Notas iniciais
Bom pessoas esta aqui o extra, eu sei que falei que postaria semana passada mais não deu mesmo, Sorry pois eu tenho curso de manha, trabalho a tarde e ainda pra ajuda tenho aula a noite, então complico geral hehehe, mais eu to postando como falei nos review ate sexta non passava. Obrigado a todos que acompanharam a fanfic deixaram seus lindos, perfeitos e maravilhosos review e Obrigado pelas lindonas recomendações me orgulhei demais dessa fanfic.
Nesse ultimo capitulo pra tristeza ou alegria de você o Tom quase non aparece quem aparece mais o William Trümper, sim o Filho do Bill éééé o/.
Bom estou aqui postando antes de ir pro colegio, nao dormi hoje estou morrendo de sono e so nao dormi por causa de você. Pois eu prometi sexta e sexta que eu vou posta, mais uma vez desculpa a demora.
Reviews respondido. Ate a proxima fanfic.

Entramos no avião e abracei meu pequeno filho que sorria lindamente, ele era parecido comigo apenas os olhos eram da cor de sua mãe Kristin, a viajem seriam de 12horas quase um dia mais valia a pena queria me divertir com o meu William.

-Papai porque o papai Tom não veio? – deitou a cabeça em minha barriga e abraçou minha cintura.

-Porque ele não sabia que iriamos viajar pra New York.

-Queria que ele fosse.

-Você gosta do ‘papai’ Tom?

-Gosto. – sussurrou e bocejou.

Como criança dormia bastante, afaguei a cabeça da criança e olhei para fora olhando as nuvens e o por do sol que era lindo, olhei novamente para meu filho e percebi que o mesmo dormia tranquilamente sua respiração estava lenta e roncava baixinho.

Meus pensamentos logo começaram a me bombardeia, me lembrei da minha vida em New York como era bom e como era divertido morar ali, tantas pessoas legais os amigos que eu fiz por lá.

Eu sofri com o final da minha relação com Tom mais minha mente por um tempo esqueceu-se dele, quando vim estudar moda por aqui minha mente se ocupava entre desenhos, tecidos, cores, modelos e compras era tão bom não podia reclamar eu tinha uma boa vida.

Fechei meus olhos e lembrei-me de tudo que vivi em New York os amigos que fiz, e as noites que passava chorando por não ter meu filho comigo, a pior sensação da vida e não estar com o filho ao seu lado e nem seu amor. Apertei mais William ao meu corpo.

Alguns dias depois não consegui fugir dos meus pensamentos e de vontade ver meu filho ele era a melhor coisa que tinha acontecido na minha vida, volte, com muita insistência dele fui assistir ao jogo do Chelsea o ultimo também já que era final da UEFA.

Como brinde Tom e eu voltamos tivemos uma ‘linda’ noite de amor cheia de saudade, eu sentia necessidade de estar perto dele, mais eu tinha prometido ao William que o levaria por alguns dias para New York. Para o mesmo conhecer e ver o quanto e belo a cidade dos ‘anjos’.

Não demorou e dormi abraçando meu pequeno baby, meu menino tão parecido comigo, que deixavam todas as meninas com vontade o morder de tão belo que o mesmo era, também puxou ao pai. Ri baixo e dormi.

Algumas horas mais tarde acordei com um garotinho beijando meu rosto e sorri ele sempre fazia isso quando eu demorava ao acorda, abri meus olhos lentamente e vi a pequena criança sorrir como ele era lindo, passei minhas mãos no rosto dele jogando os cabelos negros para trás.

-Que foi bebe?

-Pai eu já sou um homem. – resmungou fazendo bico.

-Tá William, então o que faz acordado? – olhei no relógio tinha se passado apenas 6h de viajem, dormi tanto assim?

-Papai quando eu crescer mais eu vou ser igual a você. – me abraçou.

-Você vai ser muito melhor que eu William Trümper.

-Papai...

-Sim pequeno. – sentei a criança em meu colo.

-Porque vocês não tem outro William?

Arregalei meus olhos e sorri, ele era tão inocente eu não sabia como explicar para ele que Tom e eu somos do mesmo sexo, e que não tenho um útero para gerar uma criança.

-Meu amor papai não pode gerar uma criança. – vi o pequeno fazer bico.

-Por quê?

-Bom William eu não sou uma mulher, e para gerar crianças o homem precisa planta uma semente na barriga da mulher.

-Eu posso planta uma então? – do nada gargalhei vendo algumas pessoas ao meu lado olharem torto.

-Ainda é muito novo pra isso, quando estiver com uns 22anos ai conversamos.

Ele sorriu e deitou no meu peito enquanto brincava com os meus cabelos negros da mesma cor que o dele, so que o meu era tingido e de meu baby era natural, peguei meu Iphone e coloquei uma musica para William escuta enquanto mexia nos meu e-mail, apagando alguns que não era importante.

Faltava apenas 30min para nos chegarmos e William tinha dormido novamente em sua poltrona agarrado a um casaco de couro meu e com os fones em sua orelha. A começaria de borda avisou que estaria aterrissando e guardei minhas coisas.

Peguei meu pequeno no colo e sai do avião com ele, coloquei as malas no carrinho e segui para a aera de taxi, quando cheguei pedi em inglês para o senhor me ajuda com as malas já que estava com o William em meu pescoço.

Entrei no carro com meu pequeno e dei as coordenada de meu apartamento e seguimos pra lá, o céu de New York estava ficando cinza com certeza não demoraria muito para começar uma chuva, só espero que não seja das bravas já que William tem medo.

Alguns minutos mais tarde chegamos a frente de meu apartamento, William já tinha acordado saiu do carro esfregando os olhos verdes e parou em frente ao portão enquanto eu pegava as 3 malas de rodas. William pegou a mala menor e arrastou pelo chão, paguei o senhor o agradecendo.

Abri o portão do apartamento e andei ate o elevador com meu pequeno, dei um boa noite para o vigia noturno e apertei o botão do andar do meu aconchego, toda vez que eu falava em inglês eu via William franzir o cenho e resmungar baixo.

Saímos do elevador e chegamos á frente da porta coloquei a chave e girei três vezes, e a empurrei em seguida William entrou primeiro e colocou a mala ao lado da porta e correu e se jogou no sofá e começou a rir como era lindo meu pequeno.

Coloquei as malas ao lado da dele e segui para o sofá o pegando no colo, comecei a anda pela casa mostrando alguns lugares da casa, como os 2 banheiro, quartos que eram 3, escritório, uma sala de lazer e por ultimo a cozinha.

-Vamos comer agora.

-Papai o que vamos come. – coloquei sentado na mesa.

Abri as portas do armário e não tinha nada, apenas uma lata de achocolatado, Ryan comeu meu estoque inteiro de comido isso que eu fiquei apenas 4dias fora. Eu o mato quando o ver de novo.

-Que tal nos tomarmos banho e sair pra comer em um lugar, bem gostoso. – sorri.

-Selio? – falou errado.

-Sim, vem vou dar banho em você.

Peguei as duas malas e segui para o quarto onde Will me esperava apenas com a boxer vermelha cheia de homem aranha, ri e vi ele ficar corado beijei a testa dele e peguei ele no colo o levando para o banheiro do corredor.

Liguei o chuveiro e deixei o menino se molhar a agua caia em sua cabeça fazendo seus cabelos negros grudarem na face angelical dele, fui ate o quarto e retirei uma camiseta do Green Day e uma boxer preta e uma calça jeans azul clara. Peguei uma toalha e voltei pro banheiro.

-Papai toma banho comigo? – olhou com a face de cachorrinho.

-Você não esta grandinho não?

-Paiiii... – fez bico.

Sorri e retirei minha roupa ficando de boxer azul escuro, me abaixei ficando na altura de meu filho e passei shampoo em seus cabelos e os enxaguei quando ele terminou de toma banho entreguei atoalha dele e saiu indo para o quarto. Tomei meu banho e fiz o mesmo que ele entrei no quarto e ele estava na cama assistindo TV.

-Papai eu não consigo entende. – fez carinha de triste.

-Estamos em outro continente amor.

Ele fez bico e desligou a TV me vesti e peguei minha carteira, peguei meu filho no colo e descemos no elevador novamente, começamos a andar pela rua e varias pessoas nos olhavam principalmente William que estava lindo com aquele cabelo todo bagunçado.

Entramos em uma pizzaria já que ele viu o nome pizza e quis a entrar, sentamo-nos à mesa e pedimos uma de calabresa com cheddar e um suco de limão que meu filho era fanático por frutas cítricas, esperamos por uns momentos enquanto isso conversava com ele sobre o que ele estava achando, e ele todo animado não parava de fala, tinha que ser um Trümper.

Logo trouxeram nossos pedidos e comemos rindo de coisas engraçadas e quando estávamos comendo colocaram uma musica do Mcfly que eu e William gostávamos. The Heart Never Lies. Enquanto comíamos nos cantávamos rindo já que a voz do meu pequeno era engraçado.

Terminamos e pagamos saímos e fomos anda um pouco pelas ruas era bonito meu baby ficava fascinado com as lojas e como tudo era cheio de luz, quando paramos pra compra um sorte meu celular tocou.

-Pronto. – falei.

- Bill anjo?

-Quem? – bocejei.

-Sou eu amor Tom.

-Oi desculpa eu não olhei no visor. Aconteceu alguma coisa pra me liga?

-Pensei que eu poderia liga ate mesmo sem motivo. – fez voz de bravo.

Peguei a mão de William e atravessei a rua e nos sentamos enquanto ele se lambuzava com o sorvete de morango.

-Que drama Tom, sinto sua falta.

-Eu também, como estão as coisas ai?

-Bom, William esta devorando o sorvete que comprei para ele.

Ouvi a gargalhada dele como eu amava o sorriso dele, suspirei e puxei William para sentar ao meu colo.

-Georg e Gustav estão indo pra New York amanha.

-Serio? Vão vim passar a lua de mel? – eu ri.

-Amor o mel já foi a muito tempo só sobrou a lua, Aii. – ele riu e depois gemeu de dor.

-Esta tudo bem?

-Há sim e que os G’s me deram um tapão, seus veados. – consegui ouvir um ‘olha quem fala.’

O menino terminou o sorvete e esticou os braços pedindo o celular para falar com Tom.

-Amor eu vou passa pro seu ‘’filho’’.

-Ok eu te amo Bill.

-Eu também te amo. Boa noite.

Entreguei meu celular ao pequeno que sorriu e pegou minha mão enquanto andávamos indo pra casa novamente, via meu filho sorrir e ficar bravo algumas vezes mais sempre voltava a rir peguei ele no colo que continuou a tagarelar com Tom.

Eu nunca vi uma criança gosta tanto de fala igual ao meu filho, como disse puxou ao pai eu adorava ficar com a mãe do Will no celular ate de madrugada, mais isso e passado.

Entramos em casa e sentei no sofá enquanto William piscava os olhos rapidamente e soltou um bocejo.

-Vamos dormi desliga isso.

-Não to cum sono paiiii. – reclamou.

-William não me desobedeça, não hoje. – falei autoritário.

Ele fez bico e se despediu de Tom peguei ele no colo e ele me entregou o celular, levei ele ate o quarto e o sentei na cama retirei seus sapatos e roupas e coloquei o pijama nele, engatinhou ate a cabeceira da cama e deitou piscando rápido.

Retirei minha roupa e pequenas gotas de chuva começaram a cair do céu, ate que demorou para chover coloquei minha calça de moletom beijei a testa de meu filho e acendi a luz do abajur. Quando estava saindo do quarto o mesmo me chama.

-Papai a cama e gande dormi aqui? – falou errado.

-William o senhor e muito grande pra dormi comigo.

-Pai esta chovendo e se piora. – suspirei e deitei na cama de casal junto com meu pequeno.

-Te amo papai. – bocejou e deitou no meu peito.

-Boa noite meu filho.

Segundos depois o senti a respiração dele calma e o rosto sereno fechei os olhos e dormi com o som da chuva fraca.

Acordei no outro dia com alguém pulando na cama abri meus olhos e meu filho ria me sentei na cama e fiquei parado olhei pro lado e vi que era 8:39 da manha cai pra trás na cama e fechei os olhos. Crianças porque não dorme ate tarde?

-Pai levanta eu estou com fome. – bagunçou meus cabelos.

Ele sabia que eu odiava que bagunçassem meus cabelos abri os olhos e ele saiu correndo pela casa me levantei e fui pra cozinha dando de cara com.

-Ryan? – sorri.

-Bom dia Bill.

-Quem e ele pai? – sussurrou William atrás de mim.

-Esse e Ryan, e esse e meu filho. – os apresentei.

-Então você e o famoso William.

A criança franziu o cenho e olhou pra mim ate eu conta que falava muito dele para meus amigos e ele sorriu todo se achando balancei a cabeça e ajudei Ryan a termina o café da manha.

Ele pediu desculpa por ter trazido algumas pessoas para minha casa e ter os alimentado com minhas coisas, claro que o desculpe já que ele recompôs depois, comemos e fomos se arrumar eu e meu filho já que Ryan ficaria aqui para arruma suas malas já que ele iria volta para Londres.

Quando estávamos pronto só peguei a carteira e sai de casa pegamos um taxi e fomos pro shopping já que meu filho insistia em compra um ‘plesente’ para o papai Tom quando chegamos ele ficou com medo por o lugar ser tão grande eu nuca tinha o levado em shopping antes ele tinha medo das pessoas já que eu o assustava falando que se ele ficasse longe de mim o homem do saco o pegaria.

Agarrou-se no meu pescoço e só desceu depois de entrarmos na loja de brinquedos, comprei uns carrinhos pra ele já que ele não trouxe brinquedo nem um pra se distrai. Peguei na sua mão e continuamos a anda.

-Pai será que o papai Tom não vai liga?

-Ligamos assim que chegarmos em casa, porque eu não trouxe meu celular.

Ele balançou a cabeça e fomos compra roupas pra mim quanto pra ele, saímos da loja cheio de sacolas e fomos pra praça de alimentação almoçamos no Mcdonald com direito a Mc lanche feliz. Continuamos mais algumas horas comprando coisas e ele não achou nada para Tom então decidimos volta pra casa.

Coloquei as sacolas no porta malas do taxi e seguimos pro meu apartamento, quando passávamos por alguns lugares bonitos eu mostra e falava para William que olhava bobamente feliz.

Logo estávamos na frente do meu apartamento, paguei o taxi e peguei os monte de sacola entrei no elevador e logo abri a porta do meu apartamento, quando entrei eu vi duas cabeças bastante conhecidas.

-Georg? Gustav?

-Tios G. – William correu ate eles.

-Hey Trümper. O que faz aqui Bill? – falou Georg.

-Esse e meu apartamento, eu que pergunto o que vocês estão fazendo aqui? Como entraram?

-Ligamos no seu celular e um cara chamado Ryan falou que você morava aqui então viemos pra cá. – Falou Gustav.

-Como entraram?- Levantei a sobrancelha.

-Ele abriu a porta e quase morreu do coração quando viu três jogadores do Chelsea. – riu Georg junto com os outros dois.

-Três? Onde esta Ryan?

-Eu disse três? Quis dizer dois, e o garoto saiu foi pro aeroporto compra passagem.

-Há.

Sentei-me no sofá e os outros dois rapazes sentaram ao meu lado, suspirei e fechei os olhos, isso era loucura de mais, abriu meus olhos quando pequenas mãos tocaram o meu rosto.

-Tudo bem pai?

-Sim amor.

Levante-me e quando estava saindo da sala eu ouvi a porta sendo aberta.

-Ele não chegou certo?

Virei-me e dei de cara com nada mais e nada menos que ele. Tom Kaulitz.

-Tom? – gritei.

-Bi-Bill?

-Meu deus o que esta acontecendo aqui? – gritei vendo William fica assustado.

-Pai.

-William Trümper quarto agora.

-Mais pai...

-Depois amor.

A criança fez bico e saiu chorando pro quarto, suspirei e encarei mortalmente os três a minha frente.

-Quem começa.

-O Tom. –a apontou os G’s.

-Tom?

-Eu disse que estava com saudade, e os G’s vinham pra New York então aproveitei e vim junto. – se aproximou de mim.

-Você deveria ter me avisado.

-Queria fazer surpresa. Mais... – virou pra trás e olhou mortalmente para os G’s.

-Agora que estão aqui mesmo, tem lugar pra fica Georg, Gustav?

-Há sim vamos pra casa da irmã do Gus.

Sorri e fui pro quarto fala com meu pequeno deixando os outros três na sala, suspirei e bati na porta do quarto, eu não gostava de fala alto com as pessoas quando ele estava na frente.

Bati mais algumas vezes mais só ouvia soluços alto, ele fazia isso de proposito para mim ficar com raiva. Abri a porta do quarto e entrei vendo o encolhido na cama me aproximei e toquei os cabelos sedosos dele.

-Will me desculpa.

-Não plecisava grita.

-Desculpa meu anjo papai ficou exaltado naquele momento.

-Promete na grita mais? –olhou pra mim com os olhos vermelhos.

-Sim perto de você eu não vou mais grita.

Abracei-o e seguimos pra sala, conversamos com os G’s e tomamos café da tarde fora nos Starbucks eu achava engraçado o jeito que Georg tinha com crianças ele seria um bom pai se ele tivesse um filho, ele brincava com o William me fazendo rir e o ensinava a conta piada o que não me deixou animado.

Começou ficar tarde e fomos pra casa os G’s foram pra casa da irmã do Gus, entramos no meu apartamento e dei um banho em William e depois foi minha vez deixei os meninos na sala e tomei uma ducha rápida, quando foi á vez de Tom comecei a prepara o jantar.

Jantamos os três juntos claro o William sempre chamando a atenção do seu ‘’pai’’ Tom, os dois riam e conversavam como se fosse amigos a anos, lavei a louça e fomos para o quarto.

-Agora que estão todos aqui. – ele riu. – Bem é eu acho que não e nada romântico eu fazer isso agora, mais eu não vou conseguir espera.

-Tom?

-William se seu pai aceita se casa comigo você vai ser meu filho oficialmente, você quer que eu me case com seu pai?

William sorriu e olhou pra mim e depois para Tom, e gritou um sim, Tom retirou a caixinha vermelha de dentro da gaveta e retirou duas aliança de ouro.

-Bill você aceita ser meu, somente meu e de mais ninguém? No caso aceita se casa comigo. Pelo amor de deus diga sim.

-Eu... Eu não posso.

-O QUE? – Gritou.

-Pai?

-Não posso ser seu agora, porque eu sempre fui, e sim eu aceito me casa com você. –sorri.

-Idiota.

Colocou uma aliança em meu dedo e beijou fiz o mesmo que ele, pedimos para Will fecha os olhos, puxei a nuca dele enquanto nossos lábios se encontravam cheio de felicidade e amor que sentíamos.

Nossas línguas passavam carinhos e paixão que sentíamos um pelo outro o beijo era calma era lento de forma gostosa uma forma que nunca aviamos nos beijado antes, separei com um selinho dele e sorri.

Meu filho bateu palma e gargalhou, fizemos cocegas nele o fazendo chorar de rir, ficamos acordados assistindo TV e conversando logo meu filho dormiu, levei ele para o quarto ao lado e deite na cama com meu noivo.

-Te amo. – sussurrei.

-Eu sei, também te amo. – deitou em cima de mim.

-Tom...- falei manhoso quando me mordeu no pescoço. – Você chegou de viajem hoje, não esta cansado?

-Nunca pra você meu amor. Vamos antecipar a lua de mel. – riu.

Olhei nos olhos dele e o beijei com vontade, essa noite seria longa, desde que nos tivéssemos juntos eu estaria bem, não importa o que aconteceu no passado se brigamos por coisas idiotas, o importante e que nos amamos. Com amor tudo e mais fácil minha vida tomaria outro rumo agora que eu tenho Tom Kaulitz perto de mim.

E só de pensa que foi por causa de uma criança e um encontro nos aproximou eu tenho vontade rir, olhei mais nos olhos castanhos a minha frente e me entreguei ao prazer que só ele sabia me proporcionar.

-Eu te amo Tom Kaulitz pra sempre.

Notas finais
Gostaram? Nem eu hahaha bom ate a proxima fanfic que ja esta sendo escrita e sera bem longa e bastante demorada pra posta. Küsse obrigado a todos novamente.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!