The Brotherly Sin.

10 Chapter X - The plan of love.


Notas iniciais
IAAAAHAHAHAHAHA'Suas leitoras mocorongaaas =DDDDDPutz cara, eu nem pensei que ia ter tanta gente me apoiando em relação ao que eu disse nas notas anteriores (provas e o menino). Pow men, valeu mesmo gente..Tipo, aquele viado descobriu que eu gosto dele.. Ta um rolo fodi** aqui, e eu to ficando com um outro garoto *-* Eu acho que vou namorar :BBNyaaah, obrigada pelas reviews povoo *0*Boa leitura =D

Olhei para minha 'mãe' e fui para meu quarto. Ela me seguiu.

- Filho... é para o bem de voc...

- Cala a boca! — A interrompi — E eu não sou seu filho! — alterei meu tom de voz, a fazendo chorar mais.

Em outra época, o indivíduo que fizesse minha mãe chorar levava na cara. Olha só... como as coisas são...

Em menos de um ano aconteceram tantas coisas... E a razão de tudo isso é... amor. Essa palavra nunca havia feito sentido na minha cabeça, nunca a entendi e muito menos acreditei. E pensar que ele veio como uma tacada bem na minha fuça, e da pior maneira possível. A pessoa que esteve junto de mim por todos esses anos, a pessoas que eu havia perdido a afinidade com o passar do tempo, mas estavamos sempre juntos. Essa pessoa, Bill Kaulitz, foi a vítma desse amor que, agora, eu posso dizer com certeza que eu sinto, e posso até descrevê-lo.

Bill... Não me separarei de você, nossos corações estão ligados, nossas almas e principalmente, nosso sangue. Uma conexão pecaminosa que nos une eternamente.

Eu procuro entender o lado da Dona Simone. Mas eu não consigo. Eu imagino que deva chocar ver seus dois filhos nessa situação, mas eu acho que ela foi longe demais. Ela não é assim, tão fria. Minha mãe não 'era' assim...

O objetivo da nossa separação foi a esperança de que um dia encontremos um novo amor. Bobagem, isso não vai acontecer. Meu coração foi com o Bill, e ele deixou o dele comigo.

Não sei se será possível ficar um ano longe dele. Não, eu vou achar um jeito. Nos encontraremos o quanto antes, e, quando isso acontecer, eu vou dar todo o meu amor ao Bill. Todo o tempo perdido será recuperado, e, palavras de afeto serão trocadas e nós, pela primeira vez faremos amor. É assim que vai ser.

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Já faz uma semana. Uma semana que estou longe do Bill, praticamente trancado nesse quarto de hotel, só. Dona Simone Virá aos fins de semana, junto ao Gordon. Fazem isso com Bill também. Não estamos tão longe um do outro. Mas o acesso é praticamente impossível, é como se estivessemos ambos encostados numa única parede, gigante e inquebrável, não podemos conversar, nem nos ver, mas estamos a um passo do outro.

Não consigo sair deste lugar, deste bairro. Há sempre alguém para impedir, e todas as minhas tentativas de fuga foram humilhantemente frustradas. Não tenho como me comunicar com ele. Sem computador, sem seu número de celular, sem nada. Fico imaginando o que ele está fazendo, em que está pensando...

Minha vida parece não fazer sentido. Todas as vezes que eu saio, é a mesma coisa. Muitas meninas, gatinhas, oferecidas, dando mole e achando que eu sou gay, por recusá-las. Bom, elas entenderiam se eu dissesse que estou apaixonado. Mas eu não digo nada, afinal... Elas estão certas, eu sou gay.

Não há mais nada que possam fazer para tentar provar ao contrário. Bill entrou na minha vida de uma maneira estranha, me fez ficar estranho e saiu de forma estranha. Fez-me ficar estranho pelo fato de eu ter descoberto o amor. A minha brocha repentina por mulheres e todas essas coisas de filme.

Hoje é sábado, e acredito que logo aqueles dois irão entrar por essa porta.

- Oi querido... — Poisé, não deu outra.

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Segunda semana de julgamento. Vamos deixar tudo mais emocionante: Falta um mês para acabar as férias, minha vida se resume em ver TV, dormir, dar uma volta, ver TV, e dormir. Todos os dias nessa exata ordem. Claro que eu como também, mas muito menos do que antes, minha 'mãe' disse que eu to magrinho. Quase mandei ela á merda.

Ela veio aqui denovo, e foi a mesma coisa...

Mas algo aconteceu. Eu conheci uma garota.

Não, ela é homosexual. Aliviado, caro leitor?

Poisé. Certo dia estava sentado na praça e ela sentou do meu lado. Ela é bem gata, e eu pensei que estivesse flertando. Mas não, nossa primeira conversa foi deveras amigável.

- Você não gosta de aranhas, não é?

... Deveras amigável. Aranhas... Não eu não gosto delas, um trauma de infância talvez. Calma! Aranhas? Como assim aranhas?

- Como? — Olhei para ela com dúvida, pela pergunta... duvidosa.

- Aranhas, você tem cara de quem não vai com a cara delas.

Ela tava se achando a esperta. Mas mesmo eu sendo um pouco lerdo, eu entendi o que ela queria dizer.

- Eu já fui um grande adorador das aranhas...

- Mas o fato de você não ser mais, não quer dizer que aderiu aos répteis, não é? — Sim, ela estava falando das cobras.

Essa moça é vidente? Sabe mais da minha vida do que eu... O que há com ela?

Depois dessa ultima frase que ela pronunciou, eu a olhei sorrindo, a fazendo entender que tinha razão.

- Meu nome é Tom.

- Sou Andréia! — Me cumprimentou com um sorriso simpático.

Depois de conversarmos um pouco, eu percebi que tínhamos muito em comum, e ela me contou sua história. Ela namorava uma garota, mas esta estava viajando. Sua história, ao contrário da minha estava dando certo e um final feliz era quase inevitável. Ela me inspirava confiança, e não me importei de contar minha história à ela.

- Estou apaixonado por um garoto... Mas agora ele não está comigo. — óbvio que ela não entendeu nada, e eu decidi detalhar um pouco — Ele veio para a minha escola na metade do semestre, com o passar do tempo, nossa convivência foi tornando-se mais frequente. Eu me vi apaixonado por ele, e ele afirmava gostar de alguém... — Eu sorri, lembrando de tudo, ela ajeitou-se no banco, interessada na história. — Então, certo dia caiu minha ficha, e o nosso primeiro beijo foi na escola — Eu estava resumindo o possível, queria logo chegar ao final — Mas, uma vez, pessoas que não deveriam saber da gente, acabou presenciando um dos nossos momentos... Duas vezes, antes de nos separar... Além da despedida. — Ela não tava entendendo nada denovo, então eu olhei para os lados e a encarei. — Essas pessoas eram... nossos pais.

Sua boca entreabriu-se instantaneamente e seus olhos arregalaram-se, parecia que queria dizer alguma coisa, mas não saia nem uma vogal. Eu entendo... entendo mesmo.

- Mas, eles são tão preconceituosos a ponto de separar vocês?

- Sim...

- Se eu pudesse eu matava todos os homofóbicos!

Olhei para ela um pouco confuso.

- Mas eles não tinham tanto preconceito contra homosexuais...

- Mas então... Por que separaram vocês?

- Por causa do incesto! — Falei óbvio.

Ela pulou do banco e caiu no chão, seus olhos quase saltavam das orbitas e eu não entendia o porque do espanto.

- V-v...vo...vocês são... irmãos? — O que? ela ainda não tinha entendido? Merda de guria burra!

A olhei com uma cara óbvia, ela tentava processar minhas palavras, logo depois se sentou ao meu lado novamente, ainda confusa. — Você podia ter me falando antes né... nossa — ... mas eu falei, não falei?

- Mas eu disse, que quem tentou separar a gente foram nossos pais. — Ah tá, aí caiu a minha ficha. ''Nossos pais''... dá a entender que eram os meus e os dele. Hum... mas agora já era.

Bom, e foi essa nossa primeira conversa, eu fui ficando mais amigo dela e ela resolveu me ajudar, a frase que mais marcou foi: "Você verá seu irmão entes das férias acabarem". Eu daria todos os meus skates pra ela se ela fizesse isso.

Terceira semana. Era sábado denovo e minha mãe chegou. Para sua surpresa, Andréia estava lá. Sim, nós já combinamos tudo. Ela estava na cama comigo vendo TV, deitada em meu colo. Dona Simone ficou tão feliz que até deu um gritinho ridículo chamando Gordon para ver aquilo.

- Mãe, — Fiz questão de chama-la assim, tudo pelo Bill — Essa é a Andréia, minha namorada.

- Prazer, Dona Simone. — Andréia fazia teatro, ela estava se formando. E como uma ótima atriz, não podia voar no pescoço da minha mãe, que era o que ela disse que queria fazer.

Depois de um tempo ali, conversando, nós fomos almoçar. Hora da parte dois do plano.

- Mãe, se não se importa... Eu gostaria de contar eu mesmo para Bill sobre Andréia. Acho que ele ficaria muito abalado, então... Eu não queria que você falasse nada, tudo bem? — Eu disse pegando em sua mão. Andréia estava sentada do meu lado e Gordon de frente pra ela, ao lado da Simone.

- Olha... — Ela hesitou um pouco, olhou para Gordon esperando alguma ajuda, e sua resposta foi um pequeno movimento positivo com a cabeça, então ela voltou a me olhar — Tudo bem, amanhã está bom pra vocês?

Eu e Andréia assentimos.

Esse foi o dia que eu dormi mais tranquilo de todos, aqui neste hotel. Logico que eu agradeci a Andréia até ela me mandar tomar no cú.

Domingo.

Sete horas da manha eu já estava pronto. Lá pelas oito, Andréia chegou e esperamos pelos meus pais.

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Gordon dirigia, Simone estava ao seu lado e eu ficava dando aqueles sorrisinhos falsos para Andréa que falsamente me retribuía.

E finalmente chegamos ao predio em que a pessoa mais importante para mim estava hospedada. Segundo Simone, ele já sabia da minha chegada, mas ela não entrou em detalhes. Na certa ele sabe que estou tramando alguma coisa. Ele vai se imprecionar comigo e dizer o quanto eu sou sagaz.

Dona Simone abriu a porta e nós quatro entramos. Bill estava sentado no sofá.

Lindo.

Quando me viu veio correndo me abraçar. "Tommy"

Perfeito.

Tinha mais uma parte do plano a ser cumprida, e eu não podia falhar agora. Olhei para ele com uma feição triste e pertubada. O afastei.

O jeito que ele olhou para mim, com medo, confuso. Me deu pena. Me deu vontade de pegar ele e sair correndo. Gordon e Simone ainda estavam ali. O olho da nossa mãe brilhava. Maldita.

- Bill... eu, tenho que te contar uma coisa. — Ele estava assustado, e imediatamente olhou para Andréia. — Mãe, pai, será que vocês podiam... nos deixar a sós?

Simone assentiu e disse que a tarde voltaria para me buscar. Quando ela fechou a porta eu voei no pescoço de Bill com um abraço tão forte que ele quase caiu pra tráz. Desfiz o abraço, peguei seu rosto com as duas mão e beijei todos os pontos, até chegar a boca, onde depoisitei vários selinhos. Nisso, Andréia já não estava mais no mesmo cômodo que o nosso, ela era folgada, devia estar no quarto.

- Bill, eu tava com tanta saudade. — Não contive minhas lágrimas e elas escorreram para o pescoço dele.

- Tommy... — Senti as suas no meu pescoço também. — Eu... não tô entendado nada, eu...

- Shh.. — Coloquei o indicador em seus lábios — Me dá um beijo, que depois eu explico melhor.

Bill sorriu e nós nos beijamos. Sentir a textura daqueles lábios era realmente ir ao paraíso, é uma coisa que eu nunca vou enjoar. Três semanas longe dele... Foi tempo demais, eu precisava senti-lo, toca-lo, dizer pra ele o quanto o amo e o quanto senti sua falta.

Findamos o beijo por causa do maldito oxigênio. Dei mais um abraço nele e sussurrei em seu ouvido que amava ele, sucessivamente.

- Eu amo muito mais!

E nos beijamos denovo. Demoraria um pouco para matar a saudade dele.

Levei-o até a parede. Coloquei um braço de cada lado de sua cabeça e voltei a beija-lo. Nossos corpos se aproximavam cada vez mais. Passei uma mão por seu rosto até chegar na nuca, onde agarrei seu cabelo um pouco forte, o fazendo gemer. Minha outra mão, foi descendo por suas costas até chegar em sua cintura. Apertei com força, puxando-o para ainda mais perto. Suas mãos já se encontravam dentro de minha camisa, arranhando meu peitoral e minhas costas com aquelas garras felinas. Eu também já gemia, e isso o excitava, visto que eu já podia sentir sua ereção colidindo com a minha.

O ar se fez nescessário mais uma vez e eu ataquei seu pescoço. Ouvia seus gemidos roucos perto da minha orelha, o que me incentivava a continuar. Minha mão que estava em sua cintura, desceu para sua traseira apertando com força, o que resultou num quase gritinho do meu irmão. Logo minha mão foi até sua perna, levantando-a o suficiente para adquirir mais contato.

Andréia estava ali, vendo tudo. Seus olhos estavam arregalados e sua boca em formato de 'o'. Ela com certeza estava gostando disso.

- Tommy... va... vamos conversaaaah — Quase não concluiu a frase, deixando um gemido um pouco mais alto escapar.

Eu sabia que se continuássemos, nós iriamos mais longe do que da última vez. Tudo bem que eu estava louco para que isso acontecesse, mas não desse jeito, e nem ali.

Aos poucos, fui desfazendo o contato, ainda relutante.

- Desculpa Bill... Mas você é muito gostoso. — Eu disse sorrindo. Ele retribuiu, mas envergonhado.

Depois de algum tempo, nós três já estavamos no sofá e eu comecei a explicar o plano à Bill.

- Bill, Esta é Andréia. — Ela sorriu e Bill retribuiu, simpático. — E... nós fingimos ser namorados. — Bill arregalou os olhos, mas não disse nada, esperando eu continuar. — Ontem, a Simone viu ela deitada na minha cama, aí eu apresentei-a como se fosse a minha namorada. Ela ficou toda feliz, era de se esperar, né... — Bill assentiu e continuou prestando atenção. — Então, nós fomos almoçar, e eu pedi á ela que me deixasse contar pessoalmente que eu estava apaixonado por outra. Por incrível que pareça ela entendeu e me deixou vir contar. — Eu sorri abrindo os braços e Bill correu para meu colo me abraçando.

- Andréia, muito obrigada. Eu nem sei como agradecer... — Bill disse emocianado.

- Ah, que é isso... Eu não podia ficar sem fazer nada depois de ouvir a história de vocês dois. Eu já passei por algo... ''parecido'', então eu sei mais ou menos como é ter um amor e nem todomundo entender...

- Algo parecido?

- Sim... a diferença é que ela não era minha irmã... — Ela deu uma risada boba, nos contagiando.

- Mas então Tommy... o que acontece agora?

- Então, é o seguinte: Você tem que fingir estar extremamente abalado... Na foça mesmo. Aí você arranja uma namorada. De mentira, é óbvio...

- Peraí, onde eu vou encontrar uma pessoa como a Andréia, que me ajudaria assim, do nada?

- Então, ela tem uma namorada, que volta de viagem nessa semana, não é? — Pedi confirmação para Andréia e ela assentiu. Bill fez uma expressão de que finalmente tivesse entendido. — Aí, bom... Nós falamos com a 'mamãe', nos desculpamos por tudo de 'errado' que fizemos e falamos que queríamos voltar a viver juntos e blá blá blá... Não tem como dar errado.

- ... — Bill ficou me olhando com uma cara um pouco indignada, que eu não entendi — Foi... você que pensou nisso? — Ah tá...

- Er... não, foi a Andréia — Eu disse olhando para baixo.

Bill se rachou de rir, ele me conhece mesmo, e sabe que nem em mil anos eu pensaria num plano que tivesse chances de dar certo. Por mais idiota que seja, como este por exemplo.

- Este foi o plano mais babaca que eu já ouvi.

Quem?

Nós três olhamos para trás ficando de pé, e lá estava a dona da voz. Simone.

Notas finais
-Well, esse capítulo tá tão chulo que eu até tive vergonha de postar D: Bill: HEHE' Ninguém curtiu seu cap anterior, bem feito u_U Tom: Ah, eu gotei, teve mini-pegação 66' Bill: Ah Tommy, a gente se pega tododia, o dia inteiro e vc fica feliz com essa 'mini-pegação' ¬¬ Tom: Ah.. poisé.. vem cá 66' Bill: NÃO, agora não quero u-u Tom: 'o' Bill: U-G Tom: To com fome, vamo bolá um funk? Bill: Opa, só se for agora.. Tom> To com fomeeee, quero leiteee, eu assumo uma pipoca me sacodee Bill> QUERO UM CROQUETEEEE COM MAIONESEEE (fazendo a coreografia) - PUTZ, essa música não sai da minha cabeça man --' Pra quem não conhece (se é que alguém não conhece) digita 'larica dos mulekes' no youtube =DD Notafinalfail. Ah, e ninguém tinha capa, então eu coloquei essa, mas no dia que eu aprender a usar photoshop eu faço uma bem legal :B Bill: Oh TOMMYY, QUE FOME É ESSA? Tom: A larica ta batendo forte Bill, foi mal 6' Bill: TOM TOM, o que acontece quando você pisa num comprimido de viagra? *trollface* (Bill está pelado, sentado no Tom e lebrou da piada) Tom: Humm, o comprimido amaça? Bill: Nããão. Tom: O que é então? '-' Bill: O tênis come a meia RIARIARIARIARIAAA'' Tom: '-' Bill: AUHSAUHSUSAHAUSHAUSHAUSHAUSHA xD Tom: .-. -...feliz páscoa (atrazado) e morte do Osama para todos vocês =DDD