The Heart Never Lies.
8 Final. E novo começo.
Notas iniciais
yomara Mui Gracias Liebe eu estou mais que agradecida a você sempre me dando força pra continua muito obrigado a vocês duas.-''
-O capitulo ficou enorme espero que gostem na parte que o Tom vai dormi com o Bill eu quero que vocês coloquei essa musica pra escuta so tenho o link. http://dc147.4shared.com/img/305625220/15a545d1/dlink__2Fdownload_2Fv1lcxfDr_3Ftsid_3D20120204-73359-7d3a7710/preview.mp3
Bom os reviews respondidos e acho que e so isso küsse boa leitura.
Os jogadores já tinham entrado em campo, respirei fundo olhei para cima e rezei para nos ganharmos o jogo, porque depois eu iria correndo procurar pelo Bill, eu precisava dele como eu sei que ele precisava de mim, beijei minha camiseta dos blues e corri para o campo.
Nosso time estava em formação um atrás do outro pra começarmos a cantar o hino do blues era final da UEFA me posicionei na frente do time, pois era o capitão respirei fundo e fiquei em silencio esperando ouvir todo meu time cantando nossa canção.
Todos cantaram a musica e logo os juízes viram cumprimentar a todos com um aperto de mão os jogadores do time adversário também fizeram o mesmo, a bola estava no meio do campo e eu estava bem atrás. Eu corria feito louco pelo campo Taylor estava com a bola no pé e deu um chapéu no Gerard e correu com a bola.
Fiz um sinal com a mão para que ele jogasse para mim, mais ele não jogou continuou a correr, todo do time o chamavam ate mesmo Peter gritava para ele passar a bola, logo ele caiu quando a bola foi roubada de suas pernas, Felipe correu com a bola e eu fiquei parado, quando chegou perto do gol chutou a bola com força a fazendo entrar.
Ouvi a gritaria da arquibancada adversaria e suspirei, comecei a correr novamente, olhei para o lado na esperança de encontrar William mais eu não achei acho que ele tinha ido embora, a torcida começou a gritar meu nome eu fiquei contente por um lado, mais algo ainda faltava e eu sabia o que era. Bill.
Eu podia sentir a raiva da torcida, pois eu perdia todas as bolas que me passavam eu ate tentei fazer um gol mais quando eu chutei a bola eu acho que ela foi tão fraca que o goleiro do Real Madri so se abaixou para pegar a maldita bola. Eu não merecia ser o capitão ser o capitão desse time, era uma vergonha para todos.
–Kaulitz. Não misture a merda de sua vida pessoal com a do futebol. – gritou Peter.
Eu queria mostra o dedo do meio para ele mais isso so iria o deixa com mais raiva, os minutos foram passando enquanto eu so corria pelo campo, a torcida gritava e me xingava, eu não os culpava eu estava sendo um merda mesmo.
–Kaulitz qual e o seu problema, se não quer joga sai do campo. – gritou Georg com pura vai.
Dei de ombros e logo o time adversário fez um outro gol, olhei para Peter que parecia puto da vida, ele gritou meu nome e mandou eu marcar Gerard como se não escutasse continuei a correr, logo ouvi um grito e olhei pro lado encontrando William chorando na grade.
–Papai...
–William? – ele batia na grade olhei para o lado e lá estava ele.
Lindo, serio, me olhando com aquele olhar de raiva mais ao mesmo tempo preocupado, e ouvi um grito da parte dele gritando meu nome e sorri, mais logo cai no chão e comecei a gemer de dor, alguém tinha me derrubado. Eu rolava no chão chorando de dor na perna.
–Falta. – gritou o juiz. – senhor Kaulitz consegue levanta?
–Não.
Encolhi-me no meio do campo, logo chegou os médicos e me colocaram na maca e saíram comigo do campo, entramos nos vestiário e os medico já perguntavam se eu sentia-me bem, mais eu não queria responder eu so chamava o meu amor.
–Onde ele esta? Peter. – grite.
O time foi entrando no vestiário cansado, e alguns se xingando. Os G’s vieram e perguntaram como eu estava Georg se desculpo por ter sido mal educado comigo mais eu disse que não importa sabia que eu não estava jogando bem. Peter entrou no vestiário e começou a falar e me xingou ate não quere mais ouvir.
Quando ele falou eu pedi pra conversar com Bill, mais ele me disse que o mesmo se negava a fala comigo, eu comecei a chorar e pedi por favor já que eu nunca pedia, ele suspirou e foi ver o que podia fazer.
Enquanto isso os médicos limpavam o meu joelho sujo de grama, tinha apenas 10min pra falar com ele, mais nada dele aparecer, pedi licença e sai do vestiário atrás de Peter, encontrando ele conversando com o meu Bill.
Mordi o lábio e suspirei era tão bom ver ele, mais estava diferente não era o mesmo que eu tinha conhecido, ele virou pro lado junto com o menino ao seu lado, seu filho, vi o menino sorrir e retribui quando ele fez menção de vir ate mim, Bill o segurou, o menino olhou pra seu pai, e ele e se abaixou pra fala com o mesmo.
Ele balançou a cabeça e deu a mão para Peter vi os dois saindo e me aproximei de Bill, percebi que a cada passo que dava ele ficava mais tenso, parei na frente dele que tinha os braços em frente ao peito.
–Oi. – falei baixo.
–O que quer? – disse sem me olhar nos olhos.
–Bill eu... Porque foi embora? Porque me deixou?
–Pensei que você não queria mais me ver. – sussurrou.
–Eu amo você, como queria pode dizer que eu não queria o ver.
–Meu amor e sujo e podre...
–Bill eu nunca quis dizer isso eu estava nervoso. – peguei sua mão.
–Você me magoou.
Levantou sua cabeça me deixando ter uma visão do rosto delicado, levei uma de minhas mãos e passei sobre aquela pele macia que eu tanto amava, amo, desejo beijar, olhei em seus olhos e vi dentro deles magoa, raiva, tristeza uma mistura de sentimentos ali.
Seus olhos estavam com varias olheiras profundas, por impulso o abracei, de começo não sendo correspondido, logo senti seus braços em volta do meu pescoço me fazendo encostar minha cabeça em seu peito e ouvir o coração dele pulsando rapidamente.
Eu estava tão feliz senti novas lagrimas saírem de meu olhos, lagrimas de felicidade de ele estar ali, me abraçando e sentindo seu coração pulsar e sentir o cheiro agridoce que ele tinha, separei nossos corpo e afaguei seu semblante ele mordeu os lábios e levou suas mãos ao meu rosto limpando as lagrimas indesejáveis.
–Eu quero que me perdoe por eu ser tão idiota. – solucei.
–Você não e idiota e so... Ciumento.
–Eu te amo, não me deixa de novo. – segurei as mãos dele que estavam no meu rosto.
–Tom, eu... Eu não sei. Você mesmo disse que foi um erro nosso relacionamento.
–Eu estava nervoso Bill. – balancei a cabeça nervoso.
–Eu nem aqui estou morando mais Tom, eu estou em New York.
Então ele estava namorando? Eu... Então eu demorei demais para ir atrás dele? Eu não teria mais o meu amor ao meu lado, me fazendo rir, me fazendo gemer seu nome em seu ouvido, nem beijar aquela boca que eu sinto vontade eu não posso mais?
–Você... Tem outro? – perguntei com medo.
–Não. Sabe quando nos amamos e difícil tirar essa pessoa da cabeça, você faz de tudo foge dela, mais sempre vai existi coisas que nos fazem lembra-se...
As lagrimas começaram a cair de seus olhos enquanto falava, ele as limpava sempre rindo ironicamente, meu coração se apertava por ver o com lagrimas nos olhos, odiava o ver assim.
–Principalmente quando ele e famoso, e esta em todas as revista e sites e propagandas. Merda Tom porque me fez amar você.
–Há culpa e sua, eu me apaixonei primeiro. – falei.
–Eu odeio amar você. – ele riu junto comigo.
O abracei e beijei a testa dele e ele me abraçou, olhou em meus olhos e os fechou em seguida, ouvi sua respiração perto da minha e fechei meus olhos e me aproximei daqueles lábios que eu ansiava beijar desde que tínhamos terminado.
Minha boca se colou ao dele rapidamente, nos beijávamos cheio de saudade, amor, seus lábios faziam carinhos aos meus de forma lenta e suave não estávamos com pressa estávamos apenas curtindo o momento, abri minha boca lentamente e coloquei minha língua dentro da cavidade bucal dele, fazendo o soltar um gemido prazeroso, nossas línguas dançavam uma com a outra sempre de forma suava. Apertei minhas mãos em sua cintura e o prensei conta á parede.
–Tom che-chega.
Suspirei e afastei-me de seu corpo, vi Bill corar e sorrir envergonhado, arrumou os cabelos e mordeu os lábios, o encarei esperando alguma palavra sua, então ele começou a falar.
–Foi bom, e acho que você tem que volta a jogar.
–Não vou conseguir, não antes da sua resposta. – falei convicto.
–Qual seria a pergunta. – franziu o cenho.
–Eu quero que volte para mim.
Aproximei-me e colei nossos corpos, ele abriu e fechou as boca, piscou os olhos rapidamente e balançou a cabeça concordando.
–Com uma condição.
–Qual quer coisa.
–Quero meu artilheiro volte a jogar como jogava, porque você estava jogando feito uma bailarina, ate eu seria melhor que você, mesmo depois de 2 anos sem joga futebol. – passou a mão no meu peito.
Ouvi risos atrás de nos dois e viramos ver quem estava rindo, e vimos o time inteiro do Chelsea parado olhando para nos dois, revirei meu olhos e Bill gargalhou, Peter saiu do meio dos jogadores junto com meu filho. William.
–Papai.
Peguei o garoto no colo que estava com uma camiseta enorme do Chelsea, e vi que atrás estava escrito o nome do Georg, fiz cara feia para o Gê que deu de ombros sorrindo em seguida.
–Certo pessoal todo mundo se animou o Kaulitz, fez as passes com quem queria, mais ainda estamos perdendo e temos um jogo pra ganha certo? – Gritou Peter.
O time gritou um ‘’viva Chelsea’’ e começamos a cantar o hino enquanto voltávamos para o campo, Bill foi conosco já que ele ficaria junto com Peter ajudando na troca de jogadores e marcador de pênalti e marcações.
A bola foi posta novamente ao meio de campo, olhei para meus amores e sorri, gritei um vai Chelsea e começamos a correr novamente, dessa vez eu corria com bastante velocidade minhas pernas tinham ganhado agilidade e rapidez. Roubei a bola de Gerard e volte para o campo adversário.
Entrei na área do goleiro e chutei para Georg que estava do outro lado do gol, o mesmo driblou Felipe e jogou para Robson que estava em frente ao gol, o mesmo chutou na trave fazendo a bola volta. Rebote corri ate a bola e chutei com muita fazendo alguns pedaços de grama voarem e o goleiro não conseguiu pegar minha bola.
Corri pelo campo e cruzei os punhos para o meu time fazendo todos cruzarem também, bati palma e corri para continua o jogo. Quando estava em formação Pepe passou por mim e sussurrou.
–Pode ter feito um gol, mais não vai ganhar de nos.
–Veremos amigo.
Sorri e o vi rangi os dentes, depois de mais uns minutos Georg com meu passe de bola conseguiu fazer mais um, o jogo já estava no final ate que Bill gritou o nome de Taylor e o juiz pediu tempo, pois ele estaria sendo substituído. Taylor começou a reclamar e todos estavam dando graças a deus por ele sair, já que ele pegava a bola e não passava pra ninguém. No lugar dele entrou Fabiano mandei um beijo discreto para Bill que sorriu e balançou a cabeça.
Faltava apenas dez minutos para o apito final, Gustav segurava a bola com as mãos e logo jogou para o ar e chutou fazendo a bola cair ao meio do campo, Georg correu para o mesmo lado que Fabiano e cercou Sami o volante do Real Madri, Fabiano roubou a bola e correu com a mesma em direção ao gol, quando estava próximo o chamei para passar a bola.
Quando ele tentou Gonzalo chegou o dando uma rasteira fazendo os dois e a bola sair pra fora do campo, o juiz deu lateral para o Chelsea, Rogerio nosso volante olhou em volta enquanto todos faziam marcação perto do gol, o juiz apitou e Rogerio chutou a bola que estava vindo em minha direção olhei rapidamente para o goleiro e cabeceei a bola.
Quando a bola entrou começamos a pular feito louco faltava 20segundos para acabar mais já estávamos comemorando, pois com pouco tempo que sobrava era impossível fazer um gol.
Não demorou muito e o jogo acabou com o final de 2 para o Real Madri e 3 para o Chelsea, todo mundo pulava corria no campo e chorava, Georg e Gustav se abraçavam quase se beijando, corri ate Bill que estava com William nas cadeiras que ficavam os jogadores reserva. E o abracei quando cheguei lá.
–Ganhamos amor. – sussurrei.
–Parabéns e você esta todo soado. – riu.
–Papai ganhamos. – Gritou William.
–E baixinho, seu avô não vai gosta nada de você com essa camiseta.
–Há mais eu gosti. – falou errado me fazendo rir.
–Tom esta na hora de levanta a taça da UEFA.
–Esperei tanto por isso. Eu já volto.
Corri ate o campo, e ficamos em fila novamente cumprimentávamos os jogadores e os juízes novamente e disse que foi um ótimo jogo, montaram um palco pra nos e subimos nele. Logo o hino do Champions League começou a tocar.
– Ce sont les meilleures équipes
Sie sind die allerbesten Mannschaften
The main event!
Comecei a chorar era muita emoção eu estava travado enquanto todo mundo cantava soluçando o que era realmente engraçado, olhei para cima e agradeci a deus.
– Die Meister
Die Besten
Les grandes Équipes
The Champions!
Une grande réunion
Eine große sportliche Veranstaltung
The main event!
Ils sont les meilleurs
Sie sind die Besten
These are the champions!
Die Meister
Die Besten
Les grandes Équipes
The Champions!
Die Meister
Die Besten
Les grandes Équipes
The Champions!
Cantei a musica ate o final sem deixar de derramar as lagrimas e mostrar o quanto eu estava feliz, os jogadores receberam medalhas e alguns outros jogadores receberam troféu de melhor jogador da temporada eu e Georg também recebemos, e Gustav como ótimo goleiro.
O e o momento mais esperado do ano a taça EUFA, a peguei com muito gosto e cuidado e a levantei pra cima mostrando que o Chelsea era campeão da Liga dos Campeões. Pulávamo-nos e cantávamos com a taça. Peguei o meu menino que estava ao meu lado e comecei a pular com ele enquanto nos dois chorávamos de felicidade.
Descemos do palco e demos uma volta no campo com a taça enquanto a arquibancada gritava o nome dos Blues, entramos nos vestiário cantando sem parar e gritar colocamos a taça no chão e pegamos Peter e o jogamos três para cima, depois cada um foi para um lado, me aproximei de Bill que estava conversando com os G’s e beijei o pescoço dele.
–Você nos salvou Trümper, sem você o nosso time tinha perdido. – Disse Gus.
–Hey fui eu quem fez os dois gols.
–Mais você estava jogando péssimo ate antes de ver o Trümper. — Disse Georg.
–He vocês tem razão. – sorri de lado.
Peguei Bill e levei pra fora do vestiário onde estava deserto, todo mundo estava comemorando lá dentro então o puxei pra fora.
–Então eu ganhei o jogo poderíamos comemorar. – sorri malicioso.
–Uhum o time todo alugou um restaurante, eu deixo William na casa dos meu pais e vamos pra lá.
–Há não, eu quero algo mais quente.
Mordi o pescoço dele mostrando o que eu queria, e ele riu.
–Há não, so depois do jantar Tom, e seu time tem que sair pra comemora com eles também.
–Tudo bem, vamos embora que tenho que me arruma.
Ele me puxou para dentro de novo e nos despedimos de todos, Bill pegou William no colo e o puxou em direção ao estacionamento exclusivo para técnicos e jogadores.
–Como conseguiu?
–Meu tio e técnico esqueceu?
Revirei os olhos ele colocou William atrás do banco e me sentei ao lado do passageiro, ele me olhou com o cenho franzido e disse.
–Não vai com seu time?
–Não. Vou com você, eu posso certo?
–Já esta ai dentro mesmo.
Rimos e seguiu pra fora do estádio Bill seguiu ate sua casa e estacionou seu Q7 em frente da porta de casa. Entramos e William pegou sua mala e Bill a dele, franzi o cenho enquanto eles colocavam a mala dentro do carro.
–Porque malas?
–Papai vai me leva pra New York com ele. – meu filho sorriu triste.
–Bill?
Entrei em casa o chamando e entrei dentro do quarto onde tinha algumas fotos nossas sobre a cama, e ele estava os revendo, peguei uma nossa que estávamos sorrindo estávamos em cima da arvore ele sentado em cima do meu colo.
–Vai volta New York?
–So para trazer algumas coisas minhas de lá. – suspirou.
–Volta quando? – perguntei.
–Uma semana ou duas.
–Muito tempo você não acha? — levantei
–Quero passear com meu filho lá, me diverti com ele Tom.
Suspirei e me sentei ao lado ficamos conversando sobre algumas coisas e ficávamos rindo com algumas fotos engraçada, logo William subiu ate nosso quarto bravo pela nossa demora peguei-o no colo e o joguei na cama. Bill e eu começamos a fazer cocegas no garoto que gritava e ria altamente.
Depois de alguns minutos Bill pegou alguns colares e fotos e descemos novamente, entramos no carro e dessa vez era eu que quem dirigia já que eles me deixariam no meu apartamento e mais tarde eu passaria pegar eles na minha sogra.
Paramos na frente do luxuoso apartamento perguntei se eles queriam entrar, mais estava ficando tarde e tínhamos um jantar com o time, beijei a testa de meus dois amores e subi pro meu aconchego. Abri a porta e fui pra sala me joguei no sofá branco e acabei adormecendo em seguida. O jogo foi muito cansativo e estressante mais um jogo que vai marca pra sempre.
Algumas horas mais tarde eu recebi uma mensagem do Bill me perguntando se estava pronto por que o mesmo já estava quase terminando, me amaldiçoei por dormir e corri para o banheiro, tomei um banho de uns 10min e troquei de roupa escovei meus dentes peguei meu celular e a carteira. E sai de casa, peguei meu carro que estava na garagem e sai com o mesmo.
Meu celular apitou avisando uma nova mensagem, parei o carro num posto de gasolina para abastecer e ver a mensagem, entreguei a chave ao rapaz e peguei meu celular.
Onde esta? Esta mais do que atrasado Tom Kaulitz.
Beijos Bill.
Peguei a chave do rapaz e guardei o celular e entreguei o dinheiro deixando o mesmo com o troco acelerei o carro e fui ate a casa dos meus sogros, quando cheguei à frente Bill estava com uma cara amarrada, sorri e abri a porta saindo do carro.
–Vem. – peguei a mão dele.
–Esta atrasado, onde esteve? – entrou no banco do passageiro e jogou a bolsa no banco de trás.
–Passei no posto abastecer, desculpa.
Acelerei carro novamente o restaurante não era longe apenas vinte minutos de carro e estávamos apenas 5minutos atrasados não e muito tempo, já que no tempo das minhas galinhadas eu vivia deixando elas 40 ou 50min esperando por mim. Coloquei uma mão no joelho de Bill enquanto dirigia com o braço direito.
Alguns minutos depois estávamos em frente ao Schrei. O famoso restaurante havia alguns fotógrafos e jornalista então dei a volta com o carro parando atrás do estabelecimento, desci do carro junto com Bill e peguei sua mão entreguei a chave ao chofer e entramos.
Todo o time estava na ala reservada do restaurante, o garçom nos levou ate onde estava o time, quando chegamos recebemos um ‘’ate que em fim’’ eu e Bill rimos e nos sentamos ao lado de Peter, logo as comidas vieram e começamos a conversar sobre o próximo jogo que seria so em fevereiro de 2012.
–Será que você não consegue em um jantar não fala de futebol. – falou Bill.
–Amor futebol e nossa vida.
–Então fique com o futebol Kaulitz. – ri e puxei ele para um beijo.
O beijo foi rápido já que o tio de Bill estava na nossa frente, comemos conversando com os G’s, quando estávamos comendo nossas sobremesas Gustav deu um grito assustando todo mundo, me virei para trás e vi Georg pulando em cima do Gus.
–Mais o que aconteceu? – falou Peter.
–Eu... O Georg aceitou ser meu namorado. – gritou sorrindo.
–Mais será que nesse time so tem boiola? – falou Peter fazendo todo mundo rir.
–Tio Peter isso e calunia e so o segundo casal do time.
Concordei com Bill e minutos depois estávamos dançando estava sendo ótimo aquela noite, uma musica lenta começou coloquei nossos corpos colados minhas mãos estavam em sua cintura e as dele em torno de meu pescoço.
–Eu te amo Bill. E me perdoa por ser um babaca ciumento.
–Mais e o babaca que mais amo. Eu não consigo me imagina sem você Tom.
Sorri e beijei aqueles lábios tentadores, continuamos a dançar por um tempo, olhei para o relógio do restaurante e vi que eram duas da manha, sussurrei um ‘’quero ir embora’’. E ele concordou já que amanha a tarde a tarde pegaria avião e já estava tarde.
Despedimo-nos de todo mundo, e saímos novamente por traz do restaurante, dirigi o carro ate minha sogra, e quando chegamos eu parei o carro e suspirei nos não iriamos dormi juntos agarradinhos como fazíamos quando estávamos juntos na casa dele.
–Bom espero que tenha se divertido. – passei meus dedos em sua face.
–Claro que me diverti. Eu te amo. – falou serio.
–Eu te amo mais. – ele sorriu e balançou a cabeça negando.
–Isso e muito clichê Tom, não vou fala que amo mais.
–Mais eu sei que ama. – sorri novamente.
–Bom esta tarde. – sussurrou.
–É eu vou indo. – mordi a boca. – Amanha eu passo te leva ate o aeroporto.
–Não quer dormi aqui hoje?
–E a casa do seus pais Bill, acho que ele ficariam bravos. E tem o nosso menino.
–Não tem problema eu tenho meu quarto e o Will o dele.
Ele fez um biquinho tão lindo que não resisti e aceitei, estacionei o carro e sai tranquei o mesmo e entramos em casa, as luzes estavam apagas e subimos as escadas no meio do escuro mesmo, minha mão estava enlaçada com a de Bill e logo entramos no quarto.
Ele fechou a porta e ligou a luz, me sentei na cama enquanto ele tirava a camiseta e os tênis ficando apenas de calça mordi a boca e cai deitado na cama.
–Ou no quarto do Will e já venho. Não durma sem mim.
Ele saiu do quarto me deixando sozinho, me levante e retirei minha roupa ficando com a boxer branca da Calvin, a cama estava apenas coberta por um lençol abri o armário procurando algum travesseiro e coberto fino, quando achei os travesseiros joguei sobre a cama e deitei no mesmo. Bill que pegasse as cobertas, deitei de barriga para baixo.
–Essa visão e muito excitante.
Virei-me rapidamente vendo Bill morder a boca e fecha os olhos e os abri novamente, ele sorriu e retirou a calça e veio em minha direção, ele me provocava.
–Odeio quando veste boxer branca.
–É? Por quê?
–Você me deixa excitado.
Virei-me de lado e ele se aproximou me deixando sentir o volume que estava no meio de suas pernas, suspirei e sorri eu estava morrendo de saudade das nossas noites mal dormidas.
–Tem certeza? Você não esta casado ou...
–Cala a boca e me beija.
Adorava a agressividade dele, me aproximei dele e deitei em cima de Bill levei uma de minhas mãos aos seus cabelos e os afaguei aproximei minha boca da dele e as colei meus lábios os cariciavam os dele de forma doce sem pressa, eu podia ouvir os som de nossos lábios se tocando as respirações aceleradas, minha língua acariciava o céu da boca dele e senti o corpo dele estremecer.
Minhas mãos foram descendo por seu corpo, passando por ombros barriga, cintura e finalmente parei em sua boxer, separei nossos lábios e desci meus beijos por seu pescoço beijava e cheirava aquele lugar sensível e o mordi sempre com a intenção de deixa-lo com marcas, para não se esquecer de mim, desci mais um pouco das minhas mãos e as fiz adentrar dentro de sua boxer preta, minha mão subia e descia em seu pênis continue a beijar seu pescoço e ouvia ele arfar.
Desci meus beijos por sua barriga e parei lambendo seu umbigo, meus beijos pararam em sua estrela e a mordi recebendo um gritinho afeminado mais baixo.
–Mais em baixo To-Tom. Des-desce ma... Mais.
Como uma ordem arranquei-lhe a boxer e voltei com minha mão em seu pênis rosado, como se o tivesse o torturando minha mãos hora ia rápido hora de vagar, ouvia seus gemidos sôfregos, coloquei a língua para fora e lambia a cabecinha de seu pênis.
Levantei a cabeça e o vi morde a boca e virar o rosto para o lado e apertar os lençóis da cama, voltei minha boca para o pênis avermelhado a minha frente, lambia a cabeça e desci minha boca sobre a extensão ele, sugava lentamente ouvindo resmungos da parte dele.
Retirei minha boca e chupei um dedo e o coloquei em sua entrada tão chamativa, meu dedo entrava aos poucos enquanto minha outra mãos batia uma punheta pra ele.
–Toommmmm se-seu viado, eu quero goza.
–Então goza amor. Goza.
Meu dedos começou a ir rápido junto com minha mão, seu peito descia e subia voltei minha boca para seu pênis e o suguei fortemente suas mãos foram para minha cabeça fazendo eu acelerar os movimentos com a boca e o fazendo ejacular e soltar um gemido longo.
Coloquei mais um dedos em sua entrada e voltei pra cima o beijando suas unhas cravaram em minhas costas fazendo arquear a mesma, meus dedos ia devagar dentro dele minha respiração a de Bill era rápida. Coloquei um terceiro dedo e senti o mesmo se seu corpo se contrair, acelerei os movimentos e o senti ficar ereto novamente, coloquei uma de minhas mãos em sua cintura e a outra em sua entrada.
Mexi meu corpo junto com o dele fazendo preção com nossos pênis e gemi deliciosamente em seu ouvido.
–Preciso agora.
–O que você precisa. – mordi seu lóbulo.
–Você sabe. – gemeu quando entrei mais fundo com meus dedos.
–Diga-me ou não terá.
–Merda Tom. Eu preciso de... Onnwww você, você so você dentro de mim, agora.
Sorri e retirei meus dedos dentro dele, joguei minha boxer em qualquer lugar e deitei em cima dele, coloquei meu pênis em sua entrada e comecei a adentrar dentro, sentia os músculos de seu anus se apertarem em volta de meu pênis me fazendo jogar a cabeça para trás.
–Tão bom, tão gostoso. Haannn Bill você e delicioso.
Entrei todo dentro dele e o esperei ele relaxar, suas unhas desciam de minhas costas de forma deliciosamente rude, beijei seus lábios em desespero por movimentos e comecei um vai em vem lento prazeroso.
Nossos gemidos eram abafados por beijos e mordidas, os gemidos de Bill eram baixos mais prazerosos.
–Mais rápido...
Sentei-me na cama o trazendo comigo, Bill me abraçou enquanto nossos corpos deslizavam com facilidade por estamos suados, os movimentos eram rápidos e forte fazendo a cama rangi de leve. Minhas mãos se apossaram de seu pênis eu estava quase lá.
–Bill eu estou quase...
–Comigo Tom... Goza comigo.
Senti as preções de sua entrada cada vez mais forte, mais algumas estocadas nos gozamos juntos eu dentro de Bill e ele em minha barriga e mão, cai para trás junto com ele, retirei meu pênis de sua entrada e gememos juntos. Sorrimos e o deitei delicadamente sobre a cama.
–Te amo. – dissemos juntos antes de apagar.
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Meu celular começou a tocar longe era a porra do despertador, olhei pro lado e ele dormia com um sorriso no rosto, levante e desliguei o celular coloquei minha boxer e sentei-me na cama.
–Deita do meu lado de novo, estava tão bom.
–Bom dia amor.
–Não quero levanta. – falou de olhos fechados.
–São 11h Bill, William vai entra no quarto e vai ver você assim todo... Gostoso com a bunda empinada. – cheguei perto dele e beijei suas costas.
–Estou levantando.
Abriu os olhos e saiu para o banheiro, ouvi a agua do chuveiro sendo ligada e me vesti, fui ao banheiro e escovei meus dentes enquanto ouvia ele canta a musica monsoon. Logo ele terminou e se vestiu. Beijei-o e descemos as escadas encontrando os pais de Bill.
–Bom dia pai. Bom dia mãe. – me abraçou.
–Bom dia senhor e senhora Trümper. – sorri.
–Bom dia. – responderão os dois.
Comemos enquanto William estava dormi e conversamos sobre diversas coisas e a viajem de Bill também, quando terminamos Bill foi arruma o quarto e eu ajudei minha sogra com a louça, logo ele desceu com William abraçado em seu pescoço com a carinha toda amaçada de sono.
–Diga bom dia ao papai Tom.
–Bom dia pai. – esticou os braços pra mim.
–Você o mima Tom, por isso ele vai com você.
Revirei meus olhos e sentei na cadeira com ele ao meu colo enquanto Bill fazia o cereal dele, logo o menino estava comendo com vontade e falava com seu pai de boca cheia de comida recebendo um grito como repreensão.
Á tarde brinquei com William enquanto Bill ajudava a mãe dele com o almoço que era praticamente o café da tarde.
–Papai eu vou viaja com o papai Bill.
–Eu sei meu amor. – afaguei os cabelos negros.
–Queria que fosse junto. – fez bico.
–He quem sabe outra vez em?
–Papai eu vou ti trazer um plesente bem grandão.
–Eu vou te morde se você fica falando engraçado. – fiz cocegas nele.
O garoto virava o corpo de um lado para o outro gargalhando fazendo eu também rir junto com ele, logo Bill nos chamou para almoçar peguei a criança e a levei para a mesa. Almoçamos com o William fazendo nos todos rir, quando deu três horas Bill subiu e se arrumou e logo desceu com as malas e sua bolsa.
Colocou tudo no meu carro já que eu os levaria e se despediu dos pais e eu fiz o mesmo, dirigi ate o aeroporto com rapidez , logo chegamos e esperamos o chamado do seu voo, ficamos conversando compramos um brinquedo para William e o voo dele foi chamado.
–Eu vou sentir sua falta. – sussurrei o abraçando.
–Eu não demoro, lembre-se que eu te amo. – beijou-me rapidamente.
–Eu também. Amo muito.
Peguei meu filho no colo e o abracei.
–Boa viajem meu mini Bill.
–Sou William pai. – fez bico. – Vou senti sua falta. – fungou.
–Eu também, mais você vai se divertir lindo.
–Eu te tlago um plesente.
–Vou cobra em. -sorri.
Beijei a cabeça dele e os levei ate o portão deles, dei um ultimo beijo em Bill e o deixei ir, eu sei que ele vai volta pra mim eu confio nele acenei para ele e segui para o estacionamento. Desde que eu tivesse Bill e William em minha vida tudo estaria bem.
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