The Brotherly Sin.

8 Chapter VIII - Busted and Forgiveness.


Notas iniciais
Ah gentee, obrigada mais uma vez mas... Cade o resto dos leitores? ç.ç Vocês sumiram.. "/
Mas tudo bem, vocês vão voltar, né =DDD
Então, esse cap ficou pequeno porque eu não quero acabar a fic logo.. Tipo, quem sabe ela não passe do capítulo 10 o.o Poisééé *--* E vai ter um cap de agradecimento e QUEM SABE um extra?? =DD
Não me matem e não matem ninguém da fic também, okay? UHSAUSHAUA'
Boa leitura =D

Nos sentamos um de frente para o outro, encostados em àrvores no meio daquele bosque.

-Tom.. — Bill começou — O que... o que está acontecendo? — Sim, eu sabia do que ele estava falando e sabia que mais cedo ou mais tarde essa pergunta seria feita.

-Como assim? — Eu queria adiar aquela conversa, mas parecia que não iria dar. Não agora.

- Entre nós... — Bill não achava as palavras certas.

-A gente tá tendo um caso! — Falei sorrindo, apenas para ver sua reação.

-Eu to falando sério — Ele me jogou uma pedra. Eu realmente tinha pensado que ele ia levar aquele comentário a sério.

-Olha Bill... Eu sei que nada disso é certo, sei que é pecado e... Bill... — Eu o encarei — Eu não sei responder sua pergunta. — Disse convicto. — Mas eu sei que eu estou perdidamente apaixonado — Disse por fim.

Ele sorriu e engatinhou até mim, parando de joelhos em minha frente.

-Você me ama? — E mais uma vez aquele pergunta foi feita. Mas a diferença, é que agora eu tinha a resposta, bem na ponta da minha lingua.

-É claro que amo... — Disse como se fosse óbvio porém, não o fazendo entender o tipo de amor que era. Ele olhou para baixo, com uma feição triste. Eu levantei seu rosto segurando seu queixo e o encarei — ...de todas as formas possíveis! — Ele abriu um sorriso... inexplicável. Encostei meu nariz no seu, depois a testa e ficamos assim por um tempo, sentindo a respiração quente, um do outro. — Amo como eu nunca amei ninguém. — Disse isso e selei nossos lábios.

Mesmo com os lábios colados aos meus, Bill não parava de sorrir. Eu podia sentir a felicidade que o consumia naquele momento, pois acredito que era a mesma que a minha. Pedi passagem que foi cedida sem hesitação alguma e o beijo formou-se calmamente. Bill foi se aproximando aos poucos até que sentou no meu colo, com uma perna de cada lado do meu corpo e ajoelhado, sem descolar nossos lábios. Isso me fez gemer baixo, já que meu baixo ventre já se encontrava... desperto.

O beijo que havia se formado calmo, agora estava urgente e agressivo. Eu apertava sua fina cintura com força o fazendo ofegar pesadamente. O ar se fez necessário e nos separamos com uma distância consideravelmente pequena. Nos encaramos e os olhos dele estavam pretos e brilhavam em luxúria. Avancei em seu pescoço, um ato inesperado da parte de Bill que agora gemia baixo perto do meu ouvido.

Sem nem ao menos pensar, minha mão foi de encontro à sua ereção já formada. Bill deu um gritinho com foz alterada, o que me deixou mais 'feliz' ainda. E a ele também.

Num movimento rápido e até um pouco hesitante, Bill se afastou de mim, com aqueles olhos contornados de preto quase saltando das orbitas refletindo o espanto, que até então eu não sabia do que.

Na hora pensei que estavamos indo rápido demais e por isso ele se assustou, eu ia me desculpar, estava apenas escolhendo as palavras. Foi quando percebi que ele não olhava para mim, e sim para algo — ou alguém — um pouco acima. Uma aranha talvez? Poisé, eu estava torcendo, com todas as minhas forças para que fosse mesmo uma aranha. Uma inofenciva aranha. Que eu apenas mataria e pronto.

Eu já estava entrando em desespero, o tempo podia parar naquele momento. Quem sabe eu não pensaria numa boa desculpa para dizer àqueles dois seres atrás de mim.

Sim. Dona Simone e Senhor Gordon estavam ali. Bem ali.

Pulei para o lado do Bill, que ainda se encontrava com a mesma feição de desespero. Que não se diferenciava muito da fisionomia da nossa mãe. Ela estava branca e com a respiração pesando sobre o ambiente onde somente isso podia ser ouvido. Além do vento, que batia com certa violência nas folhas das àrvores, que testemunhavam toda a cena.

Gordon segurava nos ombros dela. Eu não via seu rosto, estava de cabeça baixa.

Meu coração estava acelerado, e me vinha a mente muitas coisas. Porém nada era sensato. Eu não concluia nada, meus pensamentos estavam à mil e me faziam suar de nervoso. Não podia imaginar absolutamente nada do que aconteceria daqui pra frente. É claro, eu ja tinha uma idéia. Muitas na verdade, mas nenhuma parecia ser boa, ou pelo menos aceitável. O que eles fariam conosco?

Simone ainda nos olhava de uma maneira que não há como descrever. Ela estava atônita, impressionada, puta da vida, de cara, surpresa, quase tendo um treco. Tudo junto.

Depois de algum tempo — que pareceu mais uma eternidade — ela apenas virou-se, empurrou Gordon e saiu andando, acredito que para o carro. Gordon a seguiu, sem nem ao menos olhar para nós.

-Ma-mamãe... — A voz de Bill saia quase por um fio.

-Bill... — Eu olhei para ele temendo que acabasse tudo agora.

Não seria justo comigo de agora, justo agora que parecia que tudo ia dar certo...

Bill olhou pra mim com uma feição triste. Eu estava com medo. Muito medo do que ele viria a dizer. Era agora, com certeza nós nos afastaríamos pra sempre, ou por um determinado tempo, dependendo do que Bill falasse.

- Tommy, eu não quero me separar de você! — Ele pulou em mim e me agarrou.

Fiquei estático, a ponto de nem retribuir o abraço. Eu realmente não esperava essa reação dele. Meus olhos inundaram-se e as lágrimas escorreram. Senti muitas delas por meu peito também, além de soluços.

Peguei seu rosto com ambas as mãos e segurei firme para que ele olhasse para mim.

-Bill! Nada, nem ninguém vai nos separar. Eu prometo! — Disse com convicção e fitando seus olhos marejados que agora ganhavam um brilho diferente.

-Tommy! — Ele afundou seu rosto, agora molhado pelas lágrimas, em meu pescoço me causando arrepios. Não era momento para pensar nisso, mas... É dessa maneira que eu queria ficar com Bill, para sempre. Juntos.

Minha frase havia saído de meus lábios com convicção. Mas eu ainda estava temeroso. Não fazia idéia do que poderia ser feito, do que iria acontecer. Eu prometi que ficaríamos juntos. E faria de tudo para cumprir esta promessa.

Sequei suas lágrimas e as minhas e fomos em direção ao carro. Mas ele não estava mais lá. Eles haviam ido embora sem a gente. E eu podia jurar que, essa era a primeira das muitas coisas que iriamos ter de passar juntos, para, dessa forma, ficarmos. Pra sempre.

Sexta-feira. Acordamos e fomos juntos para a escola. Não trocamos uma palavra sequer em relação a ontem, fingíamos que nada havia acontecido. Apesar de que, no fundo, toda aquela confusão não saía da minha cabeça.

Depois do ocorrido de ontem, nós voltamos para casa de taxi, já que de ônibus não chegaríamos nem até a metade do caminho.

Quando chegamos nossos 'pais' estavam discutindo alguma coisa que, quando nós entramos, foi cessada. Nem nossa mãe e nem Gordon nos encarava. Não dissemos nada também e fomos para nossos quartos sem antes nos despedirmos. "Tá tudo bem, boa noite" Eu disse dando um beijo na testa de meu irmão, ele sorriu de canto e foi em direção ao seu quarto.

Bom, na escola não estamos fazendo quase nada, já que as últimas provas já haviam sido feitas. Agora era só esperar por uma possível recuperação. É claro, só eu, o Bill não.

Eu tava indo comprar lanche pra mim e pro Bill quando o Matt vai lá falar com ele. E eu de olho, mas acho que eles não sabiam. Quando eu voltei, Matt não estava mais lá. Entreguei o lanche de Bill e esperei para ver se ele falava alguma coisa.

-Tom... O Matt veio aqui pedir desculpas, e disse que depois falaria com você. Disse que tentou te ligar mas você não atendeu.

-Hum... — Não fingi desinteresse. Eu estava realmente desinteressado. Continuei comendo meu sanduba.

-Er... — Acho que deixei Bill sem graça, então encarei ele nos olhos, dando atenção ao que ele viria a falar — ele disse que não tem mais o vídeo... E que era mentira a história de você ter espalhado para todos.

Olha só... Não é que bater nele resolveu mesmo? Deve estar arrependido. Ou tramando mais alguma... Já não basta meus problemas.

-Acredita em mim agora? — Dei um sorriso vitorioso.

-Idiota, eu já disse que acreditava... — Ele jogou uma alface em mim. Sim, uma alface...

-Sabia que... Eu te daria um beijo agora se não tivesse tanta gente? — Há, eu queria muito ver sua reação, eu até mexi meu piercing enquanto falava...

E ele sem graça é a oitava maravilha do mundo cara... Ele ficou vermelho na hora e tratou de tomar seu suco todo de uma vez.

-Igualmente — Disse isso com um sorriso malicioso e saiu.

O Bill é foda. Eu não esperava que ele dissesse isso.

Eu tava lá no vestiário depois da ultima aula, que era educação física, quando o Matt vem falar comigo.

-Tom... eu... — Ele não olhava diretamente para mim. — Eu queria ir embora com a consciência limpa, então eu vim me desculpar com você, dessa palhaçada toda que eu fiz, que acabou estragando a nossa... amizade.

-Ir embora?

-Sim, meus pais vão... me internar.

Eu não sabia se eu consolava o cara ou seilá... Ser internado deve ser foda. Imagina o tanto de drogado com crises de abstinência devem ter por lá...

-Nossa véi, que foda... Mas, seilá, por mim ta tudo bem, e você já falou com o Bill né... Então ta beleza...

-Cara...você nem deve fazer idéia do porquê de eu me drogar né...

-... Não. Por quê? — Vai, dessa vez eu tava interessado.

-Cê tá ligado que eu... que eu sou... né?! — Ele quis dizer gay, eu consegui mesmo entender, então assenti. — Então... Eu acabei ficando afim de um cara aê... e tipo, eu nem tinha chance com ele sacas? Ae uma vez aê ele disse que era afim de mim e que ia ficar comigo, mas eu tinha que experimentar uns baguio lá. E, bom... — Ele deu um sorriso de desgosto — Aí você sabe o resto né... Daí, depois, eu conheci o Bill e achei que eu ia sair desse mundo se eu ficasse com ele... Mas... enquanto eu tava tentando conquistar o garoto, eu me afundava mais e mais... E acabei fazendo tudo errado. — Agumas lágrimas já podiam ser vistas descendo por seu rosto — Mas então é isso cara, foi mal mesmo.

-Que é isso... Você bem que podia ter me contado, seilá. Quem sabe eu até poderia ajudar...

-Nem cara... O negócio é realmente complicado de sair, por isso vão me internar. Eu meio que pedi por isso saka?

-Hum... Er, sobre o Bill... Não se preocupa que, eu to cuidando dele.

-Ah cara, eu nem me preocupo, só aquela surra que eu levei já me fez entender que ele vale muito pra você né. Acho até meio... seilá...

-Meio? — Eu precisava saber do que exatamente ele estava falando.

-Ah, seilá cara. O Bill, sente algo muito forte por você... O jeito que ele falava, às vezes ele perdia o olhar e logo comentava alguma coisa sobre você... E você também... tinha dias que só falava dele.

-Er... você não tá querendo dizer que...

-Aham, eu to sim. Mas é só uma hipótese minha cara, eu nem comento com ninguém.

Bateu o sinal.

-Não é uma hipótese. — Eu disse por fim dando às costas e indo em direção à saída.

Eu ainda não havia beijado Bill nesse dia. Ele estava lá na saída me esperando.

-Falei com o Matt...

-E aí?

Bom, eu expliquei pro Bill e não deixei de contar a última parte do assunto, a da hipótese. Bill ficou com vergonha, mas acabou rindo da situação. Podia não parecer mas estávamos temerosos agora que nossa casa se aproximava. Eu sentia a tensão dele pela maneira com que ele apertava minha mão.

Simone e Gordon não estavam em casa, certamente trabalhando, ou não. Desde o ocorrido eles não trocaram uma palavra sequer conosco, e isso não nos aliviava nem um pouco. Pelo contrário.

Tirei a roupa que eu fui pra escola e fiquei lá no meu quarto, não queria correr o risco de estar na sala quando eles chegassem. Não demorou muito e Bill batia na porta pedindo licença. Que foi, obviamente, concedida.

Eu estava deitado de barriga pra cima, apenas com uma calça de moletom, e com os braços crusados atrás da cabeça. Bem aquela pose de quem quer pensar na vida mesmo...

Bill estava com uma camiseta branca gigante — sim, era minha — que chegava até a metade da coxa, onde a bermuda preta cobria suas belas pernas até um pouco abaixo do joelho.

Ele não disse nada. Caminhou até mim — sem tirar os olhos dos meus músculos — subiu na cama, colocou um joelho de cada lado do meu corpo e debruçou-se em mim.

É claro que eu já tava feliz, acho que desde que ele entrou no quarto, com aquele olhar sexy de predador eu já estava assim. Apesar de eu acreditar fielmente de que ele não passa de uma presa. Uma bela presa.

No que ele se debruçou sobre mim, aproximou seu rosto do meu em uma distância quase inotável. Sua respiração quente colidia com a minha e ele não me beijava nunca. Todas as vezes que ele ameaçava fazê-lo, eu ia seco e ele recuava, soltando mais uma daquelas risadinhas, irresistíveis.

Segurei forte em sua cintura e inverti as posições. Ele tomou um susto na hora, o que me fez sorrir. Aproximei meu nariz de seu pescoço e rocei-o ali levemente, o fazendo arrepiar. Depois eu passei a língua ali bem devagar, causando arrepios ainda maiores nele. Logo eu já tava quase arrancando pedaços daquele pescoço perfeito, cheiroso e irresistivelmente comível.

Eu chupava, lambia, beijava, mordia e arrancava gemidos cada vez mais excitantes daquele ser perfeito.

Nossas ereções já estavam despertas, e queriam sair dali, naquele momento. Tirei sua camiseta e fui descendo meus beijos pelo peitoral magro dele até chegar naquela estrela que eu tanto desejava. Olhei-a por alguns segundos e ataquei. Bill gemeu alto a essa hora, certamente lá era um de seus pontos fracos.

Ainda estava saboreando aquele corpo, quando ouço um baque na porta. Não tinha condições de olhar na hora, mas eu ainda tinha um pouquinho de razão, que fez meus olhos se direcionarem à porta. Meu coração acelera mais do que já estava e eu dou um pulo, cobrindo meu corpo e o do meu irmão com o cobertor. Ele assustou-se também e pulou para o meu lado. Certamente, nossos olhos quase saltaram das orbitas.

Simone estava abraçada a Gordon chorando horrores enquanto o mesmo nos olhava admirado, completamente. O que foi? nunca viu um pau?

Ok, não era hora de perguntar isso.

Nossa mãe saiu correndo, deixando Gordon para trás. Ele ainda nos olhava de maneira estranha, ainda admirada, mas estranha. Logo, foi atrás de Simone, nos deixando ali.

Acho que em toda a minha vida, eu nunca havia ficado tão nervoso. Imagino a situação de Simone, entrar no quarto e ver seus filhos, gêmeos, quase transando. Que tipo de ser humano faz esse tipo de coisa? Nós. Mas, que tipo de ser humano faz esse tipo de coisa e fica com a conciência limpa depois? Eu realmente não sei. Não pretendo viver preso num pecado. Não pretendia. Por amor, creio que fico preso á qualquer coisa. Sim, eu amo o Bill. Meu maior pecado. Meu maior crime. Meu maior desejo.

Ninguém, nem daqui, nem de outro mundo, seria capaz de entender o que eu sinto. Ninguém seria capaz de compreender que o nosso amor é bem maior do que todas essas coisas. Apesar de que todos sabem, ninguém entende o verdadeiro sentido da frase: "Nós não escolhemos quem amamos". Eu admito que nunca acreditei no amor, na paixão. Sempre acreditei no desejo carnal, e só. Mas agora me vejo numa situação completamente diferente, onde eu seria capaz de dar minha vida por uma pessoa, e não só pelo fato de possuirmos laços de sangue tão fortes, e sim pelo amor, que sinto de maneira pecaminosa e suja.

Mas o amor não é sujo. Não importa a quem ame, nunca será sujo. Se o amor é verdadeiro, não há nada, nem ninguém que possa rompê-lo ou torná-lo impuro. Há barreiras que temos que passar. Presencio essas barreiras agora e sei do que se tratam, mas eu juro, que vou até o inferno por ele, antes de ir pra lá 'com' ele.

Bill abraçou-se a mim e assim ficou, Logo o abraço foi se tornando mais forte, despertando-me de meus devaneios.

-Bill... — Ele olhou para mim — Eu já não prometi que ia dar tudo certo? — Ele assentiu — Então, não precisa chorar — Eu limpei suas lágrimas e dei um selinho demorado em seus lábios.

Notas finais
Bill: *se recuperando* Uoou, a autora fez o Matt ficardobem man o.O
Tom: Será que as leitoras ainda querem matar o Matt? Ele saiu tão inocentão daí que me deu até medo 0.o
Bill: Oh na na, qual o meu nome?
Tom: Bill!
Bill: Oh na na, qual o meu nome?
Tom: É Bill... ¬¬
Bill: Oh na na, qual o meu nome?
Tom: É Bill porra Ò-ó
Bill: Oh na na.. OOOH TOOOOM NÃO PEGA AÍ...
Tom: HEHE Continua cantando agora filho da ****
Bill: Oh oh na.. oooh
-O.ó
Er.. então galera pela primeira vez eu vou pedir review UASASUHAUHSUASHAUHS' Mas é muita cara de pau --' mas e daí, todomundo pede, HEHE =D
Beijos. E obrigada ^^