The Brotherly Sin.

11 Chapter XI - A new problem.


Notas iniciais
Maoooooee

A vontade de dar um tiro nessa mulher foi muito, muito grande. Não é possível que ela esteja aqui. Não é possível que ela tenha ouvido tudo. Não é possível que... merda!

Olhei para Bill e já pude ver algumas lágrimas de desespero. Andréia estava atônita e eu... Sentia como se minha vida inteira estivesse rolando na minha mente.

E ela dava aquele sorriso vitorioso. Parece que tinha prazer em ferrar com a vida da gente.

- O... o que você... — Bill começou a falar, mas foi interrompido.

- Vocês acham mesmo que eu caíria nessa onda de "mãe, tenho uma namorada, deixa eu mesmo ir contar pro Bill?" Faça- me o favor né Tom. Eu não nasci ontem. Eu só queria ver aonde isso ia dar, e não é que resultou num plano mais idiota ainda? Que merda de filhos que eu fui ter. Por que meu Deus... Por quê? — Ela colocava as mãos na cabeça e saia andando de um lado para o outro. — Eu não fiz nada... Nada pra merecer aquele impresável do Jorg, que só bebia, daí sumiu, me deixando com duas crianças, que eu cuidei, e amei mais do que minha própria vida, e olha o que eu ganho em troca, essa safadeza. Além de gays, ainda ficam se agarrando. Merda de filhos, merda de vida...

Interrompi Simone com um tapa na cara. Ela me olhou indignada, era o esperado, mas agora era minha vez de falar. E dane-se o respeito pela mãe.

- Você não tem direito nenhum de falar do nosso relacionamento. Você não tem direito de probir o nosso amor...

- Tenho sim, eu sou sua m...! — Me interrompeu, mas eu tornei a falar.

- Não é! Você mesma disse que não é, e eu e Bill já não consideramos mais. Uma mãe nunca faria esse tipo de coisa com os filhos. Um mãe de verdade não é assim, não tem um coração tão frio. — Eu respirei um pouco — Nós nos decepionamos muito com você... Tudo que você fez por nós até hoje não compensa essa... iniquidade. Você não passa de uma mal-amada que não dá valor ao amor. Nós estávamos dispostos a enfrentar tudo e todos por isso, mas não tem sentido se a única pessoa que queríamos que nos apoiasse é desse jeito. Você quer o que? Que a gente fuja? Tenho certeza de que você não poderia impedir a gente de fazer isso. Mas apesar da vontade, nós ainda somos racionais. Coisa que a senhora já parece ter deixado de ser há algum tempo não é?

- Tom... — Bill colocou sua mão em meu ombro, a fim de me acalmar. O que não seria fácil.

- Tá tudo bem Bill...

Simone ainda me encarava com a mão no rosto dolorido. Suas lágrimas já saíam em abundância e ela parecia não saber o que dizer... Jogou-se de joelhos no chão e tornou a falar.

- Eu só queria que... Que vocês não sofressem. A sociedade não é tão fácil quanto parece... Vocês seriam tratados como monstros, pecadores... criminosos. Eu queria que... Vocês tivessem uma família, me dessem netinhos, vivessem felizes, como pessoas normais. — Tornou a chorar — Nesse tempo todo, eu pensei no bem de vocês, na felicidade. Achei que fazendo isso vocês iam se tocar de que era tudo besteira e não passaria de uma fase. Achei que com o passar do tempo, vocês esquecessem de que isso aconteceu e fossem viver uma vida digna. Porque eu pensei que era melhor sofrer um pouco agora e depois ser feliz, do que sofrer sempre, por culpa do que os outros pensam. Mas... eu acho que ainda assim, vocês querem arriscar, não é?

Eu não estava entendendo nada. Na verdade, eu acho que estava entendendo tudo, não sei... Simone finalmente nos revelou o motivo disso, ou será fingimento... Ela queria o nosso bem? Era isso? Ela não queria ferrar com a gente? O que tá acontecendo, por que eu to me sentindo culpado?

- Isso quer dizer que... — Bill também estava confuso. Andréia que estava quieta lá do lado parecia mais confusa do que todos.

- Isso quer dizer que vocês podem voltar para casa e... — Ela se levantou, limpando os olhos — Arriscar. Tornar esse... amor, possível...

Bill levou suas mãos á boca não acreditando naquilo. Eu dei um passo pra trás assustado com tudo. Tão repentino.

Simone deu um sorriso e abriu os braços um pouco hesitante. Mal vi Bill passar por mim e abraçá-la. Logo eu fui também, apesar da minha ficha ainda não ter caído.

Ela nos apertou contra o peito e começou a pedir desculpas.

- Desculpa, desculpa, eu... perdi a cabeça... — Ela suspirou — me desculpem.

- Tá tudo bem... mãe! — Bill tinha mesmo um coração bom. Não sei se eu conseguiria dirigir essa palavra á ela tão rápido...

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Bom, depois do ocorrido, e daquela emoção toda, nós voltamos pra casa. Mas não perdemos o contato com Andréia.

Bom, por respeito a nossa mãe (pois é), nós não fazíamos nada de anormal na frente dela.

Tudo parecia estar indo bem, eu ainda não havia feito amor com Bill, era uma coisa que esperaria mais, pois seria perfeito.

Nós estávamos no quarto dele, vendo TV e se beijando. Ele estava ao meu lado, com suas pernas em cima das minhas, praticamente em meu colo. Nós trocávamos juras de amor e coisas assim. Mas... Bill estava estranho. Parece que havia algo que ele não tinha me contado. Ou, pode ser só impressão minha. Mas, não custa perguntar...

- Bill... — Ele olhou para mim — O que está acontecendo? — Já disse que ele não sabe mentir? então. Ele me olhou um pouco assustado, tentando esconder o espanto da pergunta repentina. Sinal de que tinha sim, acontecendo algo com ele.

- Ué... como assim?

- Você está estranho... Aconteceu alguma coisa?

- Claro que não Tom... Tira essa idéia da cabeça.

Ele disse fingindo despreocupação e voltando a me beijar, um pouco mais fervosamente. Bom, eu esperaria, uma hora ele me falaria...

No outro dia, na hora do café da manhã, Gordon e Simone já estavam na mesa, nos esperando para o café. Nós descemos e nos sentamos de frente para eles dizendo um 'bom dia' animado. Bom... da minha parte. Bill estava um pouco amoado.

Nós nos servíamos e Bill estava sempre olhando para baixo. Havia algo errado com ele. Gordon olhava para ele e ele desviava o olhar. O clima estava meio tenso e Simone também parecia não entender nada.

Meu celular tocou e eu subi correndo para atender.

- Tom, eu preciso falar com você, urgente. Desde aquele dia eu tenho algo pra te contar.

Era Andréia. O que seria isso? Nós marcamos um lugar para se encontrar e eu me arrumei. Bill entrou no quarto, perguntando-me onde eu ia.

- Bill, a Andréia me ligou desesperada agora a pouco. Eu vou ver o que aconteceu, será rápido, ok?

- Tom... mas, a mamãe vai sair... — Ele me olhava com súplica.

- Eu sei, mas Gordon ficará, você não vai ficar sozinho. — Dei um selinho em seus lábios e fui correndo em direção ao parque.

Quando cheguei lá, Andréia já me esperava. Nós nos sentamos em um banco e ela começou a falar...

- Tom, fica calmo tá. O que eu vou dizer é um pouco... delicado. — Eu assenti, preocupado. — Quando, nós fomos ao apartamento que o Bill estava, naquele dia... Eu, quiz sair de cena e fui para o quarto. — Eu ouvia tudo atentamente, então o assunto era sobre Bill... — E... eu sou um pouco mexilona, então eu não aguentei quando eu vi um caderninho ali, em cima da cama. Tom... — Ela respirou — Era o diário do Bill. E... eu li. Tom... — Ela começava a chorar — Aconteceram coisas horríveis com ele...

Meu coração já estava acelerado, e uma raiva de não sei o quê já me possuía.

- Fala logo Andréia!

- Tom, o seu... O Gordon... Ele... ele obrigava o Bill a fazer... a fazer sexo com ele!

Notas finais
Bill: HIAHIAHIA' Você viu Tommy? As leitoras não comentam mais na fic, roubamos o espaço da autora, bem feito pra ela ¬¬
Tom: Poisé.. deixa eu ver aqui... *coloca um óculos e dá uma olhada nuns papéis* Achei! Deixa eu ler: Caham ~tosse~ ''AUHSAUHSAUHS Notas finais melhor que o capítulo. Ass: Amy89''
Bill: ALOOOOOCO RIARIARIA~
-¬¬' Vão se foder vocês dois.. ainda têm gente que curte a fic, TÁ? humpf.
Tom: Aham..
Bill: Huuum..
Tom: Bill, vamo se foder?
Bill: Ah não, eu to com fome agora, acho vou fazer um miojo.
Tom: Ué, você não quer leite? o.O
Bill: ¬¬'
Tom: Faz um pra mim *-*
Bill: NO NO NO *cantando igual a Amy Winehause*
- Geeente, eu queria agradecer à todas as reviews, mesmo que a maior parte delas nem fale sobre a fic, eu amo elas (e principalmente o tamanho delas G-G)Quanto maior melhor =DD
Bill: É.. eu que o diga 66'
Tom: O que?
Bill: Quando maior melhor 6'
Tom: Huuuuum vem cá Billicious.
Bill: Lembrei de uma música.. *Fergalicious**Biu no meio de um monte de bolo*
Tom: Ah man, fica de quatro e cala a boca...
Bill: Tá, mas tem que ser uma rapidinha de três minutos, senão o meu miojo vira sopa :S
~3 minutos depois~
Tom: Bill, eu vou.. ta quase...
Bill: *levantando* Meu miojoooo *sai correndo*.
Tom: O-O E-ele me deixou na mão *cry*
- Se fodeu
Tom: AINDA não *bate bate bate* AAAAHHHHH *carinha de extase*
- o-O

Bom gente, é isso ae. Comenta, favorita, me followa, recomenda, dançe, coma bolo e seja feliz =DD