Tennki no Hana
4 2 - A festa, o beijo e a piscina. (parte 2)
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_.--._.--._.--Na dimensão humana--._.--._--._
Kagome estava na pista de dança novamente, desta vez a procura de Rin. Quando viu o Kohaku chegar ali, teve certeza de que ele saberia onde estava a garota.
Kagome:- Kohaku-kun?
Kohaku:- Hã? Ah parabéns Kagome! *^-^*
Kagome:- Arigatou, *:D* Você viu a Rin-chan por aí?
Kohaku:- Bem... Ela ‘tava lá na área da piscina agora há pouco.
Kagome:- Valeu, *^-^* Ja ne, aproveite a festa, ‘tá? – ela saiu de lá.
Kohaku:- Pode deixar! “Pelo menos eu vou tentar.” u.u
_.--._.--._.—Momentos antes, na área da piscina--._.--._--._
A Rin sai correndo pela borda da piscina até o Kohaku entrar no Templo. Deu uma olhada procurando quem perdera de vista.
Houjou:- Rin-san? – o rapaz se aproxima dela.
Rin:- Ora não me chame assim Houjou-kun! *^-^* Somos amigos há muito tempo.
Houjou:- Então tá, Rin-chan! É, e falando nisso... Omedetou!
Rin:- Doumo*!! – ela olha para perto da casa e vê que alguém se aproxima lentamente. – Hey, Houjou...
Houjou:- O que foi? – ela se aproxima do rapaz.
Rin:- Quando você olha ‘pra mim... O que vê? – Rin percebe que quem estava chegando apenas observa os dois às escondidas. Essa era sua chance.
Houjou:- Ah... Uma grande amiga, e muito bonita também.
Rin:- Oh... Muito obrigada! É muito bom ouvir isso num dia como hoje. – ela baixou a cabeça.
Houjou:- Como hoje? – ele não entendia.
Rin:- Sim, é que saiu resultado de um concurso para modelos que eu e a Ka-chan nos inscrevemos e...
Houjou:- Já sei, ela ganhou.
Rin:- Como sabe? – ela estava surpresa.
Houjou:- É que sempre estudamos na mesma sala, e já reparei que a Kagome-san sempre ganhou apostas e concursos, enquanto você tinha todos os garotos que queria, e sem contar que o pôster dela está espalhado pela cidade toda. *=.=*
Rin:- “Ele poderia não ter dito isso! ¬¬’’ Pois é, somos assim. Ela não sabe a sorte que tem. *u.u*
Houjou:- Rin... Vocês duas são especiais, cada uma da sua maneira. Eu realmente gosto de vocês como são. *^-^*
Rin:- Arigatou... Mas eu sempre tive a impressão de que você gosta mais da Kagome.
Houjou:- Bom, nesse caso é diferente. Você sabe que eu gosto dela como um garoto gosta de uma garota. – ele olhou no fundo de seus olhos(N/A: Ele é tão ingênuo, que fofo!).
Rin:- E se eu dissesse... – ela fica muito perto dele. — E se eu dissesse que eu gosto de você como se uma garota gosta de um garoto? – ela sussurrou ao ouvido dele, que ficou estático e sem saber o que fazer.
Houjou:- Eu... Eu... *=o.o=*
Rin:- Não fique nervoso, deixe-se levar...
Houjou:- Eu... – ele a beija, ardentemente, e ela retribui ao mesmo nível. A pessoa que estava os observando, foge dali.
Rin deixou um sorriso satisfeito brotar entre os lábios. Estava feito.
_.--._.--._.--Na dimensão mágica--._.--._--._
Iruga corria incansavelmente. Ele estava no meio de uma floresta muito escura e sombria, para sair das Terras dos Elfos do Oeste. E tinha o pressentimento de que algo daria errado, os ninjas não haviam chegado até agora... Tudo estivera fácil demais. Um pequeno barulho chamou sua atenção, ele pôs suas mãos dentro da longa capa marrom-esverdeada que vestia, retirou suas Sai lentamente (Sai: Uma arma pouco maior que uma faca e se assemelha a um pequeno tridente).
Ele se virou num salto lateral para trás e apontou uma das Sai para o tronco de uma árvore, ofegante.
Iruga:- Que droga, é só uma coruja. ‘Tô ficando nervoso à toa. – mal ele disse isso e uma adaga prende seus cabelos cinza-prateados na mesma árvore, e esta só não atingiu a sua cabeça porque ele desviou milésimos de segundos antes. – Hump. Vocês chegaram. – Iruga fechou os olhos e deu um sorriso satisfeito. – Por um segundo pensei que os guardas do Sesshoumaru fossem burros o suficiente para não se dar conta da minha fuga.
- Guarde suas frases feitas para si mesmo, baaaka! – um vulto negro sai de trás da árvore expondo a face de Tenshi.
Iruga:- Ai, que droga! Eu fiquei pensando nela desde que sai do palácio e isso é o que recebo! *Ù.ú*
Tenshi:- Bah, deixe de ser infantil. – retrucou o elfo louro.
Iruga:- Olha só quem fala: Tenshi, o bobo da corte dos elfos das terras do oeste! – mostrou língua e tirou a adaga da árvore lançando-a no chão.
Tenshi:- Não me provoque Iruga. – encarou ameaçadoramente.
Iruga:- Acho que você precisa treinar um pouquinho mais esse seu olhar assassino, quando conseguir assustar um coelhinho pode me procurar. *=D* — ele disse e encostou a bolsa que carregava numa árvore próxima.
Tenshi:- Eu te avisei! – Tenshi saca seu arco e flecha e atirou no traidor do sangue Taisho, ele acertou três pontos diretamente na capa do rapaz.
-[Música de fundo: Riraito — Asian Kung-fu Generation]-
Iruga:- É... Você melhorou bastante nos últimos três anos... – ele soltou o prendedor da capa e sacou suas Sai.
Tenshi:- Você ainda não viu nada.
Iruga:- Agora quem ‘tá com frase feita é você. – ele sorriu.
Tenshi:- Pouco me importa, você vai perder de qualquer modo...
Iruga:- Quanto tempo demorou ‘pra pensar nessa? Já que também é feita... – tirou sarro, irritando extremamente o elfo de olhos esmeralda.
Tenshi:- Teme! Dessa vez você não me escapa. O Hakudoushi não está mais aqui para te proteger.
Iruga:- Correção, para proteger você! – ele arqueou a sobrancelha de modo sarcástico. (N/A: Isso é de família, né?)
Tenshi:- Descobriremos agora.
Iruga:- Mal posso esperar... – De repente, os dois desapareceram sob a escuridão da floresta, o silêncio era agonizante para ambos. Momentos depois, só era possível ouvir o agudo som de metal se chocando e o reflexo da luz na espada de Tenshi na das Sai do Iruga.
A velocidade dos dois era extraordinária e a luz produzida pelo choque das armas agora era vermelha... Eles adentravam na floresta, agilmente. No ápice da luta, Tenshi e Iruga encontraram uma clareira e ali pararam ofegantes. Agora estava tudo às claras (N/A: Na medida do possível, já que a noite é sem lua): Tenshi tinha uma grave ferida no estômago e arranhões no braço esquerdo e no rosto, enquanto Iruga mal podia mover sua perna direita e tinha feridas no abdômen e no rosto.
Iruga:- Ehhh... Até que você, ahh... não está tão mal... ahh, Tenshi... – ele tomava fôlego para falar. – mas ainda não é ahhh... o suficiente para me derrotar... ahh.
Tenshi:- He he, você está.. ahhh... muito mais ferrado ahh... do que eu.... – um sorriso travesso surgiu nos lábios do outro. – Como você é idiota! *O.o*
Iruga:- Bah... A diferença, é que eu não sou um idiota morto.
Tenshi:- Nani*? *O.O*
Iruga:- É isso aí. Aparentemente eu estou na pior situação, mas não sou eu quem tem veneno no estômago agora, né?
Tenshi:- Omae wa... – Os olhos do elfo louro se encheram de pavor.
Iruga:- Você sabe que sempre gostei muito de ler, um dia desses esbarrei ‘num livro de poções escrito em runas antigas, afinal, são os mais perigosos... Só assim o acesso seria restrito e, já que sou autodidata, aprendi runas antigas só para isso! *=^.^=*
Tenshi:- Teme!! Esse livro era da biblioteca secreta! Meu pai trabalhou nele durante um ano. *O.O*
Iruga:- Foi apenas uma tentativa... Se você estiver com dor de cabeça e com sua visão meio turva, é porque deu certo. Eu aconselho que volte para o palácio em três minutos ou fique aqui e morra miseravelmente. – ele guardou suas armas na bainha.
Tenshi:- Kuso! Eu vou te deixar ir desta vez, Iruga, mas eu ainda te pego!
Iruga:- Frase feita. *¬¬’*
Tenshi:- AarrrgH!! – Tenshi sai de lá rapidamente, cortando o vento frio noturno com o calor de seu sangue que jorrava incansavelmente.
Iruga:- Baaaaka! – o elfo gargalhava. – Ele só trabalha pro meu primo por questões físicas mesmo... Não sabe nem distinguir a verdade de um blefe. *xD*
Iruga dirigiu-se para dentro da floresta, a fim de pegar sua bolsa e continuar sua jornada.
_.--._.--._.—Na outra dimensão, Visão da Kagome--._.--._--._
Kagome estava muito triste e chorava silenciosamente rezando para que ninguém a visse ali.
-Flash Back-
Kagome saia do tempo à procura de Rin.
Kagome:- “Ah! Ela ‘tá ali na piscina como o Kohaku disse, hm? Mas, ela está com o Houjou-kun... *ó.o* O que será que eles tão falando? Daqui não dá ‘pra escutar... Vou me aproximar discretamente.” – ela se escondeu atrás de um arbusto.
Rin pareceu notar sua presença, pois, com o pequeno movimento do arbusto, ela sorriu misteriosamente, com certeza não era coincidência.
Kagome:- “Kusoooo!! Fui descoberta *x.X*” – ela levantou-se na intenção de ir até lá mas o que viu a surpreendeu bastante. – “R-Rin-chan? O que está fazendo? Desse jeito até parece que vocês vão se beijar...”
A Rin aproximava-se provocantemente do Houjou. O garoto estava completamente sem ação, o que pareceu incomodar a Rin...
Rin:- Não fique nervoso, apenas se deixe levar...
Kagome:- “O que é isso? *Ó.Ò* Rin-chan, porque você está agindo assim?” – lágrimas surgiram involuntariamente nos olhos da garota. – “Mas o Houjou não faria isso, né? Ele vai resistir, não é? Ele gosta de mim...” – ele tentava acreditar.
De repente, a cena se reverteu. A caça agora era o caçador. Houjou beijava Rin loucamente. Então era isso, ele não ligava para ela realmente, pois ela não era o suficiente para ele. Houjou desejava a Rin, assim como todos os outros.
Kagome:- “Pensei que você fosse diferente, Houjou-kun...” – ela saiu correndo dali, não fazia a menor idéia de qual o destino tomar, mas qualquer lugar que não fosse aquele serviria.
-Flash Back End.-
-[música de fundo: Shissou — Last Alliance (Encerramento de Ouran)]-
Kagome:- “Kuso, Kuso, Kuso! Eu nem sei quem eu odeio mais agora... Se é o Houjou-kun, a Rin-chan ou eu mesma por ser uma anta!” – ela soca a parede. – “Provavelmente a culpa foi do Houjou... Ele que a beijou, eu vi com meus próprios olhos, assim como vi a Rin se aproximar daquele jeito.” – ela respirou fundo. – “Hm... Se ele realmente gostasse de mim não cederia daquele jeito, talvez a Rin-chan só quisesse me abrir os olhos. Ou não. Será que ela gostava dele mas nunca havia me dito?” – ela indagava .
A morena respirou fundo.
Kagome: — Sabe de uma coisa? – disse para si mesma enquanto enxugava as lágrimas. – Eu não vou mais perder meu tempo com isso. Vou aproveitar essa noite ao máximo! Não importa se a culpa é deles ou minha, vou mostrar que não sou nenhuma boba! – ela levantou-se com o punho cerrado. – Eu tenho 15 anos agora, e tudo vai ser diferente.
Ela saiu de detrás da casa e entrou no salão com o melhor sorriso que tinha.
Kagome:- Toca Miss Independent aí DJ! – o rapaz atende ao pedido e aumenta o som. Todos a princípio se assustam, mas logo depois entram no ritmo da música.
(N/A: Miss Independent da Kelly Clarkson, ok?)
_.--._.--._.—Na área da piscina--._.--._--._
O casal ainda estava aos beijos, mas não parecia a mesma coisa. Pelo menos não pelo lado da Rin, que já não tinha o sorriso de minutos atrás. Havia realizado sua vingança... Mas o que ganhou com isso? Definitivamente era tarde demais para pensar nisso... O som que vinha do templo era consideravelmente alto.
Rin:- Miss Independent... – a voz de Kelly Clarkson saia das caixas de som. Ela interrompeu o beijo. – *O.O* Essa é a nossa música...
Houjou:- O quê?
Rin:- Gomen, Houjou-kun... Tenho que voltar para a festa.
Houjou:- Demo...
Rin:- Ja ne. – ela saiu de lá correndo.
_.--._.--._.—Dentro do templo--._.--._--._
Kikyou estava sentada na escada olhando as pessoas se divertirem. Mesmo toda aquela animação não a estimulava a juntar-se a eles, muito pelo contrário, do ponto de vista dela pareciam mais um bando de macacos com formigas nas nádegas, ou algo tão ridículo quanto. A garota segurava o presente da Kagome firmemente, não queria abrir agora. Ela olhou para uma porta semi-aberta no alto da escada.
Kikyou:- Mas o que... ? – ela estreitava os olhos na tentativa de identificar o que via... Um pequeno feixe de luz avermelhado saía da brecha. Ela ignorou e voltou sua atenção para a pista de dança, onde estavam agora Kagome e Rin, que acabara de chegar. O clima estava meio estranho, por milésimos de segundo as duas desviaram o olhar e o dirigiram ao chão, mas pouco depois se encararam. A Kagome tinha um ar de animação e a Rin de Triunfo. (N/A:- Sim, sim! A Kikyou vê tudo com grande precisão. *xD*)
As duas começaram a dançar, aquele clima pesado de antes se tornou pouco a pouco mais amistoso. Elas dançavam juntas como se nada tivesse acontecido, mas com seus 15 anos de experiência, a Kikyou podia até adivinhar o que foi.
_.--._.--._.—Na dimensão mágica --._.--._--._
Miroku e Bankotsu estavam na festa há algum tempo, mas nada de muito interessante aconteceu...
-Flash Back-
Eles chegaram à festa e, quase instantaneamente, sorrisos maliciosos tomaram as duas faces. Essa festa acontecia uma vez por ano e havia pessoas de diversas vilas e até outras terras, ou seja, uma maior porcentagem de pessoas bonitas que não conheciam a má fama sem fundamento dos dois. (N/A: Se é sem fundamento a gente nasceu no ano do gato xDD)
Miroku:- Hoje é meu dia... – ele olhou mais que atenciosamente para as curvas de uma ruiva.
Bankotsu:- Mas é noite. *=.=’*
Miroku:- Ah, você entendeu... – o rapaz aproximou-se sorrateiramente da moça, pondo as mãos em lugares inapropriados enquanto puxava um assunto. – Nunca te vi por aqui... De onde vem toda essa beleza?
Ruiva:- Hakuni lopoka tuva relleine gotter aloret! – se afasta.
Miroku:- Nani? Você não entende minha língua? E que tal essa aqui... ? – neste mesmo instante ele literalmente apalpou a garota, e logo em seguida ela cuspiu fogo bem na cara dele. (N/A: Churrasquinho de Miroku-chan... Quem quer? quem quer?)
Miroku:- *¬¬* Que azar... Era uma Batava(hanyou de elfo vermelho com youkai?)! *TT.TT* Mas era tão bonita, como eu podia saber? *y.y* — ele retornou a procura de sua amiga. E logo a viu às gargalhadas.
Bankotsu:- *xD* Ha-ha, ha-ha!!Se ferrou! – ela ria descontroladamente, mas podia conter as lágrimas.
Miroku:- Humpt! Duvido que faça melhor.....
Bankotsu:- Observe e aprenda. – ela arrastou o amigo consigo.
Miroku:- Só quero ver! *ù.ú* — desafiou o senhor churrasco. Do nada, a Bankotsu não só apalpa a bunda de um rapaz, alto, moreno, forte, ombros largos... Como quase o leva ela consigo. (N/A: Adivinhem quem é?)
Não deu tempo nem do leitor pensar e a Ban desaparece. Só foi o tempo do cara virar-se e dar um soco na pessoa mais próxima que ‘por acaso’ é alguém que conhecemos muito bem.
Miroku:- ITAAAAAAAAAAAAAAAII! – berrou.
- Teme... Você vai morrer agora, seu veadinho!
- Aizen-sama... Não faça isso, pelo menos não agora. – um rapaz próximo disse em um tom calmo e sinistro.
Aizen:- *¬¬’* Tem razão Gin, não vou gastar minhas energias com essa bicha inútil.
Gin:- *-_-*
Miroku:- Domo, Gin-sama! *TT.TT* — diz o homem no chão segurando a ponta da capa do rapaz de cabelos prateados variando para o lilás.
Gin:- Me larga, idiota. Você não faz meu tipo! – olhou com desprezo – Aizen-samaaa! Não vá nem mim!! *^.^* -
Miroku saiu de lá correndo e entrou no primeiro beco escuro que viu. Mas esbarrou em algo. (N/A: Que mania de entrar em becos ele tem, viu? *-.-*)
- Itai!
Miroku:- Gomen na, eu não sabia que ‘tava ocupado...
- É você, Miroku?
Miroku:- Ban!?? Sua vaca maldita! POR QUE FEZ ISSO COMIGO? *ò.ó*
Ban:- Hehe... Não... aqui é o Kyo. – falou engrossando a voz.
Miroku:- K-Kyo??? *O.O* AHHHHHHHH! – sai correndo novamente. A Bankotsu sai de lá em seguida.
Ban:- “Acho que vou fazer isso mais vezes!” ^.^
-Flash Back End-
Miroku:- Nunca mais vou duvidar de você Ban *Y.Y*
Ban:- Eu sei disso! Vamos beber algo??
Miroku:- Você paga! – disse o rapaz.
Ban:- Só porque eu ‘tô boazinha hoje! *^.^*
Miroku:- Não quero nem imaginar se você não estivesse... *=.=* — diz lamentando-se da repentina fuga da amiga enquanto Aizen enfiava a mão na sua cara.
Ban:- Deixa disso Houshi-chan! Waratte*!! The life is pink! – ela grita entre pulmões.
Miroku:- Sinto informar, mas a minha é cinza. – disse secamente. Os dois seguem o caminho até a barraca de comes e bebes, e Miroku vê algo, que, ao que parece, não o agrada nenhum pouco. – Essa não... *O.O*
_.--._.--._.—Dimensão humana, dentro do templo --._.--._--._
As duas ainda dançavam, sem nem ligar para os outros presentes. As mães delas se aproximaram inesperadamente.
Mãe da Rin:- Meninas, já está na hora! – disse com um doce sorriso no rosto.
Kagome:- Hora...? De que? *O.o*
DJ:- Agora teremos uma apresentação especial das nossas queridas anfitriãs, que cantarão uma música para nós! Podem vir aqui girls! – elas dirigiram-se ao pequeno palco improvisado ao lado do DJ, e ele entregou-lhes os microfones.
Rin:- Vamos arrebentar, Ka-chan! – disse com um tom decidido, lançando um meio sorriso de incentivo a amiga. – não vamos deixar nada nos atrapalhar, este momento é só nosso.
Kagome:- Tudo bem. – ela retribuiu o sorriso. – Mostraremos do que somos capazes. – em seguida, as duas posicionaram-se.
Rin:- “Que bom que ela está bem, isso é tudo que preciso.” – pensou a jovem, enquanto as luzes baixavam e focalizavam-se nelas. Não dava para ver quase nada. Era como se só existissem elas naquele momento, então deram tudo de si, não se importando com o que as esperava em seguida, algo que mudaria suas vidas.
Fim do capítulo 2.
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-Vocabulário:
*Waratte: Sorria.
*Kami-sama: Deus.
*Nani?: O que?
*Tasukete Kudasai: Ajude, por favor/Socorro.
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