The Guardian
15 Capitulo XV
Notas iniciais
A casa de Ethan era imensa, pensava o moreno. A parte dos fundos da casa do garoto de olhos azuis possuía um grande jardim, muito bem cuidado pelo dono.
Havia uma piscina no centro, mas por causa dos muros altos nenhum vizinho podia ver o que acontecia ali dentro.
A grama vistosa servia de alimento para os coelhos que estavam por ali. Brooke brincava com uma bola vermelha, pegando-a com a boca e a levando para o mais novo dos Winchesters.
Sam e Dean, após Castiel mostrarem-lhes a casa incendiada, esperaram por Ethan até o anoitecer, mas o garoto não passou a noite em casa.
Sam estava sentado em cima de um colchonete que havia naquela varanda de frente para o jardim, também tinha almofadas e puff’s. Ele pegava a bola da boca de Brooke para logo depois arremessá-la, fazendo-o cão correr animadamente pelo quintal. Ao seu lado estava um prato com o seu café da manhã, se é que podia se chamar de café da manhã:
Bacon, algo que virou vicio para o moreno; torrada; rodelas de cebola; ketchup e melancia, que Dean morreu de procurar pela fruta naquela hora da manhã, com bastante creme de leite por cima. Algo bem simples julgou Sam.
Mas outra coisa perturbava sua mente. Ainda não conseguia acreditar no que Castiel lhe disse, a hipótese mais óbvia era que ele estivesse mentindo, mas Castiel nunca fez isso com eles, pelo contrário, Sam e Dean sempre confiaram demais no anjo.
Ethan, que desde o inicio se mostrou uma ótima pessoa, ajudo-o quando Sam precisou. Ele não podia acreditar, e nem ia. Não julgaria algo antes de saber toda a verdade, e até agora só sabia o lado de Castiel, ainda conversaria com Ethan.
– No que está pensando? – Dean apareceu, assustando o irmão.
– No que o Castiel falou – respondeu e Dean aproximou-se de Sam, o moreno chegou um pouco para frente dando espaço para Dean sentar-se no colchonete, o loiro sentou de pernas abertas e puxou Sam para ficar entre elas. O moreno apoio sua cabeça no ombro do irmão, e o loiro lhe beijou a bochecha.
– Eu também não sei o que pensar – Dean revelou. Ele era uma pessoa que escolhia muito bem seus amigos, embora o loiro e Ethan implicassem muito um com o outro, Dean confiava no garoto. E assim como Sam, esperaria por uma explicação.
Sam que estava perdido em seus pensamentos, até que sentiu seu corpo arrepiar quando Dean mordeu levemente a sua orelha.
– Para Dean – reclamou Sam, afastando-se do irmão – O momento é serio e você só pensa em sexo?
– Eu sei que o momento é sério – Dean respondeu aborrecido – Só queria te distrair, já que no seu estado, você não pode ficar preocupado – Sam ergueu a sobrancelha para o irmão – E, poxa Sam, ficamos um tempão sem nos tocar – Dean puxou o irmão de novo para abraçá-lo – você disse que não recusaria os meus toques – disse manhoso perto do ouvido do outro, relembrando a fala de Sam durante o momento de amor dos dois.
– Eu disse sim, Dean – confirmou Sam sentindo o loiro mordiscar o seu pescoço – mas não quer dizer que eu quero transar com você a todo o momento.
– Eu não reclamaria – sorriu malicioso.
– Dean! – Sam corou e afastou-se do irmão novamente.
– O que foi? – Dean indagou. Sam iria falar algo, quando o garoto de olhos azuis atravessou a porta de vidro que dá acesso da varanda para o interior da casa.
– Bom dia meninos! – Ethan os cumprimentou com um sorriso feliz.
– Pelo jeito a noite foi boa – Dean não deixou de dizer.
– Não tanto quanto a sua – respondeu com um sorriso maroto.
Não demorou mais do que um minuto para Ethan perceber pela cara dos dois que havia algo de errado.
– O que houve? – perguntou. Sam e Dean levantaram-se e encararam o garoto, eles não sabiam bem como abordá-lo sobre o assunto.
– Ethan – Sam começou – ontem Castiel veio aqui – a menção ao nome daquele anjo fez Ethan revirar os olhos – Ele nos mostrou uma casa incendiada e disse que você estava por trás disso, e que você matou uma família inteira, até crianças – o moreno disse de uma vez, mas o garoto não esboçou nenhuma reação – isso é verdade?
– Então, o Castiel esteve aqui? – Ethan comentou sentando-se em um puff.
– Não exatamente, ele não pode entrar aqui – Dean respondeu e Ethan deu um sorriso – Mas não mude de assunto e responda – o loiro já aumentava o seu tom de voz – você fez ou não aquilo?
– Eu fiz sim – Ethan deu de ombros, e tanto Dean quanto Sam o olharam descrentes para o garoto, eles ouviram mesmo o que Ethan tinha acabado de dizer.
– Você fez mesmo algo tão horrível? – Sam perguntou com a voz falhosa, do nada ele sentiu-se traído e decepcionado com o garoto, e somados as mudanças proporcionadas pela gravidez, só aumentava a vontade de chorar.
– Eles mereceram – disse ele sério.
– E quem te deu o direito de decidir que merece morrer ou viver – Dean explodiu, agarrando a camisa de Ethan e fazendo-o levantar.
– E quem é você para me julgar, Dean? Na verdade os dois – Ele desvencilhou-se de Dean e encarou ambos os irmãos – Vocês mais do que ninguém mataram muitos por toda a vida.
– Mas isso não vem ao caso, nos matávamos monstros. Assassinos – Dean explicou-se. Uma coisa que os Winchesters não faziam era matar humanos. Somente se a situação fosse muito critica.
– E essas pessoas também não passavam de monstros – Ethan disse, Sam e Dean olharam-no confusos. As pessoas que morreram no incêndio não eram pessoas? – Own! Pelo jeito Castiel não disse tudo, não é? – Ethan riu amargurado quando Dean e Sam desviaram o olhar – Aposto que também não disse que toda aquela destruição foi por que ele mandou uma dúzia de anjos para me pegarem – os irmãos o encararam assustados – Então agora, antes de vierem tirar alguma satisfação comigo, fiquem a par de toda a situação primeiro – Ethan disse irritado.
– Ethan – chamou Dean, mas o garoto já havia desaparecido.
– Eu acho que fomos precipitados com ele – Sam pôs a mão sobre o ombro de Dean e o loiro confirmou com um aceno.
– Eu acho melhor nós nos desculparmos quando ele voltar – Dean falou virando-se para Sam e o segurando pela cintura – Eu acho melhor você ir deitar – aconselhou o loiro – aconteceu muita coisa, e você não pode ficar estressado – Dean sorriu com o bico que o irmão fez.
– Dean, eu não estou doente – Sam reclamou num muxoxo fofo. Ele podia estar grávido e tudo mais, mas ele se sentia bem – Eu nem sinto mais enjoos – o moreno enlaçou o pescoço de Dean com os braços.
– Certo – Dean concordou e beijou-lhe a boca, provando daquele gosto que virou um vicio para si – Agora vamos para dentro. Está começando a esfriar – Dean caminhou até a porta de vidro trazendo Sam consigo.
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Aquele galpão era escuro. O cheiro por ali não era nada agradável, mas Castiel já havia passado por coisas piores.
Havia uma lâmpada fluorescente que iluminava um pequeno trecho do meio do armazém, onde havia uma mesa e uma cadeira de aço.
Castiel se aproximou, vendo um pequeno papel amassado em cima da mesa, o anjo o pegou e olhou algo que tinha escrito nele a mão.
Vire-se.
O anjo arregalou os olhos e olhou para trás já retirando a espada de sua manga, mas uma luz branca muito forte o atingiu fazendo-o perder a consciência.
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Castiel logo acordou, ainda fraco e um pouco tonto, ele olhou ao redor e se viu preso. Havia labaredas de um fogo ardente que formavam um circulo perfeito em volta de si, e ele sabia o que era aquilo.
– Óleo Sagrado – falou uma voz na escuridão. Ouviu-se o som de passos e logo a figura de Ethan surgiu para o anjo – eu soube que isso deixa a sua espécie bem indefesa – sorriu travesso.
– E como sabe sobre isso? – o óleo Sagrado servia para prender anjos, como uma armadilha, e os destruiria se por acaso tentassem pular a linha de chamas.
– Eu tive algumas experiências – o garoto olhou para um canto, e Castiel seguiu seu olhar. Outro círculo de fogo brilhou forte, do mesmo jeito que o de Castiel, mas havia uma mulher inconsciente no meio do circulo.
– Martha! – Castiel exclamou, reconhecendo a anja que é sua aliada – O que fez com ela?
– Relaxe, ela esta viva, e a propósito, a pessoa que ela esta possuindo não teve essa mesma sorte – Ethan aproximou-se do anjo – vocês anjos se acham melhores que os demônios, mas dão tanto valor a vida humana quanto eles – Ethan falou com certo rancor.
– Não me compare a um demônio – Castiel irritou-se com a ousadia daquele garoto em ofendê-lo – Essas pessoas permitiram que nós usássemos os seus corpos, como uma prova de que são fieis ao Senhor – Castiel explicou, mas Ethan revirou os olhos.
– E quantas delas devem estar arrependidas de terem aceitado que vocês tomassem seus corpos, inclusive o Jimmy – Ethan referiu-se ao homem que Castiel estava possuindo.
– Se você ainda não me matou, então porque me atraiu para cá? – Castiel mudou de assunto, queria logo acabar com aquilo.
– Eu não quero matar você Castiel, embora você e seus anjos estejam me enchendo o saco, mas você é amigo de Sam e Dean – Ethan disse, começando a rodear o anjo, como se estivesse procurado um ponto fraco para atacar – Falando nisso, foi um ótimo truque usar o estrago do nosso ultimo campo de batalha para jogá-los contra mim, foi muito boa.
– Não foi truque – Castiel disse encarando Ethan a todo instante, não podia se deixar levar pela aparência frágil dele, pois o garoto era traiçoeiro e imprevisível – Só queria mostrar a eles como você realmente é.
– Como eu realmente sou? – Ethan pôs a mão sobre o peito fingindo estar ofendido – Por acaso você me conhece? Ou só conhece o que Miguel deve ter dito ao meu respeito? – o anjo abaixou o olhar pensativo.
De certa forma era verdade, Castiel só sabia o que Miguel havia contando sobre o garoto. Que Ethan se tornou descontrolado, insano e perigoso.
– Como eu disse antes, não te trouxe aqui para matá-lo, Castiel – Ethan afastou-se do anjo e foi em direção de Martha, que ainda estava desacordada – e sim para dar um aviso – ele atravessou o circulo de fogo sem nenhum problema, se aproximou da anja e a tocou na cabeça. Feixes de luz branca saíram pelos olhos e boca de Marta, e todo o armazém se encheu daquela luz.
Quando a luminosidade se extinguiu, o corpo sem vida ainda estava deitado, rente a ele estavam às marcas das suas asas queimadas, que foram grafitadas sobre o chão.
– Quero que você e seus anjos abandonem os corpos dessas pessoas e voltem de onde vieram, aqui não é lugar para seres como vocês – Ethan exigiu, seu rosto não ostentava nenhum sorriso e sim um semblante rígido.
– E se não formos? – Castiel desafiou e o garoto o olhou maldoso – Não pode nos obrigar.
– Tem razão – ele concordou – por isso irei destruir qualquer um que eu esbarrar, inclusive você – Ethan abanou a mão, e o fogo sagrado se apagou, dando liberdade para que Castiel saíssem – Você me parece ser bom Castiel e é por causa disso que eu estou pedindo para que volte para o Céu. – Ethan aconselhou – Por que eu vou limpar a Terra de todo anjo, demônio, lobisomem ou qualquer outro ser sobrenatural que eu encontrar – ditou e seus olhos azuis brilharam ameaçadores – eu fiz uma promessa.
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Sam estava deitado sobre o sofá descansando, algo que tem feito muito, mesmo que não se sentisse cansado, mas Dean ficava em cima, o vigiando e a todo o momento perguntando se Sam precisava de alguma coisa, o que o deixava irritado por tanta atenção.
De certa forma, o moreno compreendia todo esse cuidado que o loiro tinha consigo, mas Dean estava exagerando.
Esse era um dos poucos momentos que ele ficava sozinho. Seu irmão havia saído para fazer compras.
E com o seu inseparável laptop, Sam fazia buscas na internet sobre algo que o estava atormentando.
– “Incêndio numa fazendo em Richmond, Nebraska” – Sam lia a matéria em um jornal virtual – “Foram encontrados quinze corpos carbonizados” – Continuou a ler até chegar a um ponto da coluna que o fez arregalar os olhos.
– Querida, voltei! – Dean disse abrindo a porta da sala com um sorriso, recitando tal frase cômica. O loiro sentia-se muito mais feliz naquele momento do que qualquer outra fase de sua vida. Pois agora ele tinha a pessoa que mais ama ao seu lado, não que antes ele não tivesse Sam ao seu lado, mas agora ele podia amá-lo e iria constituir uma família com ele, e isso não poderia ser melhor para o loiro – Eu sempre quis dizer isso – falou com um sorriso de canto, mas Sam ignorou o comentário do irmão, estava mais focado no que lia – Que foi Sam? – Dean estranhou o seu companheiro não ter dito nada assim que chegou. O loiro se aproximou do sofá onde Sam estava e tentou ler o que tinha nas janelas abertas na tela do computador – O que é isso?
– Leia – Sam sentou no sofá dando espaço para Dean ficar ao seu lado, o loiro se sentou e logo o irmão já lhe entregava o laptop.
– Tudo bem – Dean concordou, Sam parecia querer mesmo que ele lesse. O loiro desviou sua atenção para a tela no computador – Incêndio numa fazenda? – ele estranhou, mas logo caiu em si – Essa é a mesma que o Castiel nos mostrou?
– É sim – Sam confirmou – continua lendo – o mais novo apressou-o.
– “Quinze corpos talvez da mesma família foram encontrados após a tragédia, mas isso não foi o que mais surpreendeu os investigadores” – Dean franziu o cenho – “no porão da casa, que não foi afetado pelo fogo, foram encontrados dezenas de corpos humanos mutilados e alguns em estágio avançado de decomposição. A policia, juntamente com o FBI, estão tentando resolver tal mistério...” – o loiro parou de ler e olhou para o irmão, que tinha um sorriso vitorioso nos lábios.
– Eu sabia que o Ethan não faria algo assim com pessoas inocentes – Sam se sentia ótimo agora, só tinha que se desculpar com o garoto de olhos azuis por desconfiar de seu caráter – Talvez fossem uma família de monstros, ou qualquer outra coisa maligna.
– Então Castiel mentiu para nós? – Dean indagou incrédulo.
– Talvez os anjos não gostem da presença de Ethan e do que ele possa fazer – Sam ditou sabiamente – Eles se sentem ameaçados.
– Por isso que Castiel nos mostrou aquilo, ele queria que nós o ajudássemos a matar Ethan – Dean deduziu.
A porta fora aberta e um garoto sorridente passou por ela.
– Bom dia – cumprimentou Ethan sem mais o sorriso que tinha nos lábios. O garoto logo seguiu para a escada.
– Ethan! – chamou Sam, fazendo-o parar no primeiro degrau e virar-se para o moreno.
– Sim?
– Eu acho que Dean e eu temos que nos desculpar com você por causa de nossa desconfiança – Sam disse, tanto ele quanto Dean estavam envergonhados.
Ethan pensou um pouco sobre o assunto.
– Estão desculpados – Falou sorrindo, indo abraçar os dois.
– O quê? – Dean não acreditou – Tão fácil assim?
– Eu não sou uma pessoa que guarda rancor – abanou a mão para Dean – mais cedo ou mais tarde, no caso de vocês muito mais tarde, iriam descobrir a verdade – Dean revirou os olhos e Sam riu – Agora me deixe ver como estão essas duas coisinhas fofas! Que eu já estava sentindo saudades – Ethan falou de forma engraçada, abaixando-se para ficar perto da barriga de Sam.
– Não chame os meus filhos de coisas – Dean bufou irritado.
– Por que não? Você é o Coisa Pai e eles são os filhos – riu da cara irritada de Dean – Só espero que vocês não puxem o seu papai Dean no quesito inteligência – sussurrou para os gêmeos dentro da barriga de Sam como se pudessem ouvi-lo.
– Já chega – Dean se pôs entre Sam e Ethan – você vai ser uma péssima influência para os meus meninos – ditou o loiro e Ethan ergueu a sobrancelha, ofendido.
– Eu vou ser um modelo de caráter e bondade que eles vão se orgulhar em seguir – o garoto defendeu-se.
Sam sentou-se no sofá, rindo baixo da discussão de Dean e Ethan sobre quem iria ser o melhor exemplo.
Ele se pegou pensando que nunca imaginou que passaria por esses momentos em sua vida.
Em que ele teria uma família com Dean, seu irmão, que ele pensou que o rejeitaria se soubesse de seu amor por ele, mas, com ajuda de um garoto maluco, Dean o amou também e juntos eles teriam filhos.
Sam não evitou uma leve caricia sobre sua barriga e uma lágrima que escorria de pura felicidade.
– Está chorando, Sammy? – o loiro perguntou preocupado e Ethan revirou os olhos.
– Não, ele está lavando o rosto – Ethan disse sarcástico, achava péssimo quando Dean perguntava algo óbvio. O loiro o olhou feio e Sam apenas riu.
– Não é nada Dean – Sam segurou a mão de seu irmão – eu só estou me dando conta de como eu estou feliz – o moreno sorriu, mas logo as lágrimas desceram pelo seu rosto.
– Não precisa chorar, Sam – Dean o abraçou, puxando-o para o seu colo.
– Eu... eu te amo, Dean – falou sorrindo entre os soluços e Dean o beijou, sentindo o gosto salgado de suas lágrimas.
– Eu também te amo, meu amor – Dean lhe acariciou a bochecha – só não chore.
– Eu não consigo – Sam esfregou o rosto com o braço.
Ethan encarava a cena com a sobrancelha erguida. Oras Sam chorava que nem um bebê, oras sorria igual a um bobo. Então o garoto entendeu o que se passava com o moreno.
Sam tinha estreado uma nova fase da gravidez:
As mudanças de humor.
E o garoto já pensava em como ia ser cansativo ficar perto de Sam durante esse tempo, ele riu pensando em como Dean lidaria com isso, mas do jeito que o loiro era lento, sobraria para Ethan aguentar esses momentos de Sam.
Mas o garoto de olhos azuis não se importava, já que agora ele seria o médico particular do moreno e cuidaria dele durante toda a gravidez, um cargo que ele se auto elegeu.
Ethan ao ver Sam e Dean começando a se beijar calorosamente, subiu para o seu quarto, ele preferiu por deixa-los sozinhos na sala, ele só esperava não encontrar nenhum resquício de material genético em seu sofá, senão alguém ia ficar sem seus brinquedinhos para se divertirem entre si.
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