The Brotherly Sin.

7 Chapter VII - Family Lunch.


Notas iniciais
Olaá povo *-* Tudo bão? Ah man, queria agradecer aos reviews denovo e denovo *-* Eu nem imaginava chegar no capítulo sétê com todo esse apoio, valeu mesmo ç.ç Boa leitura =D Ah, mais uma coisa: Me desculpem se tiver qualquer erro viu? mesmo, me avisem que eu corrijo. É que - lá vem a desculpa - no PC que eu escrevi a fic, era um word antigo que não corrigia nada --' fim. Há outra coisa, se eu tiver algum leitor que goste de fazer capas e tal e tal.. já sabe né, manda uma review ae falando que vai me dar um HELP e vai fazer uma capa for me *-* . Se não tiver ninguém tudo bem gente o importante é saúde =D obrigadadesdejá.

Eu conversava com Bill como se nada de diferente tivesse acontecido. Porém aquilo não saía da minha cabeça. Beijo. Porra, quem é o indivíduo que fica no estado que eu fiquei, por causa de um mísero beijo? Putz, é sério. Eu estou inconformado com isso. Eu já... fiz 'aquilo' com tantas garotas, de diferentes jeitos, posições e tudo mais... Por que eu nunca me senti assim? E o pior, foi com um beijo porra, e de um cara. Ah...que merda.

Enquanto eu estava mentalmente me xingando de viado, Bill estava mexendo no note book de costas para mim, sentado na cadeira que ficava de frente para a escrivaninha. Eu me deitei em sua cama, com os braços cruzados atrás da cabeça. e fiquei olhando para ele. Imaginando seilá o quê...

Ele deve ter se esquecido da minha existência e começou a cantar enquanto fazia alguma coisa que eu não pude ver.

Eu já disse que ele tem uma voz magnífica? Poisé. Era algo agradável ouvi-lo cantar, me admira que ele nunca se interessou por um curso de música, canto ou qualquer coisa assim.

Eu o vi se levantar e desviei o olhar. Ele tirou o casaco e olhou pra mim.

-O que foi Tom? Tá' olhando pro nada... Tá pensando em quê? — Ele me perguntou de uma forma bem natural.

-Não é nada... — Eu ainda olhava para o nada, quando ele se aproximou.

Ele me empurrou pro lado, pegou o cobertor e deitou na cama, de costas pra mim.

-Boa noite Tom!

-Mas nem é de noite Bill — Eu dei uma risada abafada, me ajeitando na cama.

-Mas... eu não sei que outra expressão dizer antes de dormir... — Ele permanecia de costas pra mim.

De fato. Ele tem toda a razão. Não há uma expressão que se diga antes de dormir à tarde. Pelo menos eu não conheço, não na nossa língua.

-Poisé... Nem eu — Eu sorri e ele deu um riso entrecortado pelo bocejo.

Eu tirei minha camiseta e me ajeitei na cama, tiraria um cochilo também.

Passou um tempo, era umas 19 horas e eu acordei. Bill estava agarrado a mim e com a cabeça descançando em meu peito. Sua feição era tranquila, serena. E como eu imaginei, Jumbie estava lá do outro lado do quarto. Ele arremeça tudo que ele dorme agarrado, até o cobertor. Bom, pelo menos eu não corro o risco de ser arremeçado, já que ele não aguenta nem o próprio peso.

Mas mesmo assim, ele se mexe demais quando dorme. Ele me empurrava. Tinha horas que ele colocava uma perna sobre mim, me agarrando. E logo depois me soltava bruscamente, quase me fazendo cair da cama.

E o pior, é que era uma cama de casal, mas mesmo assim, ele não estava respeitando o meu lado...

E isso só num cochilo... Imagine uma noite...

Se bem que... não, deixe quieto. Eu ia comentar sobre, se a gente passasse uma noite junto, talvez nem durmíssemos. OK. eu dei uma risada meio alta agora e parece que ele vai acordar... Maldito pensamento besta e insano....

Ele acordou e seus olhos entreabertos encontraram os meus. E mais uma vez ele abriu aquele sorriso que chega a iluminar o ambiente.

-Oi! — Ele disse simplesmente, cara, eu juro que tive vontado de mordê-lo. Aquela cara preguiçosa era... muito fofa.

-Oi! — Eu respondi passando a mão em seus cabelos, como um cafuné.

Ele fechou os olhos e começou a ronronar. Como um gatinho quando recebe carinho. Putaquepariu, por que ele tinha que ser tão fofo? Eu fico meio gay imaginando isso, mas é a verdade. Eu não tenho outra palavra que descreva o jeito que ele estava nesse momento.

-Bill! Venha jantar! O Tom está aí com você? — Simone batia na porta.

-Sim mãe, já estamos indo! — Respondi.

Bill levantou seu corpo apoiando na cama. Ainda estava preguiçoso. Seus braços estavam meio moles ainda e ele não aguentou. Caiu com tudo na minha barriga, o que me fez gemer de dor.

-Tommy, eu ainda tô com sono... — Bill voltava a se aconchegar em mim.

-Ah! Nada disso — Eu disse me sentando fazendo-o rolar para minhas pernas — Eu to morto de fome!

Ele mantinha os olhos fechados e tentava se aconchegar nas minhas pernas. De repente, ele abriu os olhos assustado e com o pulo que deu, quase caiu da cama.

Ele estava com o rosto bem de frente pra... aquilo. Sim, aquilo mesmo. Quando ele percebeu, o susto foi hilário. E eu não aguentei e comecei a rir, de maneira que tive que voltar a deitar.

Ele me olhava brabinho e com a face rosada. Ele estava morrendo de vergonha.

Já estava de pé e eu ali deitado rindo. Quando eu me assusto com um tecido voando na minha cara, era sua camisa. Parei de rir na hora.

Ele estava de costas pra mim, e de frente para o guarda-roupa. Eu tirei aquela coisa da minha cara e fiquei olhando pra ele. Meus olhos se perderam naquelas costas brancas e aquele cabelo liso caindo sobre ela. Ele estava tirando sua calça e eu novamente me peguei mexendo no piercing. Que droga. Por que Bill está se despindo na minha frente? Tudo bem que o quarto é dele, mas eu estou aqui. Se bem que... nada a ver, somos irmãos e homens. Qual o problema em se despir, um na frente do outro? Ora, no nosso caso, todos os problemas!

Ele estava só com uma boxer preta que realçava sua pele clara. Pegou uma calça de moletom qualquer e vestiu.

Nisso, eu já estava em pé atrás dele, sem ele perceber. Eu o abracei por trás e afastei seus cabelos para poder dar um beijo em seu pescoço. O cheiro dele me embriagava e eu queria ficar ali, assim. Com o rosto escondido em seus cabelos só sentindo a fragrância de sua pele.

Ele se arrepiou. Eu me aproximava cada vez mais dele, de forma que os nossos corpos quase grudassem. Aposto que ele já até podia sentir a maneira que eu estava excitado. Eu o segurava de uma forma que nem se ele quizesse, poderia fugir. E ele não queria. Minha mão foi deslisando por sua barriga até chegar na estrela. Isso causou um arrepio ainda maior nele. Bill se virou e ficou de frente pra mim. Eu peguei sua cintura e apertei. Ele passou suas unhas por meu peitoral me causando um arrepio muito estranho. Olhei para seu rosto e vi o Bill sexy ali. Ele mexia o seu piercing da língua se maneira sensual e eu não aguentei. Peguei em sua nuca e lasquei 'aquele' beijo dele. Ele enlaçou meu pescoço e eu puxava sua cintura para mais perto. Aquele beijo era urgente, rápido. Nossas línguas se enroscavam e nossas ereções se tocavam com cada vez mais pressa e força.

Nós nos esfregávamos em busca de mais contato. Estávamos completamente excitados. Alguns gemidos saiam entre o beijo que foi findado por causa do maldito oxigênio.

Não esperei muito e avancei em seu pescoço. Lambia, chupava, mordia e ouvia aqueles gemidos abafados dele no meu ouvido. Peguei uma de suas pernas e levantei até a minha cintura, para tentar aumentar o contado entre as nossas ereções.

Eu apertava suas nádegas com a outra mão e os gemidos e suspiros dele ficavam cada vez mais frequêntes e pesados. Deixei seu pescoço e tomei-lhe os lábios novamente. Aquela estava sendo a sensação mais gostosa e prazerosa de toda a minha vida. Nenhuma mulher havia me deixado assim antes, nenhuma.

Dona Simone gritava lá de baixo para irmos jantar. Não tínhamos condições de responder. Até ouvirmos passos se aproximando. Bill me empurrou com um olhar assustado e eu não sabia o que fazer. Minha mente estava em outro lugar, e eu demoro um pouco pra raciocinar também... Bill se virou e fingiu mexer em alguma coisa no guarda-roupa enquanto eu corri para a escrivaninha e abri o notebook.

-Garotos, estou hà meia hora chamando vocês e ninguém vêm... — Simone abriu a porta — Gordon está lá em baixo esperando-os para jantar, venham logo — Dito isso, ela saiu.

Tínhamos esquecido completamente desse detalhe. Bill pegou uma camiseta e saiu correndo. Posso apostar que ele foi para o banheiro. E eu fiquei ali. Demoraria um pouco para ir jantar, pois agora, tudo dependia da minha mão direita...

--

Depois de um tempo, nós quatro já estávamos na mesa de jantar. Quem havia cozinhado era Gordon. Eu e Bill nos surpreendemos, aquela comida estava realmente muito boa. E depois ainda fomos descobrindo todas as habilidades que ele possuía. Era um cara culto. Mas eu ainda não ia com a cara dele.

No dia seguinte, depois da aula, ele nos levaria para algum lugar. Tipo "vou levá-los para passear e fazer meu papel como pai". Ou algo assim.

Então na quarta feira não aconteceu mais nada.

Quinta-feira, eu e Bill fomos juntos para a escola e voltamos juntos. Lá não aconteceu nada demais. Apenas o fato de que Matt havia ido. Ele nem sequer olhou para a nossa cara. Eu caminhei até sua mesa numa hora em que Bill havia ido ao banheiro, e entreguei seu celular. Mal olhei para ele e já voltei ao meu lugar.

Depois da escola, chegamos em casa e não tinha ninguém. Fomos ao quarto para deixar nossas malas.

Estavamos no quarto do Bill, conversando sobre a aula e coisas assim quando ouvimos um barulho na sala. Era Simone e Gordon. Eu e Bill ficamos espiando àquela cena romântica. Os dois estavam de pé frente ao outro. Trocavam carícias no rosto e roçavam seus narizes com um sorriso. Nossa mãe dava algumas risadas e logo eles se beijaram. Gordon colocou sua mão na nuca dela e eles se aproximaram mais. Ele envolveu sua cintura e Simone colocou seus dois braços enlaçando o pescoço de Gordon.

Eu estava me sentido desconfortável em ver minha mãe beijando um cara que eu mal conheço.

Olhei para o Bill e vi sua reação. Ele estava digamos que... feliz demais. Tipo, ele olhava aquela cena como se estivesse vendo o final feliz de uma novela.

Olhou para mim me contagiando com seu sorriso perfeito.

Mesmo que desconfortável, aquela cena propôs um clima romântico ali. Bill ainda olhava a cena enquanto eu me aproximava dele. Meus lábios se aproximaram de seu rosto e eu estalei um beijo ali, o fazendo corar. Ele não olhou pra mim, tentou ignorar, mas seu sorriso se alargou. Novamente deu mais um selinho em seu rosto e fui dando outros consecutivos até que ele se virou e selou meus lábios pronunciando um "para Tom" entre eles. Sorri e me afastei dele.

-Oi mãe oi...pai.

Quando me dei conta, Bill já havia ido lá falar com eles. Ambos não se beijavam mais, e estavam no sofá vendo TV. Bill chegou os compimentando e sem graça conseguiu pronunciar a palavra "pai" que há muito tempo não era dita por nós dois sendo realmente dirigida à alguém.

Gordon e Simone se entreolharam um pouco surpresos.

-Bill... Não sabia que já havia chego... — Simone disse um pouco sem graça.

-É, já faz um tempo que a gente chegou, mas a gente não viu nada. — Dito isso ele tapou a boca.

Porra. Eu nem sei o que falar agora. "mas a gente não viu nada" caralho Bill, podia dar menos na cara que a gente viu?! E o pior é que ele ainda deixou a nossa mãe sem saber o que dizer e o ambiente se tornou silencioso, completamente silêncioso. E cômico. Bill era distraído, sei que eu nem preciso ressaltar isso.

Mas eu tinha que salvar essas pobres almas. Cheguei lá e sentei de frente pra eles.

-Opa, beleza Gordon. Er.. nós íamos allmoçar fora hoje, não é? — Tentei parecer impolgado para ver se aquele ar sem graça sumia.

-Ah, sim sim. Vamos amor? — Perguntou dirigindo-se à Simone (é claro).

-Ok! — Disse se levantando — Garotos, vão se arrumar que eu vou fechar as janelas e a gente vai.

Eu e Bill corremos em disparada para os quartos e não ouvimos direito mais alguma coisa que ela falou.

Estávamos no carro a caminho de algum lugar que eu e Bill não sabíamos.

-Então garotos, querem almoçar aonde?

OK, Gordon também não sabia.

-Comida japonesa. — Bill se empolgou.

-E se a gente....

-Ah não filho, eu não gosto. — Simone se manifestou.

-Que tal...

-Mexicana então. — Eu tentei.

-Por que nós....

-Credo Tommy, vai pimenta em tudo, não! — Bill fez bico.

-Quem sabe não seria...

-Ah, mas você não quer nada!

-Eu acho que....

-Eu queria japonesa mas a mãe não quer...

E a discussão continuou. Percebi que algumas vezes (algumas?) Gordon tentou argumentar, mas ele desistiu e apenas deu risada. Chegamos então em um lugar com um estacionamento enorme.

-Churrascaria! — E foi lá, Bill todo saltitante em direção à entrada.

Simone e Gordon foram atrás e eu depois. Meu celular tocou, no visor estava desconhecido. Fiz questão de desligar e ir curtir meu almoço em família.

Depois do "pandu cheio" Gordon nos levou para um parque, distante de onde morávamos. Sentamos todos em baixo de uma árvore e ficamos conversando. Sentimos que um clima estava rolando entre o casal e eu quis dar um jeito de sair dali. Ok, esse podia ser o pensamento do Bill, mas eu tinha algo a mais em mente. Afinal, eu não podia disperdiçar a beleza natural daquele local sem ficar ao lado — românticamente falando — do Bill.

-Bill, é melhor sairmos daqui. Vamos dar uma volta?

Por incrível que pareça, Simone não entendeu aquilo como "vamos deixar eles sozinhos", se não ela teria ficado sem graça. Ela e Gordon nos lançaram um olhar... malicioso? Que me assustou.

-Sei, vocês vão atrás das meninas que estão por aqui... Pensa que não conheço os jovens de hoje? — Gordon disse com carinha de espertão.

Olhei para Bill fingindo surpresa, e eu realmente estava surpreso, e aliviado. Ele retribuiu o olhar, como se realmente fossemos fazer isso e não queríamos que eles descobrissem. Saimos dali e fomos dar uma volta, mas não na pista. A gente tava entre as árvores caminhando lentamente.

-Mamãe nem imaginou que nós queríamos deixar eles sozinhos... — Bill cortou o silêncio com uma risada um pouco tímida.

-E nem que 'nós' queríamos ficar sozinhos... — Completei sua frase e esperei anciosamene por sua reação.

Ele fingiu que não me ouviu, mas alargou novamente aquele sorriso brilhante.

Notas finais
Bill: HAHA Tom, seu viado! Tom: Eu não sou viado p**** ò-ó Bill: Ah claro, eu que sou ¬¬ *ironic* Tom: Bom.. é.. G-G Bill: °0° Tom: Ah Billy, vem cá *agarra* Bill: Ah Tom.. Pára, bobo G-G *dá tapinha* Tom: HEHE Vem Billy *carinha sádica* Bill: HEHEHEHE.. -omg;; Gente, não me matem com a força da mente, porque eu cortei um momento românti.cuzinho deles =D Daqui a pouco vocês vão querer matar D.Simone.. que coisa.. Aproveitando que a nota já ta grande mesmo, eu queria fazer um mershandáizim da minha one-shot kaulitzcest que eu fiz há um tempão e ae excluí, porque fiquei com vergonha e agora postei denovo HAHAHA' http://www.fanfiction.com.br/historia/73065/Brincadeira_Da_Maca É isso, tênquíu. Bill: AAAAH Tom filho da P***, vai com calma ô PESTE Ò-Ó Tom: Cavalga Biiiiil íííhááá pocotó...