The Heart Never Lies.
3 Não Fala Assim Com Meu Pai.
Notas iniciais
Bom e o seguinte eu vou começa a deixa uma musica pra cada capitulo a parti de esse capitulo, não precisa escutar se quiser, não estou obrigando a ninguém a ler, com musica.
Mais um coisa os reviews estão respondidos. E eu prometi posta ontem ou hoje, certo? Bom acho que é isso.
Kings Of Leon - Use Somebody.
Bom eu adoro essa musica. Boa Leitura Povo.
Encontro vocês lá em baixo.
Agimos por impulso, fazemos coisas sem pensar, mais tudo se complica ainda mais quando você esta apaixonada, você age de forma idiota, diz o que não deveria. Errar e humano certo? Talvez. Nem sei mais definir o que e certo e errado.
Tudo e complicado tudo ficou mais confuso, minha cabeça não me deixa pensar em outra coisa a não ser nele, ódio e o que eu sinto de mim, dor e o que meu peito reclama, porque eu nunca não fui atrás dele? Ele fugiu de mim, evaporou.
Eu te quero Bill. Mais que tudo. Eu largo tudo pra estar com você.
Continuação de flashback.
-Posso te beijar? – minha boca ansiava por aqueles lábios.
Acariciei sua nuca, enquanto ouvia-o respirar fundo, olhei o para seus olhos, e o vi fechar lentamente, passei minha língua sobre meus lábios e avancei sobre sua boca, ficamos algum tempo com as bocas encostadas. Quando fui pedir passagem com a língua ele se sentou firme sobre a cadeira.
-Desculpa, eu não sei por que fiz isso. – sussurrou.
-Eu também quis. – coloquei minha mão em seu queixo, fazendo ele olha pra mim.
-Eu não podia, eu não devia.
-Por quê? Não gostou? – fale preocupado. Será que estava com mau hálito? Mais eu nem beijei ele de verdade.
-Não. Eu...
-Fala. – encorajei.
-Nada, me deixa termina de assisti.
Fiquei em silencio mais não parei de o em cara eu o queria, eu precisava dele por mais que ele não queira, ele ainda vai ser meu. Eram esses meus pensamentos. Peguei sua mão que estava sobre sua perna e afaguei, quando ele tentou puxar, eu sussurrei.
-Deixe-me com sua mão pelo menos.
O filme não demorou pra termina, fomos ate a praça de alimenta, ele soltou nossas mãos, quando nos sentamos, eu vi um grupo de garotas gostosas acenando, mais não eram gostosas como meu Bill, sorri de lado. Conversei um pouco com Bill o fazendo rir.
Minutos depois as mesmas garotas vieram ate mim, querendo tirar foto, perguntando do cara que estava ao meu lado, Bill corava me fazendo rir baixo, uma garota sentou em meu colo, me fazendo ficar assustado, já que fui pego desprevenido.
-Kaulitz eu vou indo, tenho uma coisa pra fazer quando chega a minha casa. — se levantou.
As meninas ainda riam não me deixavam levanta eu gritei o nome de Bill mais ele já estava muito lá na frente, eu estava morrendo de raiva das raparigas, depois de varias fotos me levantei com raiva e sai correndo. Mais eu acho que já era tarde de mais, olhei pra fora ele já estava dentro de um taxi.
Gritei seu nome mais nada, ele deveria estar muito puto comigo, passei as mãos na nuca, e respirei fundo, ainda não era tarde dava tempo de eu ir ate a casa dele, so espero que ele me atenda, pegue chave do bolso e entrei no carro. Eu já estava na estrada meu carro estava acima do permitido, eu não estava nem ai. Eu sou Tom Kaulitz. Posso paga uma multa tranquila.
Virei á esquina e pude ver ele pagando o taxi, arranquei com o carro e estacionei de qualquer jeito e corri ate ele, mais o desgraçado trancou a porta antes mesmo que eu pisasse na escadinha de sua casa. Bati na porta e nada. Comecei a bate com mais força.
-O que você quer? Já não saímos á tarde? Porque insiste em sair comigo. – abriu a porta e saiu andando pra dentro.
Fechei porta atrás de mim, e comecei a reparar na casa, tudo era em cores preto, branco, azul, roxo, tudo escuro. Dirigi-me ate a cozinha onde ele estava. Bill estava com uma caneca de chá em suas mãos, e assoprava o liquido quente, me sentei em um dos banquinhos brancos e fofo.
-Eu vim aqui me desculpa, eu não queria que nada nos interrompesse...
-Não queria? Você e jogador de futebol, garoto propaganda da Calvin Klein, e não quer que nada nesse mundo te interrompa? Você e u idiota. – balançou a cabeça.
-Você e sexy quando esta bravo.
-Não estou bravo. Kaulitz... Eu não quero mais sair com você. — Colocou a xicaca na pia.
-O que? Por quê? Você não... Você esta de brincadeira né?
Fiamos em silencio ele respirava fundo, me levantei e o abracei, e ele mantinha seus braços ao lado da cintura, não me abraçava como eu fazia com ele, beijei o pescoço alva a minha frente e o sentir estremecer.
-Kaulitz. – falou manhoso.
-Bill eu não tive culpa, eu... Eu gosto de você, me sinto bem ao seu lado. Deixa-me ficar com você. – beijei novamente seu pescoço, e passei minha língua quente.
-Para com isso. Por favor.
Empurrou-me e vi que estava vermelho, sorri e segurei sua cintura, olhei para aqueles olhos e lambi os lábios, eu precisava sentir a língua dele com a minha não era uma vontade, era necessidade, fui chegando mais perto e ele fechou os olhos.
-Posso te beijar de verdade agora?
Ele riu e levou a mão ate minha nuca, segurei sua cintura com força e aproximei meus lábios do dele, sentia a macies dos lábios, borboletas dançavam na minha barriga e borboletas isso e gay eu sei, prensei o corpo dele entre mim e a bancada e mordi seus lábios com gosto, como eu queria ter feito isso. Bill enrolou algumas tranças em seus dedos, nossas línguas disputavam espaço na boca de ambos. Meu coração estava disparado. Puxei seus lábios com carinho e finalizei com um selinho.
-Isso foi maravilho. – sussurrei sorrindo.
-Ok, pode ir embora agora.
-Mais...
-Kaulitz, foi so um beijo. Eu já falei que você não faz meu tipo. – colocou a mãos em meu ombro.
Eu estava chocado de boca aberta, eu sentindo excitação por esse homem, gostoso, eu ainda o beijei e ele me diz não faço o tipo dele, quem ele pensa que é? Bill me jogou pra fora quando eu iria protestar ele fecho porta novamente. Maldito Trümper.
Flashback off.
Continuei a folhear o álbum de foto, eu tinha saudades dos sorrisos, dos cheiros, abraços, mão boba eu tinha pequenos vídeos nossos em casa, passava as madrugas acordado so para ver as gargalhadas dele, acordava chorado ou gritava por seu nome.
Em todos os cantos eu o via, sabia que ele estava por perto, mais não o suficiente. A noite ficava sempre perto da porta na esperança dele entrar, eu o estaria esperando, de braços abertos pronto para me desculpar. Mais nada dele.
Volta pra mim Bill.
Flashback on.
Alemanha 24 de janeiro de 2011.
Quatro dias sem o Bill da pra acredita? Eu estou ficando louco, e treino atrás de treino, sem parar um segundo, eu nem tenho mais tempo pra nos, acho que ele nem se importa mesmo, já que eu o ligo quase todo dia e ele não atende. Mentira eu ligo a cada 4 horas, eu não consigo ficar longe dele. Ele me atraiu de uma forma inexplicável.
Terminei de arruma minha mala do treino e fui para o chuveiro, fiz cara de nojo quando vi os G’s brincando de luta, os negócios deles balançava me deixando com mais nojo ainda, pensando bem não vou toma banho aqui não.
-Hey crianças. – Gritei fazendo os dois pararem.
-Diga Kaulitz. – Falou Schäfer. O goleiro.
-Vocês são tão gay.
-Há vai lá pro seu Bill que você ganha mais. – Hagen mostrou o dedo do meio.
-Olha como você fala do Bill. – rangi os dentes.
-Esta apaixonado Kaulitz. Não acredito que e por um homem ainda.
-Há calem-se casal. – gritei saindo do chuveiro.
Coloquei meu uniforme da Adidas e sai com a mala da Nike do lado, entrei no meu R8 e fui pra casa eu precisava de um banho antes de encontra o meu Bill, eu tinha que ver ele, eu estou ficando louco, eu nunca fui de deseja uma pessoa tanto como eu desejo ele.
Merda! Bati a mão no volante, estacione na frente do apartamento e desci, deixei minha mala no carro, subi correndo pela escada aproveitar a energia que tinha sobrado, abri a porta de casa e já fui arrancando a roupa do corpo.
Tomei um banho morado e relaxante, fui ate a sala pega meu Ifone, tinha duas chamadas não atendidas de Chantelle, so deus sabe como me arrependo de ter comido essa desgraça, ela vivia no meu pé. Saco. Coloquei minha boxer, uma regata branca e uma calça de moletom preta, deixando à listra da boxer a mostra.
Desci novamente pelas escadas e entrei no carro, olhei para meu celular e disquei o numero de cor, será que depois de quatro dias ele iria me atender? Dois toques e nada dele me atender. Estava quase indo pra caixa me mensagem.
-Alo. – ouvi aquela voz sorri.
-Hey Bill, decidiu atender?
-Se eu soubesse que era você, não teria nem tocado no telefone. – falou com raiva.
-Estressado, estou passando ai em 5 minutos.
-Não, não quero você aqui. – falou rápido.
-Não tem como dizer não. Você sabe que sou insistente, além do mais estou levando filme. – falei.
-Não eu já...
-Ate daqui a pouco.
Desliguei o celular sorrindo, mais esperai, eu não tinha pegado filme algum, merda liguei o carro e fui pra locadora, a mulher de que trabalhava lá me ajudou com os filmes, em agradecimento, tive que tirar umas duzentas fotos e autografa a camiseta dela. Agradeci e fui pra casa do meu futuro namorado e esposo.
Buzinei duas vezes e vi meu amor sair de dentro de casa apenas de roupão preto, desci do carro sorrindo com a sacola cheia de filmes, Bill bufou e revirou os olhos.
-Oi lindo.
-Me erra Kaulitz, eu disse que não te queria aqui. – falou.
-Vem vamos entra. – passei a mão pela cintura dele e puxei pra dentro de casa.
-Quem vê pensa que você e dono daqui.
-Bill fica quieto e vamos assisti aos filmes.
Bill colocou o primeiro filme Transformers, se sentou no sofá e ficou em silencio peguei suas pernas que estavam no chão e coloquei sobre as minhas, ele olhou e sorriu, quando voltou a aprestar atenção no filme olhei para seu corpo coberto apenas por um roupão preto, estava meio aberto me deixando ver grandes tatuagens e um piercing no mamilo esquerdo? God Bill e sexy.
-Bill, porque eu não faço seu estilo? – falei olhando ainda para o mamilo rosado.
-Você e jogador de futebol, prefiro homens de banda.
-Então eu vou para de joga bola, e vou vira guitarrista.
-Há Tom, cala a boca, você nem sabe toca guitarra demoraria anos pra aprender. – Continuou a olhar pra frente.
-Quem disse que não sei toca guitarra.
Joguei meu corpo pra cima do dele, fazendo ele ficar por baixo, minha espiração estava rápida, minha boca desejava a dele, minha língua coçava de vontade sentir a sua língua, mordi os lábios e aproximei minha boca de sua orelha.
-Deixa eu te amar? Deixa-me ser seu? – sussurrei.
-Kaulitz...
-Eu quero estar com você, eu nunca desejei alguém como eu te desejo. Bill eu estou me humilhando pra ter você. – beijei o pescoço dele.
-Eu não sei se devo... Você é famoso e isso não dará certo.
-Você tentou pra saber? Bill seja meu e eu serei seu.
-Nos conhecemos pouco...
-Mais você sabe tudo sobre mim. Não me negue ficar com você. Tente pelo menos.
-Eu... Eu quero... Quero tenta.
Sorri e avancei em cima daqueles lábios carnudos perfeitos, minha mãos passava com carinho sobre seu rosto, enquanto ele puxava minha nuca, eu estava feliz, as coisas estavam indo rápido, mais eu não me importo eu so quero ele. Minhas mãos foram parar dentro de seu roupão e apertei o mamilo rosado e o ouvir gemer.
Olhei em seus olhos e dei um selinho nele, voltando beija-lo em seguida, logo o celular irritante de Bill começou a tocar, ele começou a me empurrar, contrariado me joguei pra traz. E sussurrei um merda baixo. O vi pega o celular e sair da sala.
Minutos depois ele correu pra cima, franzi o cenho ouvi barulho na escada e ele desci correndo passando a mão pelo cabelo peguei seu braço e perguntei.
-Aonde vai?
-Ligaram pra mim, eu preciso sair, vejo você outro dia Ok? – pegou a chave de seu carro.
-Eu levo você.
-Não precisa, quando sair tranca a porta e coloca embaixo do tapete.
-Hey me de um beijo primeiro.
Puxei seu braço e dei um selinho nele rápido, eu iria ficar esperando, ele estava preocupado, estava com pressa, deitei no sofá e terminei de assisti o filme, com o tempo comecei a relaxa, fechei meus olhos e dormi, eu estava tão cansado dos treinos.
Ouvi barulho de porta sendo aberto, e me espreguicei, olhei e Bill foi pra cozinha, resmungando um ‘’Maldito Kaulitz não trancou a porta’’ sorri e fui ate cozinha e comecei afalar.
-Claro que não tranquei eu estou aqui ainda. – Sorri, vi que ele ficou paralisado e depois olhou para uma criança de cabelos negros.
Olhos verdes boca rosa com uma roupa dez vezes maior que ele, era um menino parecido com... Bill?
-Eu posso explica. – respirou fundo.
-
Explica? Esse garoto e o que?
-Ele é...
-Fala Bill. – Gritei.
O garoto fez uma cara de bravo e se colocou na frente de Bill e gritou pra mim.
-Não grita com meu pai.
Notas finais
Bjs Pessoas Lindas.
Amy89 Sardade fia.
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