The Best Job

11 Seis crianças ladras


Notas iniciais
Yo, minna! Como estão? Esse capítulo saiu atrasado quase uma semana, mas atrasos já são normais quando se trata da Amystar né e,e bem, vou deixá-los curtir o capítulo! Espero que gostem! :3

Koala P.O.V

– Hee... Estou cansada. Acho que deveríamos dar uma pausa, Hack-san. Que tal comprarmos algo pra comer? — eu perguntei, me sentando no banco da praça principal da cidade. Hack-san suspirou, ele queria continuar a missão, mas pareceu perceber que eu estava certa. Não conseguiríamos continuar cansados e com fome.

– Tudo bem. — ele concordou, olhando em volta a procura de alguma pequena cafeteria. Não seria bom se fôssemos à um restaurante na área central da cidade, pois poderíamos ser reconhecidos por algum cidadão.

Estávamos numa cidade da Grand Line chamada Kulantai, conhecida por ser um lugar onde a taxa de natalidade é altíssima quando comparada com outros lugares. O motivo disso acontecer ainda é um mistério, porém, rés a lenda que há centenas de anos atrás, uma mulher era mãe de 10 filhos. Seu marido era alcoólatra, e um dia quando chegou em casa cismou que ela estava o traindo, e tentou matá-la. As crianças tentaram impedi-lo, porém infelizmente foram mortas à facadas pelo mesmo. A mulher, consumida pelo ódio, matou o marido. Depois disso, ela nunca mais conseguiu engravidar, e viveu o resto de sua vida solitária. Li que depois disso, misteriosamente muitas mulheres da cidade começaram a engravidar cada vez mais, assim, ficando mais famosa.

É um mistério realmente interessante, gosto sempre de estar à par de coisas do tipo. Não que eu acredite que a lenda é realmente verdade, mas também não desacredito totalmente.

– Seis Croissant's e dois cafés por favor. — eu pedi ao me sentar em frente ao balcão, seguida por Hack. Estava com bastante fome. Já eram onze horas e não comia nada desde as quatro da manhã.

– Koala, soube que Dragon-san nos passou essa missão assim que chegou. Isso é meio inesperado vindo dele. — comentou Hack, bebericando seu café assim que chegou.

– Também acho. — concordou a professora substituta, colocando açúcar no café. — ele falou comido diretamente.

N/A P.O.V

Já era tarde da noite quando Dragon chegara ao navio. Como sempre, fora direto para seu escritório. Os outros revolucionários perguntavam para ele como realizariam a próxima missão, porém o homem não respondeu, perguntando coisas que consideravam triviais demais para o momento.

– Onde está o Sabo? — perguntou ele ao ver que ele não havia assinado todos os papéis necessários.

– Sabo-san ficou muito doente e está descansando sob os cuidados de sua parceira, senhor. — respondeu Mamura. Dragon pareceu entender, se fosse o caso dele deixar pra lá por pura preguiça, o arrastaria até o escritório pelos cabelos.

– "Logo agora que queria discutir com ele sobre isso" — pensou o D, suspirando. — traga Koala aqui, preciso falar com ela.

– ... — Mamura olhou para um lado e para o outro, verificando se Dragon estava mesmo falando com ele. Quando percebeu que era com ele mesmo, arregalou os olhos. Raramente o líder falava com ele. — m-mas Dragon-san, são duas da manhã, certamente Koala-san deve estar dormindo. Não acha que é melhor de manhã cedinho você...-

– Vá logo. — Dragon o cortou, sem paciência. Mamura engoliu o seco ao perceber que havia incomodado seu chefe, e assentiu. Os outros oficiais se entreolharam, como se estivessem comentando que Mamura realmente não sabia como agir perante Dragon.

(...)

– M-Me chamou, Dragon-san? — Koala perguntou já sabendo a resposta. Deveria ser algo muito importante para ele chamá-la no meio da madrugada, com o cabelo bagunçado e a cara amassada.

– Vocês três já podem ir. — avisou à Mamura e os outros. Eles se curvaram e saíram. Dragon esticou o braço, convidando a garota para se sentar na cadeira em sua frente. Ela sentou-se, ainda meio sem graça. — como ele está?

– Quem?

– Sabo.

– Ah sim, ele ainda está meio fraco por causa do resfriado e da febre. Se alimentando bem e dormindo direito, tenho certeza de que Sabo-kun ficará bem logo. — respondeu a garota. Esperava que seu parceiro se recuperasse logo para voltar a ser ativo como sempre. — mas ele é muito teimoso, fica querendo fazer esforço físico daquele jeito...

– Bom, Koala, esse era um trabalho destinado à você, Hack e Sabo. — explicou o homem, estendendo um papel com as coordenadas da missão — entretanto, já que o Sabo está doente, creio que você e Hack terão que ir sozinhos. Não é uma missão complicada, e como sei que é especialista em se infiltrar em diferentes lugares, sei que conseguirá completar essa missão.

– Dragon-san... — ela murmurou admirada por ter recebido uma missão vinda diretamente do líder. Koala leu o que estava escrito no papel com cautela. — "Kulantai"... É uma cidade que fica na ilha mais próxima de onde estamos, não é?

– Sim. Você e Hack pegarão o barco que o Sabo usa. Quero saiam ainda hoje, por volta das quatro. O navio irá para a ilha mais próxima pois precisamos de suprimentos. Soube que que há alguém recrutando crianças para roubarem e assassinarem pessoas, em troca de dinheiro e bens materiais. Como têm pouca idade, são facilmente aliciados.

– Quando isso começou? — perguntou Koala.

– Há mais ou menos de dez anos. Antigamente eram apenas um pequeno grupo de crianças, porém agora isso está se espalhando até em países do South Blue e do West Blue. Tem até casos de tráfico de crianças da gangue, que são vendidas para servirem de escravos.

– Então a mente por trás disso tudo está na cidade de Kulantai... — murmurou ela, assimilando a situação. Logo, ergueu a cabeça, orgulhosa por receber uma missão séria. — Irei completar a missão com muito prazer! — Koala pareceu se lembrar de algo — e o Sabo-kun?

– Ele ficará. Se insistir em ir, espanque-o. — respondeu Dragon, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Koala P.O.V

– E espancou, certo? Quando se trata de teimosia, Sabo só entende na base da violência. — suspirou Hack, parecendo se lembrar de momentos em que teve que lhe dar uns cascudos.

– Nem precisei. — respondi depois de engolir o Croissant.

Assim que voltei para o quarto, Sabo estava esparramado na cama, me fitando com um olhar sonolento. Achei estranho fato dele estar acordado a essa hora, visto que tem sono pesado, e que não acordaria facilmente. Pelo menos, é o que dizem, mas até agora não vi toda essa dificuldade exagerada em acordar cedo, e não acho que Dragon-san se incomodaria com isso por nada.

– Aonde você foi? — perguntou o loiro, coçando os olhos. Cheguei perto dele e encostei minha testa na dele, medindo sua temperatura. Ainda estava quente, sinal de que ainda não havia melhorado muito.

– Dragon-san chegou há pouco tempo e me chamou na sala dele. — expliquei pegando minha mochila, e colocando algumas mudas de roupas dentro dela. — ele passou uma missão que teremos de ir em um barco, em Kulantai. Sairemos as quatro da manhã, por isso tenho que arrumar as coisas logo.

– Hmm, entendi... — disse Sabo-kun, se espreguiçando e se levantando da cama. Eu o segui com os olhos para saber o que ia fazer; ele fez o mesmo que eu, estava preparando as coisas para poder sair em missão.

– O que está fazendo? — perguntei já sabendo a resposta.

– Ué, arrumand- *atim!* arrumando a mochila. — respondeu ele. Olhei para ele com os olhos semi-cerrados.

– Você está doido? Está ardendo em febre, claro que você não vai ir. Quem irá na missão comigo é o Hack-san. — Sabo-kun ficou meio surpreso, mas logo depois parecer ficar irritado.

– Eu sou o segundo em comando do Exército Revolucionário, uma febrezinha de nada não vai me afetar! Eu posso ir na missão com você! — exclamou ele, indo até mim e ficando frente a frente.

– Sabo-kun, até mesmo Dragon-san já ficou doente alguma vez na vida. Você não está em condições de ir em uma missão assim. Dragon-san disse que você não vai, eu disse que você não vai, e você não vai, e pronto. — retruquei, decidida.

– Ahhh Koala! — ele reclamou com raiva, batendo o pé no chão. — você não é a Iennifer pra dizer se eu estou ou não em condições de ir! — fiquei me perguntando quem era essa tal de Iennifer, mas deixei isso de lado.

– Seus movimentos estão mais lentos, você está cambaleando, sua respiração está pesada, suas bochechas estão rosadas, você está mais quente que um forno, e está espirrando a cada 5 minutos. Quer mais provas?

– Eu venceria facilmente qualquer pessoa, mesmo nesse estado! — respondeu ele, convicto de sua força.

Rapidamente, sem nem lhe dar chance de desviar, apliquei-lhe um golpe entre o ombro e o pescoço, que o fez desmaiar no chão na mesma hora.

– Qualquer pessoa, menos eu.

– ...E foi isso. — eu terminava de contar para o Hack-san. Hack riu, logo depois terminando seu café.

– Koala, vou ao banheiro e já volto. — avisou o tritão, saindo dali.

Ouvi a porta da cafeteria se abrir bruscamente, o que fez todos os clientes olharem para trás assustados. Como não estava preocupada, me virei calmamente para ver o que era.

– Ninguém se mexe ou eu meto bala!!! — gritou um garotinho de cabelos loiros, que parecia ter uns dez anos.

Em sua mão direita havia um fuzil, o que me fez arquear as sobrancelhas. Nos poucos segundos em que os vi parados, pude perceber pequenos detalhes: haviam seis crianças, contando com o que anunciara o assaltos. Três garotos pareciam ter entre seis e sete anos, e carregavam consigo Rifles. Uma menina parecia ter sete anos, e carregava um revólver. O loiro e outro garoto pareciam ter em média dez anos. Todos estavam bem sujos, machucados e com roupas rasgadas, exceto um garotinho que estava lá no fundo da turma, que não deu para ver muito bem.

O loiro, que parecia ser o líder da gangue, foi até o caixa, e apontou a arma para a mulher que cuidava dali. Assustada, ela foi tirando o dinheiro da caixa registradora, sob a mira do fuzil que o garoto carregava. Ele tinha pele parda, o que realçava seus cabelos loiros.

– Anda logo, mulher!!! — gritou ele, impaciente com a demora da balconista.

Sorri, depositando a xícara no pratinho de apoio. Senti que uma das crianças me olhou, deve ser por causa da minha calma e tranquilidade comparada as outras pessoas.

– Por que está sorrindo, peituda? — olhei para baixo, e vi que quem falara comigo era a única menina do grupo. Ela apontou a arma para mim, como se ameaçasse. — não gosto que ria como se estivesse em um circo. Melhor não subestimar a gente só porque somos crianças.

Olhei bem os detalhes de seu rosto. Ela era bonita, tinha cabelos cinza bem curtinhos espetados, e olhos cor de rosa. Se estivesse bem vestida e limpinha, poderia facilmente se passar por uma nobre. Porém, estava bem suja, e não parecia ter uma boa alimentação, já que era muito magra, lembrava até a mim mesma quando era escrava.

– Vocês estão bem armados, mesmo sendo tão pequenos. — comentei, olhando nos olhos dela. — eu estou com medo sim, porém, fiquei interessada em vocês... Pegam as armas tão bem, e parecem manuseá-las melhor ainda.

– Hm... — o garoto loiro olhou para mim, como se me avaliasse.

– E o que achou dela, Shin? — perguntou a menina ao companheiro.

– Ele gosta de peitos grandes, deve gostar dela.

Olhei para trás, e Hack me observava de longe, parecia ter entendido tudo o que eu queria, já que estava com uma das mãos nas costas. Mostrei meu den den mushi para ele, e guardei no bolso da calça sem que nem uma das crianças percebessem.

(...)

Me debati, tentando me soltas das correntes que me prendiam na parede. Droga, não esperava que essas crianças me prendessem aqui.

Esperava que eles me levassem porque fui a única que não sentiu medo. Parece besteira pensar em uma coisa assim, mas estava escrito no relatório da missão que as crianças constantemente sequestravam mulheres jovens, provavelmente para seu chefe, e quis testar para ver se conseguia uma aproximação sutil. Só não esperava ficar nessa situação; presa, vendada, num chão duro e frio, numa casa velha e abandonada.

– Olá?! Alguém?! — gritei, ouvindo apenas o meu eco.

Suspirei, pensando no que fazer.

Hack-san não viria atrás de mim, se viesse, as crianças poderiam perceber, e notar que estamos tentando saber para onde estavam me levando. Provável que Hack-san esteja esperando minha ligação.

– Eu sonhei que tinha um mapa de um tesouro assombroso... — cantei, assim que desisti.

– ...em um lugar, que para mim, era milagroso...

Levantei a cabeça bruscamente ao ouvir alguém continuar a música. Era uma voz infantil, provavelmente, alguma das crianças havia permanecido ali para ficar de olho em mim.

– Ah, então tem alguém aqui! — eu falei, me animando. — será que dá pra tirar pelo menos essa venda dos meus olhos?

– Nem pensar! — retrucou a criança, imediatamente. — você é nossa prisioneira, não tem direito de pedir nada.

– Que chato. — bufei. — eu só queria ver qual das lindas crianças está aqui comigo.

A criança ficou quieta, como se estivesse pensando. Logo, tirou a venda de meus olhos, e pude ver claramente qual das crianças estava lá. Diferente do que pensava, não era apenas uma criança, haviam duas. Uma era a única garota que assaltara a cafeteria, a menininha dos cabelos acinzentados. E a outra me parecia uma menina também, lembro-me vagamente de ver alguém como ela lá no fundo da turminha. Ela tinha cabelo azul-claro, e olhos enormes. Usava um casaco enorme, que cobria seu corpo até um pouco acima do joelho. E usava também um par de botas azuis combinando com o casaco.

– Uau, vocês são duas meninas lindas! — comentei sinceramente, admirada. A menina dos cabelos acinzentados corou, e a outra apenas olhou nos meus olhos. Seus olhos eram pretos e profundos, como se fossem um enigma extremamente difícil de ser decifrado...

– Eu... Sou a Aurora. — disse ela, acariciando seu cabelinho curto envergonhada. — e esse é o Noiram.

– ... — olhei para a criança de cabelos azuis. — "o" Noiram?! Você é um garoto?!

Talvez fosse por isso que "ela" me olhou. Porque "ela", na verdade, é "ele". Mas não é como se eu tivesse culpa, afinal, qualquer um o confundiria com uma garotinha, já que seu rosto é tão fofo quanto o de uma.

– Quantos anos você tem? — perguntei para Noiram.

Ele novamente apenas olhou nos meus olhos, calado.

– Noiram não fala. — explicou Aurora. — mas apesar disso, é o melhor atirador da turma. Shin adora ele por isso, e porque Noiram está sempre me protegendo quando Shin não está.

Seu modo de falar me lembrava um pouco a Nina-chan, o que será que ela estaria fazendo agora? Provavelmente está em cima do bobão do Rokka, pedindo para fazer algum doce.

– Você é uma menina tão legal e bonita, por que está metida com coisas tão perigosas? — perguntei, mas logo depois me arrependi. O olhar mais calmo e puro que residia na menina, agora estava mais tristonho.

– O chefe foi o único que nos deu uma chance, quando fomos rejeitados por todos... — respondeu ela, com a voz trêmula. — ele pode ser cruel e violento, mas pelo menos ele não nos abandona como o resto do mundo...!

Como imaginei. Pode ser fácil aliciar uma criança, principalmente uma criança com o coração ferido pelo passado.

(...)

Passou-se por volta de uma hora desde a conversa que tive com Aurora. Estive pensando, e agora entendo bem o porquê de tantos jovenzinhos estarem envolvidos em coisas tão sérias, e irei, com certeza, libertá-los dessa dor.

Olhei para Aurora, que estava deitada no chão com uma arma ao lado. Quem dera essa arma fosse uma faca, senão poderia puxá-la com o pé e tentar me soltar. Se bem que mesmo esticando totalmente a perna eu não conseguiria pegar... Só o que me restava era esperar Hack-san dar um jeito de vir me buscar.

A barriga da menina roncou mais um vez, o que me fez suspirar.

– Ele está demorando para alguém que foi comprar lanches de uma loja de conveniências. — comentei, me referindo a Noiram, que ido pois ele e Aurora estavam com fome, e não haviam comido nada desde de manhã.

– Noiram mesmo estando aqui há pouco tempo sabe muito bem que temos que comprar qualquer coisa na parte menos movimentada da cidade, caso contrário, poderíamos ser reconhecidos muito fácil.

– Hm... — respondi simplesmente isso, fazendo o assunto morrer.

Passaram alguns minutos, e pudemos ouvir a porta sendo aberta, logo depois sendo trancada. Por um momento achei que fosse Noiram, mas fiquei surpresa ao ver várias crianças entrando no local. Não eram umas oito ou nove, e sim bem uma trinta ou trinta e cinco.

Dentre eles estava Shin, e um homem enorme atrás dele. Ele era bem gordo, tanto que o formato de seu corpo era redondo. Estava bem vestido com o smoking e um chapéu preto, e em suas mãos havia vários anéis de ouro que me pareciam valiosos. Seus cabelo era preto e estava de lado ao estilo "a vaca lambeu", o que realçava seu bigode. Ao lado dele havia duas mulheres, uma de cabelos longos e acinzentados, olhos castanhos e com um vestido "tomara que caia" preto decotado. A outra, diferente dela, tinha cabelos castanhos e um rosto bem comum, a única coisa que a diferenciava eram os seios enormes.

– Então, é essa, chefe. — disse Shin.

– Hmm... De fato, não foi uma total perda de tempo, pivete. Você até que me trouxe uma mercadoria boa. — respondeu ele.

Tratar uma mulher como um pedaço de carne... Olhei para ele com desprezo, porém, ele não pareceu ligar, pois continuou a me analisar.

– Vou ter que fazer um teste. — disse ele, se aproximando de mim e...

...apalpando meus seios...

Aurora nos fitava com os olhos arregalados, como se fosse a primeira vez que vê seu chefe fazendo algo assim. As outras crianças também pareciam pasmas. Aquele homem era desprezível...

– Pare com isso!!! — gritei, me debatendo para que ele não me tocasse mais. Meu medo era que ele começasse a me estuprar ali mesmo, na frente de todas aquelas crianças, eles não mereciam ver isso.

– Fontaine-san! Pare por favor!!! — me surpreendi ao ouvir Aurora gritar, mesmo que não tenho surtido efeito nenhum no homem. Shin pareceu temer que Fontaine se irritasse com Aurora e se pôs em sua frente, como se a protegesse.

N/A P.O.V

O gordo abaixou sua blusa, deixando nela um decote enorme. Ele sorriu ao ver a cena, e depois levantando a parte de baixo da blusa, deixando a barriga da jovem totalmente a mostra. Entretanto, isso não foi nada comparado... A quando ele começou a estimulá-la por cima da calcinha.

Nesse momento, o ódio tomou conta de Koala. Queria de todo jeito sair dali e dar um chute na cara desse obeso e entregá-lo para os revolucionários. Seus pulsos já deviam estar inchados de tanta pressão que fazia, o mesmo de meus tornozelos.

Fechou os olhos, sem querer mais ter que olhar para a cara daquele nobre.

BOOOOOOM

– KOALAAAAAAA!!!! — Ao ouvir o barulho, Koala se deparou em uma cena rápida; o teto quebrando e caindo junto com ele estava Sabo, que em questão de segundos, deu uma voadora na cabeça Fontaine, o que o fez desmaiar ali mesmo. Assim que os pés do loiro tocaram o chão, ele correu até Koala, pasmo com o estado em que ela se encontrava. — Koala...! — disse ele ofegante, caindo de joelhos na frente dela. — o dragão... *arf* ...veio para... *arf* ...resgatar a princesa...!

Koala tinha muitas dúvidas naquele momento, e poderia muito bem ter milhares de reações. Mas a primeira delas foi chorar de alegria, pois daquele momento percebeu...

...que tinha um melhor amigo que sempre estaria lá quando precisasse.

Notas finais
Esse Fondaine-san é mesmo um cara fdp hein :v Muahaha agora as coisas vão começar a ficar interessantes... Esperem a saberão '3' E aí, que tal me fazerem feliz e deixarem um comentário? Dizem que quem deixa a Amy-chan feliz tem 10 anos de pura sorte :v