Sugando lentamente o dedo dele, sentindo o contato do sangue com a sua língua, ela revirou os olhos em puro êxtase. Ela sentia suas roupas molhadas, no mesmo vermelho vivo em que se encontrava todo o chão ao seu redor. Todo o seu corpo parecia receber milhares de descargas elétricas, e a sensação era indescritível. Era como se ela estivesse pegando fogo por dentro. Seus lábios também avermelhados se encontraram com uma sede ainda mais insaciável do que aquela que os fizera estraçalhar os vários pescoços agora espalhados pelo chão da sala.

Nenhum dos dois jamais se sentira tão vivo.

Notas finais
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