Notas iniciais
Desculpa meu leitores, culpa minha que não postei o capitulo, ai tinha uma voz na minha cabeça, Posto ou não... Posteii espero que gostem

— Qual é o nome dele? — pergunta o homem para um menino de aproximadamente uns 9 anos, apontando para uma pintura, era inverno, a brisa gelada ecoava pelo castelo sussurrando coisa sem eixo.

— Equilíbrio ou ser de sera como os mexicanos gostam de chama-lo, é responsável por separar o bom e o mal da terra desdo primeiro ate o último dia — diz o menino, ganhando um aceno do homem, o adulto anda para frente, sua capa negra arrasta no chão gélido do castelo, sua asas negras escondidas atrás manto enquanto segurava uma foice.

— E esse? — apontou para uma pintura de uma mulher de cabelos loiros sorrindo,o menino se aproximou e olho para o mulher.

— A vida, com todo seu explendor, comanda qualquer coisa que estiver viva, a parti de uma planta ou o maior ser vivo — o menos explica, homem se aproxima dele colocando a mão em seu ombro.

— Muito bem pequeno — diz o homem, olhando com afeto para a pintura com a mulher, o pequeno franzi a testa e olha para a homem.

— Porque tenho que saber disso? Já sou inteligente o bastante para comandar todo o reino — diz ele enrugado, o homem sorri e diz.

— Mais também é pequeno não é? Para você ser eu tem que saber o nome da ultima vida a primeira você não vê? Cada detalhe conta, ate uma pequena folha pode fazer a diferença, então não se subestime e não subestime os outros, cada um tem uma parte importante não se esqueça — diz homem.

— Obrigado Sr.Morte — diz o pequeno saindo, a morte pela primeiro vez sorri de orgulho.

— Não, eu que agradeço...

Pov Jack -

— Jack, Jack... Jackson — exclama soluço balançando as mãos na minha frente, tiro dos meu pensamento antes de olhar para ele.

— O que é Hiccup? — digo com uma certa raiva, olho pela sala, rodeada de livros, ou seja a biblioteca, vejo um ruivo sentado lendo.

— Para de sonhar acordado — ele diz estressado, suspiro e volto a olhar para Soluço, ele esta falando algo que eu não entendo como cálculo, sempre odiei cálculo, por onde na vida isso iria me ajudar, suspiro.

— A mortalidade caiu em 23%, então acho que hipoteticamente devemos mandar mais anjo para aumentar 10% e... — ele parou e olho para mim, mais uma vez perdidos nos pensamentos.

— O que foi? — perguntei abismado, não posso passar míseros segundos olhando em volta que já sou o culpado?

— Você deveria prestar mais atenção a politica e as normais daqui Jack, você tem mais de mil anos, tem que agir como tal — diz ele se levantando da cadeira e olhando diretamente para mim, levanto uma sobrancelha.

— Só porque Astrid te dispensou, você tem que descontar comigo e com o Hans? — pergunto apontando para meu peito, ele fecha a cara.

— Oque você sabem sobre amor? Vocês pegam garotas aqui e lá, só passam um dia e mandam ela embora! – exclama irritado – Quando o Cupido flechar vocês quero ver o que pensam – diz ele, se vira e sai da sala.

— Obrigado por me colocar Jack – diz Hans, me viro, ele com pernas para cima, asas respectivamente fechadas, olhando por cima do livro.

— Não tenho culpa, você são minha família – eu digo dramático, mais ele sabe que tenho razão, levanta uma sobrancelha para mim.

— Pare de ser dramático mano, acho que feriu os sentimentos dele — ele diz, feri o cenho, e disse.

— Que isso Hans, é do Hic que estamos falando, o coração de pedra – digo-lhe forçando uma risada.

— Ele realmente ama-va ela, acho que deve pedir desculpas — diz ele, nunca ouvi o Hans falar assim, não posso dizer nada ele é que nem eu.

— Okay, Ta legal, vou dizer, mais antes vamos sair antes que a louca da Jessica veja aqui tirar satisfação por ontem — eu digo, ouvindo passos do corredor.

— A empregada? Jack você tem sérios problemas sabia? — ele diz se levantando e indo para a janela, vejo ele pular, vou fazer o mesmo ate que as porta abrem em um estrondo e vejo uma mulher de cabelos Pretos.

— JACKSON — grita, sua grandes asas negras abrem, mostrando autoridade.

— Você não deveria falar assim, Eu sou a Morte — diz antes de pula pela janela e só escutar os berros vindos no meu palácio.

Abro minhas asas, Bato elas para cima, não sei porque voar pra mim é uma dádiva, vejo meu reino, pode ser escuro e sem vida, mais não tenho culpa.

Não tenho culpa se os prisioneiros não miseráveis, ou se aqui é sem graça, ta mais para clima de inverno, frio e sem graça como a neve mais quem disse que não podemos nos diverte?

— Jack, Olha para baixo — Grita Hans, vejo uma figura enrascada de raiva vindo na minha direção.

Tenho que despistar-lá, mergulho passando por ela, em direção as árvores.

Vai ser divertido, por meio das árvores faço coisa, que sem pratica pode quebra uma asas.

Vejo uma cabela de cabelos castanhos avermelhado, olhando para o Reino vida.

Chego de fininho e vejo que é o Hic, vou assusta-lo, me preparo antes que o faça ele me interrompe.

— Pode para ai Jack — diz ele, suspiro e me junto a ele.

— Olha Hic, Me desculpa, você está certo, eu não sei o que é amor — eu digo olhando para ele com cara de culpa, suspira e fala.

— Vocês não tem culpa de ser assim, alem do mais vocês são minha família, e já ouviu a história da vida e da morte? As duas antigas força se apaixonaram por seu opostos, sua paixão dele estar não aqui, mais lá — diz ele apontando para o Reino vida, acho que ate o nome já feito ao lugar, nunca vi lugar mais pelo, ate deve ser assim também.

— No seu como na terra — eu digo, ele concorda.

— Estais pronto para amanhã? O dia da reunião dos reinos — diz ele.

— Acho que sim — falta poucas semana para o alinhamento dos planetas.

— Acho que sim...

Notas finais
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