The Drama Of Piper
2 Silena, você me paga.
Notas iniciais
Jason me olha durante um minuto com a boca entreaberta em silêncio, depois entra no banheiro de seu quarto e volta com alguma coisa na mão.
– Explicado como isso veio parar em meu banheiro – ele diz mostrando o que tinha em sua mão, percebo que era a embalagem aonde vinha o teste de gravidez.
– Eu não deveria ter esquecido isso – falo enquanto pego a embalagem.
– O que a gente vai fazer?
– Eu não sei. Eu só contei para Silena, e isso foi antes de eu sair de casa e vir aqui.
Jason me abraça e nos deitamos na cama, então, começo a me lembrar de como tudo aconteceu.
– Agora que o filme acabou eu tenho que ir para casa – falo me levantando da cama.
– Não quer dormir aqui? – Jason pergunta.
– Até quero, mas eu não tenho pijama.
Ele se levanta, anda até seu armário e tira uma blusa sua de lá de dentro e atira em mim.
– Serve essa?
– Sim – respondo indo em direção ao banheiro para me trocar.
Coloco a camiseta, ela não me tapava “totalmente”, deixava minhas coxas aparecendo, mas eu não me importei com isso. Começo a escovar os dentes e quando termino junto minhas roupas e saio do banheiro, deixando elas junto com a minha bolsa.
Sinto os braços de Jason ao meu redor e me viro de frente para ele. Começo beijá-lo e sinto suas mãos entrando na blusa que eu estava usando. Retribuo fazendo o mesmo e arranhando suas costas, já que minhas unhas são grandes.
E bem, na outra manhã depois disso tudo ter ocorrido (N/A: NÃO VOU NARRAR O RESTO), lembro que tinha acabado de trocar de comprimido (N/A: aqueles que as mulheres tomam para não engravidar).
E foi assim que engravidei.
– Meu pai e minha madrasta vão me matar – fala Jason enquanto mexe em meu cabelo.
– É... Os meus pais vão arrancar o meu rim fora, colocar em cima da lareira e observar enquanto tomam chá – digo fazendo nós dois rir.
Ficamos assim durante um tempo, percebo que os minutos vão passando e vou embora. Jason me acompanha até a porta e antes de fechá-la ele fala:
– Eu escolho o nome.
– Até parece.
Caminho até o carro e volto para casa. Bem, pelo menos quando tento ir para meu quarto, minha mãe me para no meio da escada.
– Você não tem nada para nos contar? – ela pergunta enquanto está sentada no sofá junto com meu pai.
Eu só consigo pensar em uma coisa:
Silena sua vadia. Você me paga.
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