The Brotherly Sin.
3 Chapter III - The Lure of Alcohol.
Notas iniciais
Então, primeiramente eu queria agradecer aos revews povo, estão me incentivando *-* É bonito!
Esse cap será dedicado à milly_UHNYK, por ter mandado o primeiro review *-* e por me avisar que, o cap anterior estava pequeno --'
Então, pra compensar, esse saiu bem grandão.
É isso =D
Boa leitura á todas (ou todos, se tiver garotos).
Certo dia, a Dona Simone teve que viajar. Eu sabia que Bill não gosta de ficar sozinho. Mas não era por isso que eu não ia sair, era por causa da chuva. Estava uma mega chuva lá fora. Ficamos eu e Bill conversando na sala até que eu tenho a seguinte idéia: Dona Simone demoraria a chegar, estávamos lá, sem fazer porra nenhuma, então porque não encher a cara?
Nem perguntei se ele queria e fui pegar as bebidas disponíveis em casa. Já que ninguém dali bebia, — pelo menos não dentro de casa — a gente sempre tinha algumas garrafas de vinho, vodka, etc.
Estávamos sentados no chão, com as costas apoiadas no sofá. Coloquei vodka nos dois copos e ofereci um a ele. Ele me olhava com aquela cara indignada que ele sempre fazia quando não concordava com algo vindo de mim.
- Vai me dizer que não bebe? — Perguntei à ele.
-Não. — Respondeu com convicção.
-Não bebe, ou não vai me dizer? — Ta eu tinha entendido, mas vai que se eu irritasse ele — o que é difícil — ele não tomaria um gole?
- Por que eu vou beber? Aí amanhã eu acordo com uma puta dor de cabeça, não lembro de porra nenhuma e ainda...
-Calma piá — o interrompi — é só uns goles, você não precisa encher a cara.
-Você sabe que eu sou fraco pra essas coisas.
-Sei? — Nem sabia meu. O.k. aquele assunto não estava levando à nada. — Vamo fazer assim: Se você beber, eu faço suas lições durante uma semana, do contrário, você faz as minhas.
-Tudo bem... Eu gosto de fazer lição. E fazendo duas vezes eu aprendo mais. — Disse com um belo sorriso vitorioso. Eu disse belo? Ah, claro, o sorriso é igual ao meu, já que somos irmãos gêmeos...
- Ah Bill... me acompanha, por favor... — Fiz meus olhos brilharem, sim, a última tentativa sempre era apelo.
E não é que funcionou? Ele se deu por satisfeito e começou a beber comigo. Continuamos a conversar. Algum tempo depois, Bill estava, digamos que, completamente bêbado. Cara, eu nunca havia imaginado meu irmão assim. Ele estava bebendo uma atrás da outra. Certamente nem sentia o gosto mais. Ele começou a falar umas coisas sem sentido, admito que ele estava engraçado. Mas eu me senti culpado por quase obrigá-lo a isso. Certamente ele ia ficar de cara comigo amanhã.
Eu também não tava lá essas coisas. Mas mais bêbado que meu irmão eu não tava, e com certeza me lembraria de hoje. Já ele...
Ele começou a contar umas piadas, totalmente sem sentido, emboladas, misturadas, seilá. Mas ele ria no final. Jogava a cabeça pra trás e ria no final. Cara... Eu não sei se eu tava bêbado pra caralho ou o quê. Mas meu irmão estava diferente naquela hora. Bêbado, sim, mas não é isso que eu quero dizer... Mais solto, também sim, mas ainda não é aí que eu quero chegar. Era tipo... seilá...
Não me importei em deixar ele tomar mais algumas. Estava em casa, o dia seguinte seria sábado, ele já ia ficar com uma dor de cabeça lascada de qualquer maneira... então deixei ele beber mais. Como tudo que é bom dura pouco, lá se foi todo o estoque de coisas que te deixam bêbado. Junto com elas, se foi também a sanidade do Bill e toda aquela ingenuidade que nem se tentasse, era possível disfarçar. Coisas que só a bebida em excesso pode fazer.
Nisso, nós já tínhamos colocado todo tipo de música e dançado do rebolation até a macarena. Nunca pensei que passar uma noite com menos de 30 pessoas num mesmo cômodo, sem pegar nenhuma gatinha e nem vendo gente se esfregar do meu lado, fosse tão divertido. E o pior, é que era com meu irmão. Aquele garoto estranho que chegou de repente ae na minha escola, me obrigando a aumentar a porcentagem de comunicação diária com ele, e todas essas babaquices... Agora aqui estou eu, numa 'balada' improvisada, só com ele, aqui em casa, sendo que onde eu realmente deveria estar era numa balada gigante, entupida de gostosas, muita gente, etc, etc.
Joguei-me no sofá exalsto. E ele ainda tava lá, dançando em cima da mesinha de centro, com os olhos fechados. Jogava a cabeça para os lados, rebolava, balançava os braços... Não sei como ele tinha essa energia toda. Eu só fiquei adimirando-o e imaginando ele mesmo vendo essa cena, mas, sóbrio. Ele morreria de vergonha.
Não sei se era certo, mas eu resolvi filmar. Quem sabe não serviria para uma futura chantagem? Peguei meu celular, coloquei em modo noturno e filmei uns dois minutos de sua dança. Reparei bem em seus movimentos, tentando capturar tudo. Não sei se eu tava bêbado demais ou o quê. Porque eu quase via uma garota ali dançando. Seus movimentos eram delicados e sensuais. Não que eu achasse sensual aquilo, foi só uma maneira de expressão.
Ele virava-se de frente e via-se aquela franja grudada em sua face pelo suor, atrapalhando a bela visão de seu rosto. Bela visão de seu rosto porque... é bem parecido com o meu... né. Acho que ele finalmente percebeu minha ausência na 'pista' e desceu da mesinha caminhando sensualmente até mim. Não que eu achasse sensual mas... Ah, quer saber? Ele tava sensual sim, pra caralho. E eu tava bêbado também, tanto faz dizer isso.
Ele pegou minhas mãos pousadas sobre as pernas e as puxou enquanto falava um 'Vem Tommy' me olhando com um olhar sexy. Lambi meu piercing e me levantei para acompanhá-lo. Sim, eu lambi meu piercing. E ele ficou olhando. Ok, eu sei que esse é um dos instrumentos que eu mais uso para a sedução. Eu realmente não queria ter feito isso, mas aquele olhar que ele havia me lançado, não me deixou opções. Não mesmo.
Logo estava eu dançando ao lado dele novamente. Depois de um tempinho, ele pegou minha mão e me puxou pra cima da mesinha. Será que ela aguentaria os dois? Esse pensamento passou mais rápido pela minha cabeça do que a velocidade que eu tive para segurar o Bill. Ele havia escorregado da mesinha mas não chegou a ir pra fora dela, por causa do meu reflexo. Segurei ele pela cintura ué. Por onde mais eu seguraria?
Ele olhou pra mim um pouco assustado por quase ter caído e depois começou a rir, jogando a cabeça pra trás, e eu ali, segurando ele, que estava um pouco inclinado. Ele se endireitou e enlaçou seus braços em meu pescoço começando a rebolar, ainda rindo. Adimito que fiquei meio estático com aquela rápida situação. Acompanhei o ritmo de sua dança, afinal, eu também estava bêbado ué. Droga, eu estava começando a olhar para onde não devia nem em mil anos. Muito menos no meu irmão. Aquilo estava me deixando... não sei bem as palavras, mas a parada tava ficando quente.
Nós ali, tínhamos enchido a cara, estávamos dançando como se numa balada, porém não havia mais ninguém além de nós. Isso é que deixava tudo desregular. Ainda mais no estado que eu começava a me encontrar. O único ser humano naquele recinto, fora eu, era ele. E não era um ser humano qualquer. Era um que estava pendurado em meu pescoço e rebolando de maneira sinuosa no rítmo da música, com um olhar sexy vidrado aos meus. Porém era também, meu irmão. Além de ser um garoto né, havia me esquecido desse detalhe.
Mesmo bêbado, isso não seria desculpa depois que eu fizesse merda. Já usei várias vezes a desculpa de "Ah, mas ele é meu irmão" Desculpa besta. Acham a gente igual, mas nós não nos achamos assim tão iguais. Ainda mais com essa mudança de estilos. Se digo que ele é bonito é minha opinião sobre ele, e não sobre mim. Diria agora que não acho nenhum homem bonito, só o Bill, porque ele é meu irmão. Não é por isso, eu sei que não é. Essa desculpa seria boa para amenizar as coisas aos olhos de outros, mas não posso enganar a mim mesmo.
Tenho que admitir então, que eu realmente, senti... tesão por ele nessa hora. Foi aí que eu me odiei mais. Como pode alguém sentir isso pelo irmão? Acho que foi algo de momento, só pode ser. Como eu disse, não tinha mais ninguém ali, eu estava bêbado e tals... Droga!
Ele ainda olhava safado pra mim, e eu pensando nessas coisas, lambendo o meu piercing. Pensamentos insanos me faziam lamber o piercing, cheguei à essa conclusão. Ele contornou meus braços com suas unhas, como um gato faz com suas garras. Quando chegou nas mãos, pegou-as e colocou em sua própria cintura ainda rebolando, mas agora mais próximo e voltou a enlaçar minha nuca.
Céus, o que Bill estava fazendo? Ele quer me enlouquecer? Onde ele queria chegar com tudo isso? Ele deve saber que eu não aguento muito. Deve saber também que o nível de sedução dele era muito alto, pois sua auto-confiança estava impecável. E ele não tirava aquele maldito sorrisinho do rosto. E acho que nem eu.
Eu me afastei um pouco e desci da mesinha, mas trouxe ele junto. Tipo, eu não queria, mas ele ainda estava pendurado em mim. Aquilo tudo, a música, o clima, ele daquela maneira em mim... Tudo aquilo estava deixando minha calça cada vez mais apertada. E eu relutante, apenas internamente, porque ali eu tava deixando tudo acontecer, claro, fazendo de tudo para não acontecer o que aparentemente viria a acontecer.
Ele sorria debochado enquanto me soltava e, de maneira lenta e sexy, tirava seu colete. Voltou a se aproximar de mim, mas sem encostar. Agora ele dançava sensualmente à milímetros do meu corpo. Não, aquele não era ele. Num rápido movimento, ele virou de costas e continuou a dança sensual. Como eu disse, aquele não era ele. Logo, ele deu um passo para trás. Um passo era muito, já que ele estava tão perto. Isso me desequilibrou um pouco e me fez soltar um gemido abafado. Minha ereção não estava pequena, e ele ainda dá com a bunda nela... pô. Definitivamente, aquele não era ele.
Virou-se de frente novamente e tirou o sinto. Pedi, à qualquer coisa que pudesse me atentender, para que ele não tirasse mais nada.
Aquilo já estava ficando perigoso e saindo totalmente do ritmo de brincadeira. Bill não raciocinava. Eu pelo jeito também não, para estar aceitando tudo aquilo até agora. Eu precisava dar um jeito de pararmos com aquilo, o quanto antes. Mas eu realmente não sabia como.
-Bill, já chega, vamos dormir? — Ele me olhou mais malicioso do que antes. Droga, ele não entendeu o que eu disse. Merda, agora ficaria mais difícil. — Não Bill... é sério, amanhã temos que...
Ele colocou o indicador sobre meus lábios sorrindo e se aproximou. Eu o afastei rapidamente e fui correndo desligar a música.
Ele ainda mantinha o sorriso no rosto, mas agora estava mais murcho. Se aproximou de mim novamente e não tendo para onde recuar mais, acabei por parar e deixar que ele enlaçasse novamente seus longos braços por meu pescoço.
-Por Favor Tommy. — Pediu manhoso.
Sua voz era embargada e seu olhar, pidão. Afastei-o novamente e seu sorriso se desfez por completo. Eu, tolo, ainda estava próximo dele. O mesmo teve mais uma tentativa frustrada de me beijar. Eu segurava seus ombros e tentava encarar seu rosto que agora permanecia escondido entre os cabelos lisos e mirando o chão. Ele ergueu sua cabeça e pude ver lágrimas deslisarem por sua face. Retirei as mechas que atrapalhavam e coloquei-as atrás da orelha. Olhou-me de maneira triste.
-Você não me ama.
O que? O que era aquilo? Eu mal consigo descrever o que estava pensando. Ele começa a chorar do nada e diz que eu não o amo. Amo sim pô, ele é meu... Ok, chega disso. Mas, eu nem sei o que é amar direito. É claro que como irmão eu o amo, amor fraternal. Agora, o que eu sinto por ele fora isso eu não sei, na minha cabeça eu tinha concluido a palavra 'tesão'. Penso assim mas nem sei que tipo de amor ele afirmou eu não sentir por ele. Se for o fraternal, como eu disse, é claro que eu sinto.
-É claro que amo, por que isso agora?
-Não. — Ele se afastou — Não é desse tipo de amor que estou falando. — Ele atropelou um pouco as palavras.
Então não era desse tipo de amor que ele estava falando... Mas, eu não posso amá-lo de outro jeito. Espera. Ele me ama? É isso? ele me ama de forma não fraternal e quer ser correspondido? Porra Bill. Porra Tom. Bill está bebado. Não sei se posso acreditar no que ele diz no estado alterado dele. Ele fica totalmente diferente, outra pessoa. Não sei o que fazer, não sei o que pensar. Eu também estou bêbado. Ahhh!
A única coisa que me veio à mente foi feita. O abracei.
-Bill... outro tipo de amor, não deve existir. — Aninhei ele ao meu peito, sentindo suas lágrimas atravessarem minha camiseta. Levei-o até sua cama e esperei-o dormir para ir ao meu quarto dormir também.
No outro dia, acordei com uma puta dor de cabeça. Já era de se esperar. E imaginei que Bill estaria bem pior. Passei pelo quarto dele e abri uma fresta da porta para ver se ainda dormia. Ele se mexia bastante mas não acordara.
Fui até a cozinha e tomei algum remédio e preparei o de Bill, para deixar ao lado de sua cama para quando acordasse. Fiz isso. Voltei para o meu quarto e me arrumei. Dei uma ajeitada na sala. O tempo estava ruim lá fora, o céu nublado e uma garoa fina. Mas eu precisava dar uma saída pra esfriar a cabeça. Me agasalhei e andei, mais ou menos até a praça, sentei em uma pedra e começei a lembrar do que tinha acontecido ontem. Eu me lembrava de quase tudo, e sabia disso.
Devia ser umas dez da manhã e avistei Matt andando com um garoto em baixo do mesmo guarda-chuva. Claro que não é motivo nenhum para tirar conclusões principitadas... Nem mesmo quando eles param em baixo de uma árvore e ficam conversando... Nem mesmo se eles estiverem perto demais... Bom, se eles se beijarem, eu posso pensar em algo?
Fiquei pasmo. Eu realmente não estava acreditando que o 'Matty', como o Bill chama, está beijando um garoto em plena praça. Tudo bem, que era sábado de manhã, tava o maior frio, garoando e não tinha ninguém em volta... Só eu, que devo ter sido confundido com algum maconheiro sentado na pedra...
O garoto tinha a pele muito branca, e um cabelo escuro que ia até a metade das costas. Era um pouco maior que o Matt e os dois tavam no maior amasso. Eu não conseguia tirar os olhos daquela cena. Aquilo simplesmente não entrava na minha cabeça. O Matt era gay cara... Todo aquele bafafá era verdade porra. To imaginando se alguém descobre: "Aquele carinha que anda com o Tom é gay" Eu to fudido... Caralho... E eu podia jurar para os deuses que o cara era espada... Não sei como um cara como ele fica com um cara.
Vai ver essa parada de paixão exista. Porque... para o Matt se rebaixar desse jeito, deve estar apaixonado... Ou o carinha ali tem muita grana (muita grana mesmo), ou ele perdeu uma aposta que valia a família inteira dele...
Olhei denovo e a pegação tava cada vez melhor — ou pior — estavam se encochando e quase tirando a roupa. Aí acho que se deram conta de que não estavam num beco ou algo assim, e vazaram.
Admito que fiquei um tempo pensando nessa cena e depois voltei aos meus pensamentos. Aí comecei a misturar tudo e virou uma suruba só dentro da minha cabeça.
Aquilo que eu disse que eu senti pelo Bill ontem... Mesmo que tenha sido coisa de momento, se ele não fosse meu irmão, certamente teríamos ido dormir mais tarde. Isso faria de mim um...
Balancei a minha cabeça e voltei para casa.
Fui em direção ao quarto de Bill, bati na porta e com o concentimento dele, abri.
Ele estava sentado na cama apenas de shorts. Havia acabado de tomar banho, julgando pelos cabelos molhados e o cheiro de shampoo dali. Ele estava com os cotuvelos apoiados nos joelhos e a cabeça abaixada, apoiada nas mãos. Sentei-me ao seu lado e perguntei se estava bem. Ele respondeu com um murmuro, que parecia um sim... ou um não... ou talvez um gemido... er... de dor, é claro.
-Obrigado pelos remédios!
Fiquei sem graça. Eu faço ele passar por tudo isso e ele ainda agradece os remédios. Envolvi meu braço em suas costas e encostei minha cabeça nele.
-Foi mal Bill... Não devia ter feito você beber tanto ontem... Se lembra de alguma coisa? — Perguntei dando uma risada, como se debochasse um pouco, querendo parecer natural.
Eu não achei outra maneira de perguntar se ele se lembrava de alguma coisa, se ele dissesse não, eu veria sua reação. Ele não sabe mentir. Então eu certamente teria a resposta.
-Poisé né. — Me olhou de canto com uma carinha bravinha. Que eu não posso deixar de comentar: Muito fofa. — Até onde eu me lembro você estava me empurrando bebida guela abaixo e colocou umas músicas lá... Seilá daí... Ai.
- O que foi? — Perguntei preocupado.
-Minha cabeça dóóói. — Ele disse manhoso deitando-se no meu colo.
Poisé, ele não se lembrava de nada. Ainda bem, pra nós dois. Penso eu agora: que ser era aquele de ontem à noite? É um Bill interior? É o lado negro de Bill? Ou, na melhor das hipóteses (pelo menos pra mim)... o lado verdadeiro de Bill?
Eu olhava pra baixo e me via fazendo cafuné naquele ser delicado deitado em meu colo que ronronava em aprovação. Isso era uma coisa fraterna, era o que eu sentia pelo Bill. Era o que o Bill sentia por mim...
Mas eu descia mais os olhos, vendo o resto do corpo desse ser delicado. Um corpo perfeito, a pele era perfeita, sua silhueta era perfeita. Eu tinha aquela vontade fraterna de abraçar ele muito forte de tão fofo. E aquela vontade, nada fraterna, de te-lo para mim. Sim, essa vontade foi confirmada totalmente. Eu realmente não queria que a noite de ontem tivesse acabado daquele jeito. Mas a minha vontade, não vai fazer com que ele deixe de ser meu irmão, para ser meu por uma noite.
O resto do fim de semana foi sem maiores acontecimentos.
Notas finais
Bill: Omg, Tom o.o Você viu o que falaram de você nas reviews anteriores?
Tom: Vi ¬¬' Esse tipo de gente não sabe o que tá perdendo.. u-u
Bill: Sabe sim, ninguém mentiu quando te xingaram de idiota, Fdp...
Tom: ... Mas.. é que elas não me viram de noite, entre quatro paredes, uma cama e..
Bill: HADOUKEN.
-Er.. então, obrigada por ler, você que conseguiu chegar até aqui ^^
Beijos, e até o próximo =D
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