Notas iniciais
Oiee!!! Tô muito empolgada e muito feliz, porque: 1. Recebemos nossa primeira recomendação! Aeeee. Gostaria de agradecer imensamente a Daughter of Poseidon, por recomendar a minha nem tão humilde história! MUITO OBRIGADA! ~fogos de artifício Não sabe o quanto isso me deixa feliz! 2. Ontem foi aniversário do meu cachorro! Parabéns pra ele! Agora falando da história. Lembram da surpresa que eu falei? Então! E sem mais delongas, o capítulo com surpresa!!! P.S: talvez eu poste outro capítulo amanhã porque tô super empolgada! Mas só talvez.

Pov : Amanda

O bunker 9 era realmente incrível. Eu não entendo muito dessas coisas, mas Dan me mostrou projetos muito bons em que ele e seus irmãos estavam trabalhando.

– O que é isso tudo? — perguntei apontando para uma cesta cheia de coisas brilhantes. Estava dividida em categorias.

– Bronze celestial, ferro estígio, ouro imperial e deve ter um pouco de aço mortal.

– Onde vocês conseguem tudo isso?

– Na verdade a maioria eu não sei. Bronze celestial vem lá do Olimpo, e eu ouvi dizer que tem ouro imperial no acampamento romano. E tem ferro estígio no submundo.

– E esse aqui? — apontei para o aço.

– Não sei. Acho que tem no mundo mortal.

– Legal.

Fiquei mais um tempo passeando pelo bunker e observando os desenhos. Vi um relógio vermelho na parede. Ainda tinha 10 minutos. Até que resolvi perguntar uma coisa que estava me enchendo a paciência.

– Você não está bravo comigo?

– Por que eu estaria? — ele perguntou.

– Porque eu enxotei você do meu chalé.

– Ah! — ele fez uma pausa. — Não. Acho que naquele momento você estava triste e eu fui te encher o saco. Então a culpa é minha. Sinto muito.

– Tá tudo bem. De qualquer forma, sinto muito também.

Me virei para ele e sorri. Ele me abraçou. Me afastei um pouco para olhar nos olhos dele. Fechei os olhos e pensei. "Eu sei que naquele momento eu estava brava e o Dan era a última pessoa que eu queria ver, então porque eu gostei da visita dele?". Então meus pensamentos foram interrompidos por um beijo.

QUE ISSO??? Quanta ousadia. E o pior foi que eu gostei. Duas palavras: quente e doce.

Então, depois do que pareceu uma eternidade, ele se afastou. Esperei que não estivesse tão vermelha como imaginei estar, mas é claro que eu estava!

– Ai meu Santo Hefesto, me desculpe! Eu não queria...

– Não, tudo bem! A culpa também foi minha.

Olhei no relógio e meu rosto ficou branco como papel. Eu tinha 2 minutos para estar na casa grande.

– Eu... Eu... Tenho que ir. Até mais, eu acho! — sorri e sai correndo. Quando cheguei na porta, olhei de relance para Dan. Ele estava encarando o chão.

– Tchau! — ele sussurrou alto o bastante para mim ouvir.

Corri tão rápido, que alguns galhos arranharam meu rosto. Cheguei na casa grande e encontrei todo mundo lá! Inclusive Mari e Sara.

– O que aconteceu com o seu rosto? — Sara perguntou tocando de leve em um arranhão mais grave.

– Nada. Eu só... Corri rápido demais. Os galhos acabaram me arranhando.

– Tem certeza?

Assenti. Ela me olhou desconfiada e foi pegar meu arco. Coloquei a mochila nas costas e peguei meu arco. Sara insistiu para que eu colocasse um band aid nos arranhões mais feios o que, por sorte, não eram muitos.

Coloquei o arco no ombro e fui me despedir. Mari me abraçou de um jeito meio forte demais, como se eu não fosse voltar nunca mais.

– Tome cuidado tá? E volte logo. Vai dar tudo certo. — essas palavras me fizeram ficar mais calma, por isso, achei que ela estava usando o charme.

Ela se afastou com lágrimas nos olhos e sorriu. Depois saiu para chorar mais um pouco. Sara se aproximou. Ela percebeu a preocupação nos meus olhos e me abraçou.

– Calma amiga. Vai dar tudo certo. Eu sei que vai.

– Obrigada! Eu amo você sabia? Sempre consegue fazer com que eu fique mais calma. Obrigada por tudo.

Me afastei dela e olhei em volta. Percy abraçava Annabeth. Will e Nico estavam sentados no sofá, conversando. Matt falava com Quíron. Decidi me juntar a Nico e Will. Estava quase chegando ao sofá, quando Annabeth me parou.

– Hey Amanda! Como se sente?

– Considerando que essa é a minha primeira primeira missão e sou eu quem vai liderar, morrendo de medo.

Ele riu e me abraçou.

– Algum último conselho?

Ela se afastou e me olhou nos olhos.

– Só tente não morrer. E... — ela olhou para o outro lado.- Tente ficar de olho no Percy por mim.

– Pode deixar.

Ela sorriu e se afastou. Então alguém tocou no meu ombro.

– Amiga. Por favor me segura pra mim não dar na cara dessa bitch!

Olhei em volta para ver do que ela estava falando. Então vi o que era. Drew estava quase agarrando Matt. Ele tentava desviar dela, mas ela sempre o impedia.

– Calma. Olha pra mim. Inspira... Expira. Devagar. — ela inspirou e soltou todo o ar muito rápido. Bufei. — Olha aqui Sara. Desse jeito você vai parecer desesperada demais.

– Tem razão amiga! — ela respirou fundo. — Já volto.

Ela saiu e foi conversar com a Mari. Então, adivinha quem veio na minha direção? Matt.

– Você viu a Sara? — ele perguntou olhando em volta tentando encontrá — la.

– Está ali. — apontei para uma parede com um leopardo entalhado que se mexia. Acho que o nome dele é Seymour.

Ele foi até lá. Mari se afastou e veio até mim praticamente correndo. Eles estavam sussurrando, mas eu e Mari conseguíamos ouvir, além de sermos as únicas pessoas próximas. Eles conversaram alguma coisa do tipo:

Matt: "Oi."

Sara: "Oi."

Matt: "Você é amiga da Amanda né?"

Sara: "Sim."

Matt: "Deve estar preocupada com ela."

Sara: "Estou."

Matt: "Se quiser eu cuido dela pra você."

Sara: " Faria isso por mim?"

Mas então, Quíron me chamou e eu não consegui ouvir o resto da conversa. Pensei "Que coisa feia Amanda, xeretando a conversa alheia".

– Vocês estão prontos?

Todos assentimos.

– Que bom. Vou acompanhar vocês até a Colina Meio-Sangue.

Saímos da casa grande e fomos todos até a nossa carona. Quando estava quase chegando, alguém correu até mim. Era Nico.

– O que foi di Angelo?

– Como você está?

– Bem... nervosa. — ele riu.

– Eu também. Mas vai ser fácil.

– Pra quem foi até o tártaro e voltou... É fácil falar.

– Como você...?

– Sou sua irmã Nico. É claro que eu sei.

Ele sorriu e depois caminhamos em silêncio. Depois que chegamos no carro, uma dúvida tomou conta de mim. Acho que não fui a única.

– Quem vai dirigir? — Will perguntou.

– Não sei. Quantos anos você tem?

– 16.

– Droga. E você Percy?

– 17. Mas eu não sei dirigir. Eu aprendi a matar monstros.

– Matt?

– 15. Não olhe pra mim.

– Você sabe dirigir? — Will perguntou.

– Só tenho 14 anos e...

– Já sei. — Nico me interrompeu.

– Não me diga que sabe dirigir. — Percy o olhou confuso.

– Não, não sei. Mas eu sei de alguém que sabe.

Ele se abaixou e colocou as mãos no chão.

– Jules Albert. Vamos dar uma voltinha?

Um pequeno terremoto percorreu o chão. Um buraco se abriu e um zumbi saiu de lá com roupas de chofer.

– Como sou burro. Nem passou pela minha cabeça. — Percy reclamou baixinho.

– Amanda, Matt conheçam Jules Albert.

– Olá Jules Albert. — apertei a mão dele. Ele soltou alguns resmungos.

– Ele disse que você está maior e mais bonita do que ele se lembrava. Acho que ele te conhece.

– O que?

– Você entende o que ele fala? — Matt perguntou espantado.

– Na verdade, não. Mas posso sentir suas emoções.

– Olá Jules Albert. Será que pode nos dar uma carona?

Jules Albert resmungou.

– Ele disse oi, e disse que... — eu disse franzindo a testa. — Será um prazer nos levar. Agora... Entrem no carro.

– Uau.

– Eu vou na frente. — Percy e Will disseram ao mesmo tempo.

– Consegue sentir as emoções dele também? — Matt perguntou arregalando os olhos. Enquanto isso os outros entravam na minivan.

– Hum, não. Mas consigo ler boa parte dos pensamentos dele. E ele está te mandando entrar no carro agora se não você fica.

– Ok. Já estou indo.

Depois que todos já estávamos acomodados na minivan, Quíron veio até a janela.

– Pegaram o mapa?

– Sim.

– Lanternas?

– Confere.

– Dracmas?

– Aqui.

– Dinheiro mortal?

– Bem aqui. — mostrei a ele 160 dólares.

– Armas.

– Tudo aqui. Obrigada.

Jules Albert ligou o motor.

– Vão meus semideuses e que deuses estejam com vocês.

Acenei pela janela e coloquei a cabeça pra dentro.

Depois de alguns minutos em silencio, Jules Albert soltou uns resmungos. Nico respondeu.

– Bem Jules, parece que a rainha suprema das flores desapareceu e a mãe da Amanda também. Precisamos que você nos deixe... — ele olhou para Matt que checava o mapa.

– São Francisco!

Jules Albert resmungou alto.

– Ele disse : " São Francisco? Por que tão longe?" — Nico traduziu, tão alto quanto os resmungos.

– Vamos buscar Piper Mclean!

Notas finais
Gostaram da surpresa? Eu gostei. Primeiro beijo Damanda! Uhuuu ~palminhas. Quem gostou comenta!