Tentativa e erro

4 Locanda, não Wakanda (leiam direito)


Notas iniciais
Só observando vocês desconfiando das intenções da Elise no capítulo anterior, hein xD Hoje, como o bom espírito zoeiro do Peter me consumiu, dei uma brincada com a palavra do dia.

Elise sugeriu que partíssemos para uma locanda. Descobri que era um bar só depois. Às vezes ela falava engraçado.

Mesmo com ninguém bebendo, me senti confortável com o tempo para narrar todos os eventos: A infância sem um pai, a cleptomania na adolescência, os eventos no Pentágono, mamãe me contando aos 21 anos que eu tinha um pai... Elise assimilou, austera. Por fim, respondeu:

— Obrigada pela confiança. Sabe... sei quem daria uma ótima figura paterna.

— Quem?

— O Professor. Ele é como um pai, para mim. Enquanto procura seu pai, pode ter um postiço...

Era uma boa. Aí, o plano B.

Notas finais
Para quem precisa de uma clareada nas datas: a fuga do Pentágono foi em 1973. Supus que ele era menor de 18 na época, então chutei uns 17. Se a mãe dele contou isso com 21 anos (meu acréscimo, nada oficial), isso foi mais ou menos em 1977. Apocalipse se passa em 1983, então ele teria entre 27 e 30 anos na minha concepção. Glossário #4: locanda [substantivo feminino] 1. casa onde se vende vinho a varejo; bodega, taberna, tasca. 2. estabelecimento rústico, onde se come; taberna. 3. pequena mercearia; tenda.