Notas iniciais
''Oii Tudo bem? Bom eu também vou bem, eu iria posta Ontem mais não deu mesmo, tipo a internet não quis funcionar então não deu.''
'' Os reviews estão TODOS respondidos.''
'' Vou fala da musica novamente, não e obrigado a escutar, só escuta quem quer.''
''- McFly - That's The Truth '' <---- music.
'' Bom acho que e isso. Boa Leitura. Vejo vocês lá em baixo.''
''He um garoto na foto Ok não e e uma menina. juro.''

Eu ainda me pergunto será que se eu não tivesse dado ataque de ciúmes, estaríamos juntos ainda? Tantos serás tantas perguntas, porque será que ele não volta, eu quero ele de volta para me tirar essa duvida que me mata.

Eu queria que ele visse o quanto eu o ama, adorava a suas burradas, aquela casa sem ele era escura, fria , sem alegria. Deus porque você não o traz novamente pra mim. Deus eu não sei rezar mais eu apenas peso ao senhor que me traga-o de volta, eu prometo a ti que não o machucarei mais.

Eu imploro.

Continuação de flashback.

\"\"(filho do Bill )O garoto a minha frente parecia mais uma garota, me deixando mais espantado, eu estava sentindo a adrenalina em meu corpo, Bill não tinha me contado que era pai. O garoto me encarava com um olhar mortal.

Bill se abaixou e falou calmamente para o garoto.

-William vai brica no seu quarto.

-Mais papai...

-Por favor, eu já vou lá brinca com você. – se levantou e acariciou os cabelos negros da criança.

William subiu correndo as escadas fazendo um barulho enorme. Bill suspirou e colocou uma mala em cima da mesa, pegou algumas roupas e saiu, eu o segui e parei na porta da lavanderia. Comecei a falar alto.

-Você tem um filho e não me conto.

-Você não precisava saber. Você nem deveria estar aqui. – jogou as roupas dentro da maquina.

-Como não deveria saber? Eu sou seu namorado e...

-Quem disse que você e meu namorado? Eu não quero ser nada seu.

Bill tinha me cortado, senti meu coração se quebrar em milhares de pedaços, eu pensei que estávamos juntos, já que ele me beijo e disse que queria tentar ter algo comigo, mais como eu sou burro, tinha que cair nas garras do Trümper novamente.

-Você disse que queria tenta.

-Disse que queria tenta fica com você, e não ser seu namorado. – a pontou um dedo para meu rosto e gritou.

-Tire seu dedo imundo de meu rosto, quem você pensa que é? Você esta falando com Tom Kaulitz e não com o bastardo do seu filho. – falei sem pensar.

-O que você disse do meu filho? – abaixou a cabeça.

-Isso que você escutou.

-So porque você e jogador de futebol, não quer dizer que pode tratar todos como lixo. Você não e ninguém para falar do meu filho. — gritou.

-Eu...

-Sai da minha casa, eu não volte mais.

-Bill eu...

Como um balde de agua fria eu voltei á realidade, e percebi a burrada que tinha feito, eu não queria ter dito o que falei, foi mais forte que eu, me virei para Bill e vi que ele estava com os olhos marejados.

-Desculpa-me desculpa.

-Você não pode me dizer essas coisas. – gritou.

Segurei seus braços e os fiz olhar em meus olhos, virou seu rosto para o lado e deixou as lagrima caírem, senti meu peito apertar, ele se soltou das minhas mãos e abriu a porta e limpou os olhos com as mãos.

-Bill...

-Por favor. Não me deixei fica com mais raiva de você.

Segui ate a porta e me virei pra ele, e sussurrei.

-Eu vou. Mais eu volto.

Segui com passos lentos ate o carro e vi o Bill fecha a porta, me sentei no banco do carro e coloquei a cabeça sobre o volante, como eu fazia merda, idiota, idiota, essas eram as únicas palavras que vinham em minha cabeça.

Flashback off.

Faltava 1h para o jogo começar, me levantei e coloquei o uniforme de capitão, eu nem merecia essa camiseta nem o titulo, eu era um merda, coloquei minha roupa e me sentei novamente, eu precisava me aquecer, mais eu não queria, se eu tivesse alguma lesão seria algo para meu preocupar.

Sentiria dor, mais nada se compara ao que sinto dentro do meu coração, coloquei minhas mãos sobre a cabeça e deixei as lagrimas pousarem sobre o chão.

-Há eu não acredito que o Kaulitz esta chorando de novo. – riu Taylor.

-Qual e o seu problema? – levantei meu rosto e o encarei.

-É que você vive chorando pelos cantos, parecendo uma mulher. –gargalho.

-Você não tem nada a ver com minha vida.

-Chorando por aquele merda Kaulitz? Não vale apena.

Meu sangue ferveu ninguém podia dizer nada dele, ninguém, sem pensar peguei Taylor pela camiseta e joguei ele na parede e dei um soco ao lado de seu rosto.

-Não fale mais dele. So porque ele não quis sair com você, idiota nunca mais fale mal dele na minha frente ou as coisas não vão ser nada boas para você. Isso e uma ordem.

-Kaulitz...

-Você não e ninguém pra fala do Bill. Você nem o conhece. – gritei.

Comecei a suar, ouvi que o vestiário estava silencioso demais, respirei fundo e o soltei, empurrei para os outros jogadores.

-Será que não e possível ninguém me deixa em paz? – gritei e sai do vestiário.

Sentei-me no corredor e fiquei ouvindo o barulho que vinha de fora.

Flashback on.

Alemanha 1 de fevereiro de 2011.

Uma semana sem o ver, eu daria um tempo eu não podia ficar correndo atrás dele, eu tinha minha obrigação como jogadora e como ‘’modelo’’ da Calvin. Peguei minha mala sobre a mesa da cozinha e as chaves do carro. Desci as escadas como sempre, odiava elevador entrei no meu carro e fui para o campo de treinamento.

Entrei no vestiário masculino e cumprimentei meus amigos, retirei o uniforme da Adidas e coloquei a roupa de treino, peguei uma lata de ’’ red bull’’ e fui pro campo enquanto tomava fui rindo com o Listing e Schäfer meus melhores amigos, iriamos treina em um lugar um pouco reservado.

Pois ninguém poderia saber das nossas novas jogadas, entrei no campo, e vi um garoto que mais parecia uma garota, vestia um short branco que ia ate seu joelho e estava sem camiseta, brincava com a bola.

De longe avistei o técnico Peter conversando com um homem alto de cabelos loiro era alto, fortinho, deveria ser algum novo jogador, entrei no campo e o garoto me encarou, parou de fazer embaixadinha e pegou a bola e veio ate mim.

-Você não e o cara que gritou com meu pai?- apontou pra mim.

-Eu? Você deve esta se confundindo criança. – ri e acariciei seus cabelos.

-Não...

Um grito cortou o garoto que abaixou a cabeça e começou a andar pro outro lado, observei o garoto o vi esticar os braços para o homem loiro que o pegou no colo. Peter sorriu e beijo a cabeça do garoto. Quando o cara virou para trás meu corpo paralisou.

Era meu Bill? De cabelo loiro? De barba? Deus como ele esta... O que ele esta fazendo aqui? Será que veio me pedir desculpa? Apesar de que eu que briguei com ele. O técnico mandou nos aquecer enquanto conversava com o Trümper.

Agora me lembrava perfeitamente do garoto, era filho do Bill o tal de William. Os via sorrir com alguma coisa que a criança falava, o que o Bill esta fazendo aqui? Ninguém sabia a não ser jogadores e os técnicos. Olhei para o lado e quando dei por mim estava beijando o chão.

Alguns jogadores começaram a rir e eu lancei olhares raivosos a eles que pararam de rir, Bill me olhou e sacudiu a cabeça. Alguns minutos mais tarde Peter e Bill com seu filho se aproximaram de nos, quando estávamos nos alongando.

-Pessoal quero que vocês conheçam uma pessoa. – gritou o técnico.

Todos ficaram em fila e eu ri baixo Bill sorria para o menino que brincava com o brinco de sua orelha, Peter agradeceu e começou a falar.

-Então pessoal eu não vou poder ficar com vocês hoje. Como o Bill aqui entende bastante de futebol eu vou deixa ele como técnico hoje.

-Seja bem vindo Bill. – Gritou Gustav.

-Obrigado, espero ser bem recebido mesmo. – riu.

Fiquei o encarando, e nada dele olhar pra mim, William sussurrou algo no ouvido de Bill que pediu pra ele ficar em silencio, depois a criança me olhou.

-Pensei que entendia apenas de crianças especiais. – falei, e todos me encaram.

-Kaulitz não devo satisfação da minha vida a você.

-Você não deveria ficar como técnico eu sou o capitão. Peter...

-Bill foi treinado por dois técnicos de futebol durante 7anos. Ele tinha tudo pra ser melhor que você Kaulitz. Mais ele preferiu seguir outro rumo. E todos os diretores aceitaram deixar ele hoje como técnico. Quero respeito com meu sobrinho.

-Mais... – falei.

-Sem mais. Bill eu já vou indo qualquer coisa me fale depois que eu cuido.

-Obrigado Peter.

Peter pegou as mãos de William que choramingou um pouco, pois queria ficar com Bill, o mesmo conversou com ele que concordou, Bill estava vestido socialmente estava uma delicia, lambi os lábios e sorri.

-Bem quero que vocês se apresentem. – falou.

Todos se apresentaram Bill fez algumas perguntas, e respondeu outras também, conversou com os goleiros e os volantes, se aproximando dos artilheiros onde era eu e Taylor como eu odeio essa cara. Os outros estavam treinando como Bill tinha mandado.

-Bom eu quero saber se vocês tem alguma duvida?

-Eu tenho. – falou Taylor.

-Pergunte.

-Não quer sair comigo essa noite.

Minha boca se abriu em um pequeno ‘’o ‘’ senti meu corpo ficar quente e meu rosto começou a pinicar junto com meus punhos.

-O que te faz pensar que eu sou gay?

-Há todos sabem que você já saiu com o Kaulitz.

E eu tinha contado que sai com tal de Bill, mais não que era esse eu vou quebra a cara do Taylor, Bill riu e perguntou se tinha mais alguma duvida, dissemos que não, então fomos começar a jogar, ele fazia algumas anotações na prancheta.

Ficamos umas quatro horas jogado com pequenas pausas de 5min para tomar água e troca de jogador, Bill se deu bem com todos os jogadores, percebi que algumas vezes ele olhava pra mim, marquei um gol, e gritei alto pra ele ouvir.

-Esse e pra você Trümper. – e mandei um beijo pra ele fazendo o revirar os olhos e rir.

Depois de mais uns minutos ele viu que estávamos mortos e mandou nos alongar, fizemos todos os alongamentos que ele mandou, e nos dispensou, segui pro banheiro, tomei um banho rápido e arrumei minha bolsa. Quem sabe essa não era minha chance pra pedir desculpa.

Despedi-me de todos e senti falta de um ali era o idiota do Taylor, deveria esta atrás do Bill, so eu sabia onde ficava os técnicos corria ate a sala do Peter e entrei sem bater, quando entrei Bill estava com os olhos arregalados.

-O que faz aqui? Não permiti sua entrada nessa sala.

-Bill me ouve.

-Diga eu tenho muita coisa pra fazer. – falou enquanto arrumava a papelada que estava sobre a mesa.

-Eu queria me desculpar.

-Hum tudo bem. – falou guardando as pastas.

-Tudo bem? Como assim?

-Eu te desculpo Kaulitz. Entendeu agora?

-Mais tão rápido eu pensei...

-Você pensa muito. So espero que não repita o que disse do meu filho. Ou a coisa não vai ser a mesma.

-Não irei. – Falei sorrindo.

-Pode sair já.

Suspirou e passou a mãos nos cabelos loiros, tirou a jaqueta e jogou sobre a cadeira de couro preta, me sentei na cadeira, e ele franziu o cenho.

-Eu disse que pode sair.

-Então você mudou o cabelo. Estava mais bonito antes. – mudei de assunto.

-As pessoas mudam Kaulitz.

-Esta namorando? Voltou com a mãe do seu filho?

Ele ficou em silencio e respirou fundo, balançou a cabeça em negação e segurou uma mão no armário, me levantei e o abracei por trás, cheirei o cabelo dele e fechei os olhos sentindo prazer so de sentir o aroma doce que ele tinha.

Beijei sua nuca que estava pedindo por isso, senti ele se arrepiar e soltar um baixinho ‘’Kaulitz’’, ele virou de frente para mim e olhou em meus olhos, eles estavam lagrimejados, e eu o abracei.

-Bill o que aconteceu?

-Kau...

Ouvi o barulho da porta sendo a aberta, que raiva tinha que ter alguém pra estraga esse momento, Bill separou de mim e virou pra fala com o ser que estava atrás de mim.

-Oi. – sussurrou.

-Estou incomodando algo? – aquela voz.

-Esta. – falei.

-Não. O que você quer Taylor?

-Posso falar lá fora com você? – me virei e vi que ele estava sorrindo.

-Claro. Ate qualquer dia Kaulitz. – pegou sua bolsa e saiu.

Raiva era única coisa que estava sentindo, matar o Taylor e o que eu sinto necessidade e um desejo, bati minha mão no armário fazendo um barulho enorme. Peguei minha bolsa e sai em direção ao estacionamento do parque.

Ouvi uns cochichos e me aproximei.

-Então Bill quer sair comigo?

-Taylor eu...

-Vamos Bill e so um jantar nada demais.

Joguei minha bolsa no chão os fazendo olharem pra mim, sentia tanta raiva que parti pra cima do Taylor, minhas mãos estavam pinicando, começamos uma briga. Eu não deixaria ele sair com meu Bill.

-Você vai aprender nunca mais chama o Bill pra sair.

Notas finais
Gostaram?? Muito drama? eu prometo que o próximo capitulo vai ter um romance, e caramba a fic deve ter uns 4 ou 5 capítulos eu errei nos cálculos desculpa hehehe. Bom gostaram do filho do Bill? e fofinho não??? e parecido com ele.
eu acho.
Bom ate quinta. eu prometo posta quinta.
Bjs.