Tennki no Hana
5 3- Os Protetores das Ninfas (parte 1)
Notas iniciais
Esse capítulo começa com a canção tão esperada. Caso alguém queira ouvir, ela se chama 'Cosmos' de t.A.T.u. e combina muito bem com a nossa proposta.
Esse capítulo vem recheado de informações, por isso leiam atentamente. Muito mais emoção em Tennki no Hana! (A gente pode até virar garota propaganda depois dessa, foi mega ridículo. =.=)
Enfim, leiam a fic antes que escrevamos mas alguma idiotice.
Tennki no Hana
Cap. 3 – Os protetores das Ninfas.
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Kagome e Rin estavam no palco, já em suas posições e a música acabara de começar.
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Kagome:- Games we don\'t want to play [Jogos que não queremos jogar]
Same winner everyday [Mesmo vencedo todo o dia]
Kill for the second best [Mate pelo segundo melhor (lugar)]
Feel no more, feel no less. [Não sente mais, não sente menos]– ela começou.
We have our minutes cut [Nós temos nossos minutos cortados]
We lose our feelings, but [Nós perdemos nossos sentimentos, mas]
that\'s what the movies show [É o que os filmes mostram]
this is where stories go. [Isto é onde as histórias vão]
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Ela foi ao topo da escada, próxima a dispensa, para ver as meninas melhor. Não achava que a Kagome cantasse mal. Mas também não era uma YUI da vida.
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Rin:- Stars we don\'t want to reach [Estrelas não queremos alcançar]
Scars we don\'t want to stitch [Cicatrizes não queremos deixar]
Go where we haven\'t been [Vamos onde nós ainda não havíamos estado]
Fly away, time machine [Voar para longe, máquina do tempo.]
Cloud we will chase him out [Nuvens, iremos caçá-las fora]
Crowds, we will face them down [Multidões iremos derrubar]
This is our secret place [Este é o nosso lugar secreto]
Outer space, outer space [Espaço distante, espaço distante]
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A jovem que também era aniversariante do dia, olhava atentamente a performance vocal de Rin. Nunca fora muito com a cara dela, mas tinha que admitir que ela cantava muito bem.
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Kagome e Rin:- Our home forever is outer space
[Nosso lar para sempre, é um espaço distante]
Black stars and endless seas, outer space
[Estrelas negras e mares infinitos, espaço distante]
New hope, new destinies; outer space
[Novas esperanças, Novos destinos, espaço distante.]
Forever we\'ll be in outer space, outer space
[Para sempre estaremos em um espaço distante, espaço distante] – Elas cantam, e as luzes saem do foco e passam a iluminar todo o recinto neste momento
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Kikyou estava estranhado aquela música, algo como um mal pressentimento mas nada que pudesse ter certeza. De algum modo ela sentia-se parte daquilo, mesmo não setando ali cantando. Enquanto so convidado estavam estasiados com a música e a mães emoçionadas, Kikyou reparou que aquele brilho vermelho que vinha do pequeno quarto aumentara consideravelmente.
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Kagome:- Ground we don\'t want to feel [A terra não queremos sentir]
Found what they didn\'t steal [Ache o que eles ainda não roubaram]
Time, we were really lost [Tempo, nós realmente perdemos.]
Bridges burnt, fingers crossed [Pontes queimadas, dedos cruzados]
We, shall we ever be free. [Nós, nós seremos livres sempre]
With no guarantee. [Sem quarentena.]
Life on another plane [Vida em outro plano]
Same before, same again [Mesmo antes, mesmo novamente]
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Rin:- Go where you want to go [Vá onde você quer ir]
So no one ever knows [Então ninguém nunca sabe]
Only what we decide [Somente o que nós decidimos]
Is it gone. Has it died [Isto foi. Isto morreu]
Dry every tear in my eye [Leve todas as lágrimas no meu olho]
You can tell me why [Você pode me dizer o porque]
This is our secret place [Este é o nosso lugar secreto]
Outer space, outer space [Espaço distante, espaço distante]
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Ela foi mais e mais perto, a ponto da luz encandecer sua vista.
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Kagome e Rin:- Our home forever is outer space.
[Nosso lar para sempre, é um espaço distante.]
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Kikyou abre completamente a porta que antes estava escorada...
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Kagome e Rin:- Black stars and endless seas, outer space.
[Estrelas negras e mares infinitos, espaço distante.]
Kikyou:- O que é isso?. – ela disse para si mesma, ao ver de onde vinha a luz.
Kagome e Rin:- New hope, new destinies; outer space.
[Novas esperanças, Novos destinos, espaço distante.]
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Kikyou:- É bem estranho mas é realmente bonito... – ela diz olhando atentamente paro o obejeto de onde vinha a luz. Era uma espécie de pequeno sabre cor de maseira com delhes em verde, curvas suaves e com ínfima jóia no centro de onde vinha a luz.
Kagome e Rin:- Forever we\'ll be in outer space, outer space.
[Para sempre estaremos em um espaço distante, espaço distante]
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Ela estendeu a mão na intenção de pegar o objeto mas exitou quando ouviu a voz da Kagome.
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Kagome:- Outer space is where we get together, and this place we\'re meant to be.
[Espaço distante é onde estaremos juntos, e este lugar pretendemos ser (ficar).]
Stars are dancing and the time is fading
[Estrelas estão dançando e o tempo está desaparecendo]
Dead forever [Mortas para sempre]
You and me, you and me. [Você e eu, você e eu.]
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Ela teve aquele sentimento de vazio novamente. Naquele exato momento ela tinha certeza que era vindo do objeto.
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Rin:- Racing stars and common moons are planets. In the cosmos, we are free.
[Estrelas cadentes e luas comuns são planetas. No cosmos, nós somos livres.]
There\'s no atmosphere and no obsessions.
[Não há atmosfera e sem obsessões]
It\'ll always be, it\'ll always be
[Isto será sempre, isto será sempre]
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Mas depois de ouvir as palavras de Rin, não hesitou. Era tudo que ela queria. Um lugar onde ela fosse livre, e pudesse fazer qualquer coisa. Kikyou pegou o objeto
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Kagome e Rin:- Our home forever is outer space
[Nosso lar para sempre, é um espaço distante]
Black stars and endless seas, outer space
[Estrelas negras e mares infinitos, espaço distante]
New hope, new destinies; outer space
[Novas esperanças, Novos destinos, espaço distante.]
Forever we\'ll be in outer space, outer space
[Para sempre estaremos em um espaço distante, espaço distante]
Kagome e Rin:- Outer space, outer space! [Espaço distante, espaço distante.] — Elas se entreolharam e sorriram carinhosamente.
Quando Kikyou olhou diretamente na jóia do objeto. Uma luz em forma de círculo formou-se em baixo de seus pés e o mesmo ocorre com Kagome e Rin. A luz branco-esverdeada começa a puxá-las como um plasma que tinha vida própria.
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InuYasha já via as luzes da cidade, estava prestes a encontrar-se com Miroku e Bankotsu mas, uma luz plasmática formou-se acima de sua cabeça. Ele olhava atentamente o tom esverdeado dela, e o formato estranho que lembrava um selo. Até mesmo no mundo mágico aquilo era estranho.
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Tsubaki:- ,*O_o* O selo foi ativado!! Não consigo localizar mas as ninfas vem vindo!
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Enquanto era puxada Kikyou debatia-se incansavelmente. No salão, pessoas gritavam desesperadas sem entender muito bem. A mãe da Kagome estava aterrorizada, enquanto a mãe da Rin e o Houjou tentavam puxar as garotas que estavam no palco. Mas Kagome e Rin não moviam um músculo. Pareciam não se importar com mais nada. Apenas sorriam provavelmente pensando que tudo aquilo era um sonho que estava prestes a acabar. Mas não imaginavam elas que era um pesadelo e ia começar.
Rin disse algo inaudível para a Kagome que apenas retribuiu com uma piscadela. A angústia nos olhos de suas mãe pareciam não influenciar em nada. A gritaria provavelmente já atraíra os vizinhos mas, era tarde, as três desapareceram tão rapidamente quanto à luz surgiu.
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Visão do InuYasha~
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Ao observar a luz acima de si, o belo rapaz de cabelos prateados fica curioso. Até que algo atinge sua cabeça e ele vai direto ao chão. Irritado, InuYasha grita.
InuYasha:- Heey, será que da para olhar por onde anda? – ele começou a empurrar três corpos estranhos que estavam em cima dele sem o menor cuidado.
Antes de ele virar para ver o que o atingiu, InuYasha sente algo quente e macio em sua mão esquerda. Enquanto virava para saber o que é, sentiu algo ainda mais quente – e doloroso – no rosto. Nem com seus ágeis movimentos de lutador pode escapar daquela tapa.
- Quem é você para ficar assediando assim as pessoas? – ele ouviu uma voz estridente berrando, provavelmente uma mulher, e mais provavelmente ainda, a fonte daquela fora estrondosa que o nocauteara.
- Olha só o que você fez com a minha amiga!
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Neste momento InuYasha abriu os olhos e viu três belas garotas diante de si. A que gritava vestia um vestido preto digamos que... Um pouco indecente, esta apontava o dedo para ela e tagarelava algo em outra língua. Outra, com longos cabelos negros, batia em si própria na tentativa de limpar sua roupa que, diga-se de passagem, era muito estranha. A terceira usava uma roupa idêntica a da primeira – ou pelo menos tão estranha quanto – só que branca, e ela estava agachada abraçando os joelhos, e por alguma razão, com a face completamente vermelha. Só depois da cena ele entendeu o motivo da tapa e da irritação da outra.
InuYasha:- Me desculpem garotas. Não fiz por mal. – ele disse ligeiramente corado, mas pouco depois se levantou irritado – Mas eu não tenho culpa alguma, você que caíram em cima de mim, eu ‘tava seguindo meu caminho e vocês fazem isso! – ele gritou.
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Visão das garotas~
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Ao ouvir aquilo, Rin não sabia se ficava irritada ou confusa, por que, por mais que não entendesse uma sílaba sequer do monólogo do rapaz, pela sua certamente era alguma provocação. Kikyou observava sem entender também.
Neste momento as duas pararam para refletir. Onde elas estavam? As garotas ainda não tinham parado parar para pensar nisso. Porque aquele cara tava com uma roupa tão estranha, e falava num dialeto desconhecido?
Kikyou:- Ano... Estamos em algum tipo de parque temático? – perguntou Kikyou ao ver uma cidadezinha não muito longe (N/A: Comentário by Yuuri, Kyou Kara Maou! xD).
- Féh! Eu já pedi desculpas! Será que daria ‘pra vocês falarem direito ou ‘tá difícil? – perguntou irritado. Rin podia na entender mas não estava do jeito que o rapaz falava.
Rin:- Não pense que eu esqueci do que você fez com a Ka-chan! – mesmo não parecendo, a Kagome ainda estava ali no chão, completamente vermelha – seu pervertido!
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Kikyou aproximou-se do rapaz vendo que esta discussão não as levaria a lugar nenhum, resolveu tomar as rédias da situação (N/A:- Tuka: Eu sempre quis escrever isso... *--*, Naty: Retardada. =.=’).
Kikyou:- Rin, aparentemente ele não nos entende. Por tanto pare de tentar arrumar briga. – Rin cruzou os braços e revirou os olhos como uma criança e desviando o olhar dele, não deixando de perceber evidentemente, que apesar de ser grosso ele era muito fofo. – Kagome, pare de ficar deprimida. Agora já foi, não tem como voltar no tempo!(N/A:- Isso é o que você pensa!) – ela respirou fundo. – Temos que nos concentrar no que está havendo. E você... – Kikyou dirigiu-se ao InuYasha, e apontou para a cidade. Kagome levantou-se e ficou atrás da Rin. Aparentemente InuYasha entendeu o recado.
- Vocês querem que eu as leve para lá? – ele apontou para as garotas e para a cidade. Elas não entenderam muito bem, mas assentiram.
Os quatro caminharam em direção a cidade silenciosamente.
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Longe dali...
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Tsubaki olhava um objeto estranho que tinha um leve brilho.
Tsubaki:- Elas chegaram. – falou consigo mesma, indo em seguida ao seu armário e pegando uma bola de vidro negra. O sentimento que a dominava no momento era satisfação.
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Sabe quando você se esforça muito e faz de tudo para conseguir algo, e depois de tanto esforço aquilo se torna ainda mais prazeroso por causa do empenho imposto nisso? Pois é, então ainda falta muito para você saber o que a Tsubaki estava sentindo. Porque, por ter cumprido seu objetivo – trazer as ninfas para sua dimensão –, ela não terá de esperar ainda mais pelo seu amado herdeiro. Sim, no final a razão dela era o Sesshoumaru. Por isso o prazer envolvido ainda é maior, já que isso é tudo que ela sempre quis, mas nunca soube como conseguir. Na bola negra, ela viu luzes de cores intensas e com diferente brilho. Uma amarela, uma verde, e uma branca chamavam a atenção no momento.
Tsubaki:- Finalmente... Mas elas estão naquele lado dos humanos e youkais, aposto como o Sesshoumaru-sama não vai gostar nada disso! – falou consigo mesma – já que aquela velha hazure mora lá!
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Em um feixe negro de luz tanto ela quanto a bola sumiram.
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Um Miroku estático observava a barraca de doces. Bankotsu não entendeu muito bem, mas viu que – só para variar –, era uma garota.
Bankotsu:- Vai logo atrás dela garanhão! – disse irritada e revirou os olhos no momento.
Miroku:- Nem me pagando! Me esconde Ban, onegai! – ele implorou desesperadamente. Bankotsu parou para prestar mais atenção.
A garota usava trajes de luta, tinha uma pele clara e suave, longos cabelos castanho-escuros, preso em um alto e prefeito rabo de cavalo. Seu olhar era vazio e... Ela tinha uma arma com mais de dois metros, e certamente uma pancada daquilo não seria esquecido em menos de três meses. A Ban estava certa. Era exatamente isso que Miroku temia.
Bankotsu:- O que você fez com ela Houshi-chan? – perguntou como se fosse uma conclusão óbvia.
Miroku:- C-Credo, Ban! É assim que você pensa do seu melhor amigo? *=/* – Pois é. A conclusão estava certa. – apenas me tire daqui.
Bankotsu:- ‘Tá, mas essa já é a segunda viu?
Miroku:- Certo, certo... ‘Tô te devendo duas! Essas amizades de hoje em dia, francamente... *u.ú* — Bankotsu arrastou o amigo consigo. Não estavam muito longe da saída da cidade, então foram até lá sorrateiramente, para que a misteriosa moça não os visse. Mas algo estragou a fuga.
Bankotsu:- Inuuuuuu-chan! – os olhos dela brilharam como os de uma garotinha ao lado de um tarado em uma festa onde só têm loucos, e de repente encontra seu príncipe encantado. Mas este brilho se esvaiu quando viu que ele estava acompanhado. – Quem são essas aí? – olhou um pouco decepcionada.
InuYasha:- Sei lá, ela caíram em mim quando eu ‘tava vindo ‘pra cá. – Kagome, Kikyou e Rin apenas olhavam sem entender.
Bankotsu:- Ahhhh! – ela se aproximou das jovens. – vocês são mais daquelas tietes, não é?
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Kagome não entendia nada. Mas tinha certeza de algo: Nunca vira uma moça tão bela antes. Se ela tivesse entrado no concurso de modelos, certamente ficaria em primeiro lugar. Estava abismada. Rin e Kikyou não tiveram pensamentos muito longe deste. Era unânime, aquela mulher era perfeita.
Kagome:- Nossaaa! Que cabelo sedoso! **---** — disse pegando imediatamente na longa trança caída ao lado do corpo da Bankotsu, extasiada.
A amiga do InuYasha não havia entendido muito bem, mas foi muito com a cara dela e com a da Kikyou, que sorria simpaticamente na provável tentativa de estabelecer algum contato, já que falavam línguas diferentes. Rin estava calada e pensativa. Miroku aproximou-se dela.
Miroku:- Konban wa, ojou-sama*! Como alguém assim tão bela pode estar acompanhada de um traste como este? – dirigiu seu olhar a InuYasha enquanto falava. Ele beijou as costas da mão direita dela e olhou intensamente em seus olhos. Para variar, Rin não compreendeu nada, mas homem é homem em qualquer parte do mundo. Com certeza a intenções não eram boas.
InuYasha:- Já começou...
Rin:- ‘Arigatou’, eu acho. Mas não estou interessada. – ela retirou a mãe e distanciou-se.
Miroku:- Ótimo. Mais garotas estrangeiras! *-.-‘*
Bankotsu:- Houshi-chan... Não faça idiotices novamente. – as garotas observavam atentamente. Mas não importa de que ângulo ‘olhassem’ aquilo tudo era ininteligível.
Kagome:- Rin... Como você entendeu o que ele disse antes? – Ela e Kikyou olhavam curiosas.
Rin:- Homem é homem, Ka-chan. Não importa onde esteja. – as duas assentiram. Aquela converse estava trazendo más lembranças para a Kagome, mas ela tentou esquece-las.
InuYasha:- Que confusão. – falou impacientemente – temos que leva-las a velha Kaede. Eu não ‘tô com um bom pressentimento em relação àquela luz.
Miroku:- Finalmente você pensou InuYasha. Vamos fazer isso mesmo. – reclamou ao lembrar-se do perigo ao qual estava exposto, mas já era tarde...
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