The Brotherly Sin.
13 Chapter XIII - Gran Finale
Notas iniciais
3 RECOMENDAÇÕES *---------------*Eu piro com isssoooooo =DDD
Amorees, muito obrigada MESMOOO x3x3x3333 *surta*
Amy89 e RiitaID uma enoorme beijo pra vocês e meus agradecimentos.
Esse capítulo não podia ser dedicado a ninguém menos que VOCÊS amores *-*
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A todos os leitores: MUITO OBRIGADA POR TUDO.
Pelas reviews, acompanhamento fantasma e tudo o mais *0*
Esse cap é dedicado também a vocês meus queridões =D
->Este é o último "/ próximo é de agradecimento xD
Obrigada por ler;
Eu queria, mas não podia disfarçar o meu nervosismo. Seria hoje que eu teria Bill para mim... Só de pensar nisso já me dava uma tensão... (ou um tesão).
Bom, fui tomar meu banho e ficar todo cheiroso pro meu gatinho, que, pelas minhas contas, não demoraria a chegar...
Enquanto aquela água quente escorria por meu corpo, eu lembrava das coisas que aconteceram ultimamente, e todas as coisas que tivemos que passar para ficarmos juntos. Bill... Foi ele quem mais sofreu com isso tudo. No começo, ele achava ter um amor não correspondido. Depois, que ele descobriu que eu o amava tanto quanto, nossa mãe descobriu. Ela estava noiva de um psicopata que... abusou do meu irmão, durante o tempo em que estávamos separados... Aquele desgraçado, só de lembrar já me dá raiva. Bill... Perdeu a virgindade para um cara do qual ele não amava.
Uma lágrima já escorria por meu rosto, não, eu não podia lembrar dessas coisas agora. Esta noite tem tudo para ser perfeita, e, seria hoje, que Bill perderia a virgindade, pois... Nós vamos fazer amor, e não sexo.
Logo eu já estava todo sexy, lá na sala, esperando meu amor... Que poético... eu não sou assim meu Deus... Realmente, Bill me fez mudar. Muito.
Bom, eu trajava uma boxer preta e... só. Oras, porque eu colocaria mais alguma coisa, seria apenas mais difícil de tirar... A não ser que, mais pra frente, eu descubra alguma fantasia dele...
Era cerca de nove horas da noite quando ouço um baque na porta. Vou correndo ficar ao lado dela, esperando ele entrar.
Então ele entrou, largou as sacolas no chão e chamou por meu nome, indo em direção ao quarto. Não me viu, visto que não havia acendido a luz. Mas quando ele ainda estava no meio da sala, cheguei por trás enlaçando meus braços em sua cintura e roçando meu nariz de leve em seu pescoço.
- Tá procurando por mim? — Eu passava minhas mãos por sua barriga em baixo da blusa.
- Hum... o que você tava aprontando, heim? — Ele jogou a cabeça para trás, gostando do contado.
- Eu? Nada... — Uau, como eu sou irônico, aposto que ele caiu nessa. Ou não. — Vem... — Peguei delicadamente em sua mão e o conduzi até o banheiro, onde eu havia preparado um relaxante banho, com direito a sais e água quentinha.
Ele olhou para o ambiente e me deu um sorriso. Eu retribui e o abracei de leve, sussurrando em seu ouvido:
- Fica bem cheiroso pra mim, tá? — Ele assentiu, quase gemendo.
Voltei para a cozinha e esquentei o jantar. Eu estava ansioso.
Mal vi o tempo passar quando sinto vários selinhos sendo distribuídos por minhas costas. Fazendo-me sorrir.
- Já está relaxado, amor? — Me virei, colocando meus braços em sua cintura. Ele enrubesceu e me deu um sorriso.
Vi que ele estava com o roupão que eu havia preparado e devidamente maquiado. Perfeito.
Dei um beijo apaixonado nele. Eu faria tudo com calma. Bom, pelo menos até onde eu aguentasse...
Fomos até a mesa e ele se impressionou com tudo. E me repreendeu, por eu sempre deixar que ele cozinhe miojo...
Recebi vários elogios sobre os pratos. Enquanto ele comia, daquela maneira sexy que só ele sabe fazer, eu quase babava. E ele fazia de propósito, certeza...
Ele tomou o vinho me fitando de maneira provocativa, e eu já não me aguentava mais...
- Essa noite você não escapa... — Me aproximei dele e sussurrei em seu ouvido. Logo em seguida, passei minha língua pelo canto de sua boca, onde 'sem querer' ele deixou escorrer uma gota do líquido.
Ele sorriu, 'aquele' sorriso. Levantou-se eu ficou de frente pra mim, esperando minha próxima ação, que obviamente, não demorou muito. Conduzi-o até a parede mais próxima e ataquei sua boca, num beijo urgente. O fiz enlaçar suas pernas em minha cintura e seus braços por meu pescoço. Dessa maneira, o levei até o quarto. Não tive dificuldades, visto que eu estava muito ansioso.
Abri a porta e entramos. Acho que ele nem reparou na organização. Fechei a porta atrás de mim com o pé e o levei, apressadamente até a cama.
Fiquei por cima dele. Ele deu mais uma vez aquele sorriso perfeito enquanto passava a ponta de seus dedos por meu rosto, como se estivesse sentindo se aquilo realmente era real. Devolvi o sorriso e ele me puxou pra mais um beijo.
Minhas mãos passavam por seu corpo ainda coberto pelo roupão. Findei o beijo e me afastei, o suficiente apenas para tirar o robe e ter a visão perfeita do seu corpo, agora seminu. Sua boxer também era preta, e fazia o branco de sua pele se destacar mais.
- Você é muito gostoso... — Eu disse com um olhar faminto, o fazendo enobrecer. — E lindo... — Eu ainda o olhava e ele estava envergonhado. — E perfeito... — Sem saber o que fazer me puxou para um beijo, na certa para eu parar e olhá-lo. Ah, que vontade de morder... Mas espera, por que ficar só na vontade?
O ar se fez necessário e enquanto ele ainda estava ofegante eu desci meus lábios até seu pescoço, depositando lambidas e mordidas, que, de início ainda eram leves. Mas logo eu me empolguei e aquele pescoço já estava marcado, fazendo Bill arranhar minhas costas, certamente marcas ficariam por ali também. Ele gemia. Agora eu não sei se é de dor, ou prazer...
Não, eu não sou sádico. E acredito que ele não seja masoquista. Mas eu precisava deixar as coisas menos românticas por ali.
Desci mais um pouco e dei atenção aos seus mamilos. Enquanto minha mão direita estimulava um, minha boca fazia o trabalho no outro. Bill se agarrava em meus cabelos, ainda tentando controlar seus gemidos. Eu estava adorando aquilo, olhar para o rosto de prazer do meu irmão, fazia tudo que eu passei ter valido à pena.
Fiz um caminho com a saliva por sua barriga, até chegar na estrela. Comecei a contorná-la com a língua, dando leves mordiscadas e chupões ali. Olhei para sua face e ele mordia os lábios, ainda tentando conter gemidos mais altos, que estavam se tornando inevitáveis.
Dei um sorriso e subi meu corpo novamente até chegar em seu maxilar inferior, distribuindo mordidinhas fazendo um curto caminho até sua boca, e a tomei para mim novamente.
Ele enlaçou suas pernas por minha cintura e o contato entre nossas intimidades se tornava cada vez mais prazeroso. Eu já ofegava alto e alguns gemidos me escapavam por entre os lábios, ainda colados aos dele. Nossas línguas entrelaçavam-se numa pequena disputa e a fricção de nossas ereções já nos fazia perder os sentidos, quase que totalmente.
Separei-me de seu corpo, com certa dificuldade e me deparei com sua face rosada e ofegante. Aquilo era demais.
Coloquei minhas mãos no cós de sua boxer e vagarosamente a puxei para baixo, revelando sua ereção, totalmente desperta. Ele soltou um suspiro aliviado, que foi entrecortado por um gemido rouco. Eu massageava a sua virilha, apertava suas coxas... Sem parar de encará-lo nos olhos e não perder nem um segundo daquelas faces que ele fazia tão espontaneamente.
- Tom... — Sua voz era rouca.
Eu dei um sorriso. Sabia exatamente o que ele queria, mas eu o queria ver pedir por isso, então cheguei com meus lábios perto de seu ouvido.
- O que você quer... Bill? — Disse num tom sexy, e ele enrubesceu mais. Eu não queria o deixar com vergonha, mas era meio que inevitável...
- Por favor Tom...
Ele não conseguia pedir para que eu o chupasse, então, como eu também não tava mais aguentando, fiz o que deveria ser feito. Caí de boca, é.
Agora ele não controlava mais nada. Dane-se o que os vizinhos iriam escutar... Bill gemia alto e suas garras quase furavam os lençóis que estavam sendo segurados com certa força.
Eu ainda fazia o meu trabalho e seus suspiros já indicavam que ele estava perto do ápice.
Tirei minha boca de lá e ele soltou um grunhido em reprovação, me fazendo sorrir. Subi meu corpo novamente e enquanto beijava seu pescoço, levei uma de minhas mãos até lá, e comecei a fazer movimentos frenéticos, levando-o ao clímax e o fazendo soltar um gemido mais alto e longo do que os outros. O beijei novamente e ele me empurrou, ficando, de quatro, por cima de mim. Então ele se aproximou de meu ouvido e disse num tom rouco:
- Agora é minha vez de... — Ele deu uma mordiscada em meu lóbulo fazendo-me arrepiar — Te dar prazer.
Seu nariz roçava de leve por meu pescoço e logo beijos eram distribuídos por ali.
Ele era muito sexy... Nem parecia não ter experiência, ele fazia tudo de um jeito incrível... Perfeito.
Ele fazia mais ou menos do mesmo jeito que eu havia feito nele, mas... Era inigualável, o prazer que ele estava me proporcionando não era parecido com nada que eu já senti em toda a minha vida. Nenhuma mulher me fez sentir um terço do que eu estava sentindo agora...
Bill estimulava meus mamilos e brincava com um deles usando sua língua. E aquele gélido piercing entrava em contato com minha pele me fazendo suspirar cada vez mais pesado.
Voltou a me beijar e eu sentia que ele já estava excitado novamente. Hum, pelo visto ele nunca iria me deixar na mão...
Ele tirou minha boxer num movimento rápido e ficou certo tempo encarando minha ereção. O certo seria eu ficar com vergonha e não ele... Mas é... Ele ficou encarando àquilo, como se desse uma estudada... Eu sabia, acho que era grande demais pra ele...
Me sentei e com calma o trouxe para perto. Dava para perceber sua hesitação. Eu não queria que ele ficasse com medo, tendo em mente que ele ainda devia estar um pouco complexado, já que a sua 'primeira vez' não foi das melhores...
O puxei para um abraço e o fiz deitar sobre a cama. Com os joelhos, um de cada lado de seu corpo, e me aproximei dele e sussurrei com calma, perto de seu ouvido:
- Bill... Essa será a sua primeira vez... — O encarei e ele demorou um pouco, mas assentiu. — E eu vou ser o mais cuidadoso possível... Você confia em mim? — Ele assentiu, agora sem hesitar, o que me fez sorrir.
Com calma eu passei minha mão contornando seu corpo até chegar em suas pernas. Lentamente as afastei uma da outra, podendo me encaixar entre elas. Bill ainda parecia tenso, então eu dei um cálido beijo em seus lábios, sendo retribuído com a mesma calma.
Logo, uma de minhas mãos foi novamente até sua ereção e o beijo ficou mais selvagem. Minha outra mão foi de encontro a sua entrada e um de meus dedos já o invadia. Ele gemeu incomodado no começo, mas logo foi de prazer. Arrisquei e coloquei mais dois dedos, o fazendo gemer, agora de dor. Tomei seus lábios num beijo lascivo, e logo ele parecia se acostumar. E, perdendo um pouco da razão, Bill já flexionava seu quadril para cima, me incentivando a continuar.
Tirei meus dedos de lá e parei de tocá-lo. Ele abriu seus olhos, confuso. Peguei o travesseiro e coloquei embaixo de seu quadril, para facilitar o que viria a seguir.
Posicionei-me e comecei a invadi-lo, com vagareza, prestando atenção em sua face e em seus gemidos. Admito que eu estava quase explodindo, não sei se aguentaria muito mais.
Logo eu estava todo dentro dele, e aguardava ansiosamente qualquer gesto que indicasse que eu poderia me movimentar.
Bill estava ofegando muito e eu, de certa forma, temia que ele pedisse para eu parar. Mas ele me despertou de meus pensamentos.
- Tommy... — Ele mantinha os olhos fechados, mas abriu para continuar a frase. — Continua...
Ele movimentava seu quadril para cima e eu finalmente pude começar a dar, e ter todo o prazer que eu podia com aquilo.
Depois de alguns minutos, nós dois já gemíamos alto e prazerosamente. Peguei em sua cintura e o trouxe para mim. Sentei-me na cama e o fiz sentar em meu colo, assim ele poderia controlar as estocadas.
Eu levei minha mão até seu sexo e sem me esperar, ele gozou. Depois de mais uma ou duas investidas eu também cheguei ao ápice.
Sem me deixar sair de dentro dele, ele me deu um abraço, ainda ofegante. Retribuí beijando seu pescoço.
Ele se afastou e finalmente nos separamos. Deitou na cama seguido por mim.
Estava ao seu lado, com o corpo apoiado em um dos cotovelos. Minha outra mão tirava as mechinhas de cabelo grudadas em seu rosto. Bill olhou para mim e sorriu. Me aproximei e o beijei, calmamente.
- Te amo demais Tommy. — Disse depois de nos separarmos do beijo, passando a ponta dos dedos por meu rosto.
- Eu te amo muito mais, Billy — Eu disse com um sorriso, também acariciando seu rosto. Ele alargou ainda mais seu sorriso e me puxou para um abraço. Eu me toquei de que... Fazia muito tempo, muito tempo mesmo que eu não o chamava assim...- Tenho uma coisa para você!
Peguei em cima do criado-mudo uma caixinha. Bill olhava curioso. Nós nos sentamos na cama, estávamos com nossas intimidades cobertas.
Abri a caixinha e coloquei-a de frente para ele.
- Bill Kaulitz, você aceita namorar comigo? — Eu disse ansioso.
Ele olhava para as alianças de maneira surpresa e logo seus olhos expeliam lágrimas, de evidente felicidade.
- Mas é claro meu amor! — Ele pulou para meus braços me dando um abraço apertado, quase me fazendo desequilibrar.
Nós trocamos as alianças e mais um beijo apaixonado se formou ali. Mas não foi assim que acabou a nossa noite... Não mesmo.
Eu não conseguiria viver sem ele, nunca. Minha vida tomou um rumo tão diferente quando o conheci que eu não consigo mais me imaginar longe dele.
Bill, meu eterno amor... Meu eterno pecado!
Notas finais
...
...
Bill: O que é isso então? ¬¬
Tom: Babaca --'
- ç.ç
Bill: É... foi bom enquanto durou né...
Tom: Poisé... Acho que agora nós estamos de férias "/
Bill: Isso é bom.. Na verdade, nunca gostamos muito dessa autora mesmo "/
Tom: É.. ela só fodeu com a gente na fic...
Bill: É...
-Eu.. eu... ç.ç
Tom: Bill, me diga uma coisa: Você GOSTOU de dar pro Gordon?
Bill: Mas.. é claro que não ò-ó
Tom: Hum... u-u espero que seja verdade...
- Hey, vocês sabiam que eu TALVEZ vá fazer uma segunda temporada? *0*
Bill: NÃO O-O POR QUE?????
Tom: Você não pode fazer isso ç.ç
- Posso sim u-u EU sou a autora, afinal... MUAHAHA.
Tom: Se bem que.. precisamos mesmo né, de mais uma temporada.. Pra explicar o que o Bill fazia no começo da fic..
Bill: Ué, eu não fazia nada G-G
Tom: Eu não sei... afinal, era eu quem tava narrando né
- Exatamente, que garoto esperto =DD Talvez a fic fale sobre isso também, juntamente com a continuação do que acontece com vocês depois desse bafafá todo =D
Bill: Mas.. e a Simone?
- Ela que morra ¬¬
Tom: O-O
Bill: O-O
- ... Ué, ela não foi contra vocês?
Tom: Mas ela ficou do bem depois
-Affe ¬¬' Eae? ninguém vai dançar nada hoje?
Bill: NÃO u_u
- *Okayface*
Tom: Bill, vamulá pro quarto u_u *puxando o Bill*
Bill: Vamos *indo junto* BUM *porta batendo*
- G-G *coloca copinho na porta e cola o ouvido no copinho*
Tom: Vem cá Billy, eu quero você 6'
Bill: VOCÊ VOCÊ VOCÊ VOCÊ VOCÊ VOCÊ VOCÊ VOCÊ QUER? *dançando*
Tom: *tirando a roupa* 6'
Bill: Ahh, Tommy, não aponte essa arma pra mim *tapando os olhos com as mãos*
Tom: VEM DE ME DESARMAR 66666'''
Bill: UIA, quero ti dá, quero ti dá, quero ti, quero ti, quero ti dá *rebolando de costas pro Tom*
Tom: OMG *avança* *pega o bum bum do billy, mira e...*
Bill: UAAAAAHAAAHUAHSUSHPÇDSIUGFVÇKSDJFCNCLSSDFILHODAPUTAAAAAA *mimimi*
Tom: Ahhh *carinha feliz*
-OMG, eu acho que vocês não deveriam fazer coisas assim na ultima nota final...
Tom: Mas, vai ter mais um capítulo, não vai?
- Sim, mas ae é só de agradecimento =D
Bill: =DDD
-Muito obrigada mais uma vez, meus queridos amores gracinhas fofíssimos e coisidiquinhos da Pri *-*
->Desculpem-me por essa notafinalHorrível, mas eu queria postar logo e tal... eu sei que não é desculpa mas.. eu não pensei em nada melhor HAHAHA'
->Próximo capítulo: Agradecimentos =D
->Não sei se vou fazer uma segunda temporada, eu realmente não havia pensado nisso foi uma sugestão (pergunta) de uma leitora, mas seilá, o que vocês acham? *-*
->Obrigada mais uma vez, adoro-lhes =DD
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