The Brotherly Sin.

12 Chapter XII - Go to jail.


Notas iniciais
Nyaaaah eu queria agradecer a SRTAILLUSION pela recomendação *-* OMG OMG OMG eu quase morri quando eu vi *0*
Esse cap está dedicado à você querida (ela nunca deixou review. mas recomendou RIARIARIA' brigada flor)
Ah genteee eu to apaixonada pelas reviews, sãp tão perfect (e dessa vez falavam sobre a fic HUASUHASUHASAUHS) -q
Muito obrigada gente, euacho que esse é o capítulo penúltimo -ounão.
'-'
Boa leitura.

- Tom, o seu... O Gordon... Ele... ele obrigava o Bill a fazer... a fazer sexo com ele!

... Tudo parou, nada mais entrava e nem saia da minha cabeça. Minha garganta ficou seca e por mais que eu tentasse falar, ou fazer alguma coisa eu não conseguia. Minha cabeça latejava e um sentimento perturbador, nunca antes experimentado se apossava de mim. Andréia ainda chorava, mas era evidente a sua preocupação. Ela me ajudou a despertar-me do transe e continuou a falar, antes que eu fizesse uma loucura.

- Tom... nessas três semanas que ele ficou sozinho lá, Gordon ameaçava fazer coisas horríveis com você se Bill não cedesse. Então, ele... perdeu a virgindade te protegendo, ele...

Ela não conseguia dizer mais nada. Eu me levantei e voltei correndo pra casa, fui seguido por Andréia. Lembrei-me da reação de Bill quando eu ia vir falar com ela. Bill ficou meio apavorado, dizendo que nossa mãe ia sair. Eu não dei importância, visto que desde que eu me lembro, ele não gostava de ficar sozinho... Mas ele não ficaria sozinho, ficaria com Gordon. Por isso eu não liguei, mas... agora eu sei que... ficar sozinho é menos perigoso do que com aquele psicopata.

Cheguei em casa, e com o máximo de silêncio que eu pude fazer eu subi as escadas, sempre sendo acompanhado por Andréia, que estava com o celular na mão.

Logo, eu pude ouvir alguns choros suplicando um fim para aquilo. E ainda uma risada, extremamente psicopata.

Não pensei e entrei com tudo no quarto.

- Bill!

Tenho certeza de que fiquei branco com a cena. Tamanho pavor que sentia. Ver aquelas mãos sujas assediando o corpo do meu frágil irmão. Bill estava sem a camisa, chorando muito e com as mãos amarradas com fita na cabeceira da cama. Gordon estava ajoelhado com as pernas uma de cada lado do corpo de Bill, passando aquela língua nojenta pelos mamilos dele.

Quando me viu, olhou assustado, mas logo o sorriso sádico voltou a contornar sua face.

- Vieram brincar também? — Ele largou Bill e veio em minha direção. Entrei na frente de Andréia o encarando.

- Tommy, foge! Por favor, Toooom! — Bill gritava, se esperneava. Desculpe Bill, mas eu não iria fugir, fora de questão.

- Tommy é? É um apelido carinhoso? Posso te chamar assim também? — Ele estava próximo demais. Eu estava paralisado, chocado... apavorado. Não conseguia nem mandar ele calar a boca, muito menos sair dali. — Heim, Tommy! — Ele chegou no meu ouvido e passou aquela língua asquerosa por meu pescoço. — Sabe, seu irmãozinho já está meio acabado, mas você... — Ele cheirou o meu pescoço — Parece estar novinho.

- Tom! — Bill ainda gritava pra eu fugir, mas eu já não ouvia nem meus pensamentos. Acho que nunca fiquei com tanto... medo na minha vida.

- Cala a boca! — Gordon direcionava-se á Bill, o fazendo calar-se, por pouco tempo. — E.. vejamos... — voltou a nos encarar — Temos uma garotinha aqui também... Nada mal, parece que hoje estou com sorte. — Ele ia se aproximar de Andréia, mas, por reflexo eu entrei na frente. — Hum? quer ser o primeiro? — E aquela risada sádica e irônica não saía de seu rosto. — Eu queria deixar o melhor por último, mas já que insiste, eu não me importo. — Ele pegou em meu queixo me fazendo encará-lo — Hum... belos olhos, e eles ficam mais bonitos assim... lacrimejantes. — Aproximou sua boca do meu pescoço novamente. Andréia estava apavorada, e Bill gritava. — Você tem um gosto incrível — Mais uma vez ele rastejava aquela língua repugnante sobre meu pescoço. Eu me arrepiei, e ele percebeu. Meu corpo não agia de acordo com minha mente ou meu coração, eu não podia evitar. — Hum? Está gostando?

De repente, ao longe, ouço a sirene dá polícia. Em meio a gritos do Bill, creio que aquele filho da mãe ainda não havia ouvido.

- Hum... parece que o jogo vai virar... — Disse com um sorriso. Eu precisava rir por último. Ele me olhou com dúvida, mas logo entendeu do que eu estava falando.

- Como... quem...

Ele não entendia nada, logo pudemos ouvir a porta da entrada sendo aberta com brutalidade.

O cara estava apavorado, então Andréia mostrou o celular para ele. Que finalmente entendeu.

Ele ia voar no meu pescoço, mas a polícia achou o quarto antes disso.

Havia prometido à mim mesmo que não deixaria Bill sozinho. Mas eu falhei, novamente, eu falhei.

A polícia levou aquele psicopata que não calava a boca, dizendo que iríamos pagar por isso. Andréia que estava encostada na parede deslizou por ela e foi até o chão, aliviada. Fui correndo até Bill e tirei aquelas fitas de seu pulço. Ele me abraçou com força, me agradecendo.

Isso faz me sentir um monstro. Ele não se dá conta de que a culpa disso tudo é minha e ainda agradece.

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Naquela noite, estávamos eu e Bill deitados na cama, ele estava agarrado a mim, e nós ainda não havíamos tocado no assunto.

- Queridos, eu comprei pão de queijo! — Nossa mãe entrou no quarto com um pacote em mãos e um sorriso na cara.

- Mãe... — Bill me soltou e foi correndo abraçar Simone.

- Bill? O que foi meu amor? — Ela olhou pra mim, como se pedisse uma explicação — Cadê o Gordon? — Bill afastou-se dela e a olhou nos olhos.

- Ele foi preso! — Na lata, sem hesitar o Bill soltou essa. O coração da nossa mãe não vai aguentar muito tempo desse jeito...

- C...co...como assim? P...preso...

Nós explicamos tudo à ela. Como era de se esperar, ela ficou arrasada. Disse que nem imaginava isso e tal... Precisamos ir à delegacia e tudo mais, foi mó trampo, mas conseguimos deixar esse cara lá.

Poisé... minha mãezinha não têm muita sorte no amor... Espero que um dia ela possa ser tão feliz quanto eu...

Algum tempo depois...

Bom, a namorada da Andréia já havia voltado e de vez em quando nós quatro saíamos juntos. Elas se tornaram as nossas melhores amigas, de confiança mesmo.

Nossa mãe continuou fazendo aquelas vagens á trabalho e conhecendo pessoas novas. Mas, em uma de nossas conversas, ela disse que conheceria bem a pessoas antes de noivar... Poisé, errar uma vez é humano, errar duas é burrice, mas... se ela errar uma terceira vez... que se mate.

Gordon continuou na cadeia e ficará lá por anos, já que do nada, apareceram mais e mais acusações sobre ele...

E Matt? Poisé, o velho Matt está de volta á ativa, depois de um certo tempo internado, ele voltou á nossa escola, fazendo a alegria da mulherada, já que era um dos poucos disponíveis. Bom, por pouco tempo. Para a decepção de muitas garotas, ele se apaixonou por um bacana lá, mais emo do que ele e estão juntos até agora.

Depois eu fui descobrir que Andréia era uma velha amiga de Matt... Então o nosso grupo ficou completo.

E ele frequentava o N.A (Narcóticos Anônimos), isso o ajudava bastante na recuperação. Sabia que não estava curado, mas fazia questão de dizer que é um vencedor. Orgulho do Tom.

Estou cercado de gente, vitima do preconceito, mas quer saber? Toda vez que eu olho para o lado, encontro Bill com aquele sorriso maior do que a cara. E isso me faz esquecer de tudo...

Além disso, tem muita gente que não tá nem aí se eu sou gay, ou se tenho relações com meu irmão... Gente que tem a mente aberta e não nos considera menos humanos por causa disso, então meu estoque de amizades nunca diminuía...

Certo dia, Bill havia ido ao shopping com Andréia e a Larissa, sua namorada. Tudo planejado por mim.

Simone estava viajando, então, estaríamos a sós. Eu faria, com certeza, dessa, a noite mais inesquecível do meu Billy.

Eu queria fazer uma coisa bem piegas, porque é bem o tipo de coisa que ele gosta.

Não sei se eu já havia comentado, mas eu sei cozinhar... Não que eu seja um ótimo cozinheiro. Na verdade, eu sei que tenho capacidade de ser um, mas... e a preguiça? Por isso, todas as vezes que nossa mãe viajava, eu deixava o Bill cozinhar miojo, nunca enjoei disso...

Bom, o quarto dele tinha uma cama de casal. Também, do jeito que ele se espalha pra dormir, uma simples cama de solteiro não o satisfaria... Eu ajeitei tudo e deixei o ambiente bem... sexy. Com direito á luz de velas e uma colcha vermelha na cama. Ele gostava dessa cor, e certamente, é a cor que mais combina com o olhar dele quando ele está comigo...

Eu queria, mas não podia disfarçar o meu nervosismo. Seria hoje que eu teria Bill para mim... Só de pensar nisso já me dava uma tensão... (ou um tesão).

Notas finais
Bill: *arrumando a cama* Toooom, que negócio é esse aqui na cama? É branco...
Tom: Ah Billy, é de ontem à noite...
Bill: ... Você comeu doce aqui? õ_O
Tom:... Bom.. é... eu COMI sim G-G-
Bill: Você sabe que não pode né, tem que comer na cozinha..
Tom: *agarrando o Bill* Vamuláentão.. HEHE'
Bill: *inocente ainda* você quer doce agora Tom?
Tom: Queeero 66'
Bill: Ai Tommy, por que tá me olhando assim? 66' *entendeu*
Tom: *tirando a roupa* Por nada 66'
- O que acontece a seguir nem eu sei '-'
~ algum tempo depois ~
Bill: Nossa, hoje o Tom tá um fogo G-G
Tom: SOU FODA na cama te esculacho, na sala ou no quarto, no beco ou no carro, eu eu sou sinistro, melhor que seu...
Bill: OMG o_O
Tom: Ah Bill eu te amo tanto cara, você é tão perfeito e gostoso G-G
Bill: Ain Tommy, não fala assim... *abrndoaspernas*
Tom: HEHE' vem cá, vem.
*come come come*
~ mais algum tempo depois ~
-Voces não cansam desse fuck fuck não o_O ?
Bill: Eu canso..
Tom: Eu não =D
-Ah eu to tããão feliz *0* recebi DUAS promessas de recomendação =DDDD
Bill: que bom.. *monótono*
- ¬¬ FILHO DA P***
....
Meu pé tá doendo.. eu fui num evento esse fim de semana que foi muito loko bisho (?)
OBRIGADA Á TODOS xDDD
Beijo me twitta
@Prikachun
xD