The Case

4 Capítulo 3: Vamos conversar


Notas iniciais
Hello Leitores!
Mil desculpas pela demora, época de fim de ano é super agitada...
Mas ai está mais um capítulo, infelizmente não sei quando eu vou poder voltar... Mas espero que esse não seja o último episódio do ano, não mesmo.
Espero que vocês gostem e boa leitura! :*

Por Dean Winchester

– Então, precisamos conversar. — eu disse.

– E vocês precisam acreditar na gente. — disse Sam. — Só estamos tentando ajudar vocês. — ele completou

Elas assentiram a cabeça, afirmando que acreditariam. E Sam e eu nos olhamos. Era hora daquelas garotas saberem o que realmente estava acontecendo.

Sam e Eu sentamos na mesa do centro da sala, ficando de frente para as meninas.

– Primeiro de tudo, nossos nomes são Sam e Dean Winchester. Somos caçadores e como o Sam disse, vocês precisam acreditar na gente. Vocês não estaram sozinhas, nós vamos ajudar vocês. Ok? — perguntei.

Elas assentiram a cabeça, afirmando e nós começamos a falar.

– A morte do pai e da mãe de vocês não é normal. E bem... Eu e Sam caçamos coisas sobrenaturais e... – estava terminando de falar, mas Louise me atrapalhou.

– O que? Coisas sobrenaturais? Vocês só podem estar de brincadeira – ela disse, sendo sarcástica.

– Louise, ouve. – disse Sam

– Então, como eu ia dizendo, coisas sobrenaturais. Fantasmas, demônios, lobisomens, vampiros, e nesse caso... espíritos vingativos. – falei e na mesma hora Melanie olhou para mim.

– Nesse caso? Do que você está falando? – ela me perguntou.

– A morte dos pais de vocês não foi normal, já vimos casos como esses que haviam espíritos vingativos, temos certeza de que é isso. – eu falei – tem alguém que não goste dos seus pais ou algo do tipo? – perguntei.

– Não, sempre adoravam meus pais na vizinhança e tudo. Só não sei com o emprego do meu pai. – Melanie disse.

– O que quer dizer? – perguntou Sam

– Meu pai sempre chegava estressado em casa, falando mal do trabalho. – disse Louise.

– E onde ele trabalhava? – perguntei

– Hospital Bran Bogard – ela respondeu

– Ok, vamos lá amanhã. Mas eu preciso que vocês entendam o que esta acontecendo. – disse, olhando para Melanie e Louise.

– Ah, qual é! Vocês só podem estar brincando né? – disse Louise – Vocês são dois malucos, FORA DA MINHA CASA AGORA! – ela gritou.

Nessa hora ela se levantou, abriu a porta e deixou ela aberta. Caminhamos até a porta, mas Melanie veio atrás de nós e a fechou. Sem deixar a gente sair.

– Eu acredito neles, eles não vão a lugar algum. – ela disse, me olhando. Sorri de lado

– Qual é Mel, você só pode estar maluca. – disse Louise

– E se for verdade, diz o que a gente faz! – disse Melanie.

– Ok, você venceu. A culpa vai ser sua se alguma coisa acontecer de errado. – Louise apontou o dedo para Melanie enquanto falava.

– Ok. — disse Mel, sínica. Ri nessa hora.

Louise saiu da sala, deixando eu, Melanie e Sam na frente da porta.

– Podem ficar aqui se quiser, acho que caçadores não tem salários e não vamos desperdiçar o dinheiro que vocês tem. – ela disse, saindo da nossa frente e bebendo a água que estava ao lado do sofá.

– Não precisa fazer isso. – disse Sam

– Preciso, além disso, vou me sentir mais segura. Por favor? – ela perguntou

Eu e Sammy concordamos.

– Ah, e pode colocar seu carro na garagem também. São dois carros para cada apartamento então... Só colocar do lado direito do meu, ok? – ela falou

– Ok, obrigada. – respondi

Saímos de lá para pegar nossas coisas no hotel, demoramos um pouco porque quando saímos já estava anoitecendo. Fechamos a diária e pagamos, fomos para o apartamento de Melanie e Louise, deixei o carro dentro da garagem.

Entrei de uma vez, já que a porta estava destrancada e encontrei Melanie andando de um lado para o outro na sala.

– O que houve? – perguntei, preocupado.

– Acharam o corpo da minha mãe lá em casa. Louise foi resolver tudo. – ela disse – creio que vocês não vão precisar ir até lá né, já que já viram o suficiente hoje de manhã.

– É, aposto que sim. – disse. – Então, qual é o nosso quarto?

– Tem mais dois lá em cima, façam suas escolhas. – ela disse, sorrindo.

– Nossa, seu apartamento é grande mesmo ein. – disse Sam

– Filha de médico, lembra? – ela falou, caminhando até a cozinha.

Por Melanie Bilson

Voltei da cozinha e encontrei Dean sentado no sofá.

– Não foi escolher o quarto? – perguntei.

– Sam foi na frente, normal. – ele respondeu, e nós rimos. – Não me sinto muito a vontade de sair entrando assim.

Eu ri, até porque provavelmente eles não haviam feito isso com quase ninguém, apenas viveram em hotéis e tudo mais.

– Vamos, eu te ajudo a encontrar o quarto. – disse, subindo as escadas do apartamento na frente dele.

Eu pensava se ele poderia estar olhando para minha bunda, mas nem liguei.

Paramos logo quando subimos para o segundo andar do apartamento e encaramos duas portas, uma ao lado da outra, e na frente de ambas havia um quarto.

– Esse quarto é o meu – apontei para o primeiro à esquerda – Aquele é da Louise – apontei para o quarto ao lado do meu. – E esses dois aqui da direita estão vagos. – disse

Na mesma hora vimos Sam sair do quarto que era o da frente da Louise, o segundo à direita.

– Ok, então esse primeiro à direita está vago. – eu disse. Dean sorriu – Estou com fome, o que acham de pedimos uma pizza? – perguntei e Dean logo concordou, eu sorri.

[...]

Louise chegou em casa me contando o que tinha acontecido. Coisas normais que são feitas quando a pessoa morre.

A campainha tocou e eu fui atender o cara da pizza. Dean apareceu na porta de short e camiseta e me ajudou a pegar as coisas.

Colocamos tudo na mesa, eu e Dean arrumamos juntos. Sentamos todos e comemos.

Já era bem tarde, já deveríamos todos estar dormindo. Mas tenho certeza de que eu e Louise não parávamos de pensar em tudo o que aconteceu.

Dean se ofereceu para lavar a louça e eu deixei. Louise foi dormir e mais tarde Sam também.

Sentei no sofá da sala e fiquei vendo TV, enquanto tomava cerveja.

– Ei, ainda acordada? Pensei que já tivesse ido dormir também – disse Dean, se sentando ao meu lado.

– Eu só não estou muito bem. – respondi, cansada.

– Entendo o que você passou hoje, não é para qualquer um. Você ficou muito mal né? Já está melhor? – ele perguntou

– Sim, eu fiquei muito mal e não, eu não estou melhor – disse – Acho que nunca vou melhorar.

– Vai sim, vai superar, algum dia você vai superar.

– Dean... – disse, me virando para ele no sofá – Primeiro, meu pai morreu segundos depois de falar comigo no telefone. Segundo, minha mãe hoje me ligou do nada me pedindo socorro pelo telefone. COMO ACHA QUE EU ESTOU? – quase gritei na última parte.

– Eu sei como é isso ok? Sei que é difícil... – ele ia terminar de falar mas eu não deixei.

– AI...MEU...DEUS! AI MEU DEUS! – eu disse, quase sem acreditar.

– O que foi? – ele perguntou, preocupado.

– E se esse espírito vingativo estiver tentando acabar com a minha família? Significa que eu posso ser a próxima, certo? – perguntei, com medo da resposta dele.

Dean me olhava sem saber o que dizer.

– É...mas... — ele disse, mas interrompi.

– AI MEU DEUS! – disse, surpresa.

– Olhe para mim Melanie. – ele puxou meu rosto para perto do dele. – Eu não vou deixar nada de ruim acontecer com você, ok? Eu prometo. — ele disse.

Ele tirou uma mecha de cabelo do meu rosto e colocou atrás da minha orelha, nos aproximamos. Era quase impossível não nos beijarmos, mas eu levantei do sofá.

– Vou dormir, boa noite e até amanhã. – eu disse, saindo rápido dali sem nem esperar a resposta dele.

Fui correndo até o meu quarto, sem ao menos me importar com que Dean estaria pensando de mim agora.

Entrei e fechei a porta atrás de mim, me encostei nela e quase não acreditei que no meio disso tudo eu poderia estar atraída por Dean. E que quase nos beijamos até.

Ri da situação.

Fui até meu banheiro e tomei meu banho, coloquei uma camisola de renda e me deitei na cama, não demorou muito e eu adormeci.

Por Dean Winchester

Melanie estava arrasada no sofá e eu a estava consolando.

– Olhe para mim Melanie. – puxei seu rosto para perto do meu. – Eu não vou deixar nada de ruim acontecer com você, ok? Eu prometo. — e eu realmente não poderia deixar nada acontecer mesmo, a protegeria. Faria o que fosse preciso.

Reparei que uma mecha de seu cabelo estava no seu rosto, a tirei e coloquei atrás da sua orelha, nos aproximamos. Era quase impossível não nos beijarmos, mas de repente ela levantou no sofá em um salto.

– Vou dormir, boa noite e até amanhã. – ela disse, saindo rápido dali sem nem esperar que eu dissesse alguma coisa.

Terminei de beber a cerveja que ela havia deixado ali e joguei no lixo. Subi para o meu quarto, entrei no banheiro e tomei um banho rápido, coloquei uma calça de pijama que era bem confortável até e relaxei sobre a cama, adormecendo.

Notas finais
O que acharam? Deixem opiniões, por favorzinho!
Espero que tenham gostado leitores!
03:35 e eu atualizando a fic, foi a hora que eu tive tempo... fazer o que né. UHAHUAHU
Reviews? Recomendações? pfvr.
Beijos ♥