The Brotherly Sin.

9 Chapter IX - Weep no more, ok?


Notas iniciais
Own meus amorees, eu acabei demorando denovo HUAHUAHUA'Ain to tão feliz *-* tem leitoras novas aqui, ebaaa =DDDTO AMANDO AS REVIEWS. É simplismente são perfeitas =DObrigada ^^Bom, taí um capítulo 'FELIZ' pra vocês xDMya Kaulitz, espero que esteja lendo esse cap =DAh, uma leitora já sacou o que pode acontecer na fic.. Bom, em partes na verdade G-GNão direi quem é por enquando HOHOHO'

Nós conversamos um pouco, e decidimos conversar com nossos pais. Não era certo o que fazíamos, porém, nós não queríamos adiar ainda mais o castigo que tomaríamos, ou, na melhor das hipóteses... O perdão.

Clamávamos por ele, mesmo as chances de recebê-lo fosse quase zero. Queríamos que de alguma forma, nossos pais aceitassem o nosso amor e nos deixassem viver felizes para sempre, mas... A possibilidade de isso acontecer era inferior a nula.

Nos arrumamos e descemos as escadas, depois de tomar coragem.

Chegamos até a sala e os dois estavam abraçados no sofá, conversando alguma coisa, muito baixo. A TV estava desligada. Nos sentamos no outro sofá e Simone se assustou. Quando ela levantou, Bill a segurou pelo pulso.

-Mamãe!

Simone ficou parada ainda olhando para o outro lado. Levou a mão livre até a boca e começou a chorar. Gordon a segurou pelos ombros e ela voltou a se sentar.

Ninguém tinha coragem de olhar para a cara do outro, muito menos de começar uma conversa. Depois de passado algum tempo, nossa mãe se acalmou e Bill deu um suspiro de impaciência.

-Mãe, eu e Tom queríamos saber... er... o que... o que vai acontecer...

-Estou decepcionada! — Foi o que ela disse, cortando Bill. — Acredito que eu não precise citar os motivos para isso...

Mesmo dizendo isso ela citou sim, todos os motivos. Falou bastante, acredito que tudo o que estava preso em sua garganta. Sobre pecado, homosexualismo, incesto, crime, sobre o sentido que nada disso fazia... E por fim ela disse o que mais nos chocou, até agora:

-...eu não considero vocês como meus filhos... Aquelas crianças lindas que eu criei não são vocês...

Depois disso, nós não ouvimos mais nada. Bill já chorava muito, e eu que tentava me manter forte, até esse ponto eu aguentei. A dor que senti de ouvir isso da minha mãe não se comparava a nada. Mas o pior estava por vir, e eu me surpreendi com palavras que me doíam mais do que ouvir aquilo:

-Vocês são despresíveis e sujos, não dão valor a nada que têm. Eu tomei uma decisão: Viverão separados de hoje em diante, separados dos amigos, da família e principalmente, separados um do outro. Vocês irão...

-NÃO! — Bill gritou interrompendo-a — Eu NUNCA vou me separar dele. — Bill chorava — Você não tem o direito de separar duas pessoas que se amam. A suja aqui é você. E eu não me importo de me separar de você por que... EU TAMBÉM NÃO TE CONSIDERO COMO UMA MÃE.

Bill deu o assunto como encerrado e foi para o quarto. Simone caiu no sofá e Gordon foi acudi-la. Fui atrás do Bill.

Entrei no quarto e ele estava sentado no chão encostado na cama, com um travesseiro nos joelhos e a cabeça afundada nele. Chorava descontroladamente.

Eu tranquei a porta e fui em sua direção. Arranquei-lhe o travesseiro e o abracei. Fui retribuído.

Temíamos que esse fosse o nosso último abraço, eu o apertava, como se não quisesse deixá-lo ir. Ele afundava seu rosto na curva o meu pescoço enquanto dizia em sussurros que não queria se separar de mim. Eu apertava mais ele e dizia que isso não iria acontecer, uma de minhas mãos estava em seu cabelo, segurando firme.

Ficamos um bom tempo daquele jeito até que Bill se acalmou um pouco. Ouvimos o barulho do carro e concluímos que Gordon e Simone não estavam mais em casa.

Me levantei e ajudei o Bill. Levei ele ao banheiro para lavar seu rosto, e ele se recusava a olhar no espelho. É mesmo muito vaidoso, e eu não pude deixar de sorrir com isso.

Podia ser o pior dia da minha vida. É como enfrentar uma tempestade, com raios, trovões e relâmpagos... mas quando eu olho para o Bill... É como se tudo se transformasse numa paisagem, com a relva num verde vivo, flores, passarinhos, arco-íres e tudo o que uma parada gay tem direito.

Calma, acho que me interpretei mal. Eu quis dizer que quando eu olho para o Bill, meu dia fica lindo. E não que eu me sinto gay... Ou melhor... ah, seilá!

O importante é que parece que eu esqueço tudo quando estou com ele... É como... uma droga. É isso! Dá a impressão de estar viciado nele, e que todas as vezes que eu esperimento, vou ao paraíso. Mas a diferença é que... O Bill não me prejudica de maneira nenhuma.

Ele lavou seu rosto e olhou para mim:

-Bom... se você disse que vai ficar tudo bem... Eu acredito. — Respirou fundo vindo na minha direção — Parece que estamos sozinhos...

Afe. Ele é bipolar, só pode. Agora a pouco estava se acabando de chorar agora vem tentando me seduzir... Se bem que... se ele ficar desse jeito toda vez que ficar triste...

Bom, nós ainda estávamos no banheiro. Ele veio até mim e me beijou de forma urgente. Eu, é claro, retribuí da mesma forma 'urgente'.

Fui levando ele para a cama quando ouço a Dona Simone bater na porta, chamando por nós. Porra, ela não tinha saído? Alguma coisa me diz que ela sabia o que a gente tava fazendo...

Bill deu um suspiro impaciente. Me largou e foi abrir a porta.

Mas enquanto andava em direção à ela, ele tirou a camiseta, bagunçou o cabelo e abriu sua calça.

Não, eu não tava acreditando que ele ia fazer aquilo.

- Que foi?! — Abriu a porta e disse sério, com uma cara impaciente. Como se ela tivesse vindo numa hora inconveniente.

Putaquepariu... Ele é, de fato, muito imprevisível. Quando que eu ia imaginar que ele faria uma coisa dessas? Ai ai... O Bill é foda!

- Er... eu... — Ela não conseguiu pronunciar nenhuma palavra direito. Coitada, ela já estava complexada... — Vim trazer isso para vocês.

Ela entregou um envelope para o Bill, mas ele não pegou, só ficou olhando. Então ela o jogou no chão (o envelope), e saiu dali.

Meu irmão fechou a porta e olhou pra mim receoso. Depois olhou para o envelope. Não, eu também não tinha coragem de ver o que estava dentro dele, mas isso teria de ser feito.

Bill o juntou e nós nos sentamos na cama.

E ele abriu.

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O sol de sábado já podia ser visto. Os pássaros cantavam e o dia estava perfeito. Exceto para mim que não preguei os olhos a noite inteira. E acredito que me irmão também.

Me levantei e fui em direção ao seu quarto. Quando abro a porta o vejo em pé, encostado no guarda-roupa, com os braços cruzados e com uma calça preta, apenas.

- Bom dia... — Fui em sua direção. Ele abriu um sorriso triste me respondendo e me deu um abraço.

- Não tem jeito não é? — Ele me perguntou com o mesmo sorriso triste, depois de se desfazer do abraço.

- ... — Eu olhei para baixo. Aquilo que estava acontecendo só podia ser um pesadelo. — Bill... — Merda de homem que eu sou. Não pude cumprir minha palavra! Eu havia prometido para ele que não nos separaríamos. Merda! Eu tenho que arranjar um jeito.

- Tommy... — Ele colocou sua mão em meu rosto, me fazendo carinho — Eu sei que você fez de tudo. Não precisa se sentir culpado. Eu confio em você, e sei que um dia nós vamos... — Ele olhou para baixo e deixou que uma lágrima descesse, contornando seu rosto — Nós vamos... Ficar juntos! Não é?

- Bill... — Não contive minhas lágrimas também e o abracei. — Eu vou fazer de tudo, de tudo! Nós ainda seremos felizes, você vai ver. Até lá... — Eu me afastei, limpando suas lágrimas, que agora corriam em abundância pela sua face — ... Não chore mais, ok?

Ele assentiu e disse para eu fazer o mesmo. Nós nos abraçamos novamente. Agora, o sentimento de que seria a ultima vez era tão, mas tão mais forte que eu sentia pontadas no peito, e meu coração estava acelerado, de forma que eu não podia acompanhar. Bill também estava nervoso, e tremia.

Eu já havia percebido que Simone estava na porta já há algum tempo. Mas ela não poderia impedir a nossa despedida. Ela estava com a camiseta de Bill nas mãos e lágrimas escorriam por seu rosto.

Ela não precisa chorar, a culpa é toda dela. Nada disso estaria acontecendo se ela não fosse tão... miserável.

Bom, na verdade, nada disso estaria acontecendo se ela não tivesse nos colocado na mesma escola. Aí eu não teria me apaixonado por ele e... enfim...

Eu selei meus lábios nos dele. Simone presenciava tudo, mas não disse nada. Logo, um beijo apaixonado de despedida se formou. Eu sentia, como que se fosse pela última vez, a textura de seus lábios, seu gélido piercing roçando em minha língua. Eu quis aproveitar tudo o que eu pude daqueles lábios, e, sem que percebêssemos, o beijo se tornou mais selvagem e eu já me pegava passando minhas mãos por seu corpo, sentindo cada parte, como se quisesse gravar em minha mente. Ele fazia o mesmo, e os gemidos baixinhos, entre os beijos já eram inevitáveis.

Não me importava com a mulher que estava na porta, muito menos com sua reação sobre isso. Eu queria ter o Bill pra mim, e eu conseguiria, não importa o quão longe um do outro nós fiquemos.

Findei aquela pegação antes que nós avancemos mais. Não queria que isso acontecesse. Não por respeito à Dona Simone, nem nada assim.

Nos abraçamos novamente e eu sussurrei em seu ouvido:

- Eu estarei pensando em você sempre. Nunca se esqueça de mim, e espere. Eu ainda vou fazer nossa história ter um final feliz!

- Estarei esperando — Ele sorriu. Aquele sorriso que me deixava louco. Aquele sorriso que nem se eu quisesse eu esqueceria.

Eu cheguei perto de seu ouvido e pronunciei com calma, para que ele gravasse perfeitamente:

- Eu te amo, mais do que minha própria vida! — Pude ver seu sorriso e suas lágrimas ficarem mais evidentes, quando ele me abraçou novamente repetindo minhas palavras.

- As malas já estão no carro... Bill. — Gordon chegou um pouco hesitante.

Nós nos separamos e Bill foi embora...

~ Flash-Back ~

Bill o juntou e nós nos sentamos na cama.

E ele abriu.

Lá estavam duas passagens. Uma com o nome de Bill e outra com meu nome. Ambas para lugares distintos, mas ainda dentro do país. Além delas, havia duas cartas para colégios internos diferentes. Bill já chorava.

Além disso ainda, havia um bilhete de hotel, com o meu nome. E um papelsinho que dizia que Bill ia ficar no apartamento do Gordon, já que eu ficaria aqui com a Simone. Seria onde nós ficaríamos nas férias, que começariam nesta semana.

Eu me levantei e fui em direção á cozinha. Bill me chamou, tentando me impedir de alguma coisa, mas foi em vão.

Cheguei lá e Simone estava sentada numa cadeira, pensativa.

- Qual parte do '' nós não vamos nos separar'' você não entendeu? — Eu disse com raiva, jogando o envelope brutalmente na mesa, fazendo-a se assustar. — Você apenas gastou dinheiro! Nó não vamos para esses lugares, e muito menos ficar um ano sem nos vermos. Você não tem coração, não tem sentimentos.

Bill vinha logo atrás e ficou paralisado na porta da cozinha. Certamente, nunca havia me visto desse jeito.

Simone deu um suspiro e se levantou me encarando com ódio. Se aproximou. Eu continuei a encarando, desafiando-a. Foi quando ouço um estalo e sinto meu rosto arder. Levo minha mão até a parte dolorida e olho indignado para Simone. Ela não contia seu choro, e seu olhar raivoso não mostrava arrependimento algum. Nunca nem pensei na possibilidade de minha mãe me dar um tapa no rosto. Admito que já levei de muitas garotas, mas isso é completamente diferente. Além de humilhante.

- Tom! — Bill veio em minha direção mas eu o parei, espalmando uma de minhas mãos em seu peito, para que se afastasse. Ele, receoso, obedeceu.

- Acredito que eu não precise dizer nada não é? — Simone falou convicta. — Apesar de que... Eu quero deixar bem claro para vocês... — Ela se aproximou e Bill que estava atrás de mim, recuou um passo me puxando junto. — ... Que esse... 'amor', é impossível — disse com desdém e continuou — Aliás, isso não é amor... É safadeza! Como pode? — Ela andava de um lado para o outro — Bill, Gordon levará você até onde ficará hospedado, há algumas pessoas que te vigiarão, então eu não recomendo que tente voltar e Tom... — Ela me encarou — Levarei você.

Bill estava me segurando e sussurrando 'calma' sucessivamente em meu ouvido, desde a hora em que ela havia dito que isso não era amor, e sim safadeza. Não interessa que ela é minha mãe, a vontade de bater nela, ou fazer qualquer coisa para que se arrependesse foi tão grande que se Bill não estivesse ali, eu com certeza faria uma besteira irreparável.

- Sairemos amanhã... — Ela já tinha dificuldades em pronunciar as palavras, seu choro a impedia.

Virei-me e abracei Bill. Não havia nada que poderia ser feito, ainda tínhamos 16 anos... Então era isso... Ficaríamos longe até terminarmos o 3º ano.

~ Fim do Flash-Back ~

Notas finais
Nota Pré-final:

Mesmo que desconfortável, aquela cena propôs um clima romântico ali. Bill ainda olhava a cena enquanto eu me aproximava dele. Meus lábios se aproximaram de seu rosto e eu estalei um beijo ali, o fazendo corar. Ele não olhou pra mim, tentou ignorar, mas seu sorriso se alargou. Novamente deu mais um selinho em seu rosto e fui dando outros consecutivos até que ele se virou e selou meus lábios pronunciando um "para Tom" entre eles. Sorri e me afastei dele.

Hááá Eu não sei o que ela viu nesse trecho, mas a Mya Kaulitz curtiu eles demais e me pediu para colocar denovo na fic UHASUHASUHASUHSA'

Sua louca, não ouve parte em que eu pudesse encaixar esse trecho, então eu coloquei aqui mesmo HAHAHA'

Trecho quedicado à todos os outros leitores que gostaram HEHE'

Beijoos.

Tom: Eu tava pensando...Bill: OMG, NÃO PENSE TOM, VAI CHOVER O-OTom:?Bill: HAHAHAHAHA...HHAHA..HAHA.. ai ai..hehe...ai ai..então.. conta lá...Tom: Se cortássemos as árvores... a gente não ia mais repirar né...Bill: ¬¬ Você acha que as pessoas do deserto não respiram?Tom: Ué.. mas lá têm cagtos...Bill: CAGTO? o que que um cagto?Tom: Acho que é uma tartaruga...Bill: Acho que isso é CÁGADO, infeliz da porra..Tom: Ah foda-se.. Heim, você vou que dia 13 de abril foi dia do beijo?Bill: Poisé né, o cinema é de graça pra quem beijar na frente do segurança...Tom: Ainda bem que a gente não foi né HAHA imagina, o segurança ia prender a gente...Bill: Poisé... Já percebeu que essa nota final ta chata? a autora tá de mal humor, ela foi mal na prova de história... e o garoto que ela gosta não gosta dela...Tom: e eu que amo meu irmão e minha mãe não aceita... do que essa retardada ta reclamando?Bill: MAAS aqui nas notas finais não tem Simone...Tom: É... 66'Bill: SE-GU-RA O TCHAN. AMARRE O TCHAN, SEGURA O TCHAN TCHAN TCHAN TCHAN TCHAN Tom: Uoooou que seduçããão, vem cá Bill deixa eu te comer x33- o_OGente, desculpem mesmo tá, eu to realmente desanimada ultimamente =DMas muito obrigada pelo apoio povo =DDBeijãão.