The Heart Never Lies.
5 Jantar. Descobertas .
Notas iniciais
''Reviews respondidos, obrigado muito por vocês mandarem seus reviews são muiito lindos. Obrigado.''
'' Há musica é Enrique Iglesias - Tonight ''
-Boa Leitura. Küsse.
Batia no Taylor como se minha vida dependesse disso, ralava sobre chão sentia minha boca escorrer sangue, meus punhos estavam doendo, ouvi um grito e duas pessoas separando nos dois, Georg e Gustav.
-Você são crianças? – gritou Bill.
-Ele quem começou. – falou Taylor limpando a sobrancelha cortada.
-Não me interessa quem começou, Taylor vai pra casa. Tom pegue suas coisas e vá também. – respirou fundo. – Obrigado mesmo senhor Listing e senhor Schäfer.
Eles acenaram com a cabeça Bill entrou no carro e saiu com seu Audi Q5, me soltei dos G’s peguei minha bolsa e fui para o carro, liguei e já sai arrancando, não demorou pra chegar ao meu apartamento. Quando esta chegando ao meu sossego vejo uma loira virada de costas batendo na porta.
Andei com uns passos lentos a ate ela, quando estava a uma distancia pra reconhecer a pessoa, me arrependi de não ter fugido, me virei para sair mais meu celular tocou fazendo a mesma se vira.
-Tommm. – gritou.
Amaldiçoei a pessoa que me ligou, vasculhei minha mala mais o celular parou de tocar, e a garota me ficou na minha frente, e começou a fala sem parar.
-Tom onde você esteve esse tempo todo?
-Eu tenho uma carreira pra cuidar. — falei entrando em casa.
-Mais eu sou sua mulher, você tem obrigações comigo baby.
Joguei minha mala sobre a cama e ela se jogou no mesmo, retirei a camiseta e sentei na cama, eu odiava essa garota eu nem sei por que ela estava aqui e porque eu deixei ela entra.
-Chantelle você nunca foi, e nunca será minha namorada. — passei a mão no rosto.
-Você e louco Tom?
-Não, eu so me cansei. Cansei dessa vida de mulherengo, eu não quero você. Eu já sei quem eu quero, e vou lutar por essa pessoa.
-Tom...
-Sai da minha casa.
Ela começou a fazer escândalo a coloquei para fora de casa, eu não a quero mais, cansei de me divertir com ela, será que ela não percebe? Tranquei a porta do apartamento e fui tomar banho, vesti uma boxer branca e fui pra cozinha tomar uma cerveja.
Quando abri o mesmo estava vazia merda. Botei uma roupa e sai de casa a pé mesmo, o mercado não era longe, não iria compra muita coisa, peguei uma cesta e fui logo pra sessão de bebidas. Peguei duas garrafas de vinho e uma caixinha de Heineken, depois fui pra sessão de congelado, peguei uma lasanha quando estava saindo bati em alguém.
-Me desculpe eu... Bill?
-Há oi. Desculpa bate em você. – sorriu.
-Não tudo bem. O que veio fazer aqui?
-Compras não e obvio? William queria comer algo diferente e viemos ao supermercado.
Apontou para o carrinho cheio de besteira com algumas coisas saudáveis, ele olhou para os cantos e sorriu, William estava com uma garrafa enorme de refrigerante na mão, Bill pegou e colocou no carrinho.
-Oi de novo. – sorriu a criança.
-Oi William.
-Bom Kaulitz. Acho que já vamos. Cuidado pra não ficar com ressaca. – aprontou para a cesta.
-Não se preocupe não irei.
-Pai o tio ai podia ir janta lá em casa. – puxou o braço do pai.
-William o Kaulitz deve esta cansado do treino de hoje.
-Estou bem Bill. Se não for incomodar eu aceito janta na sua casa.
Bill revirou os olhos e balançou a cabeça, continuamos nossas conversas, William interrompia a cada dois minutos, sorri para ele, me arrependi de ter brigado com Bill por causa dele, Bill passou as coisas no caixa e pagou, deixei as minhas para trás.
Ajudei a guardar as sacolas no carro, arrumei o William na cadeira dele e me sentei na frente com o Bill, fomos cantando Tonight (I'm Lovin' You) Enrique Iglesias, achava aquela musica um tanto excitante, Bill cantava bem, não demorou estávamos na frente da casa dos Trümper, ajudei Bill carregar as compras para dentro de casa, iria ajudar ele com a janta mais ele me expulso junto com o William.
Somos pra sala e William pegou um carrinho de brinquedo, começou a fazer barulhos engraçados com a boca me fazendo rir, e para de assistir a TV que estava ligada a minha frente, a pequena criança deixou seu carrinho de lado e pegou a bola que estava ao meu lado.
-Tio Kaulitz. – parou na minha frente.
-Tio Kaulitz? Meu nome e Tom. William.
-Papai disse que e pra te chamar de Kaulitz. – deu de ombros.
-Mais eu quero que me chame de Tom, pode ser?
A criança sorriu e balançou a cabeça de forma positiva, sorri pra ele, William pegou uma de minhas mãos e começou a puxar, pedindo pra mim me levantar, e começou a me puxar pra cozinha novamente.
-Pai...
-Diga Will. – estava de costas pra nos.
-Tom e eu vamos jogar bola lá fora tá.
-William Trümper nada disso.
Virou de frente para nos e vi que ele estava com uma roupa diferente, estava com um short preto com listras azuis e uma regata da mesma cor, olhei para seu braço e vi uma tatuagem escrita em alemão. Freiheit 89. William começou a choraminga e Bill nos deixou ir pra fora.
Tinha uma pequena quadra de futebol atrás da casa e um pequeno gol, começamos a jogar bola, claro que eu era bom eu fiz altos gols, mais percebi que a criança ficou emburrada e parou de jogar colocou seus finos braços a frente do peito e sentou no chão.
-Hey.
-Não quero mais joga. – fez bico igual ao Bill.
-Há e por quê? – sentei ao lado dele.
-Porque você e grande eu sou pequeno, você consegue fazer mais gol que eu. – falou com a voz tremida.
Puxei o garoto pro meu colo e ele começou a chora, sem pensar comecei a rir, aquela criança era tão fofa, seu corpo tremia a cada soluço, entrei em desespero, pois o garoto apertava minha camiseta e fala com a voz tremida o nome de tal de Kristin, me levantei com a criança no colo e fui pra dentro com ele.
Quando entrei na cozinha Bill ficou desesperado, pois a criança estava chorando, começou a brigar comigo, e pegou a criança no colo, a levou para cima enquanto eu ficava na sala, bufei e sentei no sofá, minutos depois dos dois desceram as escadas e Bill me pediu desculpas.
William sentou no meu colo e Bill voltou pra cozinha. A pequena criança me chamou para brincar com o monte de carrinho que estavam espalhados agora sobre o chão. Peguei o primeiro carrinho que vi, era uma miniatura do Audi R8.
-Will posso chama você assim?
-Pode. – sorriu.
-Eu não quero te fazer chora de novo mais, quem e Kristin?
-Minha mamãe. – sussurrou.
-Quantos anos têm moleque?
-Tenho 7anos tio.
Gargalhei quando me chamou de tio, ninguém a não serem meus sobrinhos me chamava de tio, era engraçado á pouco tempo essa criança me chama de tio ou Tom, minha curiosidade ainda era mais forte que eu. Tinha que pergunta mais sobre a mãe dele.
-Onde esta sua mãe Will.
-Não sei tio, faz tempo que não a vejo, papai me proibiu de ver ela. – sorriu triste.
-Por quê? Você morava com sua mãe antes?
-Sim, papai me pegava durante final de semana. Os dois sempre brigavam quando papai ia me buscar.
Ficamos em silencio, ate Bill vim nos chamar pra janta, senti o cheiro de comida caseira desde a sala, lavamos as mãos e fomos pra cozinha, á mesa estava repleta de comida, minha boca salivou e William começou a bater as pequenas mãos na mesa.
Sentei-me ao lado da criança e me servi junto com Bill, já que o mesmo dava comida para seu filho, a criança choramingava querendo comer so mais seu pai negava, conversávamos sobre diversos assuntos, meus olhos ás vezes se encontrava com os de Bill fazendo o mesmo corar.
Terminamos de janta e ajudei Bill com a louça William ajudava a aguarda, fomos pra sala e brinquei mais um pouco com a criança enquanto Bill assistia a um programa de TV. William começou a bocejar, deitou sua cabeça em minhas pernas e fechou os olhos enquanto acariciava os cabelos.
-Deixe-me o levar pra cama. — falou Bill já se levantado do sofá.
-Tudo bem Bill eu o levo.
Peguei a criança com delicadeza e comecei a subir as escadas Bill foi a minha frente, passamos por duas portas fechadas, na terceira porta ele abriu revelando um quarto grande e com tons claro azuis e verdes, coloquei o menino sobre a cama de solteiro, Bill retirou a calça jeans deixando ele apenas de cueca cheia de bichinhos.
Aproximei-me da testa da pequena criança e beijei. Olhei para trás e Bill estava com o cenho franzido dei de ombros, em pouco tempo aquela criança já tinha conquistado de um modo muito estranho, as únicas crianças que eu conseguia suportar eram meus sobrinhos.
Klaus, Leonardo e Alicia. Fiquei na porta enquanto Bill fechava a cortinas do quarto beijou a testa do garoto e acendeu um abajur do lado da cama e veio ate mim, sorriu e pegou minha mão, apagou a luz do quarto e deixou um pouco a porta aberta. Descemos as escadas e fomos pra sala novamente.
-William gostou de você.
-Ele e um bom garoto. E me desculpe eu ter falado aquilo do seu filho. – falei envergonhado.
-É Kaulitz você errou feio comigo e com o meu filho, mais todo mundo merece uma segunda chance.
-Bill porque você vivia discutindo com...
-Com? – ergueu uma sobrancelha.
-Kristin.
-William já abriu a boca né? E complicado Kaulitz.
-Me chama de Tom, por favor.
-Ok Tom? – sorriu.
-Começamos bem, agora me fala mais sobre sua ex- namorada.
Ele suspirou e ficou em silencio levantou-se do sofá, e começou a andar de um lado para o outro, acho que ele estava nervoso.
-Já que o William começou a contar, vou fala o resto.
-Calma Bill.
-Eu tinha 14 anos quando conheci Kristin, ela era 2anos mais velha que eu, nos saímos varias vezes nos sempre ficávamos, éramos como namorados mais nunca foi oficial, tranzamos algumas vezes...
-Perdeu a virgindade cedo. – sorri maliciosamente.
-Tom. Quer continuar ouvir ou não. – falou bravo.
-Desculpa.
-Quando fiz 15anos ela se apaixonou por um cara da sua idade, ainda ficávamos algumas vezes, mais nada de sexo, so beijos e abraços alguns carinhos ousados, depois de um tempo ela veio chorando ate mim, dizendo que o cara estava com outra.
Sentou no sofá novamente, sua respiração estava rápida, colocou as mãos sobre a cabeça e começou a massagear os cabelos loiros.
-Nessa mesma noite tranzamos novamente, mais foi diferente, foi inexplicável senti uma coisa que eu não sei explica, era uma sensação ótima. Tom eu acho que eu estava apaixonado por ela...
Ele sorriu um pouco e limpou as poucas lagrimas que caiam de seus olhos castanhos ele começou a batucar os dedos sobre a perna.
-O que aconteceu depois? – perguntei curioso.
-Um mês depois, Kristin falou que estava gravida, e que o filho era meu, fiquei muito surpreso fiquei feliz, ela andava meio estranha antes de me contar sobre nosso filho mais foi por medo, acompanhei ela no hospital, fiz tudo que um pai tem que fazer.
-É Sua família? – perguntei curioso.
-No começo me encheram minha paciência com isso mais aceitaram, fiquei muito feliz ainda quando soube que era um menino, demos nome William, quando fiz 16anos ele nasceu, fui mora com Kristin ela tinha casa e tinha arrumado ate o quarto do meu filho.
Sorriu bobo, olha pra frente vendo uma foto sua e de seu filho sorrindo, os dois pareciam iguais, cara de um focinho de outro, peguei a foto que estava na estante e Bill sorriu mais ainda, e alisou a foto.
-As coisas estavam dando certo, arranjei emprego como jogador de futebol. – riu. – Enquanto eu ganhava dinheiro com futebol, Kristin ficava em casa com William, mais depois de uns tempos ela começou a ficar estranha novamente. Ate achei que ela estava gravida novamente.
-Você gosta de fazer filhos em Bill. – gargalhei o vendo fazer cara de reprovação.
-Cale-se, quando perguntei qual era o problema dela, Kristen me dizia que era cansaço porque so ela cuidava do Will. Nesse dia brigamos feio.
Começou a chorar, coloquei Bill em meu colo e alisei suas costas enquanto elas subiam e desciam, apertei seu corpo fazendo seu peito encostar-se ao meu e sua cabeça tombar em meu ombro.
-Tom eu amava aquela mulher. Nos iriamos casar, mais ela me traiu, fugiu com um outro cara, eu fiquei com tanta raiva dela. Quando fiz 19anos ela volto, não consegui perdoar ela, eu cuidava do William sozinho.
-E o Will ficou com ela? — sussurrei.
-O cara com quem ela fugiu transmitiu AIDS pra ela, Krinstin tinha pouco tempo de vida, ela implorou pra ficar com meu filho, eu não queria, mais ela também e a mãe tem seu direito, concordei com ela, eu ficaria com o Will durante o final de semana e alguns dias da semana.
Falava baixo sussurrando as palavras em meu ouvido, sua respiração era calma, já não chorava mais, ele olhou pra mim e sorriu fraco.
-E porque vocês brigavam tanto quando iria buscar o William.
-Ela não queria deixar o William vim pra casa, porque eu uso maquiagem e pinto as unhas, ela acha que eu iria transformar o garoto em uma boneca. – riu sem humor. – Por isso sempre brigamos.
-William falou que ele já não a vê mais. – falei baixinho.
-William vai mora comigo agora, Kristin morreu há uma semana.
-Você tem que conta pra ele. – falei.
-Ele muito novo, sofreria com isso, Kristin apesar de tudo era uma boa mãe.
Ele se levantou e olhou no relógio, já eram 00:00 ainda bem que amanha bem hoje era sábado, me levantei também e me espreguicei.
-Bem acho que já vou, ainda tenho que anda muito.
-O não vai mesmo, são meia noite agora Kaulitz.
-Tom. Bill meu nome e Tom.
-É costume, vem eu voltei mostra o quarto de hospede.
-Sem problemas Bill eu volto pra casa a pé mesmo. – falei contra gosto.
-Você não vai morrer por fica aqui uma noite. – falou.
Subimos novamente as escadas e chegamos a ultima porta do corredor, um quarto de cor natural creme, a cama era de casal muito grande por sinal me sentei nela enquanto Bill fecha as cortinas.
-Costume de deixar aberto. – riu.
Bill pegou um cobertor dentro do guarda roupa e arrumou a cama pra mim, retirei minha camiseta enquanto ele terminava o seu ‘’serviço’’.
-Obrigado.
-Tudo bem, boa noite. – sorriu e foi pra porta.
-Espera.
Ele se virou pra mim, o puxei para perto de mim, e juntei nossas bocas, ele colocou seus braços em meu pescoço enquanto me beijava, nossas línguas brincavam uma com a outra fazendo cocegas em ambas, puxei seu cabelo, fazendo me beijar com mais vontade. Parei o beijo com um selinho e sorri.
-Boa noite. – sorri.
Ele balançou a cabeça e saiu do quarto retirei a calça e apaguei a luz, a porta do quarto estava meio aberta, deitei na cama uma fresta de luz invadiu o quarto, fiquei imaginando o que Bill estaria fazendo em seu quarto, retirando sua roupa? Arrumando a cama pra dormi ou tomando banho?
Alguns minutos depois tudo ficou em silencio a luz foi apagada, e do nada me veio uma coisa na cabeça, me levantei em silencio e comecei a vagar pela casa, toquei na parede e logo uma luz acendeu.
-Porque não esta no seu quarto?
-Estou com medo. – falei brincando.
-Medo?
-Sim, posso dormi com você.
-Você esta brincando né? – levantou uma sobrancelha.
Olhei com desejo para Bill que vesti um roupão muito sexy preto, sorri e peguei sua mão fazendo carinha de cachorro, ouvi ele suspira e puxa minha mão para dentro do quarto dele, quando entrei reparei em uma cama de casal com lençóis da cor do roupão dele.
-Deite-se.
Deitei na cama e ele acendeu o abajur desligou a luz do quarto e retirou o roupão me deixando ver seu corpo repleto por tatuagens lambi meus lábios e sorri, fazendo-o revirar os olhos, deitou ao meu lado mais sem ao menos encosta-se a mim.
Desligou a luz do abajur e tudo ficou em silencio e escuro novamente, aproximei meu corpo do dele, e puxei sua cintura para mais perto da minha.
-O que esta fazendo?
-Eu disse que estou com medo. – falei baixo.
Ouvi-o rir, virou seu corpo de frente para o meu e deitou sua cabeça em meu peito, minhas mãos pararam em sua cintura enquanto a dele foi para minha barriga fazendo carinho, me fazendo suspirar. Quando estava quase dormindo ouvi ele fala baixinho.
-Tom?
-Hum.
-Você estava mentindo né? – sussurrou.
-Sobre?
-Que você estava com medo. – gargalhei baixo.
-Menti. Eu não estava com medo.
-Então por quê? — acendeu a luz do abajur fazendo meus olhos arderem.
-Porque eu queria dormi com você. – sorri.
-Mais você...
-Shiiii boa noite My Love.
Beijei os lábios dele rapidamente fazendo ele sorri e retribuir o selinho, apagou a luz e deitou sua cabeça em meu peito.
-Boa Noite Tom.
Flashback off.
Há como eu adorava aquelas lembranças, elas me traziam paz, me deixavam feliz de um modo, esse foi a primeira vez que dormimos junto, a primeira de varias. Bill. Bill Trümper o cara de 23 anos mais velho que eu, o cara que tem um filho e o único que foi capaz de roubar meu coração.
Bill Trümper nome que estará sempre em meu coração, e o cara que invade meus pensamento e sonhos, e que me faz sentir vivo novamente o único que faz sentir coisas inexplicáveis. Bill Trümper.
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