falou desligando.
Joguei o celular na parede e cai no chão chorando, não queria que ele partisse mais como disse o meu orgulho não deixou eu ir atrás dele.
Flashback off.
A porta do vestiário foi aberta e Peter entrou já gritando, todos ficaram em formação.
-Hora do Jogo meninos.
Todos começaram a sair quando estava saindo Peter colocou a mão em meu braço.
-Bom jogo Kaulitz. Vê se joga bem, você ainda e o capitão.
Assenti e corri para o jogo.
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