The Brotherly Sin.

4 Chapter IV - Future Blackmail.


Notas iniciais
Nyaaaaah *----*
Muuuito obrigada pelas reviews galera, own, muito fofos eles =D
Esse cap será dedicado inteiramente à Mya_Kaulitz, reviews fofos e um avatar legal do Bill man *---*
Desculpem a demora, eu não tava conseguindo postar .-.
Boa leitura, e obrigada mais uma vez :D

Faltavam algumas semanas apenas para as aulas desse ano chegarem ao fim. Não sei dizer se é bom ou não, já que eu não faço quase nada, agora que meu irmãozão está na minha turma, tendo os mesmos trabalhos e lições que eu... Ah, ele me ajuda, não faz tudo... Mas que seja, o dia estava lindo, maior sol... E eu lá, na frente de casa esperando a madame Bill.

Depois de 123.243.456.988 minutos, o Bill tava pronto e bem tranquilão, como se tivesse tempo até pra sair dar uma esquiada (?). E fomos a caminho da escola.

Chegamos lá e encontramos o Matt. Bill foi correndo dar um abraço nele gritando um "Oi Matty". Aquilo me subiu o sangue, sério. Matt retribuiu o abraço e me cumprimentou do jeito masculino de se cumprimentar as pessoas. Logo Bill me deixou e foi dar uma volta com ele. Palhaçada! Antes o Matt havia me deixado para ficar com o Bill, e agora isso?

Ah também, eu não passo necessidade alguma de companhia masculina. As gatinhas já estão ae. Então eu me juntei com uma lá e fui para o fundo da escola. Demos uns amassos, mas nada demais, já que a aula estava para começar.

Quando entrei na sala, Matt havia arrastado uma cadeira para perto da mesa do Bill para conversarem. Bill abria aquele sorriso simpático dele. Era lindo, simplesmente. Mas agora eu estava com medo... Eu confirmei com meus próprios olhos, que o Matt é gay, e fica de gracinhas com o Bill. Merda, será que eu vou ter que ficar de olho nesses dois agora?

Nos estavamos na educação física. As meninas jogariam vôlei em uma quadra, e nós garotos, jogaríamos futebol em outra. Eu estava com o celular no bolso atrapalhando. Então fui lá deixar com o Matt, junto com a minha blusa. Ele havia inventado uma dor no joelho e ficou sentado. Se fosse eu, iria ver o jogo das meninas... Mas, bom... não comentemos a opinião dele.

Depois do jogo e da aula toda, eu fui direto pra casa da menina que eu tinha começado a pegar de manhã. Os pais dela não estariam lá. Foi bom, ela era bem gostosa, mas bem putinha também, daquelas que nem dá muito aquele tesão porque você sabe que todomundo pega. Mas beleza. Voltei para casa e Bill estava deitado no sofá com a cabeça no colo do Matt, e este fazendo cafuné no meu irmão. Porra, porra, porra! Viado de merda, tira a mão do meu irmão. Caralho, não sei nem o que dizer. A raiva que se apossou de mim naquela hora foi inexplicável.

- Oi Bill, oi Matt. — Eu me segurava para não voar no pescoço daquele safado aproveitador de irmãos — Matt, será que você podia dar uma licença pra eu conversar com o Bill?

-Claro Tom, mas eu precisava conversar contigo primeiro, pode ser?

Fiquei meio na segunda, mas eu aceitei. Saímos dali e fomos para um bar que tinha ali perto. Sentamos no balcão e ele pediu dois chops. Ficou me encarando com um sorriso debochado até o pedido chegar e começarmos a bebericar o líquido amarelo.

-Olha Tom... Eu sei que você tem um puta ciúmes do teu irmão, ainda mais agora que ele ficou popular... — Deu uma virada no copo e continuou — mas eu queria que você deixasse ele em paz, sabe... Tem gente que tá afim de pegar ele, mas o irmão super-protetor não quer deixar... — Aquele sorriso só se alargava.

Levei meu punho ao seu rosto exprimindo toda a raiva que eu sentia. Em questão de segundos, ele estava no chão e aquele sorriso não saía de sua cara. Eu sabia que eu levaria o dobro depois, mas ele não pode falar do meu irmão assim pô. Se levantou e eu recuei alguns passos, mas ele não me bateu, apenas jogou seu braço esquerdo em volta do meu ombro e tirou o celular do bolso.

-Olha cara, eu sei que isso te deixa irritadinho e tudo mais... Só que eu ainda estou te pedindo de boa velho — a raiva aumentava, quem esse mané pensava que era? Eu me afastei e o olhei enfurecido — Não me olha assim, eu gamo sabe — e soltou uma risada escandalosa — Olha, você vai sair do pé do Bill ou não? — Ele realmente me perguntou isso. E ainda queria a resposta. Ficou olhando pra minha cara até que percebeu que eu não ia responder. — Ta bom cara, você gosta tanto assim do seu irmão pelo jeito... Fala sério, se eu fosse você eu já teria comido ele cara — E soltou outra risada daquelas, isso estava me embrulhando o estômago. — Olha isso aqui: — Ele deu play em algum vídeo e colocou o celular na minha cara.

Eu não podia acreditar. Minhas pernas amoleceram. Aquilo não podia estar acontecendo. Aquele vídeo... por que? por que eu fiz isso? Bill dançava, se jogava, seduzia. Eu havia filmado o Bill em seu estado alterado e esqueci de tirar do celular. Foi naquela hora. Aquele desgraçado fuçou meu celular na educação física e agora tem o vídeo. Exatamente como eu disse... ''quem sabe não sirva para uma futura chantagem?'' Bingo! Aqui estava eu, vítma da "futura chantagem". Merda!

-O que você quer? — Eu podia jurar que meus olhos estavam vermelhos de raiva.

- Olha cara... Só quero que você deixe o Bill em paz, fique tranquilo, que eu não vou forçá-lo à nada... A parada é a seguinte: Não conte nada à ele, que eu não mostro isso à ninguém. Fechado? — Saiu dali rindo, como um babaca. E sem pagar a conta.

Voltei pra casa puto da cara, já devia ser umas dez horas quase.

-Onde estava Tom? — Bill veio da cozinha agarrado à um pote de sorvete e uma colher. Todo lambuzado.

-Tava de papo... — Tomei a colher dele e comecei a comer o sorvete sob o olhar dele que esperava ansiosamente pela devolução da colher. Olhei para ele e dei um risinho abafado, jogando a colher no pote e mexendo em seu cabelo, em seguida saí dali e fui para meu quarto.

Deitei-me na cama e comecei a pensar de uma maneira de acabar com isso. Peguei meu celular e o vídeo estava lá, comecei a ve-lo. Realmente, Bill é lindo e dança de uma maneira sexy, eu estava me excitando só com aquilo. Ouvi minha porta se abrir e rapidamente finalizei o celular e guardei.

-Tom, quando que a mãe chega? Ela nem ligou... — Poisé né, até tinha me esquecido da Dona Simone... Foi mal mãe.

Fui até o banquinho de telefone da sala, sentei-me e liguei para ela. Bill estava vindo em minha direção com uma carinha triste. Vestia o pijama e estava agarrado ao aviaosinho de brinquedo dele. O Jumbie.

Veio até mim e sentou-se no meu colo. Parecia uma criança, só que era maior que eu... Mas isso é apenas um detelhe.

E aquele telefone chamava, chamava... E ninguém atendia. Até que uma voz masculina é ouvida, Bill chegou mais perto, para poder ouvir também, admito que minha respiração falhou um pouco com essa aproximação.

-Por favor, a Simone?

-Oh, claro ela está bem aqui, porém dormindo. Quando acordar darei o recado, quem gostaria?

-Diga à ela que seus filhos ligaram e que é para ela retornar a ligação. Obrigado.

Olhei para Bill com um sorriso aliviado, afinal estava tudo bem. Já ele me olhou com um sorriso divertido e feliz.

-O que foi Bill?

-Você ouviu? Ela estava dormindo, e outro cara atendeu! Será que mamãe arranjou um namorado?

Realmente, eu nem havia pensado nisso. Se for... Que bom pra ela, eu meio que nem ligo muito.

Bill coçou os olhos e se levantou do meu colo depositando um beijo estalado em meu rosto, dizendo um "Boa Noite Tom", que soou sexy aos meus ouvidos, mas acredito que não tenha sido a intenção dele. E aquele corpo sexy dele se deslocou até o quarto. Olhei para baixo e o Tom Jr. estava precisando de carinho desde a hora em que eu havia visto o vídeo... Coitado, tem que esperar... No dia seguinte eu sairia com a Ju, aí eu me aliviaria. Fui dormir.

No dia seguinte, na escola, eu estava avoado. Coisas e coisas passavam sem parar pela minha cabeça. Havia mencionado em sair com a Julia, mas se eu sair, aquele viado vai lá em casa assediar o meu irmão... Mas eu ainda preciso me aliviar, e não quero fazer isso sozinho... Como faz?

Eu tava preparando minha mente para dizer à garota que eu não iria mais. Mas ela chegou, sentou ao meu lado, fez carinho, mecheu em meu pescoço... (vou te contar... ela sabe como faz) e eu não resisti. Vou sair com ela.

Matt ficava me encarando o tempo todo, nem chegou a falar comigo... Ele chegou no Bill e começou a conversar com ele, perto demais. Afastou sua franja e deu um sorriso para o meu querido e inocente Bill, que se derreteu com tal falsidade. E logo depois, aquele viado olhou pra mim, pra se certificar de que eu tava olhando. Filho de uma puta, o que ele vai fazer com o MEU Bill?

Acabou a aula, peguei a Julia e vazei. Fomos na casa dela e ficamos a tarde toda. Não vou entrar em detalhes, mas que foi bom, foi. A garota sabe fazer strip e tudo... Mas enfim, os pais dela chegaram e eu saí de lá e lembrei que tinha vida. Fui de gas pra casa e como eu pensei, Matt estava lá. Mas Bill não, provavelmente no banheiro.

-Você poderia sair da minha casa agora?

-É...não. Estou aqui com Bill, e ele não quer que eu vá agora... — Disse com um sorriso vitorioso.

-Olha Matty, tem esse jogo aqui que... Oi Tom! Quer jogar com a gente? — Bill vinha com um jogo em mãos.

Olhei para Matt e respondi um "sim" empolgado, vendo a reação do garoto, que não foi das melhores. Na verdade foi de total reprovação.

Era algo como o Jogo da Vida[1]. Eu sentei ao lado de Bill, e o outro de frente pra nós. Era minha vez de provocar. Eu chegava perto dele e roçava nossos braços. Isso tava deixando ele confuso, mas eu não tô nem aí. Eu peguei e joguei meu braço em torno do seu ombro e comecei a sugerir que ele faça isso e aquilo. Não sei porque, mas Matt estava com ciúmes. O que é realmente besteira, já que eu sou irmão do Bill. Mas ele tava lá, se roendo.

Não aguentei e pedi licença para ir ao banheiro. Tentei ser rápido com minhas nescecidades e voltei lá. O que eu vi não foi nada legal.

Bill estava sentado com as pernas crusadas, como um índio, e Matt ajoelhado em sua frente, próximo, demais, demais mesmo. Eu voltei fazendo algum barulho para que acordassem e deu certo.

-Olha gente, é melhor pararmos, amanhã tem prova e é melhor estudar.

Matt se deu por vencido, já deve ter feito sua parte de hoje, Bill já devia estar sacando que o cara tava afim dele. O garoto foi embora e eu me sentei para conversar com Bill, enquanto ele arrumava o jogo na caixa.

-Bill. Seja sincero. O que está acontecendo entre você e o Matt?

Bill não me respondeu de imediato. Terminou de guardar o jogo e se sentou na mesinha de centro, de frente pra mim.

-Eu não sei. — Dito isso, se levantou e foi guardar o jogo.

O que? como assim? Ele faz todo esse drama e diz que não sabe? Ah, mas agora ele vai me responder. Fui até o quarto dele e sentei na ponta da cama onde ele estava deitado.

-Bill, sabe que pode contar pra mim... o que aconteceu quando eu fui ao banheiro? Aconteceu alguma coisa antes?

Tentei parecer calmo para arrancar o maior número de informações possível. E Bill, ingênuo, sentou-se na cama e disse que contaria tudo.

-Me tornei amigo dele há um tempo. Aí nós fomos ficando mais próximos. Foi aí que você perguntou se não tinha nada além de amizade. Realmenete não tinha... — O que? agora tem? Minhas mãos apertavam os lençóis como se fossem rasgá-lo. — Aí a gente foi se aproximando mais... E ontem ele tinha dito que gostava de mim... — Ficou um tempo olhando para suas mãos, pousadas sobre os joelhos. — Aí hoje, quando você foi lá na casa da guria, ele disse que queria saber se eu também gostava dele, e quase me beijou, aí eu saí correndo para pegar um jogo. — Meu coração apertou nessa hora, se eu tivesse aqui, nada disso teria acontecido. — Então, quando você foi ao banheiro, ele se ajoelhou na minha frente e me deu um beijo, um selinho.

Agora minha raiva aumentou, senti que realmente rasguei o lençol. Filho de uma puta. Ele quer enviadar o meu irmão também porra. E eu não posso fazer nada, porque aquela desgraça têm um vídeo comprometedor no meu irmão. Argh, que raiva, como uma pessoa pode ser assim nesse mundo? Como? Brincar com a inocência de outra pessoa, isso é errado meu. Eu não consegui esconder minha raiva e acho que estava assustando meu irmão, que agora estava mais afastado de mim e respirando rápido.

-Bill, vem cá. — Eu disse abrindo os braços. Ele veio na mesma hora e eu o apertei, apertei com todas as forças. Como se o quizesse pra mim e não fosse para ninguém mais pegar. Uma lágrima escorria em seu rosto escondido em meu pescoço. Não sabia porquê ele estava chorando, mas eu iria descobrir. E ai daquele viado de merda se fizer alguma coisa pro meu irmão. — O que foi Bill? — Eu disse massageando sua cabeça.

-É que eu gosto de outra pessoa e... — Mais lágrimas caíam — E eu não sei...

-Calma, calma. Essa pessoa por acaso também é um garoto?

Ele me olhou e assentiu com a cabeça. Estava tudo tão difícil. Se for explicar a situação, fica até embaraçoso: Eu estou afim de Bill, de uma maneira inexplicável e de um jeito que eu nunca fiquei por ninguém. Matt, quer meu irmão para depois jogar fora. Bill é inocente e está caindo na armadinha desse viado. Eu não posso fazer nada pois estou sob chantagem. Bill agora vem me dizer que gosta de outra pessoa e que essa pessoa é um garoto.

-Olha Bill, eu não sei se essa pessoa é hétero, quanto tempo você gosta dela, nem nada... Mas, pode confiar em mim sempre tá. E... se quizer conversar... Não precisa ser com o Matty — Forcei para dizer isso — Pode ser comigo.

Ele desabou no choro novamente.

Depois disso tudo, eu ainda fiquei pensando nessa tal pessoa que o Bill gosta. Se ele estava chorando, na certa esse garoto deve ser hétero, ou deve odiá-lo. Ah, mas eu farei o que puder para o ver feliz, já que eu tenho claramente que eu nunca poderei ter nada com Bill. Isso me desanima. Muito.

Eu sei cada vez menos o que eu sinto pelo Bill. E sei que isso que eu sinto se torna mais forte a cada minuto. Talvez seja algum amor, que já passou de fraterno há muito tempo. Paixão, dizem que quando estamos apaixonados, nos sentimos bobos e idiotas. É assim que eu me sinto, mas como eu posso me apaixonar por meu irmão? Como? A única coisa que eu tenho certeza, absoluta que eu sinto, é tesão. Só de lembrar de ele dançando daquele jeito e toda aquela coisa, eu sinto que é melhor parar de pensar, antes que seja tarde e eu não tenha como esconder...

Mas, agora estava tudo indo. Pus ele pra dormir e fui para a minha cama. No dia seguinte: Prova de biologia.

Amanheceu e o Bill ainda tava dormindo. Fui lá pra acordar ele, mas quase não tive coragem. O aviãosinho que ele dormira abraçado, já estava longe, junto com as cobertas. Ele estava todo estirado na cama, como uma estrela, e ronronando, quase era um ronco. Devagar eu fui acordá-lo. Fiquei chamando por seu nome, mas ele não dava bola.

-Tommy! Por que? — Ele falava enquanto dormia. Eu me assustei, estaria sonhando comigo? O que eu tava fazendo?

-Por que o quê, Bill? — Não me contive, e quis ver se ele responderia.

-Por que você não me ama?

Um silêncio se instalou no quarto. Era aquilo denovo. Eu não respondi, eu não sabia responder. Eu tentei acordá-lo denovo e tive sucesso. Coçou os olhos e me encarou com um sorriso dizendo 'Bom Dia'. Juro que ganhei meu dia com isso. O sorriso dele era maravilhoso de manhã, e à tarde, e de noite também. Respondi e mandei ele se apressar enquanto saía do quarto. Não queria correr o risco de ver ele se trocar.

Na escola foi tudo certo, fiz a prova inteira, pelo menos acima da nota média eu tirei, espero. Agora com o Bill aqui, tudo ficava mais fácil, ele me ajudava e me ensinava as matérias que eu jurava que nunca iria entender. Bill ainda anda mais com Matt do que comigo, mas eu ainda vou reverter isso, e sem precisar dizer nada que faça Matt usar o vídeo. Tenho que dar um jeito dele excluir aquele vídeo de onde quer que ele tenha um. Mas eu não posso invadir sua casa pra ver se tem no PC e roubar o celular. Também não posso... Espera. Se eu arranjar algo comprometedor dele, quem sabe eu não consiga? Mas o que? Falar pra meio mundo que ele é viado acho que já não adianta mais, já que ele está se preparando pra assumir, ae quando ele fizer isso eu to fudido...

Quem sabe se eu conversar com ele e der uma lição de moral ele não desista e apague tudo, como nos filmes... Ah! Fora de questão.

Depois da aula, eu fui pra casa com o Bill, ae o Matt não foi. Ele tem medo de mim, é.

A professora tinha passado um trabalho de recuperação da outra prova que a gente fez, eu teria que fazer, e o Bill não. Era algo sobre o período paleolítico e tals... Não vou bem em artes por causa disso, se fosse só desenhos eu me daria bem. Então o Bill ficou me ajudando a tarde inteira com o trabalho, enquando comíamos leite com bolachas. E nossa mãe, nada de chegar.

Notas finais
Jogo da Vida - É um jogo muito bonito, de tabuleiro, que você começa na faculdade e termina rico e idoso, ou na falencia e idoso. É demorado, mas não tando quando War, ou Banco Imobiliáio.
Bill: Leite com bolachas Tom? Fala sério.. ¬¬
Tom: Oras, é bom.. *envergonhado*
Bill: Essa autora tem algum problema.. as coisas estão totalmente nonsense...
Tom: É.. Aquele cara que atendeu podia ser um sequestrador, seilá...
Bill: Sequestrador? o_O
Tom: Ou não.. seilá.. *começa a dançar do nada*
Bill: O que.. é.. isso? õ.o
Tom: I want your love and I want your revenge you and me could write a bad romance oh oh oh... *fazendo coreografia*
Bill: Omg.. sai se fininho..
-Er.. nossa.. er... então... er... é isso.. valew por tudo gente... er... er... er... er...