Notas iniciais
Mais um capitulo!!! Este era pra eu ter postado ontem como eu tinha falado, mais aqui em casa a NET caiu -.- Oh vida!! Esse é o segundo capitulo maior que eu já fiz!! Espero que gostem!!

Em um campo, livre a aberto, uma brisa suave soprava, carregando as devassas folhas de outono, esta frio mais era suportável.

Uma figura, uma pequena criancinha, corria atrás de uma borboleta, era tão pequena que seu vestido chegava as seus tornozelos, estava descalça, e seu cabelo, loiro dourado, estavam pressos para não atrapalhar seu treinamento.

O porque ela precisa treinar? Um pequeno detalhe, sua cabelo estava preso para sua asas, não era tão grandes quanto a da mulher que estava olhando ela.

A pequena ria quando a borboleta passava nas suas mãos para em nenhum minuto a pegava, Mais de repente a pequenininha teve uma ideia, e se ela usasse sua asas?

Ela tentou bater, mais oque ela fez foi ir para cima e depois cair sem conseguir se manter plana.

Ela caiu de costas, e fez uma careta, e se perguntou, se eu tenho asas porque eu não posso voar? A mulher riu de leve e caminhou ate a garota caída.

Se inclinou para baixou, e teve a menina em seu braços, e começou a caminhar de volta para o templo.

— Porque eu não posso voar — pergunta a menor para a mulher, a mulher sorriu e disse:

— Oh meu amor, você é tão pequenininha — diz a mulher com manha, a menor faz uma cara emburrada e cruzou os braços dizendo:

— Mas eu quero voar agora, eu não sou fraca — ela diz olhando para os passarinhos, que cantavam harmoniosamente pelo campo, voando uns atrás dos outros.

— Mais é claro que não é fraca, mais também não é forte, ainda, o que você vê em mim que você não tem? — pergunta a mulher, a pequena pensa um pouco antes de descrever:

— Você é mais alta, e sua asas são muito maiores que as minhas — diz com um suspiro baixo, a mulher sorriu antes de pegar sua das asas da pequena e abrir.

— Oh meu bem, você um dia vai poder voar mais alto que os guardas ate mesmo mais alto que eu, você faz parte de algo grande, eu sei disso, só basta esperar — diz a mulher apontando para os guardas que voavam encima de suas cabeças a pequena logo se anima e abraça a mulher.

— Obrigado Srta.Vida — diz a pequena amassando as bochechas da Vida que sorriu.

— Não minha Sucessora, pra você meu nome é Sarah — disse a vida para ela, que sorri e a abraça com carinho...

Pov Rapunzel -

Algo quente bate em meus olhos, isso incomoda, abri um pouco meus olhos e vejo que o que tanto me incomoda é o sol, resmungo, abro uma de minhas asas e coloco na minha frente para tampa-lo.

Fecho meus olhos novamente e tento dormi outra vez, quando finalmente o sono vem finalmente eu relaxo.

Quando de repente ouço uma batida na porta e algo estridente caindo no chão, me assusto e se querer bato as asas, quando eu o faço a força me leva para cima e acabo batendo no teto e caiu no chão soltando um grito.

O impacto não foi grande. No entanto minha asas esquerda começou a doer. Não, eu penso, Não, isso não pode acorrer, como vou voar.

— Não, Não, Não, Não... — eu repito freneticamente, olhando em volta, girando, para ver minhas asas.

Paro.-Tenho que ver esta bendita asas e a estico para frente, olho para ela e vejo uma pena que não esta arrumada, tento colocar de volta, mais dói então eu a puxo, faço um careta para a dorzinha e vejo a pena em minhas mãos, a asa já não dói mais.

— Srta.Vida! Esta tudo bem eu lhe assustei? — diz ele nervoso, considerando que se eu me machuquei ele pode ser banido para o reino da morte, ouço um ranger de porta, e vejo cabelos castanhos do guarda.

— Não — eu digo quase gritando – Eu não me machuquei – ele rapidamente volta a postura e diz.

— Bom tenho que falar que a Dama de companhia da Senhorita esta esperando, e como esse foi o dia de seu descaso , ela não quis lhe acordar, achou meio incomum já que é uma vez por semana que você dormi — diz ele, colocando uma cesta no chão da porta, ele faz uma reverência e sai levantando as asas para fechar a porta.

O som de estrondo ecoa pelo meu quarto, tomo uma respiração e olho para a cesta, caminho ate lá, minha asas as vezes não ajudam já que sou desastrada e também cresceram muito ate o ponto de bater no chão ou arrastar.

Me inclino em direção a cesta pego ela e abro, vejo uma calça; botas e uma blusa de manda comprida com duas aberturas para minhas asas, tinha um bilhete e uma maçã.

Pego a maçã e dou uma mordida, olho para o pedaço de papel, ainda mastigando pego o papel com a maçã na boca e leio o esta escrito:

— Caro Srta.Vida! — leio em voz alta enquanto caminho ate a janela, minhas asas puxão um pouco o pano do colchão mais não chega a cair.

—Peço com minha gratidão, e com todo o meu respeito pela vossa majestade... — reviro os olhos e continuou:

— que me acompanhei em um fabuloso passei pelo confins do reino vida — resmungo e olho para o final da carta.

— PS- Foi a Elsa que me obrigou a fazer isso, ela disse que estou te levando para o mal caminho, mais isso eu diria que foi você que o fez, termina e vem para fora vamos fazer algo com ela!! — eu riu e termino.

— Com amo! Sua melhor amiga de peito, coração, farinha do mesmo saco, carne e unha!!! Merida — eu digo, e jogo a carta na minha cabeceira, suspiro olho para fora e vejo meu guarda circulando o local, hoje estar muito calmo, isso acaba por ser muito suspeito.

Dou mais uma mordida na maçã, e vejo os rios que atravessam o palácio, cercado por várias arvores, que em folha em folha enfeitam os rios, a grama e verde e a brisa do verão.

Fecho os olhos, e respiro fundo e ouço vozes que não ouvia em mil anos ou mais.

— Vamos você consegui, ainda da tempo — diz uma voz suave e calma.

Abro os olhos e me viro para encarar as roupas que Merida enviou, eu suspiro e riu ao caminhar ate lá.

Mais eu queria saber o que a de errado com meu vestido, uma longa túnica branca.

Tiro isso da minha cabeça quando rapidamente tiro meu vestido e coloco a blusa com dois furos para as asas e a calça, tenho um problema com as botas, isso me faz pular ate a porta e cair para trás enquanto sai pelo um fiascos ela para entrar em meus pés.

Eu riu, enquanto os guardas olham para mim, bato as asas um pouco para conseguir me arrumar, prendo meu cabelo num rabo de cavalo, enquanto rapidamente eu ando pelos corredores de mármore do meu palácio.

Escuto "bom dia" de todos que eu passo e dou de volta acenando com a cabeça.

Quando eu chego perto da cozinha vejo uma cabeleira encaracolado ruivo, preso em um rabo de cavalo para não atrapalhar sua asas que são do mesmo tamanho que as minhas, usando a mesma roupa que eu, eu sorriu e corro ate lá.

Pego ela pelo braço que se assusta mais depois começa a correr junto.

— então cadê ela? — eu digo, olhando para ela, ela rir e me puxa para a porta perto da biblioteca.

— esta lá — ela aponta para as grandes portas de madeira da biblioteca, nos paramos em frente a porta e olhamos a maçaneta.

Ela devagar poem a mão na maçaneta e abri a porta que faz um pequena ruido, ela para e olho para mim com uma careta, mais depois abri a porta, em uma pequena brecha.

Olhamos para ela, a Rida agachada e eu em pé me alongando para não pisar em sua asas.

Vimos uma mulher vestindo um vestido azul claro e seu cabelo esta solto, enquanto caminhava lendo um livro, sua asas estavam normais, eventualmente fechadas como de costume.

— Você é maluca o bastante para fazer isso? — pergunto para ela, que na mesma hora se levanta e me puxa para trás.

— Vamos no 3 — ela diz respira fundo e olha para a porta com um sorriso.

— 1 — eu digo registando minha postura.

— 2 — ela diz olhando com mais determinação para a porta.

— 3 — nos duas gritando correndo em direção a porta, empurrando a porta para ficar aperta quando entramos e Elsa assustada não tem tempo nem de responder, pegamos ela pelos braços, corremos ate o parapeito da janela e pulamos.

Nos soltamos Elsa que mergulhou ate seu livro que estava caindo, enquanto eu e Rida? Nos batemos as asas e formos para cima!

Não faço ideia mais sempre amo fazer isso, é um sentimento de liberdade sem outro igual, poder correr, voar, tocar as nuvens, não sei que sentimento é esse mais amo cada parte dele.

Observei Merida mergulha para baixo em direção as árvores, fique batendo elas no mesmo lugar em que esta, em meio as nuvens.

Vejo meu reino, as casa feitas de mármore, e são abertas, todos confiam uns nos outros, não precisamos roubar ou pegar nada dos outro, e se isso é feito, o indivíduo é mandando para o reino da morte.

Suspiro e vou atrás de Merida, ganho força, e depois fecho minha asas e em meio as nuvens mergulho, com os olhos fechados.

Sinto Adrenalina, como se isso fosse uma tipo de queda livre sem nada para me parar, atravesso o ar, em meio as correntes, com a velocidade da descida meus olhos começam a lacrimejar.

Em meio as nuvens a visão se ampliá, consigo ver qualquer coisa, da maior árvore, ate do mais pequeno mamífero.

Vejo Merida na minha frente, abro as asas e paro de cair e começo a planar, Batu com força para ganhar impulso para chegar a ela.

Chego em meio a floresta, desvio com facilidade das árvores, faço isso a tanto tempo que acho que posso fazer isso de olhos fechados

Merida em minha frente é mais rápida que eu em vários termos, como estar óbvio, já que aprendi isso da própria.

— RAPUNZEL! MERIDA — eu escuto alguem gritar, eu olho para trás e vejo dos par de asas e um rosto furioso avermelhado de minha prima.

— Ah não — diz Merida pegando minha mão e batendo as asas mais rápido, tento acompanhar aumentando o ritmo das minha batidas.

— Voltem aqui agora, você vão ver só — grita Elsa voando ainda mais rápido.

— Vem — diz Merida, virando a direita calcando Elsa passar direto para frente.

Olho para Merida que rir nervosamente, eu riu de leve e voou para cima, vendo o céu azul e as nuvens esparsas, subimos para rodando em meio as nuvens, dando formas a elas.

— Olha! — ela diz apontando para um campo aberto, um bando de lobos correndo a solta, eu riu e voei ate lá, acompanhado cada passada dos lobos que em sua partas deixando pegadas no solo, sempre gostei da fauna e flora do reino, são muito distintas.

O líder dele é um grande lobo marrom, Bato mais as asas para passar dos lobos seguido por Merida que passa de mim, para a floresta novamente.

— será que a Elsa esta bem? — pergunto, olhando para Merida que da de ombro e diminuir a velocidade para ficar do meu lado.

— Ela esta, só precisa esfriar a cabeça — diz ela, até que vemos uma figura descabelada bufando em nossa frente dando um sorri perverso.

— Achei vocês — ela grita, eu grito percebendo que ela esta em meio a uma queda dágua, e nos estamos indo em direção a ela, tento para de ir para frente mais é inútil, nos duas batemos na Elsa e caímos na aguá.

Prende a respiração, e nado para cima, minha asas são pesadas e não ajudam muito quando estão molhadas.

Quando chego a superfície, eu Tossi um pouco, olhando em volta para encontar a Elsa e Merida jogando água uma na outra.

— Vocês duas parem — eu digo nadando ate lá.

— Porque vocês fizeram isso comigo — diz ela tirando o cabelo na frente do rosto.

— Você mereceu, e também foi só uma pegadinha — diz Merida dando de ombro.

— Isso não se faz, alem do mais acabei molhando meu livro direitos — vejo um livro boiando na margem do lago.

— Odeio política — diz Merida.

Tive uma ideia para juntar as duas e começo a cantar:

—"Mil rios eu comando, vejo o céu azul cantar"– eu começo e olho para Merida que faz uma careta e depois continua.

" Me chamando em silêncio, pela luz vou me guiar "- nos olhamos para a Elsa que suspira e sorri quando canta.

" Vou escrever minha história, não importa ser acabe ou não" — nos cantamos juntas :

"Eu ando em meio a tempestade, cavalgando na escuridão, vou voar através das margens"

"destemida sempre serei"

"vou correr, vou voar, alem do céu quero estar"

"tenho asas maior que águia, posso enfrentar um furacão"

" somo livres para fazer o que queremos, não importa se acabe ou não"

" Somos tão diferentes, mais também somos todas iguais "

"Juntas sempre vamos estar"

"Não importa o desafio, o seu lado não deixar"

"Te amo incondicionalmente, isso jamais vou explicar"

"Amizade é uma dádiva, que sempre aqui estará"

"Somos uma família, para toda eternidade vai estar" nos abraçamos.

Sinto vontades de rir, mais é uma hora em próprio para o fazer, pois um guarda usando uma armadura de prata pousa perto do rio e diz.

— Vossa majestade, precisam de você na divisa — diz ele, e decola para o alto.

Nado até a borda, e sair minha asas estão muito pesadas para voar então vou andando.

— Tchau Família — eu grito acenado.

— Tchau Punzie — diz elas duas.

Começo uma longa e devagar caminhada para a cidade.

******

— O que esta acontecendo? — eu pergunto para Flynn o guarda da divisa.

— Vossa majestade, venha cá — diz ela caminho ate a porta da divisa, na grande porta de madeira estava saindo uma coisa preta.

Cheguei perto e olhei, isso não parece estar morto para ser obra da morte, mais também não parece vivo.

— então Srta.Vida o que é isso? — pergunta ele – ninguém sabe o que é isso vossa majestade.

— Isso não parece morto, mais também não parece vivo, vou ver o que posso fazer e vamos falar que isso nunca aconteceu estar bem — eu pergunto olhando para ele, ele arregala os olhos castanhos e acena com a cabeça.

Passo minha mão pela madeira e me sinto minha magia se espalhar pelo local, fecho os olhos e não acontece nada, mais fica um pouco melhor, tenho que conversa com a Elsa.

— Pronto — eu digo, ele faz uma reverência, e eu aceno com a cabeça sorrindo forçado.

Abro minhas asas e Batu para cima, e vou em direção ao castelo...

Notas finais
Então o que me dizer? Devo melhorar? Ou não!? Comentem o que pensam!! Estou falando de você bunny!!