Notas iniciais
Hey! Hey! Hey! Alô pessoal! Eu estava pensando ultimamente e reparei que TBJ já tá tipo MUITO na frente. Parece que foi ontem que na hora da animação resolvi começar essa fanfic, e não arrependo nenhum pouco, acho que ela vai ser sempre a minha preferida. Mas infelizmente, segundo algumas previsões que eu fiz, acho que ela já está mais ou menos na metade ou um pouco mais que isso. Vou ficar tão triste quando acabar, mas é melhor do que ficar arrastando a história, né? Enfim, espero que gostem do capítulo :)

— A Nina teve convulsão? — Sabo perguntara de olhos arregalados para Rock e Shin, enquanto acompanhava os dois em passos largos pelo corredor.

A festa de aniversário de Sabo já havia praticamente acabado. Uma parte dos revolucionários se dirigia aos próprios aposentos para dormir e descansar, já outros haviam bebido demais e caído bêbados ali mesmo, no salão de festas. Já estava tarde, portanto, o conselheiro e a professora de karatê decidiram que era hora de irem para seus devidos quartos, até que os dois meninos apareceram.

— Quando isso aconteceu? Ela está na enfermaria?! — Koala indagara eufórica, colocando a mão sobre o próprio peito.

— Ela está sim, mas já está melhor. — o menino loiro respondeu, acalmando os dois. — não sabemos o porquê, mas ela teve convulsão enquanto dormia e teve de ser levada pra enfermaria. O único que ficou com ela o dia todo foi o Marion.

Assim que Shin terminara a frase, os quatro haviam acabado de chegar na porta da enfermaria. Ao lado da porta, sentados no chão, Aurora, Tora e Marion encaravam o nada enquanto choravam baixinho. Assim que notaram a presença dos dois adultos ali, Tora e Aurora pularam nas pernas dos dois.

— Sabo-san, a Nina vai ficar bem, né? — Tora perguntou para o loiro com os olhos vermelhos de tanto chorar, enquanto abraçava as pernas dele. Com um aperto no peito, Sabo a pegou no colo, e Koala fez o mesmo com Aurora.

— Tora… — ele murmurou tristemente.

— A Nina não pode morrer… Ela é minha melhor amiga… — Aurora chorava em prantos, fazendo o som de suas voz chorando ecoar por todo o corredor.

— Querida, não se preocupe, ela não vai morrer. — Koala tirou um paninho do bolso da saia e secou o rosto da albina. O ato maternal da professora pareceu surtir efeito na pequena, que parara de chorar e a abraçou.

— Tora, você precisa confiar na Ienni. — Sabo dissera para a menina em seus braços. — ela sempre cuidou bem de vocês, não é? Dessa vez não vai ser diferente.

Tora assentiu, secando as próprias lágrimas. Ela sempre fora a mais velha e sensata, não podia fraquejar num momento como aquele.

— Nina… — todos ouviram Marion sussurar, ainda quieto, sentado no chão do corredor.

Marion era um enigma para Koala. Era um menino inteligente, quieto, e frio demais para a idade. Ele nunca tinha expressão e definitivamente tinha problemas sérios de comunicação tanto com adultos quanto com crianças. Diferente de Nina, que sempre sabia exatamente o que queria e sempre mostrava quem era com bastante destreza, Koala não sabia realmente quem era aquele garoto que parecia sofrer tanto com a dor da amiga.

— Fiquem aqui quietinhos que nós vamos ver como ela está. — Sabo avisou, colocando Tora no chão, e Koala repetiu o ato.

Nina realmente parecia melhor, mas não estava em seu cem por cento. Ela estava dormindo tranquilamente, mas suas bochechas estavam mais vermelhas que o normal, indicando uma leve febre. Além disso, por algum motivo, seu cabelo estava molhado e suas orelhas brancas de coelho estavam baixas.

— É estranho que ela tenha tido essa crise convulsiva. A Nina nunca apresentou nenhum tipo de defeito igual ao Marion, sem mencionar que esse tipo de coisa acontece majoritariamente com crianças de 0 a 3 anos. — explicara Iennifer, sentada em sua cadeira giratória. — o que tudo indica é que ela teve uma convulsão febril, obviamente, por causa da febre. Demorou pra conseguirmos estabilizá-la, mas o que mais que intrigou foram os sintomas que prescindiram a convulsão.

— Está falando das dores de estômago? — perguntou Koala.

— Isso também, mas ela teve um sono bastante incomum, além das dores de barriga. Isso não é normal, e vou ter que pesquisar sobre. Não há nem mesmo como saber se ela vai tornar a ter uma crise de novo. — a Mahara suspirou cansada. — vou ter que passar a noite de plantão, observando ela.

— Sono incomum… — o loiro repetira baixinho, ponderando sobre o que a doutora dissera.

Pensando bem, o sono pesado que Nina sentira lembrava muito o sono que ele mesmo tinha antigamente.

Era parecido até demais.

(…)

Sobrou para Koala e para Sabo a tarefa difícil de pôr aquelas crianças na cama. Shin e Rock, principalmente, estavam bem resistentes quanto à ir dormir, visto que eram os mais velhos ali. Mas assim como Aurora e Tora, ambos estavam exaustos aquele dia e não conseguiram lutar contra o sono, caindo no sono. E Marion, que até em tão se mantivera quieto chorando, dormiu com as lágrimas ainda nos olhos como uma criança que apanhou antes de dormir.

Vê-los dormir daquela forma doeu tanto no coração de Sabo quanto no coração de Koala. Apesar de revolucionários, eles eram apenas crianças que não sabiam bem como lidar com uma situação daquelas. E quando se tornassem adultos? Como reagiriam vendo seus companheiros morrendo em batalhas? Não gostavam nem de pensar naquilo. O mundo era cruel demais.

— Pode ir dormir, se quiser. — avisou Koala, vendo que Sabo lutava firmemente contra a vontade de fechar os olhos.

— N-Não, eu quero ficar. — ele balançou a cabeça, tentando se despertar.

— Sabo-kun, eu não vou dar aulas amanhã, então posso dormir à tarde. Já você terá uma reunião, não é? Acho que deveria ir dormir para poder funcionar e render como deve. — falou preocupada. Ainda estavam no quarto das crianças, sentados em bancos ao lado da cama. — não precisa se preocupar, eu fico aqui com eles até o Rokka aparecer.

Sabo suspirou, se dando por vencido. Koala não o deixaria em paz enquanto não fosse dormir, então o jeito era obedecê-la. Ela tinha a missão de cuidar dele, e era isso que estava fazendo, do seu jeitinho Koala de ser. Ao se levantar, olhou mais uma vez para trás, tentando gravar em sua mente a imagem da moça acariciando o cabelo de Aurora dormindo.

Era uma cena extremamente maternal, e se pegou pensando se Koala teria filhos um dia. Provavelmente não, concluiu com estranho pesar. A professora era muito responsável, e sabendo que era praticamente impossível criar uma criança num meio como aquele não vacilaria em seu período fértil com qualquer homem que fosse.

Homens… Não gostava nem um pouco de pensar nela com eles.

Por fim, despediu-se da mulher e se dirigira ao quarto, sentindo um peso enorme nos ombros. Aquele havia sido seu aniversário mais agitado, com bastante reviravolta, e a única coisa que queria agora era tomar uma ducha e cair na cama que nem as crianças fizeram mais cedo.

Ao sair do chuveiro, apenas de toalha, Sabo tivera uma terrível surpresa.

Padomi estava em sua cama, vestindo apenas um roupão aberto e com um sorriso bem malicioso.

(…)

— Eu tenho plena certeza de que isso foi culpa dela… — Liam dizia com um olhar assustador, andando pelos corredores com bastante pressa.

Sua esposa, assim que Sabo e Koala se retiraram da enfermaria, o contara o que realmente achava sobre a convulsão de Nina. Havia, de fato, sido uma convulsão causada pela febre, mas havia algo diferente naquela febre. Não eram sintomas normais: pareciam terem sido estimulados por algum tipo de líquido ou substância que causou isso na menina, e Liam sabia bem de quem desconfiar.

Nunca tivera nada contra Padomi. Mas a partir do momento em que percebera que ela estava fazendo mal para Sabo e Koala, tivera que agir imediatamente, por mais que ter mexido com a cabeça dela para que nunca se lembrasse do beijo que Sabo dera em Koala não tivesse ajudado em nada para diminuir a perseguição dela. E agora, além da professora e do conselheiro, mais uma pessoa estava sofrendo com as ações malucas de uma adolescente.

— Koala-san, o que faz aqui? — perguntou à praticante de karatê do tritão, que se esforçava para não dormir sentada. Ao ver a moça, o tesoureiro teve que adquirir uma expressão menos irritada afim de não causar suspeita.

— Oh, Liam-san… — disse ela, sonolenta. — eu estou de olho nas crianças, uma delas pode acordar e ficar vagando pelo QG. O Rokka não está aqui para vigiá-los, então eu… — bocejou. — ...estou aqui enquanto ele não chega.

— Pode ir dormir, então. — respondeu gentil, fechando a porta atrás de si. — eu já estava planejando vir ficar de olho deles, a pedido da Ienni.

— Verdade? Tem certeza de que quer ficar? Não sabemos que horas o Rokka vai aparecer…

— Tenho certeza sim, eu já fiz isso outras vezes. — o azulado respondeu. — você parece bem cansada.

— É, admito que estou, hehe… — riu sem graça, levantando-se e indo em direção a porta. — Ah, Sabo-kun esqueceu o chapéu. — comentou ao observá-lo em cima da cama.

— É melhor devolvê-lo, ele ama esse chapéu. — Liam pegou o chapéu e entregou nas mãos da mulher, que sorriu em agradecimento. Koala deu boa noite ao homem, e saiu.

Liam virou-se determinado ao ver-se sozinho com as crianças dormindo. Tinha certeza que se vasculhasse direito aquele quarto conseguiria alguma pista sobre o que estava acontecendo, e seu sexto sentido nunca falhava. Checou embaixo da cama, nos armários, e até dentro do banheiro, mas não via nada que não fosse normal para um quarto onde seis crianças dormiam.

Até que reparou no criado-mudo. Por que Padomi era a única que o tinha? Provavelmente, ao receberem o quarto, nenhuma das camas vinha acompanhada do móvel, e ela mesma teve de pedir ou comprar à parte. Como julgou suspeito, o homem começara a vasculhar dentro das gavetas da garota.

Após abrir todas, sentiu-se extremamente frustrado com o que encontrou: nada que lhe interessasse.

— Que saco… — sussurrou, jogando-se cansado em uma das camas vazias.

Foi então que notou algo estranho. Ao encostar a cabeça no travesseiro, sentiu algo incomum vindo debaixo dele. Levantou o travesseiro com descrença, certo de que Padomi não seria burra ao ponto de…

Eureca! havia achado algo suspeito.

(...)

— Mas o que- Sabo engasgou-se ao processar cena que via.

— Olá, Sabo-san. — Padomi sorriu maliciosa, virando-se de lado, de forma a ficar de frente para Sabo.

Sabo sabia que a adolescente sempre fora terrível: o abraçava, beijava e flertava, invadido a todo momento seu espaço pessoal. Mas aparecer daquela forma na cama de um homem madrugada? Isso já era ousado demais para uma menina de 16 anos.

— Padomi, o que você está fazendo aqui? — perguntou seriamente, virando-se de costas para não ver a garota. O pior, pensou, era que estava de toalha, e isso limitava muito qualquer movimento que pretendesse fazer. Se não estivesse daquela forma, com toda certeza jogaria um lençol em cima de Padomi e a colocaria para fora do quarto.

— Quanta frieza, Sabo-san… — Padomi fingiu-se triste, se levantando da cama e indo até ele. — Você sempre foi tão gentil comigo, ultimamente tem estado tão distante… — ela passou o dedo pelo braço direito dele, secando uma gota de água que insistia em descer.

— Olha, eu não sei o que você pretende vindo aqui essa hora nessas vestes, mas eu acho melhor você sair. Veja o estado em que eu estou e que principalmente você está! — o loiro repreendeu, querendo virar para ir até o guarda-roupa. Cogitou com uns instantes, mas logo deixou a ideia de lado, vendo que para buscar uma roupa teria que ver a outra sem roupa. — tenho certeza de que o Rokka não sabe disso.

— Não! Ele não sabe! — ela logo retrucou animada, aos poucos indo para frente do conselheiro. — ele não sabe e nem precisa saber… Rokka não é meu dono.

— Ninguém é seu dono. — Sabo fechou os olhos ao perceber a atiradora em sua frente.

— Exato. Ninguém é meu dono. Mas você, Sabo-san… — ele sentiu-a chegar pertinho de seu ouvido, e sussurrar: - foi escolhido para seu o meu.

Sabo sabia exatamente o que ela queria dizer. Infelizmente, Padomi e Rokka eram um dos mais afetados pelo meio em cresceram, visto que ficaram muito mais tempo naquele convívio do que qualquer uma das crianças. No caso de Padomi, apesar de ter se revoltado contra tudo o que era criado em sua antiga “casa” e ter entrado para os revolucionários por conta disso, alguns ideais implementados em sua mente nunca conseguiram se dissipar, e este de ter um dono era o principal deles.

E ele sabia como era o ritual para aquirir um híbrido caríssimo como ela.

Foram surpreendidos pela porta se abrindo bruscamente, o que fez Sabo virar-se e olhar para a porta. Para seu azar, era a pessoa que menos queria que visse aquela cena naquele momento: Koala, e ainda com uma cara de poucos amigos. Pensou em um milhão de coisas para dizer, explicar e até como pedir desculpas – por algum motivo – mas de forma alguma conseguia organizar uma frase em sua mente.

— Koala… — fora a única coisa que conseguira murmurar, de olhos arregalados.

— Eu vim te trazer isso. — ela disse ríspida, entrando no quarto sem cerimônia e com o seu chapéu na mão.

Koala olhou para Padomi dos pés à cabeça, com uma expressão de completa decepção e raiva. Padomi, que continuava sem roupa alguma, olhava para Koala com um olhar vitorioso, como se tivesse acabado de fazer um xeque-mate.

— Não vê que está atrapalhando? Estamos no meio de algo aqui, se não reparou. — Padomi provocou com um ar debochado, passando os braços em volta dos pescoço do loiro.

— É, reparei sim… — Koala retrucou no mesmo tom, chegando perto dos dois de forma calma demais para ser verdade. — e não fui só eu que reparei, acho que mais alguém está muito interessado no que acontece aqui.

Koala lançou um sorrisinho cínico para Padomi, que não entendeu de imediado. Ao desviar o olhar para a porta, a adolescente vira uma certa figura claramente irada com a cena que assistia, cerrando os punhos: Rokka.

— R-Rokka! — ela gelou e abaixou as orelhas de lobo, vendo que o mais velho estava mais irritado do que nunca antes.

Mas antes que pudesse se explicar ou dizer qualquer coisa, Koala desferiu-lhe um golpe no pescoço, fazendo a menina desmaiar na hora. Se fosse em alguma outra situação, por mais que nunca tivessem sido amigas, Koala a seguraria – mas ali, naquele momento, deixou que ela caísse sem pensar duas vezes.

— … — Rokka entrou no quarto com uma sombra sobre os olhos, pegou o roupão que a adolescente havia tirado, e enrolou-a nele, sem ser nada gentil. Após segurá-la nos braços, antes de sair, virou-se para Sabo e Koala com uma expressão de pura dor e tristeza, muito diferente da que tinha ao se deparar com Padomi daquela forma. — desculpem. — ele lamentou, em seguida saindo do quarto.

Koala suspirou enquanto fechava e a porta que o outro deixara aberta.

— Koala, eu sei o que você está pensando, mas não é nada disso que você está pensando! — Sabo exclamou eufórico, como se tivesse acordado de um transe.

— Eu sei. — Koala mantinha o olhar baixo.

— Eu tinha ido tomar banho, aí quando eu saí ela simplesmente brotou ali!

— Eu sei.

— Eu juro com todas as minhas forças que a gente não tava fazendo absolutamente nada, eu não tinha nenhuma intenção de… — ele parou por uns instantes, olhando confuso para a mulher de cabelos curtos. — O que?

— Eu sei. — ela andou até ele, ainda de cabeça baixa, fazendo a enorme diferença de altura entre os dois ficar ainda mais visível. — eu acredito em você. — ela levantou a cabeça, ficando cara a cara com o superior.

— Você… Acredita? — Sabo mal podia acreditar. Estava certo de que discutiria ali mesmo com a parceira e que levaria dias para conseguir resolver aquela situação.

— Sim. Acredito. Tenho certeza de que você não queria nada com ela, por mais que ela estivesse sem roupa nenhuma. — Koala afirmara com tamanha certeza, assustando um pouco o homem.

— Fico feliz, mas… — Sabo estava em dúvida se perguntava ou não. — Como tem essa certeza toda?

Koala sorriu, deixando-o ainda desconsertado. Logo em seguida, ela desceu o olhar até a toalha que usava, encarando-a. Levou alguns segundos até que o conselheiro entendesse o porquê da professora estar olhando a única peça de roupa que usava naquele momento.

— Ah… — ele sussurrou envergonhado, não conseguindo evitar de ficar corado.

Ela sabia que ele não desejava Padomi por não haver nenhum vestígio de elevação em sua toalha, visto que, por baixo daquele não tão grosso pano, ele também estava nu.

Enquanto ele colocava alguma roupa, Koala raciocinava sobre como Sabo era um homem maravilhoso. Ela sabia que os dois não tinham nenhum tipo de contrato que não fosse profissional: ela era parceira e ajudante dele, nada mais. Porém, por algum motivo, Sabo presava muito por respeitar seja lá o que fosse que estava rolando entre eles há algum tempo, e isso era algo raro de se achar entre os rapazes por aí.

Após ele terminar de se vestir, os dois deitaram na cama dele, por algum motivo, cansados. Aquele dia havia sido um dos mais cansativos dos últimos tempos, e o que mais queria naquela momento era deitar.

— Sabo-kun… — Koala chamou-lhe atenção, encarando o teto ao lado dele. — eu não sei de muita coisa, não é mesmo?

— Você é uma das mulheres mais inteligentes que eu conheço. — o loiro observou, desviando o olhar do teto para olhar para a outra.

— Obrigada, mas… — Koala mudou de posição, deitando-se de lado para ficar cara a cara com ele. — eu não sei nada sobre a Padomi e os outros.

O cansaço era visível no olhar de Koala, mas Sabo não conseguia parar de pensar em como ela estava linda daquela forma. Ela estava bem mais próxima dele, com os rostos bem próximos por conta da cama não ser tão espaçosa, e por isso ele conseguia notar bem cada detalhe de seu rosto que, na época em que dividiam quarto, nunca reparara.

Os olhos dela estavam visivelmente cansados e seu cabelo todo bagunçado na cama, mas para o loiro, daquele jeitinho ali, ela estava perfeita.

— Você quer saber? — Sabo questionou-a com um olhar sereno.

— Quero, sim. — ela respondeu.

E a cada dia, inconscientemente, sua pequena e curiosa Koala triunfava em seu coração.

Notas finais
Eaí, alguém ansioso pra descobrir o passado dessa galerinha? Depois de 25 capítulos só enrolando, parece que finalmente a Koala vai descobrir o que ela tanto cogita a história inteira :v Liam parece bem bravo com a Padomi, né, gente? E olha que ele geralmente é um personagem bem controlado, e ainda achou o pózinho polêmico da Padomi. Alguém tem algum palpite sobre o passado do Rokka e dos outros? Aguardo ansiosíssima pelos comentários! ♥