The Case

5 Capítulo 4: No escuro da noite


Notas iniciais
Hello Leitores!
Desculpinhas pela demora, UHAUHAH
Fico muito feliz que vocês estejam gostando dessa fanfiction!
Beijos ♥

Por Melanie Bilson

Fui até meu banheiro e tomei meu banho, coloquei uma camisola de renda e me deitei na cama, não demorou muito e eu adormeci.

SONHO ON

Andava no meio da estrada, vendo vários carros passando. Quando de repente um estava passando e me chamou atenção, ele derrapou na minha frente e logo em seguida acabaou caindo em um barranco, e então ele começou a capotar.

Eu estava de frente daquela cena, me aproximei do carro e vi o rosto do motorista. Não pode ser... pai?

O tentei tirar ele de lá, mas eu não conseguia fazer nada. Comecei a sentir uma forte dor no meu peito esquedo. Sangue começou a aparecer sob a minha blusa branca na mesma região da dor, fazendo um círculo enorme de sangue sobre o meu peito esquerdo.

Foi nessa hora que eu comecei a sentir uma dor enorme no coração. E na camisa, foi aparecendo cada vez mais um furo, ele ia se abrindo e parecia que eu havia levado um tiro. Quanto mais ele se parecia com um tiro, mas eu me sentia sufocada. Não conseguia respirar e muito menos falar alguma coisa.

''Seu pai foi culpado pela morte de meu filho, agora também serei culpada pela morte de sua família'' – ouvi uma voz falando no meu ouvido.

Meus sentidos foram se perdendo, caí desacordada no chão, morta. E ao meu lado, estava meu pai, em seu carro, morto também.

SONHO OFF

Acordei assustada, soltando um grito. Também não era para menos, o pesadelo que eu tive foi horrível e as imagens passavam na minha cabeça.

Coloquei a mão sob meu peito esquerdo, verificando se eu estava bem e se aquilo realmente foi apenas um sonho que eu tive.

Olhei em volta para o meu quarto escuro e ouvi alguém abrindo a porta, na mesma hora peguei um relógio que estava na cômoda ao lado da minha cama e ameacei tacar em quem estivesse ali e entrasse no meu quarto.

A pessoa acendeu a luz e eu pude ver Dean, parado na porta, com seu olhar preocupado.

Abaixei o relógio, o jogando na cômoda de novo.

- O que houve? Ouvi seu grito! – ele disse preocupado, fechando a porta e sentando ao meu lado na cama.

– Foi só um pesadelo. Eu estou bem Dean, pode sair agora. – respondi, seca.

Nem eu sabia ao certo o por quê de ter falado assim com ele. Confesso estar um pouco envergonhada, até porque eu estava com uma camisola de renda bem curta e sem nada cobrindo minhas pernas.

Ele me olhava fixamente e ia se levantando da cama, puxei sua mão na mesma hora, fazendo com que ele continuasse sentado ali.

– Dean, me desculpa. Por ter sido tão seca com você e até um pouco grosseira também. Sei que ficou preocupado mas... Dean, a verdade é que... Ok, eu estou com medo. – eu disse e ele me olhou surpreso

– Medo? – perguntou

– É, medo. Louise é a pessoa mais importante para mim, minha única família. Tenho medo de perdê-la ou pior, deixá-la sozinha – disse e Dean colocou seu dedo em meus lábios, me impedindo de continuar falando.

– Shh... Eu já disse que não vou deixar nada de ruim acontecer com você. Agora eu vou indo dormir ok? – ele perguntou se levantando.

– Dean? – o puxei pela mão, enquanto ele estava de pé ao lado da minha cama. – Dorme do meu lado hoje? – perguntei, o olhando.

Dean me olhou surpreso, mas assentiu a cabeça confirmando e se deitando ao meu lado. Apaguei a luz no interroptor que havia ao lado da minha cama.

– Bonita camisola – ele disse, me deixando com muita vergonha.

– Obrigada. – soltei uma risadinha de leve e o abracei, afundando meu rosto em seu peito nú e nos cobrindo.

Não aguentei as lágrimas que desciam do meu rosto e solucei. Dean olhou para mim.

– O que houve? – perguntou

– O pesadelo, foi horrível. – eu disse.

– Relaxa, foi só um pesadelo. – ele respondeu

Ouvia seu coração batendo rápido e sentia sua respiração ofegante. Porém, aquilo me acalmava. Dean me acalmava, eu me sentia segura ao seu lado.

Não demorou muito e eu olhei para o relógio na mesinha, eram 1:45hrs da madrugada já. Olhei para Dean e ele já dormir, calmo. Pouco a pouco, eu fui dormindo também

Por Dean Winchester

Acordei no meio da noite e fui andar um pouco pela casa, não estava mais conseguindo dormir. Quando eu estava descendo as escadas eu ouvi um grito. Parecia... Melanie? Subi correndo de volta na mesma hora.

Entrei em seu quarto e demorei um pouco para achar o interroptor da luz, e quando achei, acendi na mesma hora. Vendo ela de camisola na cama, com um relógio na mão, pronta para atacar alguém. Ri por dentro, daquela cena.

Fechei a porta e fui até ela perguntando se estava tudo bem. Ela me tratou meio seca, grosseira. Eu a olhei fixamente e na mesma hora eu ia levantar, mas ela me pediu desculpas, puxando minha mão e fazendo com que eu não me levantasse.

Ficamos conversando um pouco, ela dizia que tinha medo. De deixar a irmã sozinha e tudo mais. Falei mais uma vez que eu iria protegê-la, acima de tudo.

Ia me despedir e deixá-la dormir, mas ela pediu para dormir ao seu lado. Aceitei, até porque não tinha como negar um pedido desses.

Deitei ao seu lado e fiz um elogio a sua camisola, que realmente era muito sexy. Ela sorriu e agradeceu.

Me deitei ao seu lado e ela me abraçou. Fiquei ali, ouvindo sua respiração calma. Mesmo sabendo que eu estava muito nervoso por estar ali com ela. Acabei dormindo, quando senti ela quieta.

Por Louise Bilson

Acordei de madrugada, olhando para o relógio e eram 4:50hrs. Senti vontade de ir ao banheiro e levantei e fui. Me olhei no espelho e ajeitei minha camisola. Lavei meu rosto e minhas mãos depois e fui até a cozinha beber água.

''Que ironia, fui ao banheiro agora para beber água depois'' Pensei. Desci as escadas e vi que a luz da cozinha estava aberta, me aproximei e vi Sam sem camisa tomando água, sentada na mesinha da cozinha mesmo.

– Não ta conseguindo dormir? – perguntei.

– Só vim beber água mesmo, e você? – ele perguntou

– Também.

Peguei meu copo d'água e me debrucei sobre a bancada da pia, ficando encostada ali.

Sam foi até a pia e lavou seu copo. Quando ele ia colocar para secar, o copo caiu no chão, quase batendo no meu pé.

– Ai droga! Desculpa Louise! – ele disse, aflito

– Relaxa Sam, foi só um copo. – eu disse, deixando meu copo na pia e pegando uma vassoura para limpar.

– Nossa, mil desculpas mesmo. – ele disse, se abaixando e pegando os cacos maiores.

– Sam, relaxa. – eu disse, varrendo, mas sem querer bati com a vassora na cabeça dele, fazendo ele cair para trás. – SAM! Desculpa! – eu disse, me abaixando ao seu lado.

– Não, não tem problema – ele disse sorrindo.

– Eu sou muito desastrada. Onde bateu? – perguntei, enquanto ficava analisando sua testa.

– Ai! – ele disse, enquanto eu passava a mão no meio da sua testa.

– Desculpa! – eu falei.

Peguei um gelo no congelador e entreguei pra ele, enquanto ele se sentava no chão e eu me sentava ao lado, mas de frente pra ele.

Tirei o gelo da sua mão, e o peguei. Passando pela sua testa. Nossos rostos estavam se aproximando, coloquei o gelo no chão e ajeitei seus cabelos.

O cabelo de Sam era grande, mas era lindo.

Foi inevitável que nós não nos beijássemos. Foi o beijo mais doce que eu já provei, Sam me beijava calmamente mas cada vez ia ficando mais intenso, nos levantamos ainda nos beijamos e Sam passava suas mãos pelas minhas costas.

Ele me pegou no colo e quando eu vi já estávamos subindo a escada e indo em direção a seu quarto, quando ele ia abrir a porta eu o parei.

– Não podemos fazer isso – eu disse e sorrimos.

– Não? – ele perguntou

– Não. Eu nem sei quem é você direito. – eu respondi, ainda com os rostos colados.

– Sam Winchester, prazer. – ele disse, me beijando de novo.

– Sam, para. Isso não ta certo, não agora. – eu disse e ele assentiu a cabeça.

– Nos vemos amanhã então? – ele perguntou

– Primeiro, nos vemos hoje porque já passou da meia noite. – eu disse e ele sorriu. Adorei ver seu sorriso assim. – Segundo, você mora na minha casa então com certeza nós nos vemos amanhã. – foi nessa hora mesmo que ele começou a gargalhar. – Xiu, fala baixo! – falei, e nós sorrimos.

– Então, eu vou entrar no meu quarto. Tem certeza que não quer vir junto né? – disse Sam, com uma cara de safado.

– Tenho Sam, eu já disse. – beijei seus lábios. – Agora eu vou entrar, tchau. Até amanhã – eu disse me afastando e entrando no meu quarto. Fechando a porta enquanto ainda o olhava parado.

Fechei a porta e um sorriso enorme veio ao meu rosto. Me deitei na cama e demorei um pouco para dormir.

Virei para o lado algumas vezes e finalmente consegui dormir.

Notas finais
Sei que o capítulo foi meio fraco, mas vamos combinar que foi super fofinho né? HAUHAUAHAUH
Espero que tenham gostado!
Review? Recomendações? ♥
Beeeeeijos ♥