The Heart Never Lies.

6 O Primeiro Eu Te Amo.


Notas iniciais
''Hello, eu nem demorei pra posta né? Como sou uma autora boa, e agradeço a vocês meu leitores perfeitos, agradeço a cada review que me deixa super animada, vocês são a razão por eu continua a minhas fanfic's.''
Obrigado.
''Os reviews estão respondidos é o/. ''
''Meu deus eu quase morri quando vi que tinha uma recomendação, meu deus infarteii morri.''
''Muito obrigado mesmo a você Kleiner Android, eu quero dedica você esse capitulo, espero que você goste, é muito, muito mesmo obrigado pela recomendação.''
''Ultima coisa, a musica é Foo Fighters - Best Of You ''
Boa leitura.

Sentado fora do vestiário senti uma mão sobre meu ombro, me virei e vi Peter de pé me olhando, me levantei rapidamente e comecei a falar.


–Você o viu? Achou ele? Como ele esta? Onde?


–Me desculpa não o achei. Vai treina um pouco Tom você tem jogo em 10min.


Suspirei e balancei a cabeça concordando, entrei no vestiário e coloquei minha chuteira, e fui ate os outros que estavam jogando, e outros se aquecendo não estava a fim de fazer esforço e fui me aquecer.


Flashback on.


Alemanha 5 de maio de 2011.


Estava sentindo a cama a afundar e alguém grita, eu estava dormindo tão bem, abri meus olhos e vi um monte de cabelos negros na minha frente e um corpo duas vezes menor que o meu em cima do meu peito.


–Pensei que você não iria acordar mais papai Tom.


–Bom dia William.


Bocejei, William saiu de cima de mim, fazia um mês que estava morando com Bill, tínhamos nos resolvido, tinha pedido o mesmo em namoro a três messes atrás, mais ele se negava achando que seu filho não gostaria da ideia, me revoltei e conversei com a criança que adorou a ideia, e me chamava de papai também. Fiz o Bill volta com o cabelo preto novamente, já que o loiro não o deixava ser Trümper que eu o conhecia.


Escovei os dentes e peguei William no colo, descemos as escadas e fui pra cozinha, sentei a criança sobre a pia e peguei o bilhete que estava grudado na geladeira.


–Papai Bill saiu?


–Sim hoje serei eu e você ate o almoço pelo menos.


O garoto deu de ombros e pulo da pia e sentou-se na cadeira, perguntei o que ele queria comer e o mesmo respondeu panquecas, eu não sabia fazer igual ao meu Bill mais tentarias, fiz a massa e coloquei sobre a frigideira, logo estava pronto, recheie as de chocolates e mel.


Comemos enquanto conversava, mais tarde limpei a mesa e a louça enquanto William assistia desenho do bob esponja, quando o desenho terminou fomos pra trás da casa, comecei a ensinar Will como se jogava futebol. O garoto era bom, algumas vezes ele queria chora por não conseguir mais eu falava alguma coisa e ele ficava quietinho e voltava a joga.


–Tom?


–Seu pai chegou. – Joguei a bola para William.


–Deixa, ele já vem. – ri.


Continuamos a jogar bola ate Bill vim pra trás da casa e sorri, olhei pra ele e acenei ele balançou a cabeça e veio ate o seu filho e beijou a cabeça do mesmo, depois se levantou e me abraçou.


–Acho melhor coloca uma roupa, fica de boxer branca e um perigo perto de mim.


Riu e saiu rebolando, esse cara ainda me mata, já falei que não fizemos sexo ainda? Pois é ele quer me deixar louco, toda vez que eu tento algo ele me corta, ou fala que esta cansado ou com sono. Entrei pra dentro junto com William.


–Vão os dois toma banho que vamos almoça fora.


–Onde vamos papai.


William esticou os braços para Bill que pegou o mesmo no colo, e começou a subir as escadas, e eu fui junto claro.


–Vamos comer fora, na casa de um amigo meu. Então fica bem cheirosinho porque tem uma gatinha lá.


A criança pulou do colo do pai e entrou no quarto já arrancando as roupas, fui indo para ‘’meu’’ quarto quando estava começando a tirar a boxer Bill entrou no quarto.


–Onde foi de manha?


–Fui dar aula. Eu tenho minhas obrigações como você tem, como jogador. – falou pegando uma toalha.


–Vai volta pra lá á tarde?


–Não so vou dar aula de manha agora.


–Hum. Senti sua falta de manha sabia.


Ele riu se aproximou de mim, juntei nossos corpos e aproximei-me e delicadamente de sua boca e rocei meus lábios aos dele, o senti suspirar e sorri de lado, colei nossos lábios e senti uma onda elétrica passar pelo meu corpo, puxei seu cabelo e ouvi ele suspira enquanto minha língua brincava com a dele, era tão bom, tão gostoso, excitante beijar aquela boca que era difícil se para nossos lábios.


–Paiiiiiiiii...


–Deixe-me ir Tom. – colocou uma mão sobre meu peito e apertou a toalha sobre sua mão.


–E melhor, antes que eu não deixe.


Ouvi ele ri, entrei no banheiro e retirei a boxer e joguei no cesto de roupa suja, liguei a agua e deixe a mesma cair em cima do meu corpo, fechei meus olhos sentindo as gotas massagearem meu corpo, passei o sabonete sobre mim, e me ensaboei em seguida.


Enxuguei-me na toalha que estava escrita Chelsea era minha já que Bill odiava o time que jogava mais ele respeitava, já que era meu trabalho, enrolei-me e fui pro quarto, quando cheguei Bill estava com a bunda pra cima e procurava algo em baixo da cama.


–Que visão senhor. – lambi o piercing.


–Tommm. Idiota que susto.


–Desculpa. O que procura?


Retirei a toalha que estava em minha cintura e joguei na cama, procurei uma boxer na gaveta, peguei uma preta e virei de frente vendo Bill engoli em seco, coloquei a boxer enquanto o mesmo balançava a cabeça e mordia os lábios.


–Tom Kaulitz. – Ele so me chama assim quando fiz algo errado.


–Não fiz nada agora.


–Eu já falei pra você para... Não fica pelado em minha frente.


–Há qual é, o que você tem eu tenho. E cedo ou tarde eu vou ver o que você tem...


–Tom. Meu filho pode escutar. – balançou a cabeça e colocou a camiseta.


–Tá bom.- fiz beicinho.


Foi senta na penteadeira e colocou os colar e sua luva preta de couro falso, já que ele não gostava de couro verdadeiro, pois machucava animais. Ele estava pronto, e saiu do quarto gritando o nome do filho, entrei no closet e peguei a minha roupa que estava ali.


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Quando estava pronto peguei a chave do carro e minha carteira, desci as escadas e encontrei Bill penteando o cabelo de William, o pequeno ficava resmungando enquanto o outro falava sobre como ele deveria se comportar.


–Vamos?


–Claro, já estão nos esperando. – falou Bill enquanto pegava sua bolsa.


Fui com William na frente enquanto Bill trancava a porta de casa, abri a porta do meu R8 e coloquei Will na cadeirinha já que criança ate 8anos de idade tinha que ter cadeirinha, enquanto prendia-o, o vi bagunça os cabelos arrumados e ri com isso.


Dei a volta no carro e abri a porta pro meu Bill, já que ele iria dirigindo, eu não sabia onde iriamos, fechei a porta e fui pro lado do passageiro, eu odiava não dirigir mais se eu não o deixa-se eu sabia que iria sofrer depois. Bill ligou o carro e deu partida.


William começou a cantar uma musica que eu não conhecia, e seu pai o acompanhou, já disse que a maioria das vezes durmo ouvindo Bill canta pra mim, e uma delicia, não pego no sono mais sem sua doce voz.


–So eu não conheço essa musica. Quem canta?


–Papai Bill que a escreveu. O nome e Attention.


–Bonita a musica, escreveu pra quem? – raiva. Senti meu rosto esquenta.


–Há não faz muito tempo que a compus. Foi um dia quando você estava dormindo, eu olhei pra você dormindo tão lindo, e quando vi já tinha escrito a musica.


–Foi pra mim? – ele riu e chacoalhou os ombros.


Beijei a bochecha dele e a criança atrás de um gritinho de felicidade, sentei direito no banco, logo estávamos entrando num subsolo, Bill estacionou e desligou meu carro, saímos do mesmo e Bill tirou William de trás do banco, me deu a chave eu tranquei.


Andamos ate um elevador e entramos, Bill arrumou seu cabelo e William ergueu os braços, e o peguei segundos depois a porta se abre saímos de lá e Bill andou alguns metros e bateu na porta, a mesma se abriu e revelou um garoto de 10anos.


–Hey Bill, quanto tempo.


Abriu mais a porta e entramos coloquei Will no chão e o garoto que aparentava ter 10anos olhou pra mim e depois para Bill, abraçou o mesmo e depois a mim começou a conversar com Bill e nos levou ate a sala, nos sentamos.


–Então você esta mesmo namorando o Tom Kaulitz?


–Sim. – mostrou a aliança prata. – Faz um mês.


–Eu vou lá dentro, chama o papai eu já venho.


O garoto se levantou do sofá entrou em um corredor, Bill pegou minha mão e beijou, era estranho estar num lugar onde não tinha quase ninguém, logo um cara moreno de olhos azuis entrou na sala sorrindo. Bill se levantou e o abraçou.


–Tio Jared. – William pulou no colo do cara que sorriu.


–Hey Will quanto tempo cara. – pegou a criança no colo. – Prazer Tom Kaulitz. Sou Jared Leto.


–Prazer.


Logo apareceu uma garota e o mesmo garoto, seus nomes eram Marley e Sandra, as crianças começaram a brinca e nos conversávamos, algum tempo depois estávamos na sala de jantar, almoçamos e as crianças voltaram a brinca.


Jared não parava de olha para Bill e isso estava me enchendo o saco não era um olhar comum, era um olhar de desejo, era o olhar que eu olhava pra Bill. Juntei nossas mãos e apertei, ele olhou pra mim e franziu o cenho.


–Se lembra Bill, o tempo da faculdade?


–Há sim, aqueles três anos foram os melhores. – riu.


–Eu adorei a festa de formatura. Foi quando aconteceu nossa...


–Jared... – Bill olhou pra mim.


–Nossa primeira vez, não consegui esquecer seus beijos foi tão bom.


–Jared você...


Levantei-me do sofá e sai do apartamento do cara, se eu ficasse ali eu bateria nele, senti uma coisa dentro de mim, uma coisa que nunca tinha sentido antes, corria ate as escadas e desci o mais rápido que podia. Enquanto descia Bill gritava pelo meu nome.


Corri ate onde sabia que estava meu carro e peguei a chave e abri a porta do carro, quando entrei Bill segurou meu braço, me soltei de suas mãos.


–Deixe-me. — Gritei.


–Tom me deixa explica...


–Explica o que? Você e ex do cara Bill. Você namorou o cara e me trouxe na casa dele. – eu estava gritando, senti uma lagrima desce do meu rosto e a limpei.


–Tom ele e meu amigo... Eu pensei que seria legal você conhecer alguns amigos. – Segurou minha mão.


–Amigo? Bill será que você não enxerga? Ele te olha, como eu olho pra você. Você acha mesmo que ele quer me ver com você?


–Tom...


–Não fala mais nada, mais tarde conversamos. – entrei no carro.


–Onde vai?


–Vou pro meu apartamento, preciso pensa.


Liguei o carro e parti. Deixei que as lagrimas caíssem sobre meu rosto, me dirigi para meu apartamento, não demorou e eu cheguei no mesmo e cai na cama, eu nunca se quer tinha chorado por alguém, nem pelos meus pais quando soube que eles tinham morrido.


Começou a fazer frio, a janela do meu quarto estava aberta, quando fui feche pequenas gotas de agua começaram a cair do céu o mesmo estava negro, fechei e voltei pra cama, peguei a meu celular e olhei o plano de fundo. Uma foto de Bill deitando na cama rindo.


Suspirei e coloquei o celular de lado, senti uma dor horrível quando me lembrei das palavras de Jared e comecei a chorar, afundei meu rosto no travesseiro e acabei adormecendo em seguida.


Algumas horas mais tarde acordei com o barulho de trovoes, sabia que Bill tinha medo, mais ele estaria com o filho então não sentiria tanto medo, me levante e fui para meu closet e coloquei um shorts, retirei minha camiseta. Voltei correndo para o quarto quando meu celular começou a tocar, e vi o numero da casa do Bill.


–Alo?


–Papai Tommmm. – gritou a criança do outro lado da linha.


–William? O que aconteceu?


–Papai acabou a luz, eu estou com medo. – soluçou a criança.


–William onde esta seu pai.


Comecei a caminha pra fora, do apartamento desci as escadas e quando estava já lá em baixo percebi que não tinha pegado a chave do carro, ouvia o garoto chora e me desesperei. So estava com a chave da casa do Bill.


–Papai saiu foi na casa da minha avó Simone.


–William eu já chego ai.


Coloquei meu celular no bolso e corri no meio da chuva, senti meu corpo se arrepiar e continuei a correr, a chuva era forte e barulhenta mais eu não parava de correr, quando eu se lembrava da criança chorando meu coração se apertava. William e importante na minha vida de alguma forma sinto-me importante em sua vida.


Avistei a casa de Bill e acelerei mais minhas pernas, subi as escadinhas da casa deles e bati o punho na porta e comecei a grita o nome do ‘’meu filho ‘’ procurei a chave no mesmo bolso que o celular e peguei, quando enfiei na fechadura levei um susto.


–Bill?


–Tom, meu deus entre, você esta todo molhado. – puxou minha mão.


Entramos e o caminho estava iluminado por velas, subimos as escadas quando entramos no quarto dele e vi William deitado na cama, quando me viu deu um gritinho de felicidade, me sentei na cama enquanto Bill pegava uma toalha.


Retirei meu celular do bolso vendo ele estar um pouco molhado.


–William me ligou, por isso vim.


–Eu agradeço. – sussurrou e começou a secar meu peito nu.


Começou a enxugar minhas tranças, pediu para seu filho pegar uma boxer minha dentro da gaveta, e me empurrou para o banheiro, retirei o short e a boxer molhada e coloquei uma seca, fui pro quarto e Bill me deu minhas roupas, uma calça de moletom e uma blusa, me mandou deitar na cama, minutos depois levou o menino que dormia para seu quarto.


–William estava muito assustado.


–Eu nunca o deixo sozinho, mais eu fui busca os brinquedos dele na casa da minha mãe.


–Ele falou mesmo que você foi. – fechei os olhos.


–Ele não quis ir dessa vez por isso o deixei.


–Tudo bem.


O quarto ficou em silencio, abri meus olhos e vi Bill parado na frente da janela o vento forte fazia onda em seus cabelos ele abaixou o rosto e respirou fundo.


–Tom.


–Sim. – falei olhando para suas costas.


–Desculpa-me por hoje, eu não deveria ter levado você lá. – virou de frente pra mim.


–Tá.


Ouvi outro suspiro ele começou a anda e foi ate as velas e começou a apagar, pegou uma e começou a sair do quarto, quando ele estava fechando a porta eu o chame.


–Dormi aqui.


–Mais...


–Esse e seu quarto, eu sou seu namorado e quero você do meu lado.


Ele sorriu e se aproximou de mim, deitou na cama e ficou me encarando peguei sua mão direita e vi que nossa aliança ainda estava ali, ele olhou pra minha mão e viu que a minha também estava no mesmo lugar.


–Bill.


–Sim?


–Quando vou conhecer seus pais? – apertei nossas mãos.


–Em breve.


–Bill, e serio quando eu vou conhecer eles, você sabe que se os meus estivessem vivo eu te apresentaria. – acariciei a bochecha


–Essa semana, esta satisfeito? – sorriu.


–Muito.


Subi em cima dele e comecei a beijar aquela boca que eu tanto gostava, senti as mãos de Bill dentro da minha blusa e começou a ranhar enquanto mordia sua boca de leve. Deitei na cama para não avançar, já que ele não gostava logo ele subiu em cima de mim e começou a tirar minha calça prensando com força entre a cama e ele me fazendo arfar em seu ouvido. Mordi seu lóbulo e ele começou a beijar meus mamilos, logo após de ter tirado minha blusa, me deixando mais louco do que eu já estava.


Percebi que ele ainda estava com suas calças e então tratei de tirá-las rapidamente, fiquei maluca ao ver meu namorado só de cueca e mais: ele estava todo animadinho. E por minha causa. Não aguentei e abaixei sua boxer, jogando-a longe. Massageei seu pênis ereto e Bill começou a dar beijos mais intensos em meus mamilos, logo se tornando chupões. Ele tirou sua boca de meus mamilos e procurou pela minha boca, me dando um selinho rápido e parando para tirar a minha boxer, a única peça que faltava.


–Bill?


–Hum? – falou gemendo.


–Te- Tem certeza?


–Sim, so vai com calma. Não podemos acorda meu filho.


Sorri, e comecei a esfregar nossos pênis. Essa noite iria ser intensa.

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Acordei com meu corpo mais relaxado que o normal, virei pro lado e Bill respirava calmamente, levei minha mão ate seu rosto, e comecei a cariciar vi ele franzir o cenho e abrir um pouco os olhos, beijei seus lábios rapidamente.


–Bom dia.


–Tommm. – disse manhoso e se escondeu. – Eu estou morrendo de vergonha.


–Vergonha de quem? – puxei seu corpo para mais perto do meu.


–De mim, do que fizemos.


–Bill, isso e normal entre casal ainda mais nos dois, que estamos juntos há um mês.


Ele tirou a coberta de seu rosto e fez beicinho e eu ri me levantei e coloquei minha boxer, ele mordeu a boca, joguei a boxer dele, comecei a sair do quarto rebolando e ouvi-o rir, entrei no quarto do meu filho William, ele parecia um anjo dormindo.


–Hey filho. – comecei a chocalhar ele.


–Papai me deixa dormi.


–Não. Lembra que você me acordou ontem. – ri e o garoto me acompanhou.


–Por favorzinho papai.


–Vamos William.


Comecei a abrir as cortinas azuis do quarto e vi que estava sol lá pra fora, o menino bufou e saiu batendo pé pra dentro do banheiro, abri a janela e sai do quarto, desci as escadas e entrei na cozinha.


–William? –


–Não amor. Tom. – beijei as costas nua.


Circulei a cintura dele e comecei a beijar, eu ouvi ele suspira enquanto me concentrava em beija as pintinhas de suas costas.


–Tom. O William.


–Tá bom.


Sentei-me na cadeira e fiquei olhando fazer o café da manha, logo William entrou na cozinha reclamando de ter levando cedo no final de semana, e eu comecei a rir junto com Bill, tomamos café e fomos pra sala, assistimos desenho.


E a tarde saímos pra ir a um parque sentei ao lado de Bill e vimos o ‘’nosso’’ garoto interagir com as outras.


–Bill faz tempo que estamos juntos né?


–Sim, estou muito feliz.


–E você não queria namora comigo. – ele riu.


–He.


–Bill. – olhei nos dele.- Eu te amo. – vi ele rir e me abraçou.


–Também te amo Tom.


Se não tivesse mães e pais ali, eu teria beijado ele, mais eu poderia esperar, eu era o cara mais feliz do mundo agora. Eu te amo por enquanto basta.


Notas finais
Pessoas lindas gostaram?? É Não teve lemon mais vai ter prometo, acho que o proximo sera o penutimo capitulo he ta acabando. Review?? Obrigado por tudo leitores ate quinta feira. Quando eu posto novamente ou Quinta. Ok? Küsse.