The Brotherly Sin.

5 Chapter V - Work on Crime


Notas iniciais
Men, eu quase excluí a história HUAHUAHUA... ai ai..AUHASUHSAUHSAUHSAUSA Eu rachei com as reviews dessa vez, cara... Muito obrigada gente, nossa, valeu meeesmo, tipo... nossa husauhsauhsauhas.Esse cap é pra você Amy89 =D Ela é pervertida a lot e chamou o.. pipi do Tom de Zeus, amei HOHO'Ahh, é isso gente =D Valeusão mesmo.Boa leitura.

E assim a semana foi passando. Evitei ao máximo sair de casa e impedir que Bill saísse, assim, nada de Matt. Mas o fim de semana chegou. Eu realmente não aguentava mais ficar em casa. Eu tinha que arranjar uma namorada, ae eu ficaria sempre em casa com ela. Mas o problema é que tem que levar em cinema, parque, shooping, e argh! Eu não aguento isso. Então esquece.

Sábado de manhã, avisei a Bill que eu ia na casa da Michele para... conversar. É óbvio que ele me entendeu.

-Ah, Tom... Fica aqui... — Ele fazia aqueles olhinhos apelativos.

-Mas Bill, pense comigo: Estou aqui a semana inteirinha sem pegar nem gripe. Eu preciso dar uma saída. Sabe... Você devia fazer isso também — Me aproximei dele e ele se assustou — Eu volto logo tá. Nem precisa chamar o Matt. — Dei um beijo em sua testa e saí. Ele continuou triste. Oras... Por que?

Cheguei lá na casa dela todo lindo e cheiroso. Ela veio me atender só de shortinho e um top. Aquilo me animava, apesar de saber, ela era uma vadiasinha. Mas serve, era uma vadiasinha gostosa, pô. Ela me chamou pra entrar e colocou um filme que eu nem prestei atenção. Com as garotas desse tipo, a gente mal precisa perder tempo com as pleriminares. Depois da 'estréia' do sofá — que com certeza já foi e será estreado por muitos outros — nós subimos para seu quarto e passamos a tarde lá. Ela me pediu para dormir lá com ela pra gente sair amanhã. Nem fodendo, disse pra ela que eu tinha que ajudar minha mãe e ela me liberou, achando que eu era um bom garoto. Ta bom...

Eu abri o portão e estava na porta, quando ouvi risadas vindas de lá de dentro. Eu só não ouvia a de Bill. Parecia que tinha uns dois caras lá. Entrei devagar e vi Bill encolhido no sofá, com lágrimas escorrendo por sua face. Em sua frente, havia um garoto ajoelhado e sem camisa com cara de psicopata. Em pé estava Matt, com os braços crusados e um sorriso vitorioso, apenas olhando a cena.

Não fiquei parado por mais de alguns segundos suficientes para entender a cena. Fui correndo em direção ao Bill e olhei para Matt com raiva estampada nos olhos:

- O que faz aqui?

Enquanto eu estava me distraindo com ele o outro cara estava passando aquela mão nojenta pelo corpo do Bill, que ainda estava de pijama. Minha raiva foi transferida num soco que fez o cara voar longe. Depois vi quem era. Era aquele viadinho que estava se agarrando com o Matt na árvore àquela vez.

Logo me virei para Matt e senti um soco bem na minha fuça. Isso me fez cair no sofá. Bill veio até mim gritando meu nome. Eu o empurrei e fui pra cima do Matt, ele queria brigar, então que seja.

Estavamos no meio da porrada quando o outro vinha em direção ao Bill, ainda com aquela cara faminta. Bill olhou para os lados e começou a atacar almofadas no garoto para confundi-lo e correu para a cozinha. Esse carinha foi atrás, mas logo voltou recuando alguns passos pedindo para Bill se acalmar. Bill estava com um olhar mortal e uma faca imensa nas mãos, não se daonde ele tirou aquilo.

Dei uma rasteira no Matt que caiu com tudo no chão batendo a cabeça na mesinha de centro.

-Isso é por nossa amizade — Dei um chute — Isso é por ter fuçado meu celular — Deu mais um chute — E isso...- Chutei-lhe àquele lugar — é por ter brincado com a inocência do meu irmão.

Depois de algum custo, ele se levantou e saiu dali correndo, junto com seu comparça. Bill olhou pra mim e soltou a faca com as mãos tremendo. Havia desespero estampado em seus olhos, ele nunca havia passado por coisa assim antes... Seu coração fraco devia estar a mil. Tranquei a porta para que não voltassem e chamei Bill para um abraço. Ele veio correndo, como se tivesse reencotrado alguém. Nos jogamos no sofá e ele chorava de maneira escandalosa, que foi se acalmando com o tempo.

-Bill, porque chamou esses caras?

Ele que já estava um pouco mais calmo, olhou para mim e depois olhou para baixo.

-Eu não os chamei... Ele veio aqui em casa logo depois que você saiu. — Ele atropelava um pouco as palavras. — Eles disseram que queriam jogar alguma coisa e eu acenti. — Ele ainda soluçava um pouco — Quando eu me levantei, eles me jogaram no sofá e tiraram suas camisas, dizendo que iam fazer uma brincadeira comigo. — Ele tornou a chorar.

-Eles fizeram alguma coisa com você? — Eu continha minha raiva, admito que queria bater em Bill, por ser tão ingênuo.

-Não... Você chegou antes... — Olhou para mim — Tom... Matt estava drogado. Os dois estavam.

Mas é claro que estavam. Isso ameniza alguma coisa? É claro que não, pô. Peguei Bill denovo e o abracei, agora de uma maneira protetora.

-Não quero mais você perto desses imbecis. Eles não prestam Bill, olha só o que fizeram com você...

Bill se afastou um pouco de mim e olhou para baixo.

-Eles disseram que você... Que você tinha uma coisa minha que não era legal... E que mostrou para todomundo.

Eu gelei naquela hora. Como eu ia explicar? O que eu ia fazer? Olhei para baixo e vi um celular ali, que me era familiar. Me abaixei para pegá-lo e sim, era o celular de Matt. Fui até os vídeos e lá estava. Dei play e mostrei à Bill.

Ele olhava perplexo. Tomou o celular da minha mão e viu novamente. Seus olhos mal piscavam.

-Tom... — Ouvia-se decepção em sua voz — Como... Quando... — Ele ainda não havia formulado uma pergunta em sua cabeça, mas eu sabia quas seriam.

-Bill, naquele dia em que nós bebemos... Você... Nós, começamos a dançar. Na hora eu não pensei e gravei para mostrar à você depois... mas acabei esquecendo.

-E o que esse vídeo está fazendo aqui? — Me perguntou com a voz alterada e os olhos marejados.

-Bill, não é culpa minha! Ele pegou meu celular e passou o vídeo para o dele, eu não sabia de nada. — Ele ainda me olhava indignado, não estava engolindo uma palavra do que eu dizia. — Bill... acredita em mim, eu nunca faria algo para te prejudicar... Eu... — Eu também começava a chorar — Bill, olha... Eu nunca imaginei que um vídeo assim fosse ser tão... Eu não queria que ninguém mais visse... Ele mostrou esse vídeo pedindo para eu não me meter entre vocês e...

-O quê? — Ele se levantou e sua voz estava num tom mais alto ainda — Como pôde Tom? Você sabia que ele estava com o vídeo, sabia que ele poderia mostrar à qualquer um... Sabia Tom... E mesmo assim você não me contou nada...

-Bill você não entendeu! Se eu contasse...

-O quê? Se você contace o que Tom? O que ia acontecer? O risco de ele mostrar pra escola inteira iria aumentar? É? — Ele agora estava de costas pra mim — Você só pensou em você Tom... Você nem sequer pensou na minha imagem. Só em você, sempre em você. Agora o vídeo está aí! Quem garante que ele não está no celular, ou quem sabe no computador de mais alguém, heim? — Depois de dizer isso ele foi correndo pra quarto, mas sem deixar de dizer "eu te odeio" antes de fechar a porta.

A última frase doeu mais do que tudo o que ele falou. Como sou idiota, despresível, imbecil. Como eu sou insensível. Não acredito que fiz meu irmão chorar... Isso era o que eu mais temia que acontecesse. Agora ele me odeia. Com todas as forças dele ele me odeia. Eu me odeio. Eu queria poder voltar atrás, queria poder me redimir. queria... Que o Bill não ficasse assim comigo. Queria mais que tudo ver ele feliz. Eu não estava pensando em mim... Em hora nenhuma eu pensei em mim... Bill me fez mudar, não sou mais assim. Mas a única pessoa que eu quero que perceba que eu mudei não quer ver. A única pessoa que eu realmente preciso nessa vida, agora me odeia. Eu fiz questão de magoá-la e não sei como fazer para vê-la feliz novamente.

Não adiantaria eu falar com ele agora, então eu fui dormir. Ou melhor, tentar dormir.

No domingo, eu não saí do meu quarto até a hora do almoço. Depois eu fui para a cozinha. O almoço estava pronto (miojo) e Bill estava na sala vendo TV. Eu comi, mas não tive coragem de ir falar com ele.

O celular do Matt ainda estava comigo. Excluí áquele vídeo e o do meu celular também, na esperança de ter excluido todos do mundo. O que não era provável.

A luz acabou, mas Bill continuou vidrado na TV. Nem havia percebido. Era umas três da tarde.

Sentei ao seu lado e ele pareceu despertar. Olhou para os lados e meio perdido me perguntou:

-Porque desligou a TV? — Ele mantinha um olhar sério.

-Não fui eu. — Eu tentava esconder o sorriso.

-Ah claro que não foi... Da mesma maneira que... Porra, não liga! — Ele ia falar sobre ontem, mas se interrompeu porque a TV não ligava.

-Sim, da mesma maneira que eu também não passei o vídeo. — Eu sorri vitorioso. Ele me olhou e não aguentou. Sorriu. Bill nunca fica bravo com alguém por muito tempo. E esse é o meu medo.

-O.K! Eu acredito em você... mas não muda o fato de que... — Eu coloquei o indicador em seus lábios.

-Bill... Me desculpa! Por favor, me desculpa! — Eu mantinha o indicador em sua boca, que ele cuidadosamente tirou para poder me responder.

-Eu... — Ele olhava para baixo. Sabia que não devia, mas ia me desculpar, eu sabia disso. Sou irmão gêmeo dele, pô. — Eu desculpo você... — Mesmo eu afirmando que ele me desculparia, ainda havia insegurança em mim — Mas... você tem que me prometer que vai dar um jeito de esse vídeo não ser visto por mais ninguém... e também... Não me filmar sem permição denovo... — Ele olhava pra baixo, escondendo um sorriso tímido.

-Mas é claro, faço até mais por você — Eu dei uma risada e o abracei desajeitadamente, ele se debateu, já que aquele posição não estava nada confortável para ele. Ele gritava mandando eu soltá-lo. — Ah Bill, você sabe que eu te amo! — E apertava ainda mais a cabeça dele contra meu peito. Por algum motivo, ele parou de se debater. Será que tinha desmaiado? Eu o afastei para ver se estava vivo e sim, ele tava vivo. Mais do que nunca, eu diria, havia um sorriso em sua face que quase saía da cara.

O sorriso se desfez, como se ele tivesse lembrado de alguma coisa, então ele foi para o quarto.

Segunda feira. O pior dia da semana, de todas as semanas do ano todo. Mas não quando você olha pra lado e Bill está lá.

Chegamos na escola e foi tudo bem normal até. A não ser pelo fato de Bill estar andando sozinho e meio perdido. Matt nem havia ido à aula. Ah sim, tinha as garotas que o assediavam, mas era rotina. Então eu fui lá. Bill até se surpreendeu. Nós ficamos conversando na hora da entrada, no recreio, e até na sala a gente sentou junto. Ele sempre olhava de cara feia, quando éramos interrompidos por alguma garota pedindo para ficarmos com a amiga dela e não sei o que... Eu nem aceitei nada, estava ótimo ficar ali com o Bill, ótimo mesmo. Eu tentava reparar, para ver se Bill não perdia seu olhar em algum garoto, quem sabe eu descobria de quem era... Mas nada, Bill não olhava para ninguém. E minha dúvida aumentava: De quem Bill gostava?

Na terça, a gente chegou um pouco atrasado, mas deu para entrar.

Era aula de sociologia e a professora estava passando um trabalho. Será que elas não cansam disso? Era algo sobre crimes. Tinha que escolher um crime e falar sobre ele. Parecia legal, e era em duplas.

Voltamos para casa e Bill se jogou no sofá exalsto. Fiz miojo e a gente almoçou. À noite, ele pegou o papel almaço e colocou em cima da mesinha de centro (cara, essa mesinha aparece mais na história do que eu), pegou canetas e me chamou para começar o trabalho.

Era para a semana que vem, mas o Bill sempre fazia tudo o quanto antes... aí eu também, né. Ele me olhou cançado dizendo não ter idéia de como fazer, se jogou no sofá e fechou os olhos. Melhor, assim eu podia olhar para o corpo dele sem ser flagrado. Era perfeito. Ele estava com os braços crusados atrás da cabeça e as pernas abertas, relaxadas. Putz, eu me vi mexendo no piercing denovo, sinal que meus pensamentos não estavam nada legais. Eu corria os olhos por aquele corpo esguio no sofá. Estava chamativo demais. Juro, eu estava me segurando para não pular nele, como se ele fosse uma presa.

Grande erro achar que ele não me flagraria. Lá estava ele olhando pra mim e sorrindo. Sorrindo. Isso mesmo, não era um sorriso doce cara. Ele tava posuído. Ele tava sorrindo de maneira sexy, pervertida. Ou eu estava alucinando. Ele se tocou que eu tava olhando o corpo dele? No que ele tá pensando? Por que o intelecto dos gêmeos não são conectados essas horas? Por quê meu Deus?

Ele fechou os olhos novamente, mas aquele soriso não tinha saido de seu rosto. Eu tava ali, parado na frente da TV igual a um besta, com cara de besta e pose de besta. E ainda mexendo no meu piercing. Eu tentava parar, mas era eu esquecer que minha lingua estava lá denovo. Bill deu uma espreguiçada e com isso, eu senti outra coisa espreguiçar. Sim, era o Tom Jr. que tava acordando. Aquela tatuagem de estrela que estava no quadril dele, apareceu, aquela maldita estrela. Ela me tira o sono às vezes. Ela tava lá no vídeo. Eu podia jurar que ela estava brilhando pra mim e eu queria tocá-la. Ele tirou o casaco e me mandou pensar também. Pensar no que? Do que ele estava falando?

-Pensar no que?

-Oras... Num tema para o trabalho... — Eu fiquei olhando pra ele com cara de cu e ele se levantou e andou até mim. Rebolando. Cara, eu não tava aguentando. Ele estava sóbrio, não dava pra acreditar. — Tommy... Temos que fazer um trabalho sobre crimes, mas eu não sei qual fazer...

Ah, cara. Ele me chamou pelo apelido. Velho, minha calça estava apertada, só com isso, ela estava quase estourando. Ele ainda se aproximava e começou a mexer nas minhas rastas, sua mão roçava em minha nuca, me causando arrepios. Ele me fitava de maneira sexy, esperando uma resposta minha. Aquilo estava demais pra mim. Peguei em sua cintura e o puxei. Perto demais. Nossa ereções deram uma leve encostada e pôde-se ouvir nosso gemido rouco, quase junto. Eu sentia seu perfume e sua respiração quente em meu pescoço. Eu queria sentir mais daquele contato, mas não queria assustá-lo, a parada estava realmente grande aqui. Ele não me abraçava, seus braços mantinham-se dobrados sobre meu peito evitando que nos aproximemos mais.

-Que tal... — Eu cheguei perto de seu ouvido e o senti arrepiar — Incesto... — Eu rocei meu nariz eu seu pescoço o fazendo tremer. Cara, aquilo estava sendo melhor do que pegar três garotas de uma vez.

-Incesto? — Ele me perguntou na mesma intensidade, um tom de voz baixo, rouco e sexy. — Eu não sei o que é isso, Tommy. — Agora ele envolveu seus braços em volta do meu pescoço e afastou um pouco o corpo, para poder olhar em meu olhos. E... caralho, meu apelido nunca foi dito assim.

-Incesto é... — Eu chegava perto de seu ouvido novamente, e depositei um beijo estalado em seu pescoço. — Mais ou menos quando dois irmãos têm realações...

Ele se apertou contra meu corpo novamente, num movimento inesperado. Eu gemi novamente, só que mais alto. Ele sorriu e se afastou.

-Entendi! Vamos fazer desse então... Pega o notebook lá pra dar uma pesquisada melhor, já que não podemos colocar só isso no trabalho... — Ele disse com um sorriso de vitória enquanto se sentava em volta da mesinha.

Caralho, não acredito nisso que aconteceu. O Bill me seduziu sóbrio cara, ele tava sóbrio. Isso não é possível... O que está acontecendo?

Eu fiquei um tempo olhando pra ele, porque eu acho que não consigo fazer duas coisas ao mesmo tempo, como pensar e ir pegar o note book... Ele me encarou, com um sorriso inocente e pediu pra eu ir logo. Tudo de maneira inocente. Cadê o Bill de um minuto atrás?

Peguei o notebook e o coloquei em cima da mesinha, ele se sentou ao meu lado e começou a pesquisar. Eu olhava pra ele, e via surpresa, indignação e às vezes até nojo... Eu realmente acho nojento o incesto no geral, pais com filhos, por exemplo. Mas por alguma razão, entre irmãos, eu simplesmente não acho, digo... Entre nós eu não deva achar... Vai saber porquê...

Eu imaginei nós dois apresentando esse trabalho à professora. Aí caiu a minha ficha de ser uma idéia absurda fazer isso. Imaginei a cena, a cara da professora e que depois ela não nos deixaria em paz. Que horror. Tomei o notebook de Bill que estava realmente entretido com a leitura e sugeri um outro tipo de crime. O primeiro que me veio à cabeça foi o tráfico.

-Ah Tom... Eu tinha achado esse tão legal... — Ele fez um bico que eu tive vontade de morder. Foco Tom.

O.k, acho que ele não havia pensado nas consequências ainda, tive que explicar:

-Olha Bill... Acho que a professora ia levar um pouco a sério se nós dois, sendo irmãos, apresentássemos um trabalho como esse. Você entende, não é? — Ele ainda me fitava com aquele olhar infantil e aquele bico. Por que toda vez que eu olhava pra ele por mais de 5 segundos o meu coração falhava algumas batidas, depois batia rápido e...? Mein Gott.

-Ta bom! — Ele logo se entusiasmou denovo procurando por um outro crime, ele não ouviu eu dizer sobre o tráfico? Tudo bem, ele pegou o assassinato e começou a ler. Éramos muito criativos... é.

Não conseguimos terminar, já estava tarde. Bill foi fazer a janta. Ou melhor, foi cozinhar o miojo para nós. É foda, nossa mãe não tá aqui e o Bill não sabe cozinhar... Tipo, eu até sei, mas tenho uma preguiça sobrehumana de fazer isso.

Ele estava lá, cantando e lavando a louça, enquanto esperava. Ele tem uma voz massa. O pior, — ou melhor — é que ele dançava também... E cara... o que era aquilo? Ele tem o dom de dançar e me deixar louco. Só com isso. SÓ. Eu parei encostado no canto da porta e, novamente, me peguei mexendo no piercing. Droga. Ele despejou nos pratos e se virou.

-Oi Tom, tá com muita fome, é?

Tá, não preciso dizer que isso soou da maneira que não devia soar aos meus ouvidos. Porra, porque ele tinha que dizer isso? "ta com muita fome" isso é coisa que se pergunte para alguém na minha situação?

-Tô sim Bill, muita fome.

Pronto, eu disse isso mesmo. Eu tava com fome ué. Ele me olhou confuso, acho que eu falei um pouco sexy demais, mas foi sem querer... Ele virou de costas novamente para pegar os talheres. Pude jurar que vi um sorriso brotar de seu rosto. E eu não estou alucinando.

Nós nos sentamos e começamos a comer, em silêncio, porém, nada contrangedor. Eu estava me incomodando cada vez mais em olhar para meu irmão. A cada garfada que ele dava, a cada bebericada que ele dava do suco e cada hora que ele não fazia nada... Tudo ficava extremamente sexy pra mim. Certa vez, uma 'amiga' me disse que eu só pensava em sexo. Admito que aquilo ficou martelando certo tempo em minha cabeça. Talvez não seja tanto assim. Mas agora, eu me pego imaginando indescências com meu próprio irmão... Isso confirma a teoria. Merda.

Terminamos de comer e Bill disse que ia dormir... Mas já? Poxa...

Notas finais
Eu não sabia que título colocar ç.ç no word tinha dado tres cap.. aqui só deu um ç.ç . O título ficou xulo, mas foi esse trabalho sobre crimes que me deu idéia pra fic '-'Aeeew manolagem =DDDBill: Oi caras de boi *ri histéricamente da piadinha*Tom: Ola.. *chega timidamente com a aba do boné na cara*-O que aconteceu meninos? G-GBill: Eu sinto que vou me dar bem nessa fic...Tom: Eu sinto que vou morrer no final..-Por que Tom? G-GTom: Eu dancei Bad Romance na capítulo anterior.. voce tem noção do que é is...Bill: Uíí ár dógs ãnlííshTom: iú endaiBill: Uíí ár dógs ãnlííshTom: iú endai-O Tom entrou no clima... que coisa..Esse capítulo de nota final gigante, temos um especial *aeeew* Vou fazer uma enquetinha aqui, mesmo tendo só 7 leitoras que mandam review, o importante é saúde =DComo todomundo quer matar o Matt, eu quero saber como é que vocês preferem que ele morra G-Ga)Atropelado por um ônibus desgovernado (sugestão: May_Mello) b)Morra de velhoc)Picado por um escorpiãod)Afogando o gançoe)Overdosef)Não quero que ele morra, ele tem que ser feliz com o Billg)Eu quero matar ele lentamente, muahaha.h)Essas sugestões fedem, vou dar a minha própria.É isso, beijãão no fundãão do coraçãão, povãão (?)E obrigada.